2 - Maro - Kiss me
3 - Silly Boy Blue - In this city
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
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Os Saia apresentaram o single “Voltar a Ter”, no dia 05 de dezembro lançam hoje o vídeo.
“Voltar a Ter” parte da saudade para chegar à esperança, evocando as noites longas, o som que vibra no peito e a liberdade de dançar sem destino. A letra revisita a intensidade dos momentos que se tornam inesquecíveis justamente pela sua aparente banalidade, propondo uma reconexão com aquilo que, para muitos, define a juventude e os lugares onde esta se vive. “É um convite para voltarmos a sentir a vida com intensidade”, resume o vocalista Luís Gaio.
Musicalmente, o tema mantém a identidade dos Saia, assente em melodias em português, groove marcado e arranjos que cruzam o pop-rock, o disco-funk e influências do blues.
Formados em 2019 por Luís Gaio e Luís Barros, os Saia nasceram do desejo de criar um projeto centrado na canção portuguesa. Com o single de estreia, “Tempo”, lançado em 2021, e a edição do EP “Manual do Amor” no ano seguinte, a banda consolidou a sua presença em palcos nacionais, passando por eventos como o Marés Vivas, a Feira de São Mateus e o AgitÁgueda. O grupo apresenta-se ao vivo com oito músicos em palco — Luís Gaio (voz), Luís Barros (keytar), David Fialho (bateria), Pedro Vieira (teclado), João Martins (guitarra), João Rato (baixo), Fábio Matos (trombone) e Pedro Costa (trompete) — num formato que amplifica a energia rítmica que tem marcado o seu percurso.
“Voltar a Ter” assinala o arranque de uma nova etapa para os Saia, que se preparam para revelar mais novidades ao longo de 2026.
Maria León regressa em 2026 com o seu terceiro álbum a solo intitulado Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma, com uma sonoridade dentro da esfera da World Music (Músicas do Mundo), dando ênfase aos instrumentos acústicos nela inseridos. Um trabalho que surge no seguimento da expressão da sua maturidade artística e procura da autenticidade.
Porquê o título Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma? Além de ser o título de um dos temas do álbum, a maior parte das canções, foram escritas à noite, como se no espírito do seu imaginário, inspiradas sob o olhar suave da lua, onde o mundo à volta se encontra em silêncio e os sentimentos afloram. Contam pequenas histórias, expressando nas palavras cantadas, a poesia dos sentimentos, refere Maria León
O novo álbum, "Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma", é constituído por oito temas originais, onde Maria León nos convida a mergulhar no Universo contemplativo das suas canções. São um elogio cultural à poesia de trovador, com alusão às cantigas de amor e de amigo, assim como à poesia lírica e descritiva, à natureza e elementos femininos, mas com uma abordagem contemporânea e universal, incluindo um poema de Fernando Pessoa, “Presságio”.
No alinhamento das canções do álbum Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma, destaca-se o tema “Miragem” - terceiro single do álbum, trabalhado em coautoria com Rodrigo Leão, e dois temas de Carlos Maria Trindade (Ao Deus dará) e (E tão imóvel me deixo). Ambos os músicos que integraram os Madredeus, transportam neste projeto, temas que vão ao encontro do universo feminino, caracterizado no espírito deste álbum.
“Barquinho de Papel” o single de estreia de Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma, autoria de Maria León, é uma canção que evoca o universo mágico da infância e o amor incondicional da maternidade. Com as participações especiais de Carlos Maria Trindade (piano e arranjos) e Rão Kyao (flauta transversal), este single reflete a sonoridade mais acústica e clássica de "Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma", com Maria León, também presente na direção artística e na produção, Fernando Cunha.
Neste álbum, Maria León apresenta em parceria de composição com o seu irmão Pedro León,dois temas (A Sós e Meu Grande Amor) inspirados na MPB, a que Maria León chama a este pequeno Universo; Lisboa Bossa, em homenagem aos compositores do Brasil que ambos ouviam durante a adolescência. (Tom Jobim, João Gilberto, Vinícius de Moraes, Toquinho… entre outros).
Os instrumentos incluídos nas composições musicais de Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma trazem-nos um ambiente mais clássico próprios das músicas do mundo, com ênfase nos pianos de Carlos Maria Trindade e Emanuel Andrade, assim como a guitarra clássica, violoncelo, flauta e percussões tocados pelos músicos convidados.
Com "Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma", Maria León reafirma o seu compromisso com a música e a arte de bem cantar as palavras na língua portuguesa, que nos tocam a alma, criando um álbum sensível, que incita a inspirar a sensibilidade de cada um de nós.