Cover de Bruxelas, programa histórico da RUC, lança segundo volume: o legado das covers chega a 6 de Março.
O mundo das “covers” em Portugal celebra um novo capítulo com o lançamento do CD “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2”, marcado para 6 de Março. O disco reúne cinco artistas — John Mercy, From Atomic, Surma, Corsage e Paul Oak — que reinterpretam clássicos do rock, pop e indie, oferecendo novas camadas de significado a temas que atravessam gerações. O single de apresentação é a eletrizante versão de “My Friend Jack”, de Paul Oak, originalmente dos britânicos The Smoke.
Este novo volume surge depois do sucesso do primeiro disco, editado em 2021, que compilou as primeiras “Cover de Bruxelas Sessions”. Desde então, Rui Ferreira, produtor executivo do projeto e mentor do programa Cover de Bruxelas (no ar na RUC), tem continuado a desafiar artistas a criar versões exclusivas para o programa, mostrando que cada cover é mais do que uma simples reinterpretação: é um diálogo com o original, um espaço onde camadas de significado se chocam, se amplificam e se reinventam.
O projeto nasce da paixão de Rui Ferreira e José Braga, que em 1995 lançaram na Rádio Universidade de Coimbra (RUC) o programa Cover de Bruxelas, dedicado à celebração das versões musicais. Inspirado pelos tempos em que Rui apresentava “Os Últimos Dias do Vinil”, o programa nasceu da necessidade de revisitar, reciclar e reutilizar sons, com o lema atual a refletir essa filosofia:
“Cover de Bruxelas, o programa dos três érres da sustentabilidade sonora: revisitar, reciclar e reutilizar. Cover de Bruxelas, um programa amigo do ambiente sonoro.”
O Volume 2 do CD mantém esta visão, incluindo temas como “Primitive”, “Needs of Flesh” e “Nothing to Lose” reinterpretados por John Mercy, versões emblemáticas de From Atomic como “I’m in Love With a German Filmstar” e “Dream Baby Dream”, e releituras surpreendentes de Surma, Corsage e Paul Oak, incluindo a já mencionada “My Friend Jack” e “Sunny Afternoon”. Cada faixa revela como uma cover pode transformar o familiar em inesperado, abrindo novas perspectivas sobre a música que conhecemos.
Com produção executiva de Rui Ferreira, masterização de João Rui e grafismo de Toni Fortuna, “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2” estará disponível em formato físico e digital a partir de 6 de Março, continuando a missão do programa e do produtor de mostrar que a música, mesmo quando reciclada, nunca perde a sua força criativa.
quem é Rui Ferreira?
Rui Ferreira foi enfermeiro entre 1991 e 2016, mas a música sempre ocupou um lugar central na sua vida. Em 1993 ingressou na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), onde rapidamente se destacou como programador e gestor, assumindo funções de Presidente da Administração durante três anos e Director de Programas. Ainda hoje, é o homem ao leme do icónico programa Cover de Bruxelas, referência nacional em versões e reinterpretações musicais.
É também o mentor por detrás da Lux Records/Subotnick Enterprises, tendo editado discos e gerido bandas como Belle Chase Hotel, Wraygunn, The Legendary Tigerman, Sean Riley and The Slowriders, D3O, Tiguana Bibles, Victor Torpedo, Birds Are Indie, Twist Connection, Mancines e So Dead, consolidando-se como figura central do rock e da música independente em Coimbra.
Em Fevereiro de 2017, fundou a loja de discos Lucky Lux, um espaço de referência para colecionadores e melómanos, e no mesmo ano lançou o Festival Lux Interior, continuando a promover a cultura musical local. Nos últimos anos, Rui Ferreira foi também o produtor executivo de tributos como “Coverbilly Psychosis - A Tribute To Tédio Boys” e “Mirror Songs - A Tribute To The Psychedelic Furs”, bem como dos dois volumes das “Cover de Bruxelas Sessions”.
Melómano incorrigível e colecionador de discos apaixonado, Rui Ferreira é uma das vozes mais respeitadas e influentes da música independente em Portugal.
“Cada canção emerge de um conjunto de condições sociais e materiais; o mesmo acontece com cada intérprete. As versões que reunimos no Volume 2 são a prova de que reinterpretar é descobrir novas verdades na música”, afirma Rui Ferreira.
Este novo volume surge depois do sucesso do primeiro disco, editado em 2021, que compilou as primeiras “Cover de Bruxelas Sessions”. Desde então, Rui Ferreira, produtor executivo do projeto e mentor do programa Cover de Bruxelas (no ar na RUC), tem continuado a desafiar artistas a criar versões exclusivas para o programa, mostrando que cada cover é mais do que uma simples reinterpretação: é um diálogo com o original, um espaço onde camadas de significado se chocam, se amplificam e se reinventam.
O projeto nasce da paixão de Rui Ferreira e José Braga, que em 1995 lançaram na Rádio Universidade de Coimbra (RUC) o programa Cover de Bruxelas, dedicado à celebração das versões musicais. Inspirado pelos tempos em que Rui apresentava “Os Últimos Dias do Vinil”, o programa nasceu da necessidade de revisitar, reciclar e reutilizar sons, com o lema atual a refletir essa filosofia:
“Cover de Bruxelas, o programa dos três érres da sustentabilidade sonora: revisitar, reciclar e reutilizar. Cover de Bruxelas, um programa amigo do ambiente sonoro.”
O Volume 2 do CD mantém esta visão, incluindo temas como “Primitive”, “Needs of Flesh” e “Nothing to Lose” reinterpretados por John Mercy, versões emblemáticas de From Atomic como “I’m in Love With a German Filmstar” e “Dream Baby Dream”, e releituras surpreendentes de Surma, Corsage e Paul Oak, incluindo a já mencionada “My Friend Jack” e “Sunny Afternoon”. Cada faixa revela como uma cover pode transformar o familiar em inesperado, abrindo novas perspectivas sobre a música que conhecemos.
Com produção executiva de Rui Ferreira, masterização de João Rui e grafismo de Toni Fortuna, “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2” estará disponível em formato físico e digital a partir de 6 de Março, continuando a missão do programa e do produtor de mostrar que a música, mesmo quando reciclada, nunca perde a sua força criativa.
quem é Rui Ferreira?
Rui Ferreira foi enfermeiro entre 1991 e 2016, mas a música sempre ocupou um lugar central na sua vida. Em 1993 ingressou na Rádio Universidade de Coimbra (RUC), onde rapidamente se destacou como programador e gestor, assumindo funções de Presidente da Administração durante três anos e Director de Programas. Ainda hoje, é o homem ao leme do icónico programa Cover de Bruxelas, referência nacional em versões e reinterpretações musicais.
É também o mentor por detrás da Lux Records/Subotnick Enterprises, tendo editado discos e gerido bandas como Belle Chase Hotel, Wraygunn, The Legendary Tigerman, Sean Riley and The Slowriders, D3O, Tiguana Bibles, Victor Torpedo, Birds Are Indie, Twist Connection, Mancines e So Dead, consolidando-se como figura central do rock e da música independente em Coimbra.
Em Fevereiro de 2017, fundou a loja de discos Lucky Lux, um espaço de referência para colecionadores e melómanos, e no mesmo ano lançou o Festival Lux Interior, continuando a promover a cultura musical local. Nos últimos anos, Rui Ferreira foi também o produtor executivo de tributos como “Coverbilly Psychosis - A Tribute To Tédio Boys” e “Mirror Songs - A Tribute To The Psychedelic Furs”, bem como dos dois volumes das “Cover de Bruxelas Sessions”.
Melómano incorrigível e colecionador de discos apaixonado, Rui Ferreira é uma das vozes mais respeitadas e influentes da música independente em Portugal.
“Cada canção emerge de um conjunto de condições sociais e materiais; o mesmo acontece com cada intérprete. As versões que reunimos no Volume 2 são a prova de que reinterpretar é descobrir novas verdades na música”, afirma Rui Ferreira.

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