ⓒ Francisco Fidalgo
De mãos dadas à melancolia e escuridão que têm encoberto os nossos dias, Ola Haas chegam a 2026 com Onde a consciência desagua, um álbum que serve de grito exasperado face o atual mundano desgastante.
O baixo e letras de Miguel Freitas aliam-se a baterias incisivas de João Ribeiro na criação de um universo próprio, navegado efusivamente pelo duo baseado em Lisboa, servindo-se da linguagem grunge já antes explorada para transmitir frustrações políticas, laborais e existenciais, adornadas por referências à cidade que os rodeia.
Onde a consciência desagua já está disponível nas plataformas de streaming e em formato CD, com selo da Ticket to Ride Records.
Onde a consciência desagua é um aglomerado de canções onde se juntam frustrações quotidianas, momentos no tempo, vivências passadas e tudo mais — o que não faltam são motivos para fazer canções, canalizando o que vibra à flor da pele.
"Transformamos situações desagradáveis em refúgios sonoros, repletos de humor sardónico ou honestidade bruta, com a franqueza de quem escreve um diário.
Reforçados por uma nova coesão criativa entre mim e o João, considero este álbum um trabalho mais sólido em comparação com o anterior Não sou a mesma pessoa todos os dias (2023), seguindo, ainda assim, o mesmo fio condutor.
Onde a consciência desagua é uma história em 14 capítulos, porto seguro para as vicissitudes de uma vida urbana repleta de volatilidade instintiva e momentos ora cálidos, ora dolorosos."
— Miguel Freitas
Ola Haas é para quem gosta de rock crú — daquele que sai da garagem direto para o estúdio.
Miguel Freitas debita frustrações em lírica incisiva, enquanto alterna um baixo carregado de distorção com riffs mais limpos, sem abandonar o universo lo-fi. A acompanhá-lo, João Ribeiro molda baterias implacáveis às dinâmicas cautelosamente exploradas pelo duo.
Desde os gigantes do grunge Nirvana, a artistas independentes portugueses como Pega Monstro e Vaiapraia, Ola Haas adota um slacker rock contemporâneo próximo de Courtney Barnett ou The Bug Club, com mais melancolia à mistura.
Depois do primeiro longa-duração Não sou a mesma pessoa todos os dias (2023), Ola Haas lançam agora Onde a consciência desagua, dia 22 de maio.
O baixo e letras de Miguel Freitas aliam-se a baterias incisivas de João Ribeiro na criação de um universo próprio, navegado efusivamente pelo duo baseado em Lisboa, servindo-se da linguagem grunge já antes explorada para transmitir frustrações políticas, laborais e existenciais, adornadas por referências à cidade que os rodeia.
Onde a consciência desagua já está disponível nas plataformas de streaming e em formato CD, com selo da Ticket to Ride Records.
Onde a consciência desagua é um aglomerado de canções onde se juntam frustrações quotidianas, momentos no tempo, vivências passadas e tudo mais — o que não faltam são motivos para fazer canções, canalizando o que vibra à flor da pele.
"Transformamos situações desagradáveis em refúgios sonoros, repletos de humor sardónico ou honestidade bruta, com a franqueza de quem escreve um diário.
Reforçados por uma nova coesão criativa entre mim e o João, considero este álbum um trabalho mais sólido em comparação com o anterior Não sou a mesma pessoa todos os dias (2023), seguindo, ainda assim, o mesmo fio condutor.
Onde a consciência desagua é uma história em 14 capítulos, porto seguro para as vicissitudes de uma vida urbana repleta de volatilidade instintiva e momentos ora cálidos, ora dolorosos."
— Miguel Freitas
Ola Haas é para quem gosta de rock crú — daquele que sai da garagem direto para o estúdio.
Miguel Freitas debita frustrações em lírica incisiva, enquanto alterna um baixo carregado de distorção com riffs mais limpos, sem abandonar o universo lo-fi. A acompanhá-lo, João Ribeiro molda baterias implacáveis às dinâmicas cautelosamente exploradas pelo duo.
Desde os gigantes do grunge Nirvana, a artistas independentes portugueses como Pega Monstro e Vaiapraia, Ola Haas adota um slacker rock contemporâneo próximo de Courtney Barnett ou The Bug Club, com mais melancolia à mistura.
Depois do primeiro longa-duração Não sou a mesma pessoa todos os dias (2023), Ola Haas lançam agora Onde a consciência desagua, dia 22 de maio.

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