Abril traz novas oportunidades para viver ao vivo a emoção do espetáculo “Mulheres de Abril – Cristina Branco canta José Afonso”. A digressão ganha novo fôlego com cinco datas, convidando o público a celebrar a força, a memória e o legado feminino na música de um dos maiores cantautores portugueses.
Num mês tão especial para a História do país, estes concertos tornam-se ainda mais simbólicos, evocando o espírito da Revolução e homenageando o papel das mulheres na construção da democracia. Tome nota das próximas datas: 10 de abril no Espaço Multiusos de Almeirim, 24 de abril no Cine-Teatro São Pedro (Alcanena) e 25 de abril no Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco).
A digressão continua a 17 de maio, em Lisboa, com um concerto único no Salão de Festas d’A Voz do Operário que contará com a participação especial do Coro Infantil da instituição — um momento pensado para todas as gerações.
Em palco, Cristina Branco apresenta-se acompanhada por um ensemble de músicos de referência — Alexandre Frazão (bateria), Bernardo Moreira (contrabaixo), Mário Delgado (guitarras), Ricardo Dias (piano) e Tomás Marques (saxofone) — que integram também este seu novo trabalho discográfico recém-distinguido pelo Município da Amadora com o Prémio José Afonso 2026.
Com quase 30 anos de carreira, 19 álbuns editados e inúmeros concertos por todo o mundo, Cristina Branco é uma incansável embaixadora da cultura e da língua portuguesas. A música tradicional é a sua principal raiz estética, mas a influência do jazz, da literatura e dos músicos com quem partilha o palco confere à sua obra um carácter universal e um charme sublime.
Em "Mulheres de Abril", O novo disco, Cristina Branco regressa ao universo de José Afonso com uma obra fundamental tanto para a sua discografia como para o património musical português. Se em “Abril” (2007) explorou o repertório do cantautor com refinada sensibilidade e profundidade emocional, agora foca-se num prisma específico e revelador: o universo feminino. Este projeto ilumina as mulheres que José Afonso cantou, as suas narrativas íntimas e a visão progressista que o compositor revelou sobre o papel feminino numa sociedade em transformação.
A originalidade desta proposta reside precisamente na abordagem centrada no feminino, revelando dimensões ainda pouco exploradas do legado do compositor. Cristina Branco desvenda e dá voz a personagens femininas marcantes, estabelecendo um diálogo entre épocas sobre questões de género na sociedade portuguesa. O álbum reúne oito composições emblemáticas: “Endechas a Bárbara Escrava”, “De Não Saber o Que Me Espera”, “Canção do Desterro”, “Teresa Torga”, “Canção da Paciência”, “Mulher da Erva”, “Verdade e Mentira” e “Verdes São os Campos”. "Mulheres de Abril" venceu o Prémio José Afonso 2026.
Em "Mulheres de Abril", O novo disco, Cristina Branco regressa ao universo de José Afonso com uma obra fundamental tanto para a sua discografia como para o património musical português. Se em “Abril” (2007) explorou o repertório do cantautor com refinada sensibilidade e profundidade emocional, agora foca-se num prisma específico e revelador: o universo feminino. Este projeto ilumina as mulheres que José Afonso cantou, as suas narrativas íntimas e a visão progressista que o compositor revelou sobre o papel feminino numa sociedade em transformação.
A originalidade desta proposta reside precisamente na abordagem centrada no feminino, revelando dimensões ainda pouco exploradas do legado do compositor. Cristina Branco desvenda e dá voz a personagens femininas marcantes, estabelecendo um diálogo entre épocas sobre questões de género na sociedade portuguesa. O álbum reúne oito composições emblemáticas: “Endechas a Bárbara Escrava”, “De Não Saber o Que Me Espera”, “Canção do Desterro”, “Teresa Torga”, “Canção da Paciência”, “Mulher da Erva”, “Verdade e Mentira” e “Verdes São os Campos”. "Mulheres de Abril" venceu o Prémio José Afonso 2026.

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