Rita Braga é um amor.
Desfaz-se toda em palco.
O momento é delico-doce e sexy.
Vai debitando temas próprios e recriando outros. Antigos, mas ainda cheios de vida.
Quase sempre com o seu banjolele.
Ruma ao futuro e mostra outra Rita Braga. Com a eletrónica como pano de fundo.
Não perde o encanto.
No fim senta-se ao piano e até em sueco canta.
Rita é poliglota. Trauteia temas em muitas línguas.
Reparte o palco com O Gringo Sou Eu (que atuaria a seguir) e o seu pandeiro e agita a sala.
Rita não engana. Não se esconde.
É natural. Simples como a musica que nos oferece.
Texto & fotos Nuno Ávila
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