O aclamado álbum, editado em 2000, será revisitado na íntegra, no Porto e em Lisboa, com ensemble, coro e convidados de luxo.
Rodrigo Leão regressa ao Misty Fest para três concertos especiais. Nos dias 23 e 24 de novembro, na Casa da Música, e a 18 de dezembro, no Coliseu dos Recreios, celebrará os 26 anos de Alma Mater, o aclamado álbum que marcou a sua carreira. Em três noites de emoção, intimidade e intensidade, o compositor revisita, na íntegra, uma das obras mais relevantes da música contemporânea portuguesa, acompanhado por um ensemble de excelência, um coro e convidados especiais.
23 e 24 novembro | Casa da Música, Porto
18 dezembro | Coliseu dos Recreios, Lisboa
Bilhetes à venda na Ticketline e Casa da Música (Porto), BOL e Coliseu dos Recreios (Lisboa) e também nas lojas FNAC a partir desta quinta-feira, dia 30 de abril.
O álbum que marca a transição sonora de Rodrigo Leão Editado em 2000 pela Sony Music, Alma Mater afirmou-se como um momento de transição na carreira do compositor. Foi neste trabalho que surgiram, de forma mais evidente, as primeiras composições estruturadas como canções, assinalando uma renovação do seu universo sonoro. Essa transformação refletiu-se também na formação ao vivo, que passou a integrar bateria, baixo e guitarra.
Com temas cantados em português, castelhano e latim, o álbum foi gravado no Regiestúdio com a participação de alguns dos melhores músicos do país. Produzido por Rodrigo Leão (vivia uma das fases mais marcantes da sua vida pessoal devido ao nascimento do seu primeiro filho), Pedro Oliveira e Tiago Lopes, o disco destacou-se pela sua sofisticação, emotividade e dimensão cinematográfica.
Em Alma Mater, Rodrigo Leão conseguiu a proeza de insuflar na sua música alguma da dimensão pop que já tinha explorado no passado, alcançando naturalmente o sucesso. Para tal, contribuíram canções como “A Casa”, com voz de Adriana Calcanhoto, ou “Pasión”, interpretada por Lula Pena. Neste álbum, o compositor provou que não teme explorar novos caminhos e que a sua música possui múltiplas facetas, capazes de ilustrar diferentes estados de alma.
Recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica, Alma Mater tornou-se um dos trabalhos mais celebrados da década em Portugal. Foi distinguido como “Disco do Ano” nos prémios DN+ 2000 e incluído entre os melhores álbuns do ano pela Blitz, publicação que viria também a reconhecer Rodrigo Leão como Artista do Ano.
23 e 24 novembro | Casa da Música, Porto
18 dezembro | Coliseu dos Recreios, Lisboa
Bilhetes à venda na Ticketline e Casa da Música (Porto), BOL e Coliseu dos Recreios (Lisboa) e também nas lojas FNAC a partir desta quinta-feira, dia 30 de abril.
O álbum que marca a transição sonora de Rodrigo Leão Editado em 2000 pela Sony Music, Alma Mater afirmou-se como um momento de transição na carreira do compositor. Foi neste trabalho que surgiram, de forma mais evidente, as primeiras composições estruturadas como canções, assinalando uma renovação do seu universo sonoro. Essa transformação refletiu-se também na formação ao vivo, que passou a integrar bateria, baixo e guitarra.
Com temas cantados em português, castelhano e latim, o álbum foi gravado no Regiestúdio com a participação de alguns dos melhores músicos do país. Produzido por Rodrigo Leão (vivia uma das fases mais marcantes da sua vida pessoal devido ao nascimento do seu primeiro filho), Pedro Oliveira e Tiago Lopes, o disco destacou-se pela sua sofisticação, emotividade e dimensão cinematográfica.
Em Alma Mater, Rodrigo Leão conseguiu a proeza de insuflar na sua música alguma da dimensão pop que já tinha explorado no passado, alcançando naturalmente o sucesso. Para tal, contribuíram canções como “A Casa”, com voz de Adriana Calcanhoto, ou “Pasión”, interpretada por Lula Pena. Neste álbum, o compositor provou que não teme explorar novos caminhos e que a sua música possui múltiplas facetas, capazes de ilustrar diferentes estados de alma.
Recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica, Alma Mater tornou-se um dos trabalhos mais celebrados da década em Portugal. Foi distinguido como “Disco do Ano” nos prémios DN+ 2000 e incluído entre os melhores álbuns do ano pela Blitz, publicação que viria também a reconhecer Rodrigo Leão como Artista do Ano.

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