Indra Trio ft. Uli Kempendorff
17 Abril • 22:00
Indra Trio regressa com o seu terceiro álbum, “Brahma”, uma obra evocativa e rica em texturas que convida os ouvintes a uma jornada por paisagens sonoras de cor, memórias, lugares e sensações.
Liderado pelo pianista Luís Barrigas, com João Custódio no contrabaixo e Jorge Moniz na bateria, o trio recebe o reconhecido saxofonista tenor Uli Kempendorff como convidado, trazendo a sua voz para uma conversa musical orgânica e intuitiva.
A música distingue-se pela simplicidade e pela busca de uma «relação orgânica com a natureza», procurando uma ligação profunda com os sons e com aquilo que chamam de sua «não racionalidade». O grupo mistura influências do jazz tradicional com elementos da música erudita europeia, explorando improvisação como componente central. No repertório predominam composições originais, embora também incorporem standards de jazz e arranjos de canções populares. Há atenção especial à melodia, ao diálogo entre os instrumentos, e à harmonia, sem negligenciar espaço para o experimental e o atmosférico. Quanto ao simbolismo, “Indra” refere-se à divindade hindu associada aos céus, à água e às forças da natureza, o que reflete a estética do grupo: uma música que pretende evocar ambientes, estados emocionais, atmosferas naturais.
Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 12 eur • 8 eur
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Birds Are Indie | Apresentação do novo disco
18 Abril • 22:00
Os Birds Are Indie são um caso singular da música independente portuguesa, das duas últimas décadas. Em Coimbra, cidade que raramente conseguia fugir às etiquetas do fado e do rock, arriscaram pegar numa guitarra acústica e num xilofone, fazendo canções folk envoltas em bedroom pop. Mas muito mudou, desde 2010... Cedo o duo passou a trio, e ao longo de uma discografia de vários singles, EPs e sete álbuns, mostraram uma constante vontade de não estagnar, o que os levou, progressivamente, a experimentar guitarras eléctricas, baixos, caixas de ritmo, baterias, teclados, sintetizadores e a colocar nas vozes uma energia que nem eles sabiam ter.
Com "The Stone of Madness", o sétimo longa-duração da banda, os Birds Are Indie reforçam o caminho traçado no disco anterior "Ones & Zeros", dois registos que funcionam – na coerência do som, na dualidade das temáticas e na complementaridade da imagem – como dois espelhos que se reflectem. Depois de olharem em volta, para observar a comunidade e o mundo numa perspectiva distópica, voltam-se agora para o que habita no interior de cada pessoa, em busca do significado que pode ter uma pedra – ou será uma flor?...
Ao vivo, o trio mantém-se fiel ao que sempre foi: com uma honestidade desarmante, são descontraídos e bem humorados, sem que isso impeça uma catártica descarga de energia deixada nos palcos. Porque, como dizia o outro, viver todos os dias cansa.
Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 12 eur • 10 eur
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Liderado pelo pianista Luís Barrigas, com João Custódio no contrabaixo e Jorge Moniz na bateria, o trio recebe o reconhecido saxofonista tenor Uli Kempendorff como convidado, trazendo a sua voz para uma conversa musical orgânica e intuitiva.
A música distingue-se pela simplicidade e pela busca de uma «relação orgânica com a natureza», procurando uma ligação profunda com os sons e com aquilo que chamam de sua «não racionalidade». O grupo mistura influências do jazz tradicional com elementos da música erudita europeia, explorando improvisação como componente central. No repertório predominam composições originais, embora também incorporem standards de jazz e arranjos de canções populares. Há atenção especial à melodia, ao diálogo entre os instrumentos, e à harmonia, sem negligenciar espaço para o experimental e o atmosférico. Quanto ao simbolismo, “Indra” refere-se à divindade hindu associada aos céus, à água e às forças da natureza, o que reflete a estética do grupo: uma música que pretende evocar ambientes, estados emocionais, atmosferas naturais.
Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 12 eur • 8 eur
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Birds Are Indie | Apresentação do novo disco
18 Abril • 22:00
Os Birds Are Indie são um caso singular da música independente portuguesa, das duas últimas décadas. Em Coimbra, cidade que raramente conseguia fugir às etiquetas do fado e do rock, arriscaram pegar numa guitarra acústica e num xilofone, fazendo canções folk envoltas em bedroom pop. Mas muito mudou, desde 2010... Cedo o duo passou a trio, e ao longo de uma discografia de vários singles, EPs e sete álbuns, mostraram uma constante vontade de não estagnar, o que os levou, progressivamente, a experimentar guitarras eléctricas, baixos, caixas de ritmo, baterias, teclados, sintetizadores e a colocar nas vozes uma energia que nem eles sabiam ter.
Com "The Stone of Madness", o sétimo longa-duração da banda, os Birds Are Indie reforçam o caminho traçado no disco anterior "Ones & Zeros", dois registos que funcionam – na coerência do som, na dualidade das temáticas e na complementaridade da imagem – como dois espelhos que se reflectem. Depois de olharem em volta, para observar a comunidade e o mundo numa perspectiva distópica, voltam-se agora para o que habita no interior de cada pessoa, em busca do significado que pode ter uma pedra – ou será uma flor?...
Ao vivo, o trio mantém-se fiel ao que sempre foi: com uma honestidade desarmante, são descontraídos e bem humorados, sem que isso impeça uma catártica descarga de energia deixada nos palcos. Porque, como dizia o outro, viver todos os dias cansa.
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