Os The Acoustic Foundation apresentam o single duplo “Mojo / Queen of Hearts”, último avanço para o álbum “whaTAFunk”, com lançamento previsto para julho. O disco assinala também os 15 anos de atividade do coletivo portuense, celebrados em junho.
Num gesto assumidamente retro - como os vinis de 7 polegadas a 45 rotações por minuto - o novo lançamento organiza-se em Lado A e Lado B, refletindo duas formas distintas de atravessar o mesmo território emocional: o desamor.
Em “Mojo”, Lado A, a banda entrega uma malha funk marcada pelo destaque dos sopros e do órgão hammond, onde o groove serve de veículo para uma narrativa de entrega e excesso. A letra de Marta Oliveira parte de um aviso ignorado - “Everybody warned me about you” - e desenvolve-se numa espiral de desejo, risco e repetição. Entre a consciência do erro e a inevitabilidade da atração, a voz assume a contradição: “You were my favorite mistake”. A ideia de “vender a alma ao diabo” surge como metáfora recorrente, sublinhando o preço de ceder ao impulso e ao “fire, wildest desires”. “Mojo” não procura redenção - insiste na experiência, no corpo e na vertigem.
No Lado B, “Queen of Hearts” desloca esse mesmo universo para um registo mais contido e emocional. Construída como uma balada soul, com forte presença de coro gospel, a canção assume o momento posterior: o reconhecimento do fim. “Nothing left to say or do / The hard truth is you no longer love me” estabelece o tom de uma despedida sem dramatização excessiva, mas carregada de aceitação. Aqui, o amor persiste para além da relação - “I will love you for a lifetime” -, mesmo quando se reconhece o desencontro estrutural entre dois mundos. Se “Mojo” é impulso, “Queen of Hearts” é consciência; se um dança, o outro permanece.
Ambos os temas têm letra de Marta Oliveira e música de The Acoustic Foundation. A produção é assinada por Colin Girod e Ricardo Fidalgo, com grafismo de Ricardo Riscas.
Criados em 2011 por Marta Oliveira (voz) e Ricardo Fidalgo (baixo), os The Acoustic Foundation afirmaram-se como um coletivo guiado pela soul e pelo funk, com uma abordagem marcada pela energia em palco e pela fusão entre música e dança. O percurso inclui o álbum “Big Sculpture” (2017) e uma presença consistente na cena nacional.
Depois de “Fresh News” e “O Conto do Vigário”, o coletivo avança agora para um novo capítulo em antecipação a "whaTAFunk", disco que chegará em julho e que assinala 15 anos de atividade dos The Acoustic Foundation. Um percurso onde o groove se mantém como ponto de partida - e de chegada. Para além do lançamento do single duplo, a celebração dos 15 anos de carreira e a edição do disco em julho, o coletivo irá ainda revelar concertos de apresentação e uma tour europeia a serem anunciados em breve.
Em “Mojo”, Lado A, a banda entrega uma malha funk marcada pelo destaque dos sopros e do órgão hammond, onde o groove serve de veículo para uma narrativa de entrega e excesso. A letra de Marta Oliveira parte de um aviso ignorado - “Everybody warned me about you” - e desenvolve-se numa espiral de desejo, risco e repetição. Entre a consciência do erro e a inevitabilidade da atração, a voz assume a contradição: “You were my favorite mistake”. A ideia de “vender a alma ao diabo” surge como metáfora recorrente, sublinhando o preço de ceder ao impulso e ao “fire, wildest desires”. “Mojo” não procura redenção - insiste na experiência, no corpo e na vertigem.
No Lado B, “Queen of Hearts” desloca esse mesmo universo para um registo mais contido e emocional. Construída como uma balada soul, com forte presença de coro gospel, a canção assume o momento posterior: o reconhecimento do fim. “Nothing left to say or do / The hard truth is you no longer love me” estabelece o tom de uma despedida sem dramatização excessiva, mas carregada de aceitação. Aqui, o amor persiste para além da relação - “I will love you for a lifetime” -, mesmo quando se reconhece o desencontro estrutural entre dois mundos. Se “Mojo” é impulso, “Queen of Hearts” é consciência; se um dança, o outro permanece.
Ambos os temas têm letra de Marta Oliveira e música de The Acoustic Foundation. A produção é assinada por Colin Girod e Ricardo Fidalgo, com grafismo de Ricardo Riscas.
Criados em 2011 por Marta Oliveira (voz) e Ricardo Fidalgo (baixo), os The Acoustic Foundation afirmaram-se como um coletivo guiado pela soul e pelo funk, com uma abordagem marcada pela energia em palco e pela fusão entre música e dança. O percurso inclui o álbum “Big Sculpture” (2017) e uma presença consistente na cena nacional.
Depois de “Fresh News” e “O Conto do Vigário”, o coletivo avança agora para um novo capítulo em antecipação a "whaTAFunk", disco que chegará em julho e que assinala 15 anos de atividade dos The Acoustic Foundation. Um percurso onde o groove se mantém como ponto de partida - e de chegada. Para além do lançamento do single duplo, a celebração dos 15 anos de carreira e a edição do disco em julho, o coletivo irá ainda revelar concertos de apresentação e uma tour europeia a serem anunciados em breve.

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