sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

PROGRAMA DE 16/01/26

1 - Calcutá - Run come rally
2 - Maro - Kiss me
3 - Silly Boy Blue - In this city
4 - Theo - Another door
5 - Luca Argel - Se acabou
6 - Pedro Ricardo com António Zambujo - Sem caminhar eu vou
7 - Bandidos do Cante com António Zambujo - Primavera
8 - sUBMARINe - Deep wings
9 - ((Asa)) - Crow
10 - Capitão Fausto - Escolhas
11 - Maria León - Miragem
12 - Dealema ft Bezegol - O teu momento
13 - Logg - Like this
14 - Jonny Abbey, kBeats - I though i'd lost you
15 - aBAND'onados - Baixar os braços (não)

ALTIFRIDI ASSINA COM WARNER MUSIC PORTUGAL E "METE FOGO" NO RAP LUSÓFONO COM NOVO SINGLE

 



















É oficial: Altifridi está de regresso e promete incendiar o cenário musical. O rapper que estreia o seu primeiro single sob a chancela da Warner Music Portugal, faz jus ao nome da nova faixa e promete "meter fogo" nas ruas, com as colaborações participações explosivas de Menor MC e Ducce.

Muito mais do que um lançamento, este single marca a afirmação de Altifridi e o início de 2026 em grande com a assinatura pela nova editora a ser assinalada de uma forma impactante. Conhecido pela sua escrita crua e pela capacidade de traduzir vivências em métricas precisas, o artista consolidou o seu nome ao longo de anos de consistência, construindo uma das bases de fãs mais leais do movimento.

Agora, ao transitar para uma estrutura global, Altifridi eleva a sua arte sem abdicar da autenticidade que o tornou uma referência no rap lusófono.

A colaboração com o artista brasileiro Menor MC, um fenómeno de audiências com milhões de ouvintes mensais, marca mais um passo crucial na internacionalização de Altifridi, unindo as diferentes frentes do rap lusófono sob uma visão comum.

Juntamente com a versatilidade de Ducce, o single apresenta uma sonoridade poderosa e autêntica, servindo como o cartão de visita ideal para o álbum Kiteke.


O tema surge acompanhado por videoclipe que já podes ver no canal oficial do artista no YouTube.

Mete Fogo” já está disponível em todas as plataformas e é a primeira de muitas novidades que Altifridi tem para dar.

THE BATELEURS AO VIVO

 



















Os The Bateleurs têm feito o seu caminho sem ruído excessivo, mas com uma consistência que se impõe à escuta. Uma banda que prefere deixar que as canções falem por si — primeiro em disco, depois na estrada, finalmente no palco, onde tudo se resolve.

O mais recente álbum abriu-lhes novas portas. A crítica internacional recebeu o disco com entusiasmo, destacando a maturidade do som, a forma como o rock, o blues e a psicadelia se cruzam com naturalidade, e a identidade clara de uma banda que sabe exatamente onde está e para onde quer ir. Esse reconhecimento refletiu-se num percurso de promoção ibérico, feito entre Portugal e Espanha, com concertos que ajudaram a sedimentar uma relação cada vez mais forte com públicos fora do país.

É desse caminho que nascem os próximos regressos a Lisboa. O primeiro acontece a 7 de fevereiro, no Tokyo Club, num concerto que marca o reencontro com a cidade depois de meses de estrada. Um momento de proximidade, onde as canções chegam mais vividas e os silêncios contam tanto como o volume.

A viagem continua a 27 de março de 2026, no RCA Club, numa noite que promete intensidade e detalhe em igual medida. Ao vivo, os The Bateleurs recusam o excesso: constroem tensão, deixam espaço para a música respirar e encontram no equilíbrio entre força e subtileza a sua assinatura.

A fechar a noite, os Her Name Was Fire acrescentam densidade ao alinhamento, preparando o terreno para uma experiência que se quer imersiva e sem atalhos.

Tokyo Club, Lisboa — 7 de fevereiro
RCA Club — 27 de março de 2026
Pré-venda disponível em www.rcaclub.com

NOVO SINGLE DE VITOR BACALHAU

 













Vítor Bacalhau acaba de lançar “Behind The Line”, um novo single energético e vibrante que marca o início de uma série de lançamentos previstos para este ano. Estes temas serão editados de forma faseada e irão culminar num novo registo discográfico, assinalando uma nova etapa criativa na carreira do músico.

Gravado e produzido nos Coalman Recordings, “Behind The Line” é um trabalho profundamente pessoal. O tema foi gravado e produzido por Vítor Bacalhau em conjunto com o seu colaborador de longa data, Budda Guedes, reforçando uma parceria com mais de dez anos e inúmeros projectos em comum.

Vítor assume a totalidade da execução musical, sendo responsável por todos os instrumentos presentes na canção, bem como pela mistura do tema. 

“Behind The Line” é um tema upbeat e directo, assente em guitarras fuzz marcantes e hooks fortes. De forma inesperada, a música transforma-se no final, dando lugar a um shuffle groove, adicionando dinâmica e surpresa ao tema e piscando o olho às influências blues que têm marcado a carreira discográfica do artista ao longo dos anos.

NOVO SINGLE DE SILVA LINING BABD





















A Silva Lining Band lança “Could We Have Made It Far”, uma balada jazz com a participação de Sarah Jane Morris, a aclamada cantora britânica conhecida pelo seu trabalho com The Communards e por uma longa carreira a solo no jazz e soul. Depois do funk dançável “One Day At A Time”, com uma pitada de MPB, torna-se evidente o ecletismo da banda. O tema é construído em torno de um piano envolvente, groove contido e dinâmica subtil, num registo intimista centrado na voz e na interpretação, com arranjos cuidados. Soa a madrugadas de nostalgia e arrependimento, uma reflexão sobre o tempo e aquilo que fazemos, ou não fazemos, com ele.

O trabalho da Silva Lining Band já foi destacado na rádio

BBC, onde “Blues One” abriu o programa Celtic Heartbeat, além de ser presença regular na SmoothFM. “Could We Have Made It Far” enquadra-se particularmente bem em programação jazz especializada, espaços nocturnos de rádio e playlists editoriais focadas em interpretações vocais.

Nascido em Lisboa, criado em Londres. Nascido em Londres, criado em Lisboa. Três gerações, duas cidades, uma família. Nuno, Catarina e Tiago juntam as raízes portuguesas ao charme inglês para dar vida à Silva Lining Band. "Quanto mais, melhor" é o lema da família, e a Silva Lining Band não é uma exceção. Desde o final de 2023, a banda já lançou quase 30 canções e trabalhou com 18

músicos, passando pelo álbum de estreia "Lisboa", pelo disco ao vivo "Live at Parque Mayer" e por uma série de singles que entrelaçam funk, jazz, blues, soul e rock. Em 2025, a sonoridade única da banda valeu-lhes o prémio de Best Rock performance nos International Portuguese Music Awards.

CRISTÓVAN AO VIVO





















A tournée do mais recente disco de originais de Cristóvam, “Desert of Fools”, continua a percorrer o país, prolongando no tempo a vida de um disco que lançado já na reta final de 2025, tem vindo a afirmar-se como um dos trabalhos mais marcantes da sua carreira. Depois de uma receção muito positiva por parte do público e da crítica, nos concertos de apresentação, e uma série de atuações internacionais, o músico anuncia agora quatro novas datas ao vivo.

Já no dia 17 de janeiro, Cristóvam sobe ao palco do Auditório Ruy de Carvalho, em Oeiras, num concerto que contará com a participação de um convidado muito especial: o músico Frankie Chavez. O concerto será acompanhado pelo quarteto composto por David Vistas na guitarra e coros, André Gomes nas teclas e coros, Francisco Vieira Santos na bateria e Francisco Santos na Viola-baixo.

Segue-se, a 24 de janeiro, uma passagem pela Ilha Terceira, pelo Alpendre, reforçando a ligação próxima que o artista mantém com o público açoriano. Dia sete de fevereiro, Cristóvam integra o alinhamento do "Microsons", festival que celebra a música de autor, desta vez em Grândola. E a 12 de fevereiro, a tour chega ao Porto, com um concerto intimista na Casa da Música, parte do ciclo Concertos no Café.

Todas as informações e bilhetes encontram-se disponíveis em www.cristovammusic.com.

Em paralelo, Cristóvam prepara-se para lançar um videoclip para o tema “Simplify”, que se tem destacado como o mais tocado, até à data, do álbum “Desert of Fools”. O vídeo estreia na próxima quinta-feira, dia 22, e reflete o caminho que tem sido partilhar este disco com o público.

“Simplify” tem-se revelado um dos momentos mais fortes e emocionais do espetáculo ao vivo, ganhando uma nova dimensão em palco, e consolidando-se como uma das canções mais marcantes deste trabalho. O videoclip surge, assim, como um registo visual dessa partilha e de um ciclo que continua bem vivo com esta tour de “Desert of Fools”.

SOBRE CRISTÓVAM

Desde o lançamento do seu álbum de estreia a solo, "Hopes & Dreams" que Cristóvam se vem afirmando como um dos mais prestigiados e consistentes cantautores nacionais. Em 2020 lança um verdadeiro hino global à esperança durante a Pandemia de Covid 19, a canção "Andrá tutto bene", um sucesso viral e de airplay, que rompe barreiras e se torna num verdadeiro fenómeno mundial, fazendo de Cristóvam um dos artistas Portugueses mais internacionais.

Ainda em 2020 assina contrato com a editora internacional V2 Records para o lançamento do seu segundo álbum de originais, "Songs on a wire". Pouco tempo depois o single "Setting Sun" bate a marca dos três milhões de streams no Spotify.

Em 2022 a canção "Crooked Lines" é selecionada para integrar a banda-sonora do êxito da TVI "Cacau", uma constante na obra de Cristovám que já participou com temas originais em vários filmes, campanhas publicitárias, e séries, sendo a última a campanha de Natal de 2024, da cadeia de lojas FNAC, com o tema "Live Again".

Em março de 2025 lança o single "Fever" em colaboração com a banda Australiana "Boy & Bear", a servir de anúncio ao muito aguardado novo registo de inéditos, "Desert of Fools" que lança em Outubro do mesmo ano e de onde já saíram êxitos como "Simplify".

SAIA LANÇAM VÍDEO “VOLTAR A TER”

Os Saia apresentaram o single “Voltar a Ter”, no dia 05 de dezembro lançam hoje o vídeo.

“Voltar a Ter” parte da saudade para chegar à esperança, evocando as noites longas, o som que vibra no peito e a liberdade de dançar sem destino. A letra revisita a intensidade dos momentos que se tornam inesquecíveis justamente pela sua aparente banalidade, propondo uma reconexão com aquilo que, para muitos, define a juventude e os lugares onde esta se vive. “É um convite para voltarmos a sentir a vida com intensidade”, resume o vocalista Luís Gaio.

Musicalmente, o tema mantém a identidade dos Saia, assente em melodias em português, groove marcado e arranjos que cruzam o pop-rock, o disco-funk e influências do blues.

Formados em 2019 por Luís Gaio e Luís Barros, os Saia nasceram do desejo de criar um projeto centrado na canção portuguesa. Com o single de estreia, “Tempo”, lançado em 2021, e a edição do EP “Manual do Amor” no ano seguinte, a banda consolidou a sua presença em palcos nacionais, passando por eventos como o Marés Vivas, a Feira de São Mateus e o AgitÁgueda. O grupo apresenta-se ao vivo com oito músicos em palco — Luís Gaio (voz), Luís Barros (keytar), David Fialho (bateria), Pedro Vieira (teclado), João Martins (guitarra), João Rato (baixo), Fábio Matos (trombone) e Pedro Costa (trompete) — num formato que amplifica a energia rítmica que tem marcado o seu percurso. 

“Voltar a Ter” assinala o arranque de uma nova etapa para os Saia, que se preparam para revelar mais novidades ao longo de 2026.

 

FRANKIE CHAVEZ E TATANKA JUNTOS EM TEMA

 











Editado há 15 anos, o álbum de estreia de Frankie Chavez, “Family Tree”, foi remasterizado e vai ser reeditado – em vinil (edição limitada) e formato digital – a 20 de fevereiro. Para esta nova edição, o músico e compositor convidou Tatanka para um dueto no tema “December 21st 2012”, disponível a partir desta sexta-feira nas plataformas digitais.

“Segundo os Maias, o 21 de dezembro de 2012 simboliza o fim de um grande ciclo e o início de outro. E foi esse o ponto de partida para a ‘December 21st 2012’. Decidi agora regravar este tema para assinalar o começo de um novo ciclo. Convidei o João Correia, para produzir e tocar bateria/percursão, e o Tatanka, para cantar. Já nos cruzámos na estrada várias vezes, falámos muitas vezes em fazer algo juntos, mas nunca tinha acontecido. Finalmente conciliámos agendas e juntámo-nos para dar nova vida à ‘December 21st 2012’. Admiro-o muito e acho que as nossas linguagens musicais se cruzam. Que este seja o início de um novo ciclo de muita estrada e partilha de música”, afirma Frankie Chavez.

A celebração ao vivo de “Family Tree” está marcada para dia 4 de março, no Teatro Maria Matos, em Lisboa. Em palco, Frankie Chavez vai partilhar a efeméride com Tatanka, mas também emmy Curl e Kalú – ambos convidados do disco, em 2011.

Reconhecido como uma das vozes mais originais do blues, folk e rock em Portugal, Frankie Chavez construiu uma carreira sólida marcada pela versatilidade, virtuosismo na guitarra e capacidade de fundir estilos diversos.

O concerto no Teatro Maria Matos começa às 21h00 e os bilhetes estão à venda nos locais habituais e on-line

Discograficamente, Frankie Chavez estreou-se em 2010 com o EP homónimo, editado pela Optimus Discos. No ano seguinte lançou o seu primeiro longa duração, “Family Tree”, que conquistou a crítica pela força das composições e sensibilidade interpretativa. Em 2014 editou “Heart & Spine”, seguindo-se “Double or Nothing” (2017) e “Alcântara” (2023) – totalmente cantado em português.

Paralelamente ao seu trabalho solo, Frankie Chavez formou o projeto Miramar, em parceria com Peixe (guitarrista dos Ornatos Violeta e Pluto). Um duo instrumental focado em exploração sonora profunda e duas guitarras em diálogo.

MATILDE LEITE LANÇA NOVO SINGLE “NÃO NÃO”





















Fotografia de Sofia Rodrigues.

Matilde Leite, cantautora lisboeta e uma das mais promissoras novas vozes da música pop nacional, estreia novo tema “Não Não”, em antecipação ao lançamento do seu primeiro disco.

“Não Não” é uma canção que, apesar da sua sonoridade aparentemente leve e que nos convida a dançar, retrata um momento de desilusão, o sentimento de que já não conseguimos voltar a amar. Uma letra que canta sobre a apatia que se instala quando o coração se fecha e da resistência em aceitar essa condição como uma verdade permanente.

A poesia de “Não Não”, da autoria da própria artista, percorre um ciclo de dor contida, dúvida e apatia. Quando nos sentimos em suspensão, num “corpo em imersão”, como se a vida não fosse realmente nossa. Perdidos na rotina de quem escolheu deixar de sentir.

Mas não é uma canção que acaba em fatalismo, pelo contrário, encontra uma vontade de continuar e de viver as coisas boas que ainda nos aguardam: “Não, não vou ceder.” Não ceder à ideia de que o coração ficou estragado. Não ceder à ideia de que o amor já não cabe aqui.

A produção espelha este conflito entre apatia e emoção. Grande parte da canção vive num registo upbeat, com a letra a contrastar de forma propositada. ”Ando a mil, aparento estar bem, mas por dentro não sinto nada.”

No final, a contenção dá lugar ao fado num momento cru, despido e profundamente sentido, em que o “não” se propaga e descarrega a vulnerabilidade, dor e sofrimento que estão cá dentro.

“Não Não” é o terceiro single do álbum Por Dizer, com lançamento previsto para 6 de março de 2026, numa edição de autor — um disco que acompanha, em várias fases, um processo de luto emocional e de reconstrução interior.

O disco de estreia de Matilde Leite é apoiado pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Sobre Matilde Leite:

Matilde Leite é uma cantora e compositora portuguesa, nascida em Lisboa em 2003. Desde muito nova, encontrou na música a sua forma de expressão mais profunda e pessoal.
Cruzando as suas influências, do Fado ao Pop e até ao Jazz, criou uma linguagem artística própria, onde a emoção e a verdade estão sempre no centro.

O seu percurso inclui participações marcantes em programas como The Voice Kids, Pequenos Gigantes, Festival da Canção Júnior e The Voice Portugal, bem como formação em jazz no Hot Clube de Portugal, experiências que contribuíram para a essência musical que hoje apresenta.

Em 2025, Matilde começou a dar a conhecer ao mundo o seu primeiro projeto original com o lançamento do seu primeiro single “Sem Ti”, em maio. Dia 26 de setembro, vem ao mundo o seu segundo single “Medo” em colaboração com Rita Onofre.

Estas canções integram o seu álbum de estreia, "Por Dizer", com lançamento previsto para o início de 2026.

Com uma voz distinta, escrita íntima e uma sonoridade que vive entre a tradição e a reinvenção, Matilde Leite afirma-se como uma das novas vozes da música portuguesa.

As "ESCOLHAS" DOS CAPITÃO FAUSTO

 



















Escolhas” aponta para um território novo dentro do universo dos Capitão Fausto. É também a primeira de várias canções inéditas que a banda prevê lançar ao longo de 2026, antecipando um novo capítulo na sua discografia.

O lançamento de “Escolhas” surge num momento particularmente simbólico, já que os Capitão Fausto sobem ao palco da MEO Arena, em Lisboa, a 24 de janeiro, para o espetáculo mais ambicioso da sua carreira. Trata-se do maior concerto em nome próprio da banda até à data e de um marco evidente no seu percurso. Bilhetes aqui.

Paralelamente, e já com os olhos postos fora de portas, a banda inicia uma digressão europeia em março, com datas em Madrid, Barcelona, Bruxelas, Amesterdão, Luxemburgo, Paris e Londres. Bilhetes aqui.

“Escolhas” não é apenas um novo single, é um gesto de avanço, lançado num dos momentos mais marcantes da história dos Capitão Fausto.

LuÍS GUILHERME COM NOVO EP





















Há canções que resistem ao tempo. Há vozes que fazem o tempo parar.

Melodias que atravessam gerações e que continuam a tocar o coração de quem as ouve, independentemente do tempo ou do idioma.

“INTEMPORAL (a dois)” o novo EP do cantor Luís Guilherme nasce desse encontro entre a memória e a emoção.

O projeto reúne cinco grandes vozes femininas da música portuguesa e celebra a magia de alguns dos maiores êxitos internacionais que marcaram gerações. São interpretações onde a paixão, a autenticidade e a cumplicidade ganham nova forma, sempre respeitando a essência original das canções.

Cada tema é um diálogo entre recordações e sentimentos:

“Hoy Tengo Ganas de Ti” com força e sensibilidade da voz de Lola

“Mi Tierra” com a alma latina de Mónica Sintra

“Estou Apaixonado” na voz doce e aveludada de Suzana Pragosa

“Ti Amo” recriada pela voz ímpar de Carla Ribeiro

“Coisas da Vida” (Can’t Stop Thinking of You) com a garra de Sónia Costa

“INTEMPORAL (a dois)”: Histórias que o tempo não apaga; apenas

MARIIANA LANÇA “MAU BOCADO” - O SEU SEGUNDO SINGLE ORIGINAL





















Depois da estreia com “Folha em Branco”, Mariiana apresenta agora “Mau Bocado”, um novo tema que dá continuidade ao percurso pessoal e artístico que a cantora e atriz tem vindo a construir. 

O tema explora o lado mais vulnerável das relações e os sentimentos que surgem quando o amor não é correspondido da forma esperada. “Mau Bocado” reforça a sua identidade musical, onde a autenticidade e a emoção assumem um papel central.

Com esta interpretação, Mariiana confirma a versatilidade que a tem caracterizado desde o início da sua carreira, consolidando o seu lugar no panorama da música portuguesa. 

GARAJAU COM NOVIDADES





















Os Garajau apresentam “Funcionário do Mês”, novo single que dá continuidade ao percurso da banda no cruzamento entre o indie-rock e o pop alternativo cantado em português. A canção olha para o quotidiano laboral de uma geração marcada pela instabilidade, pela frustração e pela constante procura de realização profissional, recorrendo à ironia como ferramenta de comentário social.

“Funcionário do Mês” parte da figura aparentemente exemplar que dá título ao tema para expor o vazio por detrás desse reconhecimento. O estatuto que “fica bem no currículo” revela-se, afinal, simbólico e inconsequente, num mercado de trabalho onde o esforço raramente se traduz em bem-estar ou progresso real. A letra nasce da observação direta do contexto próximo da banda - amigos que mudam de emprego, recomeçam percursos ou abandonam rotinas que deixaram de fazer sentido - e transforma essa inquietação num retrato coletivo.

Musicalmente, o single assume uma abordagem leve e dançável, contrastando com o peso do tema. Entre guitarras luminosas, groove marcado e uma produção cuidada, os Garajau encontram um equilíbrio entre melancolia e otimismo, conferindo ao tema uma energia pop que suaviza o cinzento de janeiro. Não é por acaso que o lançamento surge nas vésperas da chamada “Blue Monday”, como uma forma de adocicar um dos períodos mais exigentes do ano.

Gravada no Estúdio Eléctrico, no Porto, “Funcionário do Mês” tem letra e música assinadas por André Pires Costa e Tiago Luz. A produção ficou a cargo de Leonardo Pinto, responsável também pela mistura, com masterização de Mário Barreiros, um dos nomes mais reconhecidos da engenharia de som em Portugal - um detalhe que reforça o cuidado técnico do lançamento.

Formados em 2020, em plena pandemia, os Garajau nasceram da necessidade de criar à distância e afirmaram-se rapidamente como uma banda com identidade própria. Depois do álbum de estreia “O Amor não se Abrevia” (2023) e de uma fase de transição para sonoridades mais vibrantes com singles como “Sal & Lima”, a banda continua a explorar novos territórios, mantendo sempre a ligação à canção pop e à escrita em português.

“Funcionário do Mês” já vinha a integrar o alinhamento dos concertos dos Garajau e tem recolhido uma resposta positiva do público, confirmando-se agora em estúdio como mais um passo firme na evolução do grupo.

DISCO DE SEMMER OH HATE SAI HOJE















Depois de "El Saif" e "Além" os Summer Of Hate regressam agora com o seu terceiro single que dá nome ao segundo disco e que representa uma fusão perfeita entre ambas as sonoridades dos dois primeiros singles, que representam diferentes lados deste álbum duplo, “Blood” e “Honey”. 

"Blood & Honey" apresenta um crescendo meditativo que poderia ter sido escrito pelos Black Rebel Motorcycle Club se tivessem dado uma volta de mota pela Índia. O blues é subliminar e transporta-nos a flutuar pelo éter até uma explosão de guitarra como não se ouvia desde os dois primeiros álbuns dos Radiohead. É o shoegaze utilizado para efeito dramático que conta a história de querer morrer com a pessoa amada. A partir daí a canção que mergulha na psicose, através de ritmos marcantes e circulares, com uma linha de baixo inquieta, e regressa, com todo o impacto, para morrer mais uma vez.

"Blood & Honey" sai hoje acompanhada de um vídeo realizado por Pedro M. Afonso do coletivo ‘A Small Good Thing’, que coloca a banda num loop infernal, influenciado quer pelo cinema grindhouse, e que também serve como tributo a David Lynch no “Lost Highway”, que promete deixar-nos com vontade de fazer uma viagem de carro com os Summer of Hate (ou não).

Summer of Hate (S º H, SOH), é uma banda de shoegazing do Porto, criada por João Martins (Direção Musical, Compositor, Guitarra, Backing Vocals) com Laura Calado (Compositora, Voz, Letra), Pedro Lopes (Bateria) e Fábio Pereira (Baixo) e mais dois guitarristas Xavier Valente e Ricardo Fonseca (Ramos Chiller).

A sua sonoridade está enraizada no shoegaze e na música psicadélica com influências no rock e na pop dos anos 60, quer no seu revivalismo nos 80s (Echo & the Bunnymen, The Church, The Jesus and Mary Chain, Spacemen3), no post-punk, no noise rock, na global music e na música clássica e folk médio-orientais.

Desde do seu início, a banda tocou extensivamente de norte a sul do país, desde venues como o Maus Hábitos, o Sabotage e a ZdB, a festivais como o Basqueiral, Black Bass-Évora, Meda+, Reverence Valada partilhando os palcos como com artistas nacionais e internacionais como os The Damned, Fat White Family, Brian Jonestown Massacre, Acid Tongue, The Japanese Girl, Ana Deus, 10.000 Russos, Pale Blue Eyes, Máquina., Hetta, Conferência Inferno, Solar Corona etc. Os seus temas têm sido transmitidos em rádios nacionais como a SBSR e Antena3, como em algumas rádios no Reino Unido.

Com o formato “big band” em 2019, lançam um disco ao vivo de música semi-improvisada gravado no Ferro Bar, que serviria de maquete para o seu disco de estreia Love is Dead! Long Live Love! de 2022, gravado pelo Marco Lima (Sulfur Giant, The Weatherman) no Hertzcontrol Studios e lançado com o apoio da GDA.

Também com o apoio da GDA chega agora o segundo disco da banda Blood & Honey, dividido em duas partes: o lado Blood foi gravado no Haus e misturado por Thomas Attar (AlQasar) e o lado Honey foi gravado e misturado por Rafael Silva (Fugly, Miami Flu) nos Estúdios Cisma (CCStop) com masterização por Steve Kitch. Vai ser lançado no dia 30 de Janeiro de 2026 com o selo da editora americana Tee Pee Records.

LOGG APRESENTA NOVO SINGLE 'LIKE THIS'





















A canção une as sonoridades urbanas de Hip-Hop e R&B e antecipa outros lançamentos do artista durante 2026, ano em que se assinala o quinto aniversário do álbum de estreia “LOGGin”, que levou LOGG a ser destacado pela MTV como artista MTV Push.

‘LIKE THIS’ é o novo single de LOGG, já disponível em todas as plataformas digitais. Enquadrado no universo urbano de Hip-Hop e R&B, o tema é um manifesto sobre a dificuldade de vingar profissionalmente e celebra quem constrói o seu próprio caminho e se recusa a cair em dinâmicas de influência. 'LIKE THIS' foi escrito e composto por LOGG com GUERRA, Carolina Martins, Magnus Wise e Riic Wolf, com produção de GUERRA.

"A missiva era simples: escrever sobre o meu processo, a minha luta diária, o que me trouxe até aqui e o sítio onde estou agora. 'LIKE THIS' é sobre o quão difícil é vingar no mundo da música, o que serve de metáfora para muitas outras áreas profissionais. Vai sempre existir alguém a tentar influenciar o que queremos ser e fazer, a tentar ganhar com o que fazemos e a querer ter créditos pelo nosso trabalho. O que quero mostrar com esta canção é que sempre fiz o meu caminho, acreditando no meu valor e esse mesmo caminho levou-me a um sítio bom", conta o cantor e compositor.

LOGG acrescenta: "não segui as regras do jogo, joguei o meu próprio jogo com as regras que defini. Não paguei entradas nem quis ser VIP. Acreditei em mim sem depender de outros para isso acontecer. Esta música é um statement sobre acreditar no nosso valor e não baixar os braços, porque o que é nosso está à nossa espera. Agora tenho o estilo de vida que queria, sou independente e vivo ‘LIKE THIS’, porque cheguei onde queria acreditando no processo, resistindo a influências negativas, inveja, interesse alheio… Canto sobre o facto de que não é preciso mostrar o que temos, porque as coisas boas não vêm com a etiqueta do preço".

‘L do lançamento do álbum de estreia do artista, “LOGGin”, que revelou singles como ‘Estrelas’, ‘Don Juan’ e ‘Dói’ e que levou LOGG a ser destacado pela MTV como artista MTV Push.
IKE THIS’ é acompanhado por um videoclipe realizado por Pedro Dias, colaborador habitual do cantor e compositor. O vídeo é uma poderosa metáfora que materializa a mensagem da canção, ao destacar pessoas e experiências que condicionaram ou tentaram condicionar o artista, momentos simples do dia a dia e um final numa sala vazia, com LOGG sozinho mas rodeado por cadeiras vazias, que simbolizam todas essas experiências que o moldaram.

“A ideia era mostrar ao longo de um corredor todas as pessoas e situações em que me tentaram influenciar. Chego ao final desse caminho sem interagir com nada nem ninguém, um símbolo de que fui imune a tudo isso. Ao longo do vídeo vão aparecendo flashes de coisas simples do dia a dia, que são o que realmente importa: estar com a família e amigos, trabalhar no estúdio, ir ao barbeiro... O vídeo termina comigo sozinho numa sala cheia de cadeiras, o que deixa passar a imagem de que já estive sentado em todas e que esse processo deu origem à pessoa em que me tornei", revela LOGG.

‘LIKE THIS’ está disponível em todas as plataformas digitais. O tema antecipa outros lançamentos de LOGG previstos para 2026, ano em que se assinala o quinto aniversário.

LOGG é o alter-ego do cantor e compositor Gonçalo Gonçalves. Embora natural de Guimarães e com família em Cabeceiras de Basto, no distrito de Braga, o artista viveu sempre entre Sintra e Cascais. Ligado à música desde cedo, estudou guitarra e teve aulas de canto.

Muito por influência do pai, cresceu a ouvir os mais variados estilos musicais, sobretudo o Punk Rock de bandas como os Green Day, mas também Fado, Reggae e Pop. O seu enorme interesse musical levou a que quisesse frequentar aulas de guitarra. Quase de forma imediata começou a trautear as músicas que queria aprender a tocar e passou a gostar de cantar e de se ouvir. Por também gostar de escrever, acabou por juntar os dois mundos, num processo que descreve como natural e orgânico, de busca pela sua identidade e espaço artístico. O Punk Rock continua a ser um género muito presente na playlist de LOGG, mas os principais estilos musicais que ouve atualmente são o Hip Hop e o Pop nacionais. O rapper Plutónio é uma das suas principais referências musicais, artísticas e de carreira.

Em 2019 estreou-se com 'Idnt', uma colaboração com Goshi. Em 2020 lançou os singles 'Don Juan' e 'Estrelas' e no ano seguinte 'Dói', temas que abriram caminho para o primeiro EP, "LOGGin", de 2021. O curta duração foi escrito por LOGG com o amigo Carlos Ferreira e conta, ainda, com as colaborações de Edu Monteiro e Francesco Meoli. No mesmo ano editou 'TB' e '20 e Tal' e tornou-se artista MTV PUSH, a convite da MTV Portugal.

Após um hiato, regressa aos lançamentos em 2024 com 'Nada Para Sentir', canção escrita com os D.A.M.A - Kasha, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho - e produzida por Francesco Meoli, ao qual se seguiu, em 2025, 'Luz Verde', um tema sobre sobrevivência e resiliência emocional escrito com vários compositores, entre os quais Riic Wolf, e produzido por GUERRA, que compôs a melodia com Francesco Meoli. No início de 2026 LOGG edita ‘LIKE THIS’, um manifesto sobre a dificuldade de vingar profissionalmente, que celebra quem constrói o seu próprio caminho e se recusa a cair em dinâmicas de influência. O novo tema foi escrito e composto pelo cantor com o produtor GUERRA, Carolina Martins, Magnus Wise e Riic Wolf.

Através da sua arte, LOGG veio para tentar influenciar de uma forma positiva quem o rodeia e todos os que acompanham o seu percurso e evolução musical. Não se deixa influenciar pela ditadura dos números e do algoritmo e, embora sinta orgulho do que fez, está ansioso por mostrar o que aí vem. Agradece o que vier, confia no processo e acredita que com trabalho e empatia tudo se consegue. Tem como objetivo maior que a sua música o leve a sítios cada vez melhores.

CHEGA HOJE NOVO SINGLE DE MARIA LÉON



















Créditos Rita Carm

Maria León regressa em 2026 com o seu terceiro álbum a solo intitulado Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma, com uma sonoridade dentro da esfera da World Music (Músicas do Mundo), dando ênfase aos instrumentos acústicos nela inseridos.  Um trabalho que surge no seguimento da expressão da sua maturidade artística e procura da autenticidade. 

Porquê o título Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma?  Além de ser o título de um dos temas do álbum, a maior parte das canções, foram escritas à noite, como se no espírito do seu imaginário, inspiradas sob o olhar suave da lua, onde o mundo à volta se encontra em silêncio e os sentimentos afloram.  Contam pequenas histórias, expressando nas palavras cantadas, a poesia dos sentimentos, refere Maria León

O novo álbum, "Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma", é constituído por oito temas originais, onde Maria León nos convida a mergulhar no Universo contemplativo das suas canções. São um elogio cultural à poesia de trovador, com alusão às cantigas de amor e de amigo, assim como à poesia lírica e descritiva, à natureza e elementos femininos, mas com uma abordagem contemporânea e universal, incluindo um poema de Fernando Pessoa, “Presságio”.

No alinhamento das canções do álbum Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma, destaca-se o tema “Miragem” - terceiro single do álbum, trabalhado em coautoria com Rodrigo Leão, e dois temas de Carlos Maria Trindade (Ao Deus dará) e (E tão imóvel me deixo). Ambos os músicos que integraram os Madredeus, transportam neste projeto, temas que vão ao encontro do universo feminino, caracterizado no espírito deste álbum.

“Barquinho de Papel” o single de estreia de Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma, autoria de Maria León, é uma canção que evoca o universo mágico da infância e o amor incondicional da maternidade. Com as participações especiais de Carlos Maria Trindade (piano e arranjos) e Rão Kyao (flauta transversal), este single reflete a sonoridade mais acústica e clássica de "Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma", com Maria León, também presente na direção artística e na produção, Fernando Cunha.

Neste álbum, Maria León apresenta em parceria de composição com o seu irmão Pedro León,dois temas (A Sós e Meu Grande Amor) inspirados na MPB, a que Maria León chama a este pequeno Universo; Lisboa Bossa, em homenagem aos compositores do Brasil que ambos ouviam durante a adolescência. (Tom Jobim, João Gilberto, Vinícius de Moraes, Toquinho… entre outros). 

Os instrumentos incluídos nas composições musicais de Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma trazem-nos um ambiente mais clássico próprios das músicas do mundo, com ênfase nos pianos de Carlos Maria Trindade e Emanuel Andrade, assim como a guitarra clássica, violoncelo, flauta e percussões tocados pelos músicos convidados.

Com "Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma", Maria León reafirma o seu compromisso com a música e a arte de bem cantar as palavras na língua portuguesa, que nos tocam a alma, criando um álbum sensível, que incita a inspirar a sensibilidade de cada um de nós.

O terceiro single, “Miragem”, editado hoje em simultâneo com o álbum, nasce de uma parceria de composição com Rodrigo Leão. A canção habita um território poético de ilusão e nostalgia, como uma névoa suspensa entre o sentir e o sonhar. Em “Miragem”, Maria León é acompanhada por:

Piano e arranjos: Carlos Maria Trindade
Violoncelo: Carlos Tony Gomes
Percussões: Sebastian Scheriff
Baixo: Leopoldo Gouveia

NOVO TEMA DE THEO

 



















“Another Door” assinala o início de uma nova fase artística para Theo, num registo mais calmo, íntimo e direto, onde a canção surge despida de excessos e focada na emoção. É um tema construído sobre a ideia de mudança — o momento em que se fecha um ciclo e se aceita atravessar um novo espaço, mesmo sem saber exatamente o que vem a seguir.

Cantada em inglês, “Another Door” apresenta uma sonoridade contida e atmosférica, sustentada por guitarras subtis, uma base rítmica discreta e uma interpretação vocal próxima e honesta. A produção aposta na simplicidade e no silêncio como elementos narrativos, deixando espaço para que a letra e a melodia respirem.

Este single reflete uma vontade clara de depuração artística: menos camadas, menos ruído, mais foco na mensagem e na relação direta com quem ouve. Sem perder identidade, Theo explora aqui um território emocional mais sereno e universal, onde a maturidade se traduz em contenção e clareza.

“Another Door” é o primeiro avanço de um novo disco atualmente em gravação e funciona como porta de entrada para um ciclo criativo mais introspectivo, consciente e centrado na força da canção.

Sobre Theo

Theo é o projeto artístico de João Gonçalves, músico e compositor natural de Guimarães, com um percurso consistente na música alternativa portuguesa. Ao longo dos últimos anos, tem vindo a construir uma identidade própria, marcada pela escrita emotiva, pela atenção à melodia e por uma abordagem sonora que cruza indie, pop alternativa e rock de cariz intimista.

Paralelamente ao trabalho em estúdio, Theo mantém uma forte ligação ao palco, com atuações em espaços de referência, como o Centro Cultural Vila Flor, a Casa da Música e o CAAA, actualmente acompanhado pelos The Dons (Pedro Conde, na guitarra; Manuel Castro, no baixo; e Pedro Oliveira, na bateria), reforçando a dimensão performativa e emocional do seu projeto.

Em 2026, inicia um novo capítulo artístico, explorando uma sonoridade mais contida, direta e depurada, onde a voz assume um papel central. Este novo ciclo nasce de uma vontade clara de simplificação estética e de uma maior proximidade emocional com o público. “Another Door” é o primeiro single desta fase e antecipa um novo disco atualmente em gravação.

OVO ESTRELADO APRESENTA NOVO SINGLE DE CALCUTÁ





















Fotografia: Rui Palma

Listening Party de  Soon After Dawn no Donau, Porto

Fica disponível esta 6ª Feira o tema Run Come Rally, o segundo single de avanço para o álbum Soon After Dawn, a estreia em longa-duração de Calcutá, com selo Ovo Estrelado.

Run Come Rally sucede a Eterno Retorno, o single que anunciou o disco de Calcutá, a editar a 23 Janeiro.

"Esta canção é uma versão da original do Dadawah, adaptada por mim para guitarra em 2018, depois de ter estado algumas horas em transe a tentar inventar uma forma de tocar aquele riff de baixo incrível, num estilo de fingerpicking. Cada vez que toco esta música sinto-me conectada a algo profundamente misterioso — em mim e em toda a gente. Faz-me lembrar, através do som, da melodia e da repetição, essa essência crua e primordial de estar viva, de ser capaz de sentir neste mundo.
Esta versão de estúdio com o Luís Barros na bateria ganhou toda outra dimensão. Espero que ressoe!" - Teresa Castro.

Agenda: 

6ª Feira, 16 Jan. - Entrevista live na Rádio Jardim - inspirations behind the record Soon After Dawn | 18h-19h | Entrada Livre 
Rua Miguel Bombarda, 425, Porto


Domingo, 18 Jan. - Listening Party de Soon After Dawn no espaço Donau | 18h | Entrada Livre 
R. Joaquim António de Aguiar 80, 4000-309 Porto


Primeiros concertos de apresentação do álbum: 
30 Jan. Porto - Radio Clube Agramonte 
31 Jan. Lisboa - Casa Capitão 
14 Fev. Coimbra - Casa das Artes Bissaya Barreto

Biografia

Calcutá é o território sónico de Teresa Castro, compositora, multi-instrumentista e artista sonora sediada no Porto. Guitarrista clássica de formação, entrelaça linhas de folk, drone, ambient e música experimental, criando um léxico sonoro inteiramente seu: guitarras persistentes, harmónios que respiram como organismos vivos, electrónicas subtis mas efetivas, que fazem pulsar o ritual sonoro. A sua voz — ora um lamento íntimo, ora um sopro prolongado — torna-se num instrumento que nos guia por espaços onde o tempo abranda e a escuta se aprofunda. Ao vivo, oferece uma performance hipnótica, densa e de forma livre.

As suas composições evocativas existem como fragmentos de um mundo interior, onde somos levados a contemplar paisagens emocionais que emergem da abstração, textura e tom. Cada peça funciona como um abrigo para sentir, um gesto meditativo ou um corpo que se dissolve na ressonância.

Em 2015 lança a primeira demo Love Path Again, seguida de Over Night (2017). Em 2024 apresenta Feux d’Artifice, peça ambient que marca uma nova fase. Compôs para teatro — Real Dog (Solange Freitas, 2017) e para cinema Anoche Conquisté Tebas (Gabriel Azorín, 2025) — e enquanto artista sonora, desenvolveu várias instalações, culminando recentemente na instalação quadrafónica "Madre Antiga" no Mosteiro de Arouca (2025).

Em dezembro de 2025 lança Eterno Retorno antecipando o seu álbum de estreia, Soon After Dawn, com lançamento previsto para 23 de janeiro de 2026.

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JACC EDITA TRIO DE MARCELO DOS REIS















Fotografia por José Crúzio

A JACC Records apresenta Our Time, o novo trabalho do trio Flora, liderado pelo guitarrista Marcelo dos Reis. Editado digitalmente a 24 de novembro, o disco alcançou desde logo amplo reconhecimento internacional, tendo sido eleito Disco do Ano pelo Francis Davis Jazz International Critics Poll e pela Free Jazz Collective, e distinguido na categoria de Grupo do Ano pelo El Intruso International Critics Poll. Our Time encontra-se agora disponível em edição física, para compra através do Bandcamp da editora, e será apresentado ao vivo no dia 7 de fevereiro, no Salão Brazil, em Coimbra.

Após o disco de estreia do trio Flora e uma extensa digressão europeia, a JACC Records acolhe Our Time, um trabalho que explora o tempo enquanto matéria emocional, física e transformadora. As composições desenvolvem-se a partir de cortes, rupturas e mudanças de direcção, sustentadas por uma energia vibrante que atravessa todo o disco. O resultado é um entrelaçar de jazz de vanguarda, psicadelismo, improvisação europeia, ecos de um rock sónico e pulsações que evocam territórios africanos.

Marcelo dos Reis é reconhecido como uma das vozes mais proeminentes da improvisação europeia. Com mais de vinte discos editados em nome próprio, tem actuado nos principais festivais e salas de toda a Europa. Foi eleito Músico do Ano pela jazz.pt, cinco vezes distinguido como um dos Guitarristas do Ano pela publicação internacional El Intruso, e recentemente destacado como um dos músicos mais influentes da última década pela prestigiada Free Jazz Collective.

Ao lado de Marcelo dos Reis estão os parceiros de longa data Miguel Falcão (contrabaixo) e Luís Filipe Silva (bateria), dois músicos de linguagem sólida e identidade assumida. Juntos, formam um trio que se expande sobre si próprio, afirmando um território musical singular no contexto da nova criação musical portuguesa.

FICHA TÉCNICA 

Gravado por Guilherme Correia a 29 de março de 2025 na Academia de Música CNM/Estúdios Mó
Artwork e Design por Joana Teles Monteiro
Inside Photo por José Cruzio
Mix and Master por Guilherme Correia
Todas as músicas compostas por Marcelo dos Reis 

Produção Executiva JACC Records

PEDRO RICARDO COMPÕE PARA ANTÓNIO ZAMBUJO E E PARA ANA MARGARIDA PRADO















© Basma Osman

O músico regressa com um novo projeto de canções onde a escrita encontra interpretações delicadas  de António Zambujo e Ana Margarida Prado

Depois de "Sopram Bons Ventos" (Soundway Records, 2023), Pedro Ricardo sentiu que era tempo de escrever. Pela primeira vez, as canções começaram nas palavras, num gesto consciente influenciado pela leitura de poetas portugueses, antes de se transformarem em música.

No início de 2025, mudou-se temporariamente para o Rio de Janeiro, onde aprofundou este processo entre a solidão da guitarra e longas noites de estrada, guiado pelo universo da canção de autor brasileira. Francis Hime, Edu Lobo e José Mário Branco tornaram-se companheiros constantes, moldando uma nova relação com a escrita, a composição e o arranjo.

Pela primeira vez, Pedro Ricardo escreveu não só para a voz, mas também para flautas e cordas, pensando desde o início nos intérpretes entre eles António Zambujo e Ana Margarida Prado e reinterpretando essas contribuições através da sua linguagem electrónica singular. O resultado é um conjunto de faixas intenso e intemporal, onde se cruzam jazz, electrónica e a música popular brasileira e portuguesa.

Concebido para edição em duplo vinil de 7”, através da sua editora Hear, Sense and Feel, este projecto funciona como um prelúdio para o segundo álbum do músico, um trabalho marcado pela escrita, pelo detalhe instrumental e por uma melancolia cantada com leveza. “Sou português”, diz Pedro Ricardo a sorrir. “Há sempre qualquer coisa de saudade.”

Datas de Edição

16.01 Single "Sem Caminhar eu Vou"
23.01 EP "Sem Caminhar eu Vou"
27.02 Single "Oxalá Cante com Tempo"
06.03 EP "Oxalá Cante com Tempo"
27.03 Álbum Digital "Oxalá Cante com Tempo"

Sobre Pedro Ricardo 

A obra do produtor e compositor português Pedro Ricardo é marcada pela fusão. Enquanto músico, depois da edição do seu álbum de estreia "Sopram Bons Ventos" (2023, Soundway Records), continua a cruzar géneros, tempos e universos. Destaca-se o seu último projecto desenvolvido com duas das mais relevantes vozes do fado português, António Zambujo e Ana Margarida Prado ("Oxalá Cante com Tempo", 2026, Hear, Sense and Feel Records). Enquanto produtor, as edições que assinou ao longo dos anos em editoras como a Extended Records, a 1980Lyfers, a Wolf Music e a sua própria Pedro’s House revelam uma abordagem ampla e em constante transformação à música eletrónica, enraizada no folk e na melodia. Como DJ, conhecido por arriscar nas suas escolhas musicais, leva para a pista de dança uma sensação de liberdade e intensidade, onde o jazz dialoga com o house e o techno, sempre ancorados numa tradição soulful. Enquanto performer, os seus concertos desdobram-se de forma dinâmica entre música para cinema, sets eletrónicos e a guitarra no contexto do Pedro Ricardo Trio.