Créditos Kid Richard
No início do próximo ano os Sean Riley & The Slowriders voltam aos palcos. A digressão que assinala 2 décadas desde o concerto inicial da banda tem agora as primeiras datas agendadas e começa em Leiria e no Porto.
Vinte anos depois do primeiro concerto, o regresso de Sean Riley & The Slowriders aos palcos revelou-se tão natural quanto inevitável. O concerto em Lisboa esgotou em tempo recorde, confirmando a força intemporal da banda e a ligação duradoura ao seu público. A resposta foi imediata e intensa — marcada pelas saudades de quem há muito esperava voltar a ouvir muitas das canções mais reconhecíveis do grupo ao vivo.
A 3 de março de 2006, no Teatro Académico de Gil Vicente, três jovens músicos – Afonso Rodrigues, Bruno Simões e Filipe Costa – subiram ao palco juntos pela primeira vez, num concerto integrado nas celebrações do 20.º aniversário da Rádio Universidade de Coimbra, da qual faziam parte. Após algumas maquetes gravadas de forma caseira, o desafio para tocar ao vivo surgiu antes mesmo de se assumirem como Sean Riley & The Slowriders. Um curto set de 20 minutos e seis canções bastaram para conquistar uma sala cheia — e marcar definitivamente o início de um percurso que mudaria as suas vidas.
Depois da atuação ao vivo é que chegaram os discos, as digressões e um longo caminho que, apesar de saudoso, nem sempre foi fácil. A formação foi-se alargando, com a entrada de Filipe Rocha e, mais tarde, de Nuno Filipe.
Vinte anos passaram, mas o vínculo entre o grupo de músicos (e amigos) nunca se perdeu e a paixão pela música permaneceu intacta. Razão mais do que suficiente para voltarem a subir ao palco, celebrando e homenageando essa data fundadora. Este reencontro único propõe uma viagem pelo repertório mais emblemático de Sean Riley & The Slowriders e assinala, de forma simbólica e emotiva, duas décadas de canções que marcaram a música portuguesa contemporânea. Juntos, mais uma vez.
Com esta nova digressão de Sean Riley & The Slowriders a iniciar, a primeira data acontece na Casa da Música no Porto (23 janeiro) e a segunda está agendada para o Teatro José Lúcio da Silva em Leiria (29 janeiro). Os bilhetes estão a partir de agora disponíveis e à venda.
Sean Riley & The Slowriders são uma das bandas mais marcantes do panorama musical português do século XXI. Formados em Coimbra em 2006, o projeto nasceu da visão artística de Afonso Rodrigues (Sean Riley), acompanhado por Filipe Costa, Bruno Simões e Filipe Rocha, fundindo influências do folk, rock e blues norte-americanos com uma escrita intimista e profundamente emocional.
A música dos Sean Riley & The Slowriders move-se por sonoridades etéreas e envolventes, sustentadas por guitarras acústicas, arranjos cuidados e uma abordagem contida, onde cada instrumento ocupa um lugar preciso. Sean Riley rapidamente se destacou como um cantautor de maturidade invulgar, apostando na simplicidade das letras e na força da composição como eixo central do seu trabalho. O álbum de estreia, Farewell (2007), afirmou a banda como uma referência emergente, revelando um disco coeso e inspirado que rapidamente conquistou público e crítica. A discografia foi-se consolidando com Only Time Will Tell (2009) e It’s Been a Long Night (2011), reforçando a identidade sonora do grupo e a sua reputação enquanto banda de palco. Em 2016, o lançamento do álbum homónimo Sean Riley & The Slowriders marcou uma nova etapa criativa, mais madura e introspectiva, seguida por Life (2021), que confirma a longevidade e relevância artística do projeto.
Vinte anos depois do primeiro concerto, o regresso de Sean Riley & The Slowriders aos palcos revelou-se tão natural quanto inevitável. O concerto em Lisboa esgotou em tempo recorde, confirmando a força intemporal da banda e a ligação duradoura ao seu público. A resposta foi imediata e intensa — marcada pelas saudades de quem há muito esperava voltar a ouvir muitas das canções mais reconhecíveis do grupo ao vivo.
A 3 de março de 2006, no Teatro Académico de Gil Vicente, três jovens músicos – Afonso Rodrigues, Bruno Simões e Filipe Costa – subiram ao palco juntos pela primeira vez, num concerto integrado nas celebrações do 20.º aniversário da Rádio Universidade de Coimbra, da qual faziam parte. Após algumas maquetes gravadas de forma caseira, o desafio para tocar ao vivo surgiu antes mesmo de se assumirem como Sean Riley & The Slowriders. Um curto set de 20 minutos e seis canções bastaram para conquistar uma sala cheia — e marcar definitivamente o início de um percurso que mudaria as suas vidas.
Depois da atuação ao vivo é que chegaram os discos, as digressões e um longo caminho que, apesar de saudoso, nem sempre foi fácil. A formação foi-se alargando, com a entrada de Filipe Rocha e, mais tarde, de Nuno Filipe.
Vinte anos passaram, mas o vínculo entre o grupo de músicos (e amigos) nunca se perdeu e a paixão pela música permaneceu intacta. Razão mais do que suficiente para voltarem a subir ao palco, celebrando e homenageando essa data fundadora. Este reencontro único propõe uma viagem pelo repertório mais emblemático de Sean Riley & The Slowriders e assinala, de forma simbólica e emotiva, duas décadas de canções que marcaram a música portuguesa contemporânea. Juntos, mais uma vez.
Com esta nova digressão de Sean Riley & The Slowriders a iniciar, a primeira data acontece na Casa da Música no Porto (23 janeiro) e a segunda está agendada para o Teatro José Lúcio da Silva em Leiria (29 janeiro). Os bilhetes estão a partir de agora disponíveis e à venda.
Sean Riley & The Slowriders são uma das bandas mais marcantes do panorama musical português do século XXI. Formados em Coimbra em 2006, o projeto nasceu da visão artística de Afonso Rodrigues (Sean Riley), acompanhado por Filipe Costa, Bruno Simões e Filipe Rocha, fundindo influências do folk, rock e blues norte-americanos com uma escrita intimista e profundamente emocional.
A música dos Sean Riley & The Slowriders move-se por sonoridades etéreas e envolventes, sustentadas por guitarras acústicas, arranjos cuidados e uma abordagem contida, onde cada instrumento ocupa um lugar preciso. Sean Riley rapidamente se destacou como um cantautor de maturidade invulgar, apostando na simplicidade das letras e na força da composição como eixo central do seu trabalho. O álbum de estreia, Farewell (2007), afirmou a banda como uma referência emergente, revelando um disco coeso e inspirado que rapidamente conquistou público e crítica. A discografia foi-se consolidando com Only Time Will Tell (2009) e It’s Been a Long Night (2011), reforçando a identidade sonora do grupo e a sua reputação enquanto banda de palco. Em 2016, o lançamento do álbum homónimo Sean Riley & The Slowriders marcou uma nova etapa criativa, mais madura e introspectiva, seguida por Life (2021), que confirma a longevidade e relevância artística do projeto.

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