© Rodrigo Correia
Os Stone Dead editam “Milk”, o novo álbum de estúdio, já disponível nas plataformas digitais. O disco, com selo da editora Suburbia, marca o regresso da banda de Alcobaça aos longa duração e afirma uma nova etapa no seu percurso.
Depois dos avanços “The Jar” e “Plasticine”, que anteciparam o universo do disco, “Milk” apresenta um conjunto de canções que consolidam a identidade do grupo, ao mesmo tempo que apontam para uma evolução clara na forma como escrevem, constroem e apresentam a sua música.
Mantendo a base energética e visceral que sempre os caracterizou, os Stone Dead afastam-se aqui de abordagens mais diretas para explorar um território mais amplo, onde a melodia, a dinâmica e a atmosfera assumem um papel central. Ao longo do álbum, a banda trabalha um equilíbrio constante entre peso e subtileza, tensão e contenção, construindo canções que se movem entre o impulso e a reflexão.
Tematicamente, “Milk” percorre territórios como o desejo, a vulnerabilidade e o desgaste, revelando um lado mais exposto e introspectivo do grupo. Em “The Jar”, primeiro avanço, essa tensão manifesta-se no confronto entre pertença e autopreservação, cruzando desejo, memória e fuga num retrato direto das contradições da experiência afetiva. Já em “Plasticine”, os Stone Dead aprofundam esse universo, explorando o contraste entre permanência e transitoriedade - entre o que se grava em pedra e o que se molda e desfaz - numa reflexão sobre compromisso, fragilidade e desencontro.
O resultado é um disco coeso e envolvente, que se constrói como uma viagem emocional e sensorial - simultaneamente densa, cinematográfica e inquieta. Mais do que uma rutura com o passado, “Milk” afirma-se como uma expansão natural do universo dos Stone Dead, aprofundando a intensidade sem a diluir.
Formados em Alcobaça, os Stone Dead têm vindo a afirmar-se como um dos nomes mais consistentes do rock alternativo português, cruzando uma energia crua com uma abordagem marcada pela tensão, pela dinâmica e pela criação de ambientes singulares. O álbum de estreia, “Good Boys” (2017, Lovers & Lollypops), marcou a sua afirmação, seguido de um percurso sustentado em palco, com digressões por vários países europeus e presença em festivais como Super Bock Super Rock, Vodafone Paredes de Coura, SonicBlast Moledo e Milhões de Festa.
Com “Milk”, a banda regressa aos discos reafirmando o seu lugar na linha da frente do rock alternativo nacional, com um trabalho que mistura melodia, peso e viagem, traduzindo a evolução natural de um projeto que se mantém fiel ao espírito que o viu nascer - direto, visceral e incendiário.
Depois dos avanços “The Jar” e “Plasticine”, que anteciparam o universo do disco, “Milk” apresenta um conjunto de canções que consolidam a identidade do grupo, ao mesmo tempo que apontam para uma evolução clara na forma como escrevem, constroem e apresentam a sua música.
Mantendo a base energética e visceral que sempre os caracterizou, os Stone Dead afastam-se aqui de abordagens mais diretas para explorar um território mais amplo, onde a melodia, a dinâmica e a atmosfera assumem um papel central. Ao longo do álbum, a banda trabalha um equilíbrio constante entre peso e subtileza, tensão e contenção, construindo canções que se movem entre o impulso e a reflexão.
Tematicamente, “Milk” percorre territórios como o desejo, a vulnerabilidade e o desgaste, revelando um lado mais exposto e introspectivo do grupo. Em “The Jar”, primeiro avanço, essa tensão manifesta-se no confronto entre pertença e autopreservação, cruzando desejo, memória e fuga num retrato direto das contradições da experiência afetiva. Já em “Plasticine”, os Stone Dead aprofundam esse universo, explorando o contraste entre permanência e transitoriedade - entre o que se grava em pedra e o que se molda e desfaz - numa reflexão sobre compromisso, fragilidade e desencontro.
O resultado é um disco coeso e envolvente, que se constrói como uma viagem emocional e sensorial - simultaneamente densa, cinematográfica e inquieta. Mais do que uma rutura com o passado, “Milk” afirma-se como uma expansão natural do universo dos Stone Dead, aprofundando a intensidade sem a diluir.
Formados em Alcobaça, os Stone Dead têm vindo a afirmar-se como um dos nomes mais consistentes do rock alternativo português, cruzando uma energia crua com uma abordagem marcada pela tensão, pela dinâmica e pela criação de ambientes singulares. O álbum de estreia, “Good Boys” (2017, Lovers & Lollypops), marcou a sua afirmação, seguido de um percurso sustentado em palco, com digressões por vários países europeus e presença em festivais como Super Bock Super Rock, Vodafone Paredes de Coura, SonicBlast Moledo e Milhões de Festa.
Com “Milk”, a banda regressa aos discos reafirmando o seu lugar na linha da frente do rock alternativo nacional, com um trabalho que mistura melodia, peso e viagem, traduzindo a evolução natural de um projeto que se mantém fiel ao espírito que o viu nascer - direto, visceral e incendiário.

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