terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

BANDA LISBOETA CELSO EDITA NOVO ÁLBUM "INDIECORNO"





















Fotografia: Ana Silvestre

"INDIECORNO" é o aguardado álbum dos CELSO, já disponível em todas as plataformas digitais. Como o próprio título indica, o segundo disco do coletivo lisboeta é uma síntese sonora e temática do caos geracional dos 20s e a entrada na vida adulta. O sucessor de "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", de 2021, apresenta uma versão mais madura dos CELSO e uma banda que assume o controlo criativo sobre a sua obra.

Os CELSO descrevem esta fase como "um reflorescer por completo. Embora seja o nosso segundo disco, assume-se como aquele em que verdadeiramente tivemos o maior controlo da estética, produção e sonoridade. Isso deve-se, principalmente, ao facto de ter sido 100% gravado e maioritariamente produzido por nós, num processo muito cerebral em que a própria produção se mistura com a composição".

Escrito pelo quinteto lisboeta e coproduzido maioritariamente com Pedro Joaquim Borges (João Borsch, NAPA), "INDIECORNO" apresenta uma mistura aguerrida de eletrónica, folk, indie e pós-punk. O início deste universo teve início em 2023, com o single 'LUCi', ao qual se seguiu 'DOPAMINADO', de 2024, 'INDIECORNO', lançado no final de 2025, e o mais recente 'V-VOADOR', editado já em 2026.

'V-VOADOR', contam os CELSO, "é um tema de rock/hardcore mascarado de eletrónica. Intenso, veloz, quase sufocante. Vomita informação em rajadas, num overload constante que espelha o consumo excessivo e o aceleracionismo tecnológico que nos atravessa. Estamos todos ligados, todos expostos, todos a competir por atenção num sistema que nunca dorme, e que nos deixa numa solidão e degeneração física fatal".

Formados em 2017 e compostos por João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria), os CELSO apresentam o novo trabalho, "INDIECORNO", a 26 de março, na Casa Capitão, em Lisboa. O novo espetáculo, revela a banda, é "mais contundente, mais estético, com uma sonoridade aprimorada que nos obriga a trazer novas soluções para o palco - o nosso vocalista João Paixão vai estar mais livre para cantar e explorar o espaço à sua volta. Vamos tocar o disco na íntegra mas, quem sabe, se não tocamos também alguns temas antigos".

"INDIECORNO", o novo álbum dos CELSO, está disponível em todas as plataformas digitais.

A música uniu um grupo de amigos a terminar o secundário por volta de 2017. Nasceram assim os CELSO, banda lisboeta que se assume como alternativa com toques de eletrónica, folk, indie e pós-punk, uma sonoridade que João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria) descrevem como celsofilia.

O primeiro álbum dos CELSO, "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", foi editado em 2021 e colocou a banda no mapa da cena indie, por conta de canções como 'Bate-Papo', 'Queimar Tempo', 'Rambóia' e 'Más Línguas'. Gravado e produzido maioritariamente por Artur Gomes da Costa, com mistura e masterização de Luís Montenegro, o disco deu a conhecer oito faixas sobre vários paradoxos e contra sensos sonoros e temáticos, com recurso à “portugalidade” e ao tradicional, com espaço para experimentação, ligeira galhofa e esporádica subversão. "Não Se Brinca Com Coisas Sérias" passou por palcos como o Musicbox, Capitólio, Mouco e Plano B e levou o grupo a festivais como o MIL Lisboa e a Festa do Avante.

Em 2023 os CELSO deram início a um novo universo narrativo com o single 'LUCi'. Seguiu-se 'DOPAMINADO', de 2024, 'INDIECORNO', lançado em 2025, e 'V-VOADOR', já em 2026. Foi com estas canções que os CELSO deram o mote para o segundo álbum, "INDIECORNO", um conjunto de canções que exploram o caos geracional dos 20s e a entrada na vida adulta, no qual a banda assume total controlo criativo sobre a sua obra.

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