A banda indie rock lisboeta ruma à Cidade Invicta para divulgar o segundo disco "INDIECORNO" no Maus Hábitos, pelas 21h00
Os CELSO editaram o segundo trabalho de originais no dia 26 de fevereiro e apresentaram-no ao vivo exatamente um mês depois, a 26 de março, na Casa Capitão, em Lisboa. No dia 26 de junho, João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria) vão estar no Porto, para um concerto no Maus Hábitos. Na bagagem segue "INDIECORNO", um álbum sobre caos geracional escrito pela banda lisboeta e coproduzido maioritariamente com Pedro Joaquim Borges (João Borsch, NAPA).
O novo espetáculo, contam os CELSO, é "mais contundente, mais estético, com uma sonoridade aprimorada que nos obriga a trazer novas soluções para o palco - o nosso vocalista João Paixão vai estar mais livre para cantar e explorar o espaço à sua volta, a qualidade do som terá maior prioridade e o concerto vai ser mais marcante. Vamos tocar o disco na íntegra mas, quem sabe, se não tocamos também alguns temas antigos".
Em relação a "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", de 2021, "INDIECORNO" apresenta uma banda mais madura, que assume o controlo criativo sobre a sua obra e, assim, ganha impulso para um salto rumo a uma sonoridade renovada. Os CELSO descrevem esta fase como "um reflorescer por completo. Embora seja o nosso segundo disco, assume-se como aquele em que verdadeiramente tivemos o maior controlo da estética, produção e sonoridade. Isso deve-se, principalmente, ao facto de ter sido 100% gravado e maioritariamente produzido por nós, num processo muito cerebral em que a própria produção se mistura com a composição".
Nas palavras dos CELSO, "INDIECORNO" é o adjetivo que "sintetiza a experiência de uma pessoa nos seus 20s, a simplicidade parva e contundente que revela o caos geracional em que estamos. Conseguimos identificar claramente as experiências dos últimos anos da nossa vida neste álbum. Nele estão espelhadas as nossas novas ansiedades: deixar de estudar e passar a trabalhar; a decadência da nossa geração, minada pelas câmaras de eco da internet; as nossas tentativas de fuga desta realidade... "INDIECORNO" é a síntese sonora e temática de todos os indiecornos da tuga. Somos todos indiecornos e o álbum é dedicado a todos os indiecornos".
O início do universo do álbum "INDIECORNO" começou com o single 'LUCi', ao qual se seguiu 'DOPAMINADO', com rotação na Antena 3, e 'INDIECORNO', com rotação na Antena 1, Antena 3, Futura, Radar e RUM. Do alinhamento constam, ainda, faixas como 'FLORESFALSAS' - com rotação na Antena 3 -, 'V-VOADOR' - com rotação na Radar -, 'ARES' ou 'ATRIZA', num total de 14 faixas. A narrativa e a sonoridade do disco, uma mistura aguerrida de eletrónica, folk, indie e pós-punk, reflete-se na forma como a banda se apresenta ao vivo.
Após terem atuado na abertura do concerto dos australianos The Cat Empire no Campo Pequeno, em Lisboa, e de de terem passado por palcos como o da Casa Capitão, também em Lisboa. os CELSO rumam agora ao Porto, para se apresentarem no Maus Hábitos, dia 26 de junho, às 21h00. "INDIECORNO" está disponível em todas as plataformas digitais
A música uniu um grupo de amigos a terminar o secundário por volta de 2017. Nasceram assim os CELSO, banda lisboeta que se assume como alternativa com toques de eletrónica, folk, indie e pós-punk, uma sonoridade que João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria) descrevem como celsofilia.
O primeiro álbum dos CELSO, "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", foi editado em 2021 e colocou a banda no mapa da cena indie, por conta de canções como 'Bate-Papo', 'Queimar Tempo', 'Rambóia' e 'Más Línguas'. Gravado e produzido maioritariamente por Artur Gomes da Costa, com mistura e masterização de Luís Montenegro, o disco deu a conhecer oito faixas sobre vários paradoxos e contra sensos sonoros e temáticos, com recurso à “portugalidade” e ao tradicional, com espaço para experimentação, ligeira galhofa e esporádica subversão. "Não Se Brinca Com Coisas Sérias" passou por palcos como o Musicbox, Capitólio, Mouco e Plano B e levou o grupo a festivais como o MIL Lisboa e a Festa do Avante.
Em 2023 os CELSO deram início a um novo universo narrativo com o single 'LUCi', uma distopia digital e ultra tecnológica baseada numa realidade desconcertante. Seguiu-se 'DOPAMINADO' - com rotação na Antena 3 -, de 2024, uma celebração do caos que é o mundo atual, e 'INDIECORNO', lançado em 2025 - com rotação na Antena 1, Antena 3, Radar, RUM e Futura - e descrito pela banda como uma ode autocrítica aos putos alternos e uma celebração mordaz da cena musical nacional. Foi com estas três canções que os CELSO deram o mote para o segundo álbum, "INDIECORNO", já disponível em todas as plataformas digitais. No segundo disco do seu percurso, a banda assume total controlo criativo e apresenta um conjunto de canções que exploram a experiência de caos geracional de uma pessoa nos seus 20s. 'ARES', 'V-VOADOR' - com rotação na Radar - e 'FLORESFALSAS' - com rotação na Antena 3 - também integram o alinhamento do disco.

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