
De Barcelos, terra onde nascem boas bandas em cada esquina, chegam estes The Glockenwise. “Buildings Waves” é o seu primeiro registo a sério.
Já com provas dadas os The Glockenwise mostram neste disco que tudo aquilo que deles se tinha dito e escrito não é em vão.
Em nove temas a banda demonstra que o rock ainda está bem vivo. Vivo e com muito poder. Um rock que pisca o olho ao blues e se apaixona pelo garage. Um rock que se passeia por jardins onde já outras bandas foram colher flores em canteiros. Aqui o que importa é a alma com que a banda se entrega a cada tema. É a frontalidade com que cospem cada pedaço de som. E esta forma de estar dos The Glockenwise consegue fazer deste “Building Waves” um disco grande. Com muita energia.
Mas nada disto seria possível sem a mão mágica de Paulo Miranda, que deixa a banda voar sem dar demasiada plasticidade ao som. Como resultado final temos um disco que se quer assim sujo, de forma a não mascarar o som. Contudo, o Paulo deixa que cada tema fale por si e que cada musico brilhe. O Paulo é um produtor que está aqui ao serviço da banda sem querer protagonismo. Mas o que é facto é que ele é meio caminho andado para o brilhante resultado final deste disco.
Por isso, já sabem deixem este rock acertar no vosso corpo. Entrem nesta “luta” e sejam felizes. Transpirem…
2011 começa muito bem!… Venham mais discos assim!…
Nuno Ávila
Já com provas dadas os The Glockenwise mostram neste disco que tudo aquilo que deles se tinha dito e escrito não é em vão.
Em nove temas a banda demonstra que o rock ainda está bem vivo. Vivo e com muito poder. Um rock que pisca o olho ao blues e se apaixona pelo garage. Um rock que se passeia por jardins onde já outras bandas foram colher flores em canteiros. Aqui o que importa é a alma com que a banda se entrega a cada tema. É a frontalidade com que cospem cada pedaço de som. E esta forma de estar dos The Glockenwise consegue fazer deste “Building Waves” um disco grande. Com muita energia.
Mas nada disto seria possível sem a mão mágica de Paulo Miranda, que deixa a banda voar sem dar demasiada plasticidade ao som. Como resultado final temos um disco que se quer assim sujo, de forma a não mascarar o som. Contudo, o Paulo deixa que cada tema fale por si e que cada musico brilhe. O Paulo é um produtor que está aqui ao serviço da banda sem querer protagonismo. Mas o que é facto é que ele é meio caminho andado para o brilhante resultado final deste disco.
Por isso, já sabem deixem este rock acertar no vosso corpo. Entrem nesta “luta” e sejam felizes. Transpirem…
2011 começa muito bem!… Venham mais discos assim!…
Nuno Ávila
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