© Rui Murka
Hoje, 1 de Maio, Dia do Trabalhador, PZ lança o novo single “Mil Euros Por Mês”, uma colaboração com a histórica banda portuguesa Mão Morta. Depois de um início de percurso mais íntimo e focado no universo doméstico — com temas como “Todo o Santo Dia” (com Samuel Úria), “Quem é Que Vai Lavar a Banca” (com Joana Espadinha), “Sou Pai de Filhos” (com Retimbrar) ou “Empadão na Bimby” (com Emmy Curl) — este novo tema abre um lado mais frontal e político do "Álbum de Família", trazendo para o centro da mesa a velha questão: quanto é preciso, afinal, para uma família viver com dignidade?
Partindo de um refrão obsessivo — “Eu quero mil euros por mês” — a canção constrói-se como uma sátira mordaz à precariedade contemporânea, num momento em que o salário mínimo nacional em Portugal se aproxima desse valor simbólico, mas continua aquém de garantir estabilidade real. Entre a repetição e o desespero, a música transforma um desejo básico numa espécie de mantra geracional.
A participação de Adolfo Luxúria Canibal introduz um dos momentos mais incisivos do tema, aprofundando a crítica social com uma escrita crua e politicamente carregada, alinhada com o percurso provocador que os Mão Morta sempre cultivaram. Participam também Miguel Pedro (cofundador da banda), na bateria, e Ruca Lacerda, com camadas de guitarras elétricas que empurram o tema para um território de rock épico e cru.
Mais do que uma canção, “Mil Euros Por Mês” afirma-se como um gesto político: um retrato irónico de um sistema onde o trabalho nem sempre garante dignidade, e onde o sonho mínimo — mil euros por mês — ainda soa a reivindicação.
"Mil Euros Por Mês" integra o projeto "Álbum de Família", um ciclo de 12 edições mensais ao longo de 2026, cada uma acompanhada por um videoclipe realizado por Vasco Mendes, construído a partir das gravações nos Estúdios Arda.
Ficha Técnica
Música, letra, produção, voz, baixo e guitarras: PZ
Banda convidada: Mão Morta
Voz e letra adicional: Adolfo Luxúria Canibal
Bateria: Miguel Pedro
Guitarras: Ruca Lacerda
Gravação e mistura: Zé Nando Pimenta
Gravado nos Estúdios Arda
Realização vídeo: Vasco Mendes
Design: Studio Eduardo Aires
Fotografia: Rui Murka
Assistente de produção: Francisca Lacerda
Direção criativa: PZ, Studio Eduardo Aires, Vasco Mendes
Partindo de um refrão obsessivo — “Eu quero mil euros por mês” — a canção constrói-se como uma sátira mordaz à precariedade contemporânea, num momento em que o salário mínimo nacional em Portugal se aproxima desse valor simbólico, mas continua aquém de garantir estabilidade real. Entre a repetição e o desespero, a música transforma um desejo básico numa espécie de mantra geracional.
A participação de Adolfo Luxúria Canibal introduz um dos momentos mais incisivos do tema, aprofundando a crítica social com uma escrita crua e politicamente carregada, alinhada com o percurso provocador que os Mão Morta sempre cultivaram. Participam também Miguel Pedro (cofundador da banda), na bateria, e Ruca Lacerda, com camadas de guitarras elétricas que empurram o tema para um território de rock épico e cru.
Mais do que uma canção, “Mil Euros Por Mês” afirma-se como um gesto político: um retrato irónico de um sistema onde o trabalho nem sempre garante dignidade, e onde o sonho mínimo — mil euros por mês — ainda soa a reivindicação.
"Mil Euros Por Mês" integra o projeto "Álbum de Família", um ciclo de 12 edições mensais ao longo de 2026, cada uma acompanhada por um videoclipe realizado por Vasco Mendes, construído a partir das gravações nos Estúdios Arda.
Ficha Técnica
Música, letra, produção, voz, baixo e guitarras: PZ
Banda convidada: Mão Morta
Voz e letra adicional: Adolfo Luxúria Canibal
Bateria: Miguel Pedro
Guitarras: Ruca Lacerda
Gravação e mistura: Zé Nando Pimenta
Gravado nos Estúdios Arda
Realização vídeo: Vasco Mendes
Design: Studio Eduardo Aires
Fotografia: Rui Murka
Assistente de produção: Francisca Lacerda
Direção criativa: PZ, Studio Eduardo Aires, Vasco Mendes

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