quinta-feira, 26 de março de 2026

FESTIVAL SANTOS DA CASA -1ª SEMANA





















27 de Março de 2026
Slim Charley Santus
+ dj set Santos da Casa
Pinga Amor
22h00

Natural de Águeda, Slim Charley Santus denotou, desde muito novo, uma sensibilidade especial ao blues. Sempre que ouvia um tema a sua atenção despertava. Começou a aprender piano aos 8 anos, mas foi a viola que o cativou, como autodidata, desde os 14. Depois do casamento com as seis cordas veio a paixão pelo improviso, que o tem acompanhado até hoje.

Oil can guitar e cigar box guitar são os instrumentos que Slim Charley Santus explora. 




27 Março 2026 - 13 Maio 2026

27/3 Slim Charley Santus + dj set santos da casa - Pinga Amor (22h)
12/4 10ComunA.L. + apresentação editora K FORA - Salão Brazil (18h)
13/4 António Bastos - Corredor da RUC (19h)
21/4 Esteves Sem Metafísica #cafecurto - Café Concerto do Convento São Francisco (19h30)
23/4 alga - Casa das Artes Bissaya Barreto (22h)
25/4 Electric Man + dj set santos da casa - Associação Recreativa e Musical de Ceira (22h)
05/5 Esteves #cafecurto - Café Concerto do Convento São Francisco (19h30)
07/5 "PSICOSE" de P. Novo - Centro Cultural Penedo da Saudade (18h)
13/5 Henrique Tomé - Corredor da RUC (19h)

NOVO SINGLE DE NOVOSD ROMÂNTICOS

 



















© Rui Correia

Depois de colocarem a “Mesa Posta” e de se posicionarem na sua “Pátria”, os Novos Românticos viram-se agora para a “Comunidade Europeia” em colaboração com O Homem que Fugiu do Mundo. O novo tema surge como terceiro single e último avanço para o álbum de estreia “Criptopátria”, que será editado em abril e apresentado ao vivo no dia 18 de abril no RCA — Radioclube Agramonte, no Porto.

Com este novo capítulo, o projeto pós-punk liderado por David Félix aprofunda o universo político e simbólico que tem vindo a construir ao longo dos últimos lançamentos. Se “Mesa Posta” revisitava os alicerces da democracia portuguesa e “Pátria” questionava os mitos fundadores da identidade nacional, “Comunidade Europeia” alarga agora o olhar ao espaço continental, propondo uma reflexão sobre o lugar da Europa num tempo de instabilidade política e redefinição geopolítica.

“Comunidade Europeia” apresenta-se como um retrato fragmentado do continente europeu. Através de uma sucessão de imagens simbólicas e referências históricas, a canção percorre diferentes cidades, acontecimentos e memórias coletivas, transformando-os em metáforas de estados emocionais e políticos: queda, revolta, fuga, promessa ou esquecimento.

Ao longo da composição, os Novos Românticos constroem uma espécie de cartografia emocional da Europa contemporânea. Entre ecos do passado e sinais do presente, a música questiona o papel das capitais europeias perante as tensões internacionais - da guerra às desigualdades económicas - confrontando o silêncio, o protesto e a promessa de um projeto comum que continua por cumprir.

Mais do que uma narrativa linear, “Comunidade Europeia” assume a forma de um poema geopolítico. No universo melancólico e interventivo dos Novos Românticos, cada cidade surge como uma pulsação distinta da história europeia, compondo um organismo vivo marcado por ciclos de queda e reconstrução, memória e esquecimento.

Há, no entanto, um momento em que a ambiguidade se suspende. Quando a canção proclama “Grita como Madrid, gritou!”, o verso transforma-se numa homenagem direta às posições políticas assumidas por Pedro Sánchez e a um certo desejo ibérico que atravessa o imaginário dos autores do tema.

O single conta com guitarra de Emanuel Ribeiro, músico que acompanha David Félix desde o primeiro EP dos Novos Românticos, e com a participação vocal de O Homem que Fugiu do Mundo, alter ego de Vítor Pinto. A mistura e masterização ficaram a cargo de João Losa. Tanto Vítor Pinto como João Losa partilham com David Félix o trio Malibu Gas Station e têm ainda uma história comum que remonta a 2010, quando integraram, juntamente com outros amigos, a banda O Abominável. A colaboração em “Comunidade Europeia” surge assim como mais um capítulo de uma cumplicidade artística que atravessa mais de dezasseis anos.

Num tempo em que o continente europeu se confronta com novas crises e velhos fantasmas, “Comunidade Europeia” surge como mais uma peça desse retrato inquieto. Um olhar crítico que, à semelhança dos capítulos anteriores, prefere colocar perguntas no ar em vez de oferecer respostas fáceis.

“Comunidade Europeia” já se encontra disponível nas plataformas digitais e antecipa o lançamento de “Criptopátria”, disco que será apresentado ao vivo no dia 18 de abril no RCA — Radioclube Agramonte, no Porto.

SPECTRAL WORKS ASSINA COM A BANDA BURACO NEGRO













Spectral Works tem o orgulho de anunciar a assinatura do contrato de edição com osBuraco Negro, uma banda de Metal, Avant Garde, Prog Jazz de Lisboa para a edição do seu álbum de estreia, 53 490 000 Anos Luz.

Buraco Negro é um projeto musical e conceptual criado em 2023 por LordSir7Peles, nascido da vontade de explorar novas linguagens sonoras e narrativas artísticas para além padrões convencionais. Assume-se como um espaço de experimentação, identidade ne expressão profunda, onde a música é tratada como uma viagem sensorial, emocional e filosófica.

A sonoridade de Buraco Negro funde influências de heavy metal, doom metal e avant‐garde com elementos de prog jazz, resultando numa estética densa, atmosférica e imprevisível. Cada composição é concebida como parte de um universo maior, onde o peso, a dissonância e a improvisação coexistem com momentos de introspeção e liberdade criativa.

O conceito ganhou forma quando LordSir7Peles apresentou a ideia a Carlos Pires, cuja visão e sensibilidade artística foram essenciais para consolidar o projeto. Dessa colaboração nasceu uma obra que preserva a sua essência crua e identidade, ao mesmo tempo que lhe acrescenta solidez, coerência e profundidade sonora.

A participação especial de José Martins no saxofone conferiu ao projeto uma dimensão ainda mais singular. O instrumento introduz uma camada expressiva e inesperada à música de Buraco Negro, reforçando a fusão entre o metal experimental e o jazz progressivo e expandindo o espectro emocional e atmosférico das composições.

Assim, Buraco Negro afirma-se como um projeto artístico ousado e consciente, que resgata a importância da música com alma, personalidade e propósito. Olha para o passado como referência e para o futuro como território aberto, incerto e desafiante. É uma proposta que convida o ouvinte a mergulhar sem garantias, abraçando a queda, a intensidade e a transformação que só uma verdadeira viagem musical pode oferecer.

quarta-feira, 25 de março de 2026

O REGRESSO DE JOANA BARRA VAZ

 





















Joana Barra Vaz regressa aos palcos com um novo leque de canções que convidam à acção para uma existência mais livre. Esta primeira apresentação no BOTA será especialíntima e única: uma noite de estreia de novo repertório e de celebração do seu reencontro com o público.

O concerto contará com a participação musical dos convidados: Daniel Neto na Guitarra Eléctrica, e ainda Mariana Camacho e Catarina Branco nas vozes.

Joana estreou-se na música em 2012 com o EP Passeio Pelo Trilho (ed. Azáfama), revelando uma voz íntima e interventiva, e lançou em 2016 o LP Mergulho em Loba (ed. Bi-du-á), disco apresentado em vários palcos e festivais e elogiado pela imprensa nacional como um dos melhores discos do ano.

Em 2018, apresentou o tema Anda Estragar-me os Planos no Festival da Canção, uma canção escrita à sua medida por Francisca Cortesão e Afonso Cabral. 

Também escreve filmes e ensaios, dedicando-se à criação multidisciplinar onde a palavra ocupa o território central.

O seu percurso é singular na cultura portuguesa, marcado pela narrativa, pela liberdade criativa e por um forte sentido de comunidade: traduziu Uma Lição de Cinema, de Tonino Guerra; é co-autora e fundadora do arquivo A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria (2011); e co-autora e realizadora do documentário musical Meu Caro Amigo Chico (2012), apresentado em festivais internacionais, entre outros. 

Tem-se debruçado sobre as questões da igualdade de género, da sustentabilidade cultural e das práticas comunitárias.

https://www.botaanjos.com/programacao/joana-barra-vaz 
https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/173919-joana_barra_vaz-bota/ 

NOVP SINGLE DE CROW MACHINE

 



















A banda portuguesa Crow Machine, formada em 2025, lança em março de 2026 o single I´LL STILL. 

Oriundos do Grande Porto, todos os membros viajaram por mais de 20 anos por “longas marés” e agora se unem para eletrizar os mares.

Os “Corvos” são uma máquina do tempo, robóticos e mecânicos, fundindo corpos e libertando energia em rituais de danças ancestrais. O single I´LL STILL é um excerto do álbum “Machines don´t sleep”.

https://www.instagram.com/crow.machine.music?igsh=MWFvNjcyYjlpNzhqZA==


https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3jjQD1R0Wl8NyoNIgg9b8o


https://www.facebook.com/share/17tBcht8Vd/


PROGRAMA DE 25/03/26

1 - António Olaio e Manuel Guimarães - Foggy days nn old Manhattan
2 - Noiserv - A long journey  on a little train to Poland
3 - Ray - Only light
4 - Tracy Vandal & John Mercy - To remember who you were (c/ Alex Kapranos)
5 - Minta & The Brook Trout - Cantaloup
6 - Lisa Sereno - Mystery
7 - Skareta - Fuga
8 - Despe e Siga - Festa
9 - Tsunamiz - Slide
10 -  TheManchesters - love my way
11 - Electric Man - New wave
12 - Decline And Fall - Lost astray
13 - IAMTHESHADOW - This vertigo

 

MISS JONES EDITA EP

 












@Nuno Manarte

O quarteto MISS JONES lança o seu primeiro EP, com o single de apresentação Route 66, o emblemático tema de Bobby Troup, um convite à viagem pela estrada do blues, a raiz do mjazz. 

O álbum está disponível nas principais plataformas de streaming (Spotify, Apple Music, TIDAL, Amazon Music, YouTube Music, entre outras), a partir do dia 25 março de 2026.

O trabalho resume a identidade do projeto. A seleção de temas do intemporal reportório afro americano do século XX compõe um mosaico que espelha a relação autêntica do grupo com essa corrente. Neste encontro entre diferentes gerações de músicos, a fruição desenfreada de um up swing brota da mesma entrega com que trazem à superfície a ninterioridade profunda da balada.

Acácio Salero (bateria), Alberto Jorge (baixo), Joana Manarte (voz) e Marco Figueiredo (piano) aproximam a vivência do estúdio da espontaneidade do palco, onde os arranjos coletivos deixam espaço para a improvisação destemida e a cumplicidade entre os quatro elementos instala a celebração da música pela música. MISS JONES tem atuado em clubes de jazz, festivais municipais, espetáculos de dança e concertos mais intimistas, conquistando atenção pela energia genuína que contagia o público.

O EP Miss Jones foi gravado e misturado no Porto por Carlos Fuchs, nos estúdios Arda Recorders.





















Rossana apresenta “À La Portugaise: Allis Ubbo”, um concerto especial agendado para o próximo dia 7 de maio, no B.leza, em Lisboa, com abertura de portas às 21h. Os bilhetes já se encontram disponíveis na Ticketline.

O espetáculo expande o universo do álbum “À La Portugaise” (2024) numa apresentação única, que será gravada ao vivo para futura edição em formato LP.

Inspirado no antigo nome fenício para Lisboa, Allis Ubbo - “porto seguro” -, o concerto reúne Rossana e um conjunto de músicos convidados residentes em Portugal, de diversas origens culturais, cuja música contribui para a paisagem musical portuguesa contemporânea. Juntos, constroem um encontro pensado especificamente para este momento, assumindo-se como uma criação irrepetível.

A partir de novos arranjos de temas do álbum e de outras composições da artista, o espetáculo cruza a música tradicional portuguesa com sonoridades de várias geografias, refletindo Lisboa enquanto lugar histórico de encontro entre culturas.

Entre os convidados confirmados encontram-se Mostafa Anwar Swapan, Retimbrar, Litá Folk, Carlos Praia, Madu & Ely Janoville e Emmy Curl, num alinhamento que reforça a dimensão coletiva e multicultural do concerto.

Radicada em Londres, Rossana tem vindo a afirmar um percurso que cruza diferentes linguagens musicais, partindo de uma identidade profundamente ligada às raízes portuguesas para a projetar num contexto global. Com “À La Portugaise”, editado em 2024, a artista explorou uma abordagem aberta e universal, onde tradição e reinvenção coexistem, dialogando com influências que vão da neo-psicadélia ao trip-hop, do piano clássico ao samba.

O concerto “À La Portugaise: Allis Ubbo” surge assim como uma extensão desse universo, transportando-o para o palco numa experiência ao vivo que privilegia o encontro, a partilha e a criação coletiva.

CAROLINA DE DEUS ESGOTA SALAS DE NORTE A SUL DO PAÍS

 



















Carolina de Deus esgota salas de norte a sul do país com a digressão de apresentação do seu mais recente álbum, FELIZ(MENTE) TRISTE. Depois de passar pelo Porto, Tábua e Braga, em salas completamente esgotadas, a artista prepara-se para o concerto no Teatro Maria Matos a 15 de abril, também com casa cheia. O percurso ao vivo da artista confirma, de forma consistente, a crescente ligação com o público e o seu lugar firme na música portuguesa.

Mais do que uma sucessão de datas esgotadas, o que se tem vindo a construir é uma relação contínua e profundamente emocional com o público. Em palco, Carolina de Deus transforma cada concerto num espaço de escuta e partilha, onde a vulnerabilidade da sua escrita encontra eco imediato em quem a ouve. FELIZ(MENTE) TRISTE ganha, ao vivo, uma nova dimensão, mais livre, mais densa e mais próxima, reforçando a identidade artística que tem vindo a consolidar com clareza e intenção. A artista passa ainda por Leiria e Portalegre, nos dias 17 e 18 de abril respectivamente.

Editado recentemente, o segundo álbum de originais da artista nasce da consciência de que se pode habitar o contraste, ser alegre e triste, forte e frágil, encontrando aí uma forma mais inteira de equilíbrio. Ao longo das canções, Carolina aprofunda a sua linguagem, transformando experiências pessoais em narrativas universais, num registo que privilegia a honestidade e a emoção sem artifício.

Este caminho tem sido acompanhado por um reconhecimento crescente: mais de 20 milhões de streams no Spotify, o single “Talvez” distinguido com dupla platina e destacado como a canção mais pesquisada no Shazam em Portugal em 2022, e a nomeação para Globo de Ouro na categoria Revelação do Ano. Em palco, soma passagens por salas como o Coliseu dos Recreios, em nome próprio, e o Rock in Rio Lisboa, onde atuou no Palco Galp, afirmando-se como uma das vozes mais relevantes da sua geração.

Agenda 2026

22 janeiro - Auditório Carlos Paredes, Lisboa. Participação Elisa.
23 janeiro - Auditório Carlos Paredes, Lisboa. Participação Elisa.
14 de fevereiro -Teatro Virgínia, Ás vezes o amor, Torres Novas
27 de fevereiro - Auditório Espaço Multiusos de Almeirim, Almeirim
28 de fevereiro - Teatro Sá da Bandeira, Porto — ESGOTADO
6 de março - Conservatório de Música de Coimbra, Coimbra
7 de março - Centro Cultural de Tábua, Tábua — ESGOTADO
13 de março - Espaço Vita, Braga — ESGOTADO
18 de março - Dia de S. José , Torre de Moncorvo
15 abril - Teatro Maria Matos, Lisboa — ESGOTADO
17 abril - Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
18 abril - Cae Portalegre, Portalegre
1 maio - Auditório Municipal do Sabugal, Sabugal
2 de maio - a anunciar
9 de maio - a anunciar
16 maio - Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo
27 maio - Teatro de Vila Real , Vila Real
20 junho - a anunciar
7 julho - a anunciar
9 julho - a anunciar
18 julho - Teatro Cinema de Fafe, Fafe
9 agosto - a anunciar
20 setembro - a anunciar

MOONSPELL COM NOVO DISCO















© Sonja Schuringa/ Darkside of the Chantik

Concertos de Apresentação bilhetes disponíveis em breve

12 Setembro
Sintra

31 Outubro
Porto ("Invicta Halloween")

"Faz alguns anos que perdi a minha fé nos vampiros de Hollywood, nos disfarces baratos das lojas de Halloween, os velhos e desonrados príncipes do Leste. Até que o realizador Robert Eggers nos trouxe "Nosferatu" em 2024 e, de imediato, gravitei de volta para essa figura trágica e romântica que Bram Stoker imortalizou nas suas cartas de 1897.

Escrevi “Far From God” de um só fôlego. Tornou-se a nossa primeira canção, em anos, a abordar a temática do amor vampírico que vence o tempo. Confesso que senti a necessidade de, juntamente com os MOONSPELL, resgatar a face do Gothic Metal, já que também nós estivemos na sua origem e temos uma palavra a dizer sobre a fusão destes estilos. Esta canção é a essência deste álbum: o seu título, o seu vídeo, a sua alma. E nela pode sentir-se o fogo da luz do dia a queimar a pele dos amantes proibidos."

Fernando Ribeiro

Após três décadas inesquecíveis a percorrer o mundo inteiro em tours sucessivas; milhares de discos vendidos; o seu nome e o do nosso país inscritos na história da música nacional e internacional, os MOONSPELL voltam ao ativo com uma energia incomum para uma banda com tantos anos e quilómetros percorridos. Em foco está o seu novo disco "Far From God" onde demonstram como dominam por completo a fusão entre o metal e o gótico que ajudaram a fundar no final dos anos 90. O 14º álbum de estúdio da banda é editado dia 3 de Julho pela Napalm Records e vai ser apresentado ao vivo, em Sintra, dia 12 de Setembro, e, no Porto, dia 31 de Outubro. Em 2026, o Halloween dos MOONSPELL é Invicto!

Depois do sucesso do lançamento do seu concerto ao vivo na MEO Arena com a Sinfonietta de Lisboa (Opus Diabolicum esgotou a primeira edição em todos os formatos, DVD, Blu-ray, CD e vinil), aventura orquestral que internacionalizaram, este mês, na Cidade do México, na arena Pepsi Center, e que vão levar ao imponente Anfiteatro Romano de Plovdiv, na Bulgária, no Verão, os MOONSPELL finalizaram uma muito bem sucedida tournée na América Latina, onde se apresentaram pela primeira vez em 1998, estreando-se, desta vez, nas Honduras, mas também com passagem pela Colômbia, Chile, Costa Rica, Argentina e Brasil.

No Verão, além da Bulgária, vão apresentar-se em festivais Europeus de renome como o Graspop na Bélgica; o Wave Gottik Treffen e o Party San Open Air na Alemanha; ou o Castle Party na Polónia. Não esquecendo Portugal, claro, e os concertos de apresentação de "Far From God", em Sintra e no Porto, cidade que, em 2026, recebe a já lendária festa de Halloween dos MOONSPELL devidamente intitulada de "Invicta Halloween".

2026 vai ser um dos anos mais importantes na história dos MOONSPELL

2.ª EDIÇÃO FUTURAWARDS: A NOVA LUZ PARA O TALENTO NACIONAL REALIZA-SE DIA 7 DE ABRIL NA CULTURGEST

 


















No dia 7 de abril, a Culturgest recebe a segunda edição dos FUTURAWARDS, a gala que celebra a excelência na música e nas artes em Portugal. Longe da rigidez dos números, gostos e visualizações, esta iniciativa visa dar palco ao talento que muitas vezes permanece invisível, destacando as margens e promovendo um diálogo entre diferentes expressões artísticas.

Os FUTURAWARDS – Prémios de Excelência Música & Artes são uma iniciativa da Futura - Rádio de Autor que, ao longo dos seus quatro anos de existência, tem conquistado uma audiência fiel e apaixonada e apresenta agora quem está nomeado para os troféus desta edição.

Com categorias que abrangem música, cinema, artes performativas literatura, artes plásticas, moda e gastronomia, os FUTURAWARDS assumem-se como um ponto de encontro entre diversas vozes do panorama cultural nacional. Pretende-se valorizar a criatividade e o impacto de artistas e projetos que desafiam convenções e moldam o futuro da cultura portuguesa, propondo-se a dar voz à diversidade artística e a criar pontes entre diferentes expressões culturais.
PRÉMIO JULIÃO SARMENTO - MELHOR EXPOSIÇÃO:
o Diver's Flight - Sara Bichão
o Ghost Ranch - Henrique Pavão
o Habitar a Contradição - Carlos Bunga
o Superfície Desordem - Jonathan Uliel Saldanha

PRÉMIO MODA:
o Arndes
o Bárbara Atanásio
o Constança Entrudo
o Marques'Almeida

PRÉMIO GASTRONOMIA - MELHOR RESTAURANTE:
o Forno de Jales
o Pap'Açorda
o Plano
o Vida de Tasca

PRÉMIO LITERATURA:
o Lavores de Ana - Ana Cláudia Santos
o O Desfufador - Valério Romão
o O Fim dos Estados Unidos da América - Gonçalo M. Tavares
o Recurso e Pobreza - Tatiana Faia

PRÉMIO ARTES PERFORMATIVAS:
o No Yogurt for the Dead - Tiago Rodrigues
o NÔT - Marlene Monteiro Freitas
o Reparations Baby! - Marco Mendonça
o Quando Eu Morrer Vou Fazer Filmes no Inferno - Mário Coelho

PRÉMIO CINEMA (Apoio: Filmin):
o Banzo - Margarida Cardoso
o Hanami - Denise Fernandes
o O Riso e a Faca - Pedro Pinho
o On Falling - Laura Carreira

PRÉMIO MÚSICA: TELEDISCO (Apoio: Canal180):
o Capicua - Chiaroscuro, realizado por André Tentúgal
o Carminho - Balada do País que Dói, realizado por Pablo Aguiar
o Expresso Transatlântico - Avalanche, realizado por Sebastião Verela
o Femme Falafel - Dói-Dói Proibido, realizado por André Abrantes

PRÉMIO MÚSICA: CLUBBING:
o Fiasco
o Lux Frágil
o Outra Cena
o Planeta Manas

PRÉMIO MÚSICA: MELHOR ACTUAÇÃO AO VIVO (Apoio: Musa):
o Capitão Fausto
o Hetta
o Vaiapraia
o Yakuza

PRÉMIO MÚSICA: MELHOR CANÇÃO NACIONAL:
o Carminho - Balada do País que Dói
o Femme Falafel - Electrocardiograma
o Humberto - Peça Triste
o Vaiapraia - Kolmi

PRÉMIO MÚSICA: MELHOR DISCO NACIONAL:
o A Garota Não - Ferry Gold
o Carminho - Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir
o Humberto - Mau Teatro
o Vaiapraia - Alegria Terminal

PRÉMIO MÚSICA: MELHOR ARTISTA SOLO:
o A Garota Não
o Carminho
o Femme Falafel
o Humberto
o Rita Cortezão
o Vaiapraia

PRÉMIO MÚSICA: MELHOR BANDA (Apoio: Mateus Rosé):
o EVOLS
o Expresso Transatlântico
o Mão Morta
o Memória de Peixe
o Them Flying Monkeys
o Três Tristes Tigres

Para além destas categorias, destacam-se ainda outros três prémios de peso, cujos vencedores serão revelados durante a gala:

PRÉMIO MÚSICA: REVELAÇÃO (Apoio: NOS):
Este prémio celebra um novo nome pela sua inventividade na produção e escrita de canções, trazendo uma forte linguagem própria ao panorama musical nacional em 2025. O vencedor sucederá a Girls 96, que levaram para casa a estatueta no ano passado. Este é um prémio que espelha a sede da Futura na constante procura de novos talentos, que agora chegam para mudar as regras da nossa cultura.

PRÉMIO LIBERDADE:
Pela primeira vez, será premiado um nome, um colectivo ou uma instituição que se destacou no ano de 2025 através de um caminho feito de independência, justiça e de luta pelos valores democráticos.

PRÉMIO ÍCONE FUTURA:
A última estatueta entregue na noite presta tributo a um nome fundamental e transformador da cultura portuguesa, tendo mudado para melhor a nossa sociedade nas últimas décadas. No ano passado, este troféu foi entregue a Rui Reininho, protagonizando um dos momentos mais emotivos da primeira edição dos FUTURAWARDS.

Os vencedores nestas três categorias são atribuídos pela Futura. As restantes categorias têm um júri associado com nomes de referência ligados a cada uma das áreas que escolhem os vencedores através do somatório da votação.

INÊS APENAS ANUNCIA ÁLBUM DE HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO E CONCERTOS DE APRESENTAÇÃO





















Lisboa e Santarém, com o apoio da Antena 1.

INÊS APENAS apresenta "APENAS ABRIL", uma homenagem a José Afonso em formato álbum e concerto ao vivo. A artista lidera este novo projeto, que reúne temas de uma das figuras mais emblemáticas e revolucionárias da canção portuguesa, também conhecido por Zeca Afonso. Com novos arranjos da autoria de INÊS APENAS, o disco será lançado a 6 de abril, com versões contemporâneas pela voz de novos talentos da música nacional.

"O projeto "APENAS ABRIL" surgiu da necessidade de eternizar a obra de José Afonso, interpretada por artistas da nova geração e com arranjos da minha autoria. Tudo começou numa residência feita com a Carolina Viana, também conhecida por MALVA, e a Joana Rodrigues, produtora musical que completa a dupla redoma. Foi um momento único que quis, agora, eternizar em disco", afirma INÊS APENAS. A artista acrescenta que "a nossa liberdade nunca está garantida e é urgente passar a palavra, cantá-la constantemente e honrar quem lutou por direitos essenciais no nosso país. É uma necessidade e também uma grande responsabilidade. O reportório do Zeca Afonso reflete essa luta, todos os dias, e é uma horna poder cantá-lo".

O álbum, com lançamento agendado para 6 de abril, inclui temas como 'Venham Mais Cinco' ou 'Os Bravos', pela voz de INÊS APENAS e das convidadas especiais Bia Maria, Inês Monstro e do fadista Sérgio Onze. Em antecipação do disco, o tema 'Vejam Bem', interpretado por INÊS APENAS, é hoje lançado em todas as plataformas digitais.

INÊS APENAS confessa que "'Vejam Bem' foi sempre a melodia que mais me prendeu desde pequena e tinha a canção facilmente na ponta dos dedos, ao piano. Sabia tocar de trás para a frente e era o tema com o qual mais me identificava vocalmente. É uma canção intemporal, com uma mensagem muito pertinente nos dias de hoje e o início perfeito para lançarmos o APENAS ABRIL"

Os concertos de apresentação têm início em Leiria, no Teatro Miguel Franco, a 10 de abril, com passagens por Ourique, no Cine Teatro Sousa Telles, a 18 de abril, por Lisboa, na Casa Capitão, a 21 de abril, e a 24 de abril, em Santarém, na Ex Escola Prática de Cavalaria (entrada livre). "Estamos muito entusiasmados por celebrar Abril e o legado do Zeca Afonso nestes concertos ao vivo. Estarei sempre acompanhada pela Carolina Viana e a Joana Rodrigues, e contamos ainda com os convidados do disco. A nossa geração está acordada e consciente. Vivemos imensos desafios diariamente e sabemos a importância da obra que levamos a palco. Vamos cantar e dançar a liberdade", acrescenta INÊS APENAS.

O álbum e concertos "APENAS ABRIL" contam com o apoio da Antena 1.

Cantora, compositora e pianista, INÊS APENAS começou a sua formação musical no Orfeão de Leiria e licenciou-se em Piano Clássico na ESMAE, no Porto. Fez parte dos coros de Surma no Festival da Canção 2019 e foi aí que começou a sua descoberta como artista a solo.

Em 2021 lançou os primeiros singles como INÊS APENAS e em 2022 o EP de estreia “um dia destes”. Foi finalista do Festival da Canção 2023, com o tema 'Fim do Mundo' e editou o segundo EP de originais, "Leve(mente)", trabalho que inclui colaborações com LEFT., na faixa-título, com MALVA e SOLUNA, em 'Tensa' e 'La Nena' (nomeada na categoria de World Music nos International Portuguese Music Awards 2024), que a tornaram na única artista portuguesa com duas canções em simultâneo na playlist EQUAL Global do Spotify e 'Shhinfrim', tema premiado com uma menção honrosa nos Novos Talentos FNAC 2023.

Ainda em 2023, editou o EP "acústico", com versões intimistas a voz e piano de alguns dos seus temas, entre elas uma colaboração com Cláudia Pascoal e o inédito 'LEIRIA NÃO EXISTE', com airplay diário na Rádio Comercial, RFM e Renascença, entrada no Top 50 da plataforma Shazam, em Portugal, e o 15º lugar no Top Canções Virais do Spotify Portugal. Como compositora, INÊS APENAS escreveu ainda temas para vários artistas do panorama musical português como Aurea, IRMA, Catarina Filipe e Blaya, entre outros.

O aguardado álbum de estreia, "ÉTER", foi lançado em outubro de 2024. Coproduzido por INÊS APENAS, o disco inclui colaborações com IRMA, LEFT. MALVA, Milhanas, a participação especial do escritor João Tordo e foi considerado um dos Melhores Álbuns do Ano para a Blitz/Expresso. Ao vivo, a artista tem apresentado os seus originais em salas como o Teatro Maria Matos, Teatro Aveirense, Teatro José Lúcio da Silva e em festivais como o FNAC LIVE, Festival F, Super Bock em Stock e NOS Alive, entre outros.

Em 2026, INÊS APENAS lançou o tema 'Sinto Muito', com airplay diário na Rádio Comercial, RFM, Renascença, Antena 1 e Antena 3.

"AURORA" É O NOVI SINGLE DE LÍQUEN















Neste novo tema, Líquen convoca a tradição, incorporando um sample da Brigada Víctor Jara e versos do cancioneiro popular português na letra, transformando este legado através de uma paisagem sonora contemporânea.

O sample inicial funciona como herança viva, não como nostalgia, mas como ponto de partida, evocando a memória colectiva e a força do cancioneiro popular como instrumento de identidade e resistência. Partindo desta herança, Líquen constrói uma paisagem electrónica envolvente, onde o pulsar rítmico dialoga com versos que atravessam o tempo, do lirismo popular à crítica social directa.

A canção, consciente do passado e inquieta perante o presente, atravessa o amor, o trabalho, o peso das expectativas sociais e a domesticação dos desejos. O resultado é uma peça que respeita a raiz, mas recusa a estagnação, tal como a própria letra sugere.

‘Aurora’ chega acompanhada de um videoclipe e encontra-se já disponível em todas as plataformas digitais.

Líquen é também uma das primeiras confirmações para o Festival Bons Sons 2026, onde actuará no dia 6 de agosto.

Sobre LÍQUEN:

Líquen nasce do imaginário e da expressividade de Constança Ochoa, cantora natural de Coimbra, que alia a voz à poesia e às polifonias vocais. Com uma identidade musical fluida, o projecto navega entre a pop, a electrónica, o jazz e a música popular portuguesa.

Em 2024, lançou o EP de estreia,“I” (lê-se “um”), composto por quatro canções que mergulham em contrastes íntimos e universais, explorando revoltas internas e a fragilidade humana. O EP partiu de composições suas, aliadas a uma estratégia colectiva de produção com os músicos e produtores: Rui Jorge Lopes, Leonardo Patrício e Luís Pedro Keating. Nesta nova fase de Líquen, a lírica continua a ser assinada por Constança, mas a composição expande-se agora também ao trabalho colectivo em banda. O projeto passa assim a habitar as duas vertentes: a criação individual da autora e a criação colectiva.

Em 2025, Líquen foi a grande vencedora do Festival Termómetro e marcou presença nos festivais NOS Alive e Vodafone Paredes de Coura.

LUSTRE RECEBE EDMUNDO INÁCIO





















Edmundo Inácio abriu as portas… e nós entrámos logo sem bater.

O novo espetáculo é literalmente uma casa cheia de som: instrumentos por todo o lado, música a acontecer à frente dos nossos olhos e o público a virar banda sem dar por isso.

Uma hora de energia, improviso, emoção e aqueles momentos únicos que só acontecem mesmo ali. É mais do que um concerto. É uma celebração onde toda a gente faz parte da família.

Dia 25 de abril de 2026, no Lustre.

A casa está pronta.

GARANTE JÁ O TEU LUGAR

MARQUISE EM BRAGA





















Os @m.ar.qui.se não vieram reinventar a roda. Vieram lembrar-nos porque é que as grandes canções nunca passam de moda.

Entre a sensibilidade pop dos 80s e o rasgo cru dos 90s, com poesia abstrata e guitarras que tanto acariciam como explodem, a banda portuense apresenta Ela Caiu (2025), o disco de estreia que confirma o que já se adivinhava: isto é rock feito para ficar.

Dia 11 de abril, os Marquise sobem ao palco do Lustre para provar que a chama olímpica da canção intemporal continua bem acesa.

Lustre, Braga
11 de abril de 2026
O bilhete do concerto é o teu passe para a noite inteira no @lustrebraga - tens acesso às 3 áreas. Depois do concerto podes sair e voltar quando quiseres - basta apresentares a pulseira na entrada!

Promo finos: até ao final do concerto, pede 1 e leva 2. (É para brindar, claro.)

23h00 - Abertura de Portas
23h30 - Concerto

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XAUXAU DODÔ NO LUSTRE EM BRAGA

 



















Com o álbum de estreia debaixo da barbatana, o septeto de Barcelos traz-vos um retrato tão jazzístico quão minhoto do que significa isto da amizade nos tempos que (literalmente) correm, acrescentando umas pepitas de trip-hop, afrobeat e daquele verde branco fresquinho que nos ajuda a refrescar a alma, em crescente ebulição a cada concerto que nos oferecem.

Lustre, Braga
28 de março de 2026
O bilhete do concerto é o teu passe para a noite inteira no Lustre - tens acesso às 3 áreas. Depois do concerto podes sair e voltar quando quiseres - basta apresentares a pulseira na entrada!

Promo finos: até ao final do concerto, pede 1 e leva 2. (É para brindar, claro.)

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NOVO TEMA DE CRAVO

 



















Escrita recentemente, em março, “O Mar Que Eu Fiz” nasce de um sentimento de desorientação e cansaço perante o estado atual das coisas. Há uma percepção de ruptura — como se algo se tivesse perdido no caminho entre o passado e o presente — e, com isso, uma sensação constante de estar sem direção.

A canção constrói-se a partir dessa ideia: a vida “em terra” como um espaço confuso e difícil de habitar. Em contraste, surge o mar — um lugar criado pelo próprio, onde o escapismo funciona como refúgio e ferramenta de sobrevivência. Um espaço solitário, mas seguro. Um sítio onde, mesmo sozinho, a solidão pesa menos.

Musicalmente, o tema aproxima-se de uma linguagem minimal e direta, com influências próximas de Men I Trust: uma base rítmica simples e repetitiva sobre a qual tudo acontece de forma contida, deixando o foco no poema e na atmosfera. É uma canção sem excesso, onde cada elemento existe apenas porque é necessário.


Mais do que um tema isolado, “O Mar Que Eu Fiz” funciona como um retrato honesto de um estado emocional — e um convite a entrar nesse espaço.

A componente visual acompanha essa ideia de construção pessoal. A capa — retirada da animação — mostra cravo, com a sua máscara verde, a pintar o mar numa tela, com o próprio mar em fundo. A animação prolonga esse gesto em loop, reforçando a ideia de um espaço que é criado, habitado e repetido.

“O Mar Que Eu Fiz” sucede a “Bem-vindos”, “À Margem”, “Salta Desse Barco”, “Castigo”, “Chuva”, “No Fundo”, “De Lado”, “Direito” , “Lição” e “Fá Sustenido”, mantendo o formato de lançamentos regulares do projeto. Em paralelo, cravo encontra-se a preparar um novo conjunto de canções, animações e outros conteúdos a serem lançados ao longo deste ano.

O single estará disponível em todas as plataformas digitais a 27 de março.

Ficha Técnica
Projeto: cravo
Single: O Mar Que Eu Fiz
Data de lançamento: 27 de março de 2026
Duração: 4:01
Composição, voz, edição, produção, ilustração e animação: cravo

MATILDE LEITE EDITA DISCO DE ESTREIA “POR DIZER”





















Fotografia de Sofia Rodrigues.

Matilde Leite, cantautora lisboeta e uma das mais promissoras novas vozes da música pop nacional, lança o muito antecipado “Por Dizer”, disco de estreia numa edição de autor.

“Este é o momento em que todas as cartas e todas as palavras que escrevi em tempos, vêm ao mundo. Palavras estas que serviram de mecanismo para ultrapassar tempos mais difíceis e que compõem o meu primeiro álbum”, diz-nos Matilde Leite, numa nota mais pessoal sobre o lançamento do seu primeiro disco de originais.

Esta obra foi feita por uma artista em aprendizagem, que estava a aprender muita coisa em pouco tempo. Uma Matilde Leite que vivia de perguntas e que as colocou por escrito nas letras dos 9 temas que compõem “Por Dizer”, mas que entretanto já evoluiu e cresceu, já tem muitas outras camadas e respostas para além daquelas que foram escritas.

“Lançar este álbum é uma alegria. Finalmente vão poder ouvir o que andámos a preparar com tanto amor e verdade. É entregar uma parte de mim ao mundo numa tacinha de vidro e esperar que cuidem, que oiçam e que aproveitem para usar da forma que fizer mais sentido para cada um”, continua a artista.

De sonoridade mais pop e leve, mas de poesia densa, na voz de Matilde Leite, com a inspiração do fado sempre presente, a música portuguesa ganha uma nova vida, sendo reinventada com toques de modernidade e uma autenticidade própria.

“Por Dizer” é apresentado ao vivo na íntegra pela primeira vez no próximo dia 27 de março na Casa Capitão em Lisboa, seguindo depois para o Café Concerto Casa da Música a 14 de maio no Porto. Os bilhetes para ambas as datas já estão disponíveis.

Este disco de estreia de Matilde Leite é apoiado pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Sobre Matilde Leite:

Matilde Leite é uma cantora e compositora portuguesa, nascida em Lisboa em 2003. Desde muito nova, encontrou na música a sua forma de expressão mais profunda e pessoal.
Cruzando as suas influências, do Fado ao Pop e até ao Jazz, criou uma linguagem artística própria, onde a emoção e a verdade estão sempre no centro.

O seu percurso inclui participações marcantes em programas como The Voice Kids, Pequenos Gigantes, Festival da Canção Júnior e The Voice Portugal, bem como formação em jazz no Hot Clube de Portugal, experiências que contribuíram para a essência musical que hoje apresenta.

Em 2025, Matilde começou a dar a conhecer ao mundo o seu primeiro projeto original com o lançamento do seu primeiro single “Sem Ti”, em maio. Dia 26 de setembro, vem ao mundo o seu segundo single “Medo” em colaboração com Rita Onofre.

Estas canções integram o seu álbum de estreia, "Por Dizer" de 2026.

Com uma voz distinta, escrita íntima e uma sonoridade que vive entre a tradição e a reinvenção, Matilde Leite afirma-se como uma das novas vozes da música portuguesa.
 


CELSO APRESENTAM NOVO ÁLBUM INDIECORNO EM LISBOA





















Fotografia: Ana Silvestre

O segundo disco do quinteto indie rock será apresentado a 26 de março, na Casa Capitão, em Lisboa. Os bilhetes já estão à venda.

"INDIECORNO" é o aguardado álbum dos CELSO, já disponível em todas as plataformas digitais. Como o próprio título indica, o segundo disco do coletivo lisboeta é uma síntese sonora e temática do caos geracional dos 20s e a entrada na vida adulta. O sucessor de "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", de 2021, apresenta uma versão mais madura dos CELSO e uma banda que assume o controlo criativo sobre a sua obra.

Os CELSO descrevem esta fase como "um reflorescer por completo. Embora seja o nosso segundo disco, assume-se como aquele em que verdadeiramente tivemos o maior controlo da estética, produção e sonoridade. Isso deve-se, principalmente, ao facto de ter sido 100% gravado e maioritariamente produzido por nós, num processo muito cerebral em que a própria produção se mistura com a composição".

Escrito pelo quinteto lisboeta e coproduzido maioritariamente com Pedro Joaquim Borges (João Borsch, NAPA), "INDIECORNO" apresenta uma mistura aguerrida de eletrónica, folk, indie e pós-punk. O início deste universo teve início em 2023, com o single 'LUCi', ao qual se seguiu 'DOPAMINADO', de 2024, 'INDIECORNO', lançado no final de 2025, e o mais recente 'V-VOADOR', editado já em 2026.

'V-VOADOR', contam os CELSO, "é um tema de rock/hardcore mascarado de eletrónica. Intenso, veloz, quase sufocante. Vomita informação em rajadas, num overload constante que espelha o consumo excessivo e o aceleracionismo tecnológico que nos atravessa. Estamos todos ligados, todos expostos, todos a competir por atenção num sistema que nunca dorme, e que nos deixa numa solidão e degeneração física fatal".

Formados em 2017 e compostos por João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria), os CELSO apresentam o novo trabalho, "INDIECORNO", a 26 de março, na Casa Capitão, em Lisboa. O novo espetáculo, revela a banda, é "mais contundente, mais estético, com uma sonoridade aprimorada que nos obriga a trazer novas soluções para o palco - o nosso vocalista João Paixão vai estar mais livre para cantar e explorar o espaço à sua volta. Vamos tocar o disco na íntegra mas, quem sabe, se não tocamos também alguns temas antigos".

"INDIECORNO", o novo álbum dos CELSO, está disponível em todas as plataformas digitais.

A música uniu um grupo de amigos a terminar o secundário por volta de 2017. Nasceram assim os CELSO, banda lisboeta que se assume como alternativa com toques de eletrónica, folk, indie e pós-punk, uma sonoridade que João Paixão (voz, guitarra), Duarte Igreja (guitarra), Miguel Casquinho (baixo), Martim Baptista (teclas) e Francisco Fontes (bateria) descrevem como celsofilia.

O primeiro álbum dos CELSO, "Não Se Brinca Com Coisas Sérias", foi editado em 2021 e colocou a banda no mapa da cena indie, por conta de canções como 'Bate-Papo', 'Queimar Tempo', 'Rambóia' e 'Más Línguas'. Gravado e produzido maioritariamente por Artur Gomes da Costa, com mistura e masterização de Luís Montenegro, o disco deu a conhecer oito faixas sobre vários paradoxos e contra sensos sonoros e temáticos, com recurso à “portugalidade” e ao tradicional, com espaço para experimentação, ligeira galhofa e esporádica subversão. "Não Se Brinca Com Coisas Sérias" passou por palcos como o Musicbox, Capitólio, Mouco e Plano B e levou o grupo a festivais como o MIL Lisboa e a Festa do Avante.

Em 2023 os CELSO deram início a um novo universo narrativo com o single 'LUCi'. Seguiu-se 'DOPAMINADO', de 2024, 'INDIECORNO', lançado em 2025, e 'V-VOADOR', já em 2026. Foi com estas canções que os CELSO deram o mote para o segundo álbum, "INDIECORNO", um conjunto de canções que exploram o caos geracional dos 20s e a entrada na vida adulta, no qual a banda assume total controlo criativo sobre a sua obra.

NOVO CLIP DE TOLI CÉSAR MACHADO



O segundo álbum em nome próprio de Toli César Machado continua a dar frutos. Depois de "Calipso Amor" feat. Ela Vaz, "Sul" feat. Hélder Moutinho, e "Luz" feat. Marisa Liz, o músico e compositor lança, agora, o videoclip do tema-título "Noir" feat. Ianina Khmelik. 

Com a particularidade de ter sido realizada pelos alunos do 2.ª ano da Licenciatura em Cinema e Audiovisual – Ramo Audiovisual, no âmbito da Unidade Curricular de Projeto Audiovisual da Escola Superior de Media Artes e Design (ESMAD), do Instituto Politécnico do Porto (P.PORTO), o videoclip de "Noir" conta com a colaboração da violinista Ianina Khmelik, que também participa no disco e faz parte da banda de Toli César Machado, ao vivo.

Recorde-se que o “Noir”, o esperado sucessor de "Espírito – Contrário da Escuridão" (2018), foi editado no final de 2023. Produzido por Toli César Machado e por Rui Maia, conta com letras de Tiago Torres da Silva, Edu Mundo, Vasco Barreto, Hélder Moutinho e Mário Alves; as vozes de Ela Vaz, Marisa Liz, Valter Lobo, Marcela Freitas, Hélder Moutinho e Zeca Medeiros; e a guitarra portuguesa de Ricardo Parreira. Conta ainda com a colaboração dos músicos Ianina Khmelik, Luísa César Machado, Wallow Choir e Telmo Marques.
Em “Noir”, a prioridade é a palavra. Um disco cinematográfico que nos convida a viajar pelo imaginário da estética que marcou os anos 40.