© Diana de Sá
Filipe Sambado passou a infância e adolescência de um lado para o outro, e talvez essa errância não seja um mau ponto de partida para percebê-la. Se o seu crescimento é feito a errar dentro de uma fronteira, a sua música desbrava o trilho da intimidade de quem se confessa e da vulnerabilidade de quem viaja.
Era este o parágrafo que abria o texto de apresentação do LP de estreia de Filipe Sambado, “Vida Salgada”. Ao longo da década que se passou, continua a ser o ponto de partida para a sua apresentação.
O décimo aniversário do disco que serviu de rampa de lançamento para uma versátil e expansiva carreira é comemorado ao vivo no Porto (27 de Março, RCA) e em Lisboa (4 de Abril, Casa Capitão) e com uma reedição em formato físico, em mais uma parceria Revolve/Maternidade.
"Filipe Sambado já tinha editado três EPs a solo e uma data de discos antigas bandas, além de ter produzido alguns dos discos portugueses definitivos dos anos 2010 ("Até Morrer", dos Passos em Volta ou “Cara d’Anjo de Luís Severo), quando tivemos a certeza que era uma daquelas artistas que nunca íamos esquecer. Aconteceu em 2016, quando lançou o primeiro álbum em seu nome, "Vida Salgada". A própria deixava-o claro numa declaração de intenções no fecho do disco: "Eu já não vou sair daqui a bem, a mal ja eu cheguei".
Na altura do lançamento, a crítica desfez-se em elogios: "Este ano, não lhe poderemos escapar. Não deveremos", avisava o Ípsilon.
Uma década depois, ainda não lhe escapámos. As canções envelheceram como um bom vinho, as melodias soam eternas, as letras ganharam outra gravidade. Ainda hoje, quando Sambado canta "Já Não Vou Sair Daqui" ao vivo, o público aplaude e junta-se ao coro. Por isso, e porque em 2026 "Vida Salgada" faz dez anos, Filipe Sambado assinala a data com dois concertos (no Porto, a 27 de Março no RCA e em Lisboa, a 4 de Abril na Casa Capitão) para celebrar estas canções, da primeira à última, de "Moda" a "Já Não Vou Sair Daqui". E o público, mais uma vez, vai juntar-se ao coro. Vai juntar-se sempre que ela cantar."
- Luís Filipe Rodrigues
Era este o parágrafo que abria o texto de apresentação do LP de estreia de Filipe Sambado, “Vida Salgada”. Ao longo da década que se passou, continua a ser o ponto de partida para a sua apresentação.
O décimo aniversário do disco que serviu de rampa de lançamento para uma versátil e expansiva carreira é comemorado ao vivo no Porto (27 de Março, RCA) e em Lisboa (4 de Abril, Casa Capitão) e com uma reedição em formato físico, em mais uma parceria Revolve/Maternidade.
"Filipe Sambado já tinha editado três EPs a solo e uma data de discos antigas bandas, além de ter produzido alguns dos discos portugueses definitivos dos anos 2010 ("Até Morrer", dos Passos em Volta ou “Cara d’Anjo de Luís Severo), quando tivemos a certeza que era uma daquelas artistas que nunca íamos esquecer. Aconteceu em 2016, quando lançou o primeiro álbum em seu nome, "Vida Salgada". A própria deixava-o claro numa declaração de intenções no fecho do disco: "Eu já não vou sair daqui a bem, a mal ja eu cheguei".
Na altura do lançamento, a crítica desfez-se em elogios: "Este ano, não lhe poderemos escapar. Não deveremos", avisava o Ípsilon.
Uma década depois, ainda não lhe escapámos. As canções envelheceram como um bom vinho, as melodias soam eternas, as letras ganharam outra gravidade. Ainda hoje, quando Sambado canta "Já Não Vou Sair Daqui" ao vivo, o público aplaude e junta-se ao coro. Por isso, e porque em 2026 "Vida Salgada" faz dez anos, Filipe Sambado assinala a data com dois concertos (no Porto, a 27 de Março no RCA e em Lisboa, a 4 de Abril na Casa Capitão) para celebrar estas canções, da primeira à última, de "Moda" a "Já Não Vou Sair Daqui". E o público, mais uma vez, vai juntar-se ao coro. Vai juntar-se sempre que ela cantar."
- Luís Filipe Rodrigues

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