Fotografia: Sebastião Guimarães
Porto - 19 de Abril - Porto Sounds Secret (Escola de Hotelaria e Turismo do Porto)
Lisboa - 14 de Maio - Duro de Matar
Os Holy Nothing acabam de lançar Fascínio e Miragem, um álbum colaborativo inspirado na “conversação infinita” entre Portugal e Brasil, conceito desenvolvido pelo ensaísta Eduardo Lourenço. O disco conta com a participação de vários artistas brasileiros, entre eles Russo Passapusso e Roberto Barreto (BaianaSystem), Bixiga 70 e Luca Argel, e explora musicalmente as relações de aproximação e afastamento, memória e esquecimento, reconhecimento e estranhamento mútuo entre os dois países.
Num contexto cultural cada vez mais marcado pela circulação e miscigenação de influências, Fascínio e Miragem assume-se como uma viagem transoceânica dentro do território da lusofonia. As dez canções do disco são cantadas maioritariamente a duas vozes, em português, com dois sotaques, refletindo um diálogo artístico e cultural entre Portugal e Brasil.
O título do álbum nasce do livro Do Brasil: Fascínio e Miragem, de Eduardo Lourenço, que analisa a forma como os portugueses imaginaram historicamente o Brasil e como, do outro lado do Atlântico, Portugal é — ou não — reconhecido como referência cultural. Os Holy Nothing transformam essa reflexão num objeto musical que questiona o passado, dança o presente e projeta um futuro comum na língua portuguesa.
Editado em vinil pela luso-brasileira Lusofonia Record Club, o álbum conta também com identidade visual desenvolvida pelo Koiástudio, e será acompanhado pelos concertos de apresentação no Porto (19 de Abril – Porto Sounds Secret) e em Lisboa (14 de Maio – Duro de Matar).
Lisboa - 14 de Maio - Duro de Matar
Os Holy Nothing acabam de lançar Fascínio e Miragem, um álbum colaborativo inspirado na “conversação infinita” entre Portugal e Brasil, conceito desenvolvido pelo ensaísta Eduardo Lourenço. O disco conta com a participação de vários artistas brasileiros, entre eles Russo Passapusso e Roberto Barreto (BaianaSystem), Bixiga 70 e Luca Argel, e explora musicalmente as relações de aproximação e afastamento, memória e esquecimento, reconhecimento e estranhamento mútuo entre os dois países.
Num contexto cultural cada vez mais marcado pela circulação e miscigenação de influências, Fascínio e Miragem assume-se como uma viagem transoceânica dentro do território da lusofonia. As dez canções do disco são cantadas maioritariamente a duas vozes, em português, com dois sotaques, refletindo um diálogo artístico e cultural entre Portugal e Brasil.
O título do álbum nasce do livro Do Brasil: Fascínio e Miragem, de Eduardo Lourenço, que analisa a forma como os portugueses imaginaram historicamente o Brasil e como, do outro lado do Atlântico, Portugal é — ou não — reconhecido como referência cultural. Os Holy Nothing transformam essa reflexão num objeto musical que questiona o passado, dança o presente e projeta um futuro comum na língua portuguesa.
Editado em vinil pela luso-brasileira Lusofonia Record Club, o álbum conta também com identidade visual desenvolvida pelo Koiástudio, e será acompanhado pelos concertos de apresentação no Porto (19 de Abril – Porto Sounds Secret) e em Lisboa (14 de Maio – Duro de Matar).

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