O Impulso volta em 2026 no seu já habitual formato "season", uma programação anual a decorrer em vários espaços culturais de Caldas da Rainha, com apostas em talento alternativo, emergente e efervescente da música nacional e internacional.
Em 2026, o Impulso volta a assumir vários formatos e apresenta-se como temporada. De março a dezembro, mais de 55 momentos de criação — entre concertos, residências, cinema e performance — desenham um mapa vivo da música e de um ecossistema artístico que passa por vários espaços da cidade.
Nesta nova edição da Season Impulso a programação musical de mais de 60 artistas divide-se em 2 ciclos temáticos: o “Sororidade” que acontece como residência mensal, iniciativa do Centro Cultural e de Congressos com o apoio da DGArtes e RTCP ; as “Noites Impulso”, que ocupam espaços inusitados e de proximidade com a cidade, em atuações até dezembro 2026.
Um dos principais objetivos da organização Impulso é o de descentralizar; não apenas por programarem fora dos grandes centros, mas também por criar contexto, continuidade e relação. É fazer com que artistas regressem, que projetos amadureçam, que o público acompanhe processos e não apenas estreias. A ligação à ESAD.CR continua a ser estruturante: estudantes, artistas emergentes e criadores estabelecidos partilham espaço, risco e descoberta.
A programação de 2026 reflete essa matriz. Logo a 12 de março, na abertura do ciclo “Sororidade” no Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, o diálogo entre linguagens distintas afirma o território híbrido que habitamos: da intensidade performativa de Tristany Mundu ao encontro improvável entre João Pimenta Gomes, Bob Weston e Gabriel Ferrandini.
Nas “Noites Impulso”, a cidade deixa de ser cenário para se tornar protagonista. Igrejas, salas históricas, museus, espaços inesperados — tudo pode ser palco. Artistas como Rossana, Mordo Mia, Falcona, Stereossauro, Use Knife ou Scúru Fitchádu cruzam património, diversidade e vanguarda, convocando públicos diferentes para a mesma noite, o mesmo território, a mesma experiência partilhada.
Abril e maio aprofundam a lógica de descoberta e consolidação. A par de OkA, Nídia & Valentina, Helena Silva ou Unsafe Space Garden convivem com propostas que desafiam categorias e fronteiras. A presença de Dame Area, Sunflowers ou Trasgo reforça uma linha curatorial que valoriza um espaço de expressão vibrante, feito de risco e intensidade.

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