
A ORIGEM
O Maquinista é a 1ª aventura solo de João Branco Kyron, vocalista e letrista dos Hipnótica, banda incontornável no cenário da música alternativa portuguesa e autores de álbuns aclamados, considerados pela crítica como das melhores obras editadas no país nos anos em que foram lançados. De "ENTER" a "NEW COMMUNITIES FOR BETTER DAYS", passando por "DECODE" e "RECONCILIATION", existiu sempre nos Hipnótica uma ânsia em experimentar e arriscar novos cruzamentos de linguagens musicais. Foi justamente esse percurso de procura que fez germinar a semente em João Branco Kyron para a criação do álbum que vê agora a luz do dia.
O Maquinista é a 1ª aventura solo de João Branco Kyron, vocalista e letrista dos Hipnótica, banda incontornável no cenário da música alternativa portuguesa e autores de álbuns aclamados, considerados pela crítica como das melhores obras editadas no país nos anos em que foram lançados. De "ENTER" a "NEW COMMUNITIES FOR BETTER DAYS", passando por "DECODE" e "RECONCILIATION", existiu sempre nos Hipnótica uma ânsia em experimentar e arriscar novos cruzamentos de linguagens musicais. Foi justamente esse percurso de procura que fez germinar a semente em João Branco Kyron para a criação do álbum que vê agora a luz do dia.
O MAQUINISTA – O PROJECTO
É um projecto de "palavras faladas" a partir de textos originais de João Branco Kyron, que também assina a banda sonora. São fragmentos da memória, exercícios de voyeurismo, premonições, delírios febris, polaroids que simbolizam a essência de um percurso, onde O Maquinista é o condutor, percorrendo os trilhos de uma montanha russa, ascendendo ao cume, assumindo o papel de criador da máquina, para depois iniciar a descida, veloz, tornando-se ele próprio um produto dessa máquina vertiginosamente desgovernada.
O Maquinista faz-se acompanhar de diversos artistas convidados, que criaram peças artísticas exclusivas inspiradas nos textos. São 4 peças de cada artista com impressão limitada a 250 exemplares cada e que são distribuídos em 4 séries identificadas na capa do álbum (A,B,C,D), criando dessa forma um objecto coleccionável, numa tentativa de resgatar o prazer de possuir a peça como objecto artístico e indissociável da musica e dos textos. Lois Gray é responsável pelas fotografias, Pedro Gundar pelas ilustrações, João Pedro Moreira realiza os vídeos e O:7:D produz o poster e é responsável pelo artwork do álbum
João Branco Kyron
Vocalista e Letrista desde 1986 com participação em diversos projectos nacionais e internacionais.
Actualmente é vocalista/letrista da banda Hipnótica (www.myspace.com/hipnoticapt) que já conta com 4 álbuns editados, 2 EPs e 1 compilação, edições essas que têm figurado nas listas dos melhores do ano da crítica especializada, sendo que o 1º álbum foi considerado o Melhor Álbum Nacional daquele ano pelo jornal Público. Os Hipnótica têm também sido editados em compilações de países como o Japão, Argentina e Inglaterra.
Com ligações fortes ao cinema, a banda também tem sido responsável pela composição de diversas bandas sonoras entre as quais se pode destacar a banda sonora original do filme "Pele" do realizador Fernando Vendrell e a convite do Festival de Cinema de Vila do Conde, compôs uma banda sonora original para um filme mudo de 1928 "A queda da casa de Usher",
realizado por Jean Epstein.
Como poeta, possui trabalhos publicados pela editora Minerva em antologias poéticas e é um dos integrantes da colectânea "Bosque Flutuante ou o Vírus na Rede dos Camaleões" que revelou uma nova geração de escritores portugueses.
No Brasil, editou um livrine (livro-fanzine) "Relações com um instante chamado vida e outros instantes" cujo lançamento ocorreu em salas de espectáculo do Rio de Janeiro, sendo acompanhado de uma performance inspirada nos textos, recitados por actores e recriados por bailarinas, com música original executada ao vivo pelo próprio autor.
Vocalista e Letrista desde 1986 com participação em diversos projectos nacionais e internacionais.
Actualmente é vocalista/letrista da banda Hipnótica (www.myspace.com/hipnoticapt) que já conta com 4 álbuns editados, 2 EPs e 1 compilação, edições essas que têm figurado nas listas dos melhores do ano da crítica especializada, sendo que o 1º álbum foi considerado o Melhor Álbum Nacional daquele ano pelo jornal Público. Os Hipnótica têm também sido editados em compilações de países como o Japão, Argentina e Inglaterra.
Com ligações fortes ao cinema, a banda também tem sido responsável pela composição de diversas bandas sonoras entre as quais se pode destacar a banda sonora original do filme "Pele" do realizador Fernando Vendrell e a convite do Festival de Cinema de Vila do Conde, compôs uma banda sonora original para um filme mudo de 1928 "A queda da casa de Usher",
realizado por Jean Epstein.
Como poeta, possui trabalhos publicados pela editora Minerva em antologias poéticas e é um dos integrantes da colectânea "Bosque Flutuante ou o Vírus na Rede dos Camaleões" que revelou uma nova geração de escritores portugueses.
No Brasil, editou um livrine (livro-fanzine) "Relações com um instante chamado vida e outros instantes" cujo lançamento ocorreu em salas de espectáculo do Rio de Janeiro, sendo acompanhado de uma performance inspirada nos textos, recitados por actores e recriados por bailarinas, com música original executada ao vivo pelo próprio autor.
Sem comentários:
Enviar um comentário