Culatra fizeram parte da chamada segunda geração do rock português. Nasceram em Lisboa, em 1985 e, com este nome, morreram em 1992. Pertenceram ao restrito clube de bandas portuguesas, cujo som e imagem ficaram arrumados na prateleira musical do Pós-Punk.
Mas nesta grande prateleira, cabem vários géneros - tantos quanto a enorme diversidade sonora que este movimento gerou. E, para facilitar a identificação e a arrumação, cada um deles teve direito a um rótulo que o diferenciava dos demais.
O Pós-Punk é uma família grande e como acontece em todas as famílias numerosas, existem primos mais pesados, mais leves, mais melódicos, mais distorcidos, mais eléctricos, mais acústicos, mais electrónicos, mais introspectivos, mais histriônicos, mais negros, mais solares, mais melancólicos e mais alegres. Assim nasceu o Neo-Romantismo, o Power-Pop, o Death Rock, o Rock Industrial, o Rock Gótico.
Se tivermos de colar um rótulo na sua música, os Culatra encaixam perfeitamente na última categoria e foram provavelmente a primeira banda portuguesa assumidamente gótica - Pelo universo sonoro e imagético, pelo conteúdo temático das letras, pela ligação à literatura, ao cinema e à arquitectura. Mas entre as “sombras e fantasmas”, os Culatra também souberam disparar noutras direções e fizeram-no muito bem em terrenos industriais e do rock'n'roll clássico, com um poema de William Blake.
Nunca se auto-proclamaram Góticos e nunca o negaram, mas durante a sua existência, viveram sempre confortáveis com a designação - até porque, nunca são os próprios a chamarem nomes a si mesmos. Teriam voado alto, se tivessem nascido em Inglaterra...
Tocaram três vezes no Rock Rendez Vous e percorreram o circuito habitual da época. Com a mesma formação e comparativamente com outras bandas da mesma altura e do mesmo universo musical, os Culatra tiveram uma vida invulgarmente longa. Infelizmente, como tantas outras, nunca editaram um disco. Até hoje!
A editora Pós-80´s apresenta (hoje) uma compilação em CD que reune os registos raros e inéditos do material gravado entre 1985-1989, provenientes de uma maquete, ensaios e um tema ao vivo no RRV.
Edição limitada que inclui um booklet de 20 páginas com toda a história + fotos da banda.
Data de lançamento agendada para dia 30 de abril.
Mas nesta grande prateleira, cabem vários géneros - tantos quanto a enorme diversidade sonora que este movimento gerou. E, para facilitar a identificação e a arrumação, cada um deles teve direito a um rótulo que o diferenciava dos demais.
O Pós-Punk é uma família grande e como acontece em todas as famílias numerosas, existem primos mais pesados, mais leves, mais melódicos, mais distorcidos, mais eléctricos, mais acústicos, mais electrónicos, mais introspectivos, mais histriônicos, mais negros, mais solares, mais melancólicos e mais alegres. Assim nasceu o Neo-Romantismo, o Power-Pop, o Death Rock, o Rock Industrial, o Rock Gótico.
Se tivermos de colar um rótulo na sua música, os Culatra encaixam perfeitamente na última categoria e foram provavelmente a primeira banda portuguesa assumidamente gótica - Pelo universo sonoro e imagético, pelo conteúdo temático das letras, pela ligação à literatura, ao cinema e à arquitectura. Mas entre as “sombras e fantasmas”, os Culatra também souberam disparar noutras direções e fizeram-no muito bem em terrenos industriais e do rock'n'roll clássico, com um poema de William Blake.
Nunca se auto-proclamaram Góticos e nunca o negaram, mas durante a sua existência, viveram sempre confortáveis com a designação - até porque, nunca são os próprios a chamarem nomes a si mesmos. Teriam voado alto, se tivessem nascido em Inglaterra...
Tocaram três vezes no Rock Rendez Vous e percorreram o circuito habitual da época. Com a mesma formação e comparativamente com outras bandas da mesma altura e do mesmo universo musical, os Culatra tiveram uma vida invulgarmente longa. Infelizmente, como tantas outras, nunca editaram um disco. Até hoje!
A editora Pós-80´s apresenta (hoje) uma compilação em CD que reune os registos raros e inéditos do material gravado entre 1985-1989, provenientes de uma maquete, ensaios e um tema ao vivo no RRV.
Edição limitada que inclui um booklet de 20 páginas com toda a história + fotos da banda.
Data de lançamento agendada para dia 30 de abril.

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