Coliseu Porto Ageas – 10 de janeiro de 2026
Coliseu dos Recreios (Lisboa) – 6 de fevereiro de 2026
Os dois “Concertos de Ano Novo” d’A Resistência em 2026, marcados para 10 de janeiro no Coliseu Porto Ageas e 6 de fevereiro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, estão oficialmente esgotados.
Estes espetáculos inauguram um ano particularmente simbólico para A Resistência, que celebra em 2026 os seus 35 anos de carreira. O início desta celebração será marcado por dois concertos especiais em salas emblemáticas, onde o grupo apresentará temas inéditos no seu repertório, reforçando a vitalidade artística de um projeto que continua a reinventar a canção portuguesa.
Os concertos de Ano Novo d’A Resistência afirmam-se, ano após ano, como momentos de comunhão entre a banda e o público, em espaços que acolhem este reencontro carregado de emoção e proximidade. A celebração do repertório que tem marcado gerações faz destes concertos um ritual especial para quem os vive no palco e na plateia.
Ao longo dos últimos anos, A Resistência tem mantido uma presença constante nos palcos nacionais, com uma intensa agenda de espetáculos de norte a sul do país. Em 2026, essa energia renovada volta a fazer-se sentir nos Coliseus, onde a banda regressa com a força das suas canções e a cumplicidade do público, dando início às celebrações de um marco importante no seu percurso.
Com mais de três décadas de história, A Resistência é uma das formações mais marcantes da música portuguesa. O seu cancioneiro, construído a partir de versões reinventadas de temas de bandas como Xutos & Pontapés, Delfins, Heróis do Mar, Sitiados ou GNR, ganhou vida nova através de arranjos acústicos e harmonias vocais que fazem da banda um caso raro de identidade coletiva e emocional.
Em 2024, ano em que se assinalaram os 50 anos da Revolução dos Cravos, A Resistência acrescentou ao seu repertório versões de clássicos da liberdade como “O Que Faz Falta”, “Mudam-se os Tempos”, “Fala do Homem Nascido” e “Maré Alta”, reafirmando o seu compromisso com a história e com o presente da música portuguesa.
Estes dois concertos esgotados dão o tom de um ano que promete ser inesquecível.
RESISTÊNCIA
Alexandre Frazão – bateria
Fernando Cunha - voz e guitarra de 12 cordas
Fernando Júdice - baixo elétrico José Salgueiro – percussão
Mário Delgado – guitarras
Miguel Angelo – voz
Olavo Bilac – voz
Pedro Jóia - guitarra clássica
Tim - voz e guitarra de 6 cordas
Fernando Júdice - baixo elétrico José Salgueiro – percussão
Mário Delgado – guitarras
Miguel Angelo – voz
Olavo Bilac – voz
Pedro Jóia - guitarra clássica
Tim - voz e guitarra de 6 cordas

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