sexta-feira, 8 de maio de 2026

JOÃO MARIA FERREIRA CELEBRA 10 ANOS DE CARREIRA



O projeto é composto por 7 faixas revisita as origens e a evolução do artista que ajudou a redefinir o hip-hop nacional.
















João Maia Ferreira
assinala uma década de percurso na música com o lançamento de “Consumir Preferencialmente Antes do Apocalipse”, um projeto de 7 faixas que cruza diferentes momentos do seu trajeto e reflete a evolução da sua identidade artística.

O lançamento chega numa fase de renovação, já após a assinatura com a 10K Projects e na sequência de “Waridu?”, single que antecipou esta nova etapa e revelou uma abordagem direta e alinhada com a identidade que tem vindo a construir em nome próprio.

O percurso de João Maia Ferreira começa em 2016, num contexto de descoberta enquanto produtor e engenheiro, integrando uma nova vaga criativa associada à Think Music. É também enquanto benji price que ganha notoriedade, contribuindo para uma linguagem mais experimental dentro do hip-hop nacional.

Em 2020, lança SYSTEM em colaboração com ProfJam, um projeto que marcou a música urbana nacional, com aquele que se tornou o seu primeiro projeto de estúdio de longa duração e consolidou o início do seu percurso como artista.

A transição para o seu nome próprio acontece com Ígneo, o primeiro projeto editado como João Maia Ferreira, onde assume uma abordagem mais pessoal e estabelece as bases para o seu caminho enquanto artista a solo. Seguem-se depois projetos como Baldio Vol.1 e, mais tarde, O Lobo Um Dia Irá Comer A Lua, projetos que marcaram uma rutura definitiva com a personagem de benji price e afirmando uma abordagem mais pessoal, vulnerável e livre de construções.

Este novo projeto surge assim como um ponto de síntese, mas também de continuidade. Mais do que uma celebração dos últimos 10 anos, é um projeto que organiza esse percurso e o transforma em algo novo, mostrando um artista em constante evolução.

Consumir Preferencialmente Antes do Apocalipse” junta todas as peças. Não como uma retrospectiva fechada, mas como um objeto em movimento, que reorganiza o passado para abrir espaço ao que vem a seguir. Além de celebrar uma década de música, o projeto sugere uma continuidade, seguindo a ideia de que, mesmo quando algo termina, há sempre outra forma de começar.

Esta celebração estende-se para lá do disco e ganha forma ao vivo num concerto em nome próprio, marcado para 24 de outubro na Casa Capitão em Lisboa, Pensado como um momento de encontro entre diferentes fases do seu percurso, o espetáculo transporta para palco a mesma lógica do projeto: revisitar, reinterpretar e dar novo significado a tudo o que ficou para trás. Mais do que um concerto, será a materialização deste capítulo.

O projeto já está disponível em todas as plataformas e surge acompanhado por suporte visual também disponível no canal de YouTube do artista. 

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