A mítica banda de Coimbra voltou a juntar-se para mais uma noite de glória, com casa cheia.
Resistem Carlos Dias, o mentor e e Vitinho na guitarra.
A cada concerto músicos novos. Neste tivemos Augusto Cardoso em teclados estranhos dos anos 70, Pedro Chau nos samplers analógicos (vulgo cassete), Kaló na mini bateria e Calhau no no saxofone, voz e corneta.
Devido a esta renovação constante, as subidas ao palco são sempre diferentes e criadas momento a momento.
Podemos chamar a isto um "concerto"? O melhor será dizer que não! Então? Performance será o nome mais certo,
"Musica"? Aqui e ali. Ou melhor, rock totalmente esquizofrénico.
Humor? Muito. E quem assiste diverte-se. E isso chega, para criar algum burburinho à volta do colectivo.
Canções que não o são. Versões que não o são. Enfim, aqui tudo é possível. Menos tocar alinhado.
Resumo perfeito da noite: voltou-se a lixar a arte. E as gentes gostaram...
Venham mais noites insurrectas!
Texto & Fotos Nuno Ávila
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