
Cada vez a certeza de que os Mão Morta são a melhor banda portuguesa aumenta.
E cresce de concerto para concerto. Independentemente do espaço. O palco é o seu habitat natural.
Sem vedetismos continuam a manter o seu lado independente, fazendo só aquilo que querem.
No TAGV passaram mais uma vez revista à sua carreira de 27 anos.
Do mais antigo "Véus Caídos" a um mais recente "Novelos de Paixão".
Entre músicas um Adolfo de humor corrosivo e certeiro.
Olhando para o espaço e fazendo fé nas palavras do homem da frente dos Mão Morta, poderia esperar-se um concerto mais calmo.
De facto a noite começou mais branda, mas a pouco e pouco o lume foi crescendo e o fogo ateou, até à saída de palco, no encore, com o tema "Vamos Fugir".
Mais uma vez os Mão Morta destilaram profissionalismo numa noite memorável, em que a casa bem composta se rendeu à banda de Braga.
Texto Nuno Ávila
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