quarta-feira, 5 de março de 2025

CICLO INQUIETAÇÃO ARRANCA ESTA SEMANA COM TERESA SALGUEIRO E CACHUPA PSICADÉLICA





















Entre 6 de março e 27 de maio, o B.Leza recebe o ciclo Inquietação, com artistas que desafiam fronteiras sonoras e culturais. Esta quinta-feira o arranque é assegurado com um duo inusitado em palco, Teresa Salgueiro e Cachupa Psicadélica.

No primeiro dia de “Inquietação”, a noite de abertura apresenta dois nomes de excelência do panorama musical lusófono. Neste ciclo de concertos pretende-se destacar artistas que desafiam, que trazem inovação sonora, cruzamentos de géneros musicais e questões culturais profundas - que inquietam.

Teresa Salgueiro é uma voz emblemática de Portugal no mundo. Recebeu com alegria e entusiasmo o convite para se apresentar no mítico B.Leza, no âmbito da programação ‘’Inquietação’’. Com os Madredeus gravou 9 discos de música original, com cinco milhões de álbuns vendidos em todo o mundo e, com a sua presença discreta e delicada e a sua voz inconfundível, foi a figura de proa desses primeiros representantes internacionais de um Portugal moderno, depois de Amália Rodrigues. Com uma trajetória de mais de 35 anos na música, que a levou a uma viagem constante e ininterrupta, dará em breve origem a um terceiro disco de originais. Pela singularidade do seu universo poético e musical, esta sua passagem pelo B. Leza, será um momento irrepetível de celebração e reflexão, através de arranjos inéditos para canções que simultaneamente marcam o seu percurso na música e a projetam para o futuro.

Lula's ou Cachupa Psicadélica, nascido e criado na ilha de São Vicente (Cabo Verde), foi criança nos anos 80 e apaixonou-se pelo rock de Seattle na adolescência, num Mindelo de roqueiros latinos. Até à data, conta com dois discos editados: “Último Caboverdiano Triste” (2015) e “Pomba Pardal” (2019). Cachupa Psicadélica tem colaborado com uma série de artistas, entre os quais Branko, Cristina Branco e Mayra Andrade

Sobre o "Inquietação":
A Ao Sul do Mundo apresenta Inquietação, um novo ciclo de música que reúne artistas visionários e inovadores no emblemático B.Leza, em Lisboa. Inquietação pretende destacar artistas que desafiam, trazem inovação sonora, cruzamentos de gêneros musicais, profundos significados e questionamentos culturais. Durante 7 noites, Inquietação ocupa o B.Leza e convida o público a uma viagem musical imprevisível.

Parte essencial do Inquietação e da sua identidade é a curadoria de artistas; nomes que nos movem através da beleza, coragem e relevância de suas mensagens - permitindo um espaço de reflexão, solidariedade e expressão. Nesta primeira edição de um evento que pretende tornar-se anual no calendário cultural da cidade, o ciclo conta com: Teresa Salgueiro, Cachupa Psicadélica, LANDA, Oko Ebombo, Sérgio Onze, Acácia Maior & Nancy Vieira, Paulo Flores, EBLA, Léonie Pernet, Sandrayati, Labess, Fvbricia e Majur.

Mais do que um ciclo de concertos, Inquietação pretende ser um espaço de partilha e descoberta, onde a música transcende o entretenimento e se afirma como um lugar de expressão. É sobre espetáculos que ousam, que nos convidam a repensar o mundo e que, acima de tudo, inquietam – nos sentidos, na mente e no coração.

CARTAZ COMPLETO:

- 06 março - Teresa Salgueiro + Cachupa Psicadélica
- 11 março - LANDA + Oko Ebombo
- 01 abril - Sérgio Onze + Acácia Maior & Nancy Vieira
- 24 abril - Paulo Flores
- 08 maio - EBLA + Léonie Pernet
- 20 maio - Sandrayati + Labess
- 27 maio - Majur + Fvbricia

Bilhetes: A venda na Ticketline & nos locais habituais.
Preços: Pass Geral 100€, Bilhete Normal 20€, Bilhete Jovem (-30anos) 18€

DUO MXGPU (MOULLINEX △ GPU PANIC) ESGOTA ESPETÁCULO NO MAAT EM 72H E ANUNCIA SESSÃO EXTRA





















Fotografia de Ana Viotti

O duo MXGPU, que une as forças altamente criativas de Moullinex e GPU Panic, esgotou o espetáculo de estreia, na Galeria Oval do MAAT, dia 22 de março, em apenas 72 horas. Dada a elevada procura por parte dos fãs, a dupla acaba de anunciar uma sessão extra no mesmo dia, 22 de março, às 18h30. Os bilhetes já se encontram disponíveis para venda em exclusivo na plataforma Shotgun.

O duo oficializou recentemente o seu novo projeto com o anúncio destes espetáculos únicos e ainda a edição de um primeiro álbum. Também o concerto no Porto, na Casa da Música, está praticamente esgotado, o que comprova o tremendo sucesso que o projeto, único a nível musical mas também visual, tem alcançado. Reconhecimento esse que já lhes valeu a nomeação nos Prémios PLAY 25 para melhor videoclipe, com o tema Towards The Sun, realizado por Ruben do Valle.

Recorde-se que no passado dia 08 de fevereiro, o duo em parceria com o MAAT, apresentou duas sessões pop-up, exclusivas e limitadas, inseridas na extraordinária exposição imersiva de Anthony McCall, Rooms, que está patente no museu. A série Solid Light Works de McCall foi uma referência absolutamente essencial no universo visual do espectáculo de MXGPU (Moullinex △ GPU Panic), pelo que uma performance da dupla nesta exposição foi um momento em que o círculo se completou.

A experiência imersiva do espectáculo de MXGPU vive no coração da pista de dança, em formato 360º, e esbate as fronteiras entre o palco e o público. Mas o duo quer ir mais longe e, para 2025, já está prometida a edição do disco de estreia, que assenta na exploração para lá dos limites da música de dança e redefine a experiência de um espectáculo ao vivo para públicos globais.

Moullinex e GPU Panic são, respectivamente, Luís Clara Gomes e Guilherme Tomé Ribeiro, produtores, compositores e performers, cuja colaboração, com raízes em Lisboa, Portugal, tem no seu âmago a intersecção da humanidade com a eletrónica, mediadas pela música de dança. Esta parceria criativa inicia-se em Hypersex, de 2017, o terceiro álbum de Moullinex, e estreita-se cada vez mais desde então, justificando um novo nome, conjunto, que sinaliza um todo que suplanta a soma das partes.

Através dos lançamentos na Crosstown Rebels, Watergate, TAU, e sobretudo na sua casa Discotexas, cativaram audiências em todo o mundo com as suas actuações imersivas na Europa, Ásia e América Latina. Remisturado por artistas como Patrice Bäumel e apoiados por tastemakers como &ME, Adriatique, Damian Lazarus e Rüfüs du Sol, o seu som é hoje em dia parte essencial da cena clubbing global.

MXGPU é uma interrupção.
Um grito na escuridão.
Um rasgo transformador.
Uma claridade repentina.

MXGPU: o duo de Moullinex △ GPU Panic

NOVO SINGLE DE FÁVIO TORRES













Flávio Torres
acaba de lançar "Vamos", o segundo single retirado do seu novo álbum "Cosmo Pop", editado no passado dia 7 de fevereiro. O tema sucede a "Grito", primeiro avanço do disco, lançado a 17 de janeiro, que contou com a participação de José Cid e João Cabrita. Com este novo lançamento, acompanhado por um videoclipe, o artista dá continuidade à apresentação do seu mais recente trabalho, que reúne influências do rock, pop, folk, trip-hop, blues e world music.

"Vamos" é uma canção que reflete sobre autenticidade e resiliência, num tempo em que a aparência muitas vezes se sobrepõe à essência. Combinando a energia do rock com atmosferas eletrónicas e uma linguagem pop acessível, o tema transmite uma mensagem de força e união, convidando à superação e à procura da verdade individual. A letra reflete a busca por identidade num cenário de desconexão e ilusão, funcionando como um apelo à coragem de ser quem realmente somos.

O single integra o alinhamento de "Cosmo Pop", um álbum que se propõe a explorar as dualidades da existência, navegando entre luz e sombra, intimismo e explosões de energia. Ao longo de 12 temas, Flávio Torres aborda temas como amor, espiritualidade, doença mental, medo e aceitação, criando uma experiência imersiva e introspetiva. O disco, produzido integralmente pelo próprio artista, conta com diversas colaborações, incluindo José Cid e João Cabrita em "Grito", Alex Liberalli e Edgar Petejo em "Samfado", João Clemente em "Sem me Entender" e Bernardo Barata em "Na Mesma Mão". A masterização ficou a cargo de Antonio D’Amato, em Milão.

Flávio Torres, que assina a produção, composição e arranjos do álbum, gravou também instrumentos como guitarras, teclados, sarod, pianos e programações, imprimindo uma identidade pessoal e distintiva ao disco. "Cosmo Pop" assume-se como um convite à introspeção e transformação pessoal, explorando sonoridades diversas e atravessando diferentes estados emocionais.

O videoclipe de "Vamos" já se encontra disponível, ampliando a dimensão visual e narrativa do single. O álbum "Cosmo Pop" e os temas "Grito" e "Vamos" estão disponíveis em todas as plataformas digitais.

"Cosmo Pop" já se encontra à venda. Na compra do CD ou vinil, 1 euro reverte para a APPACDM Covilhã, uma associação dedicada à inclusão e ao apoio a pessoas com deficiência mental.

NOVO CLIP DE ELETRIC MAN















Poderão as nossas escolhas, que fazemos com base na nossa liberdade, levar-nos a locais onde ficamos prisioneiros dessas próprias escolhas? Sim.

Podermos escolher, não quer dizer que faça com que as nossas escolhas sejam as certas. Para nós serão, sempre, certamente.

"Modo de Vida" conta com pequenas passagens de uma entrevista ao escritor Luiz Pacheco e tem um vídeo feito por Jaasiel Caldera.

Faz parte de Dream It Yourself, o mais recente disco de Electric Man que estará ao vivo na Casa do Comum, em Lisboa, no próximo dia 8 de Maio

Acreditar. Sonhar. Acordar. Acreditar. Sonhar. Fazer. Quantos de nós consegue? Quantos de nós fica a ver? Numa sociedade cada vez mais estranha e escrava do facilitismo, a autenticidade vai-se desvanecendo por entre os dedos e a inércia fica de olhos esbugalhados, muito atenta, a deixá-la ir. No entanto, a luta faz parte do querer e é o querer que nos alimenta o sonho e a vida!

Dream It Yourself é o terceiro disco de Electric Man, não só marca os 10 anos de projecto como pretende mostrar que o ser humano precisa de pensar e sonhar por si. Criado em combustão lenta, é uma compilação de singles que têm vindo a ser lançados desde o seu último disco Electric Domestique (2017) e de temas novos. A sonoridade do disco aborda a electrónica com guitarras distorcidas e um loop viciante de ritmo e densidade aliciantes, trilhado pelo post punk com ligeiros traços de dark wave e synth rock.

Em jeito de antecipação, em 2020 nasceram dois singles: “Much More Space”, onde contou com a participação de Suspiria Franklyn, a antiga vocalista dos Les Baton Rouge e “Modern Machine”, música onde explorou de forma mordente o resultado da ligação biónica do Homem com a máquina, e o narcisismo desmedido encontrado nas redes sociais. “Believer” veio em 2021, marcado por um ambiente mais "escuro", com rasgos música de industrial e “Another Take Please” saiu em 2023, onde é ressalvado o prazer de cometer erros e os repetir. “Keep it in Mind” também em 2023, teve a participação do músico espanhol Ramos Dual, no beat, e baseia-se num devaneio sobre os novos influenciadores; e, por fim, "O Espetáculo", lançado em 2024, é seu primeiro tema em português, criado através de pequenos excertos de uma entrevista a Almada Negreiros gravada para o Canal 1 da RTP, em 1968.

Dream It Yourself saiu no dia 10 de Fevereiro numa edição super limitada em CD e foi apresentado no passado dia 22 na ADF, em Lisboa. A 13 de Janeiro saiu a homenagem a The Parkinsons com o vídeo do single “New Wave”.

NOVO SINGLE DE LÁZARO NA COMPANHIA DE MONKSMITH





















© Pine Eyes

Lázaro acaba de lançar o seu mais recente single ‘Onde É Que Vais?’, tema em colaboração com o Produtor Monksmith, onde se apresenta num registo mais urbano com nuances R&B que o posicionam noutra dimensão do panorama musical português.

Há muito que o artista guardava este seu lado na gaveta e chegou o momento de desarrumar o quarto - é o abrir de portas a todas as sonoridades que o preenchem e estavam escondidas. O Pop não fica para trás, segue de mãos dadas com tudo o que será a expressão de Lázaro daqui em diante.

Depois de cinco singles de puro POP Português, meio milhão no single de estreia e um feat com Rita Rocha, ‘Onde É Que Vais?’ coloca em cada rima, o feeling que faltava - esta é a pergunta que traz as respostas certas.

“Esta música perdida no meu computador, comecei-a em 2021 e acabei-a em 2025… acabou por ir ficando de lado, sempre que as sonoridades mais comerciais chegavam. Como é uma música ao piano, convidei o Monksmith para a fazer comigo, por admirar bastante o seu trabalho, é este o resultado!” afirma Lázaro.

Com produção de Monksmith e mistura de JANGA, Lázaro assume agora esta ponte entre o passado e o futuro - ‘E AGORA?’ foi a questão que deixou no ar, mas é na próxima pergunta que o artista encontra aquilo é a sua identidade artística, a sua nova sonoridade - ‘Onde É Que Vais?’ - é esta a resposta e o caminho.

Lázaro acrescenta “esta música fala sobre o término de uma relação longa em que só uma das partes é que lutava para que a mesma continuasse, “despe o amor que eu não te dava”. Acho que é uma música que me representa muito enquanto artista apesar de ser ainda uma introdução do que vou fazer daqui em diante… é uma boa ponta solta do livro que aí vem.”.

Como o artista afirma, ‘Onde É Que Vais?’ é apenas a introdução do que vem aí. O novo single encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais e conta com o selo da Universal Music Portugal.

terça-feira, 4 de março de 2025

PROGRAMA DE 04/03/25















1 - Turning Point - Exergo
entrevista Turning point
2 - Turning Point - Porque a lua se quebrou
3 - Dealema - A causa perdida

4 - Gana - Mundo a sós (feat. Andrea Verdugo)
5 - The Black Archer - Gene Maoa

NOVO TEMA DE ROXANNE BEA





















B i o

Roxanne Bea é o nome artístico da cantora e bailarina profissional conimbricense Ana Beatriz Capitão, que gosta de brincar com as suas muitas inflências musicais, misturando a música mais moderna com as raízes tradicionais da música portuguesa e também da música africana.

Depois da sua participação no projeto Revenge of the 2000's, no qual atuou perante milhares de pessoas e impressionou o público com as suas energéticas e carismáticas performances ao vivo, Roxanne apostou num percurso a solo, conquistando, com as suas intepretações, uma audiência de alguns
milhares de visualizações no Tik Tok e no Instagram.

“Passado” é o título do seu segundo single a solo, recém chegado às plataformas digitais.

N O V O S i n g l e | “ P a s s a d o ”

Composição: Roxanne Bea e André Mousinho Produção: André Mousinho | F22Records "Passado" é uma balada intimista que explora a dor, a saudade e as memórias deixadas pelo final de uma relação. A melodia combina influências modernas e toques tradicionais da música portuguesa. Roxanne entrega uma interpretação crua, autêntica e cheia de sentimento, intimidde e perda.

A produção de André Mousinho pretendeu trazer alguma sofisticação a um conteúdo evocativo de estados de alma habitualmente carregados.

Link para Escuta:
https://found.ee/PassadoRoxanneBeaOutNow

Lançamento oficial:
31 de janeiro de 2025

Disponível em todas as plataformas digitais a partir de 31 de janeiro de 2025.

M E N S A G E M D A A R T I S T A

"Passado foi escrita num momento de introspeção, refletindo sobrem memórias que, de alguma forma, continuam a fazer parte de nós.m Espero que esta música toque o coração de quem a ouvir e que cada pessoa a sinta como sua."

Roxanne Bea

D I s C O G R A F I A

"À Noite" – Jetuga & Roxanne (Abril de 2023)
"Ficou Pela Metade" – Single a solo (Junhode 2023)
"Tempo de Antena" – Participação especial com Jetuga (Outubro de 2023)
"Passado" – Lançamento a 31 de janeiro de 2025

FESTIVAL MÊDA+ ANUNCIA PRIMEIROS NOMES























O Festival Mêda+ regressa este verão para a sua 11.ª edição, a decorrer entre os dias 24 e 26 de julho, preservando a sua identidade de festival de acesso livre, com entrada e campismo gratuitos. O evento, que se estabeleceu como um marco no panorama dos festivais de verão em Portugal, volta a apostar num cartaz diversificado e na promoção da música nacional, tendo já confirmadas as atuações de 800 Gondomar, Conferência Inferno, Caio, Amaura, MAQUINA., Them Flying Monkeys, Quadra, Manga Limão, Bombazine, Girls 96, Félix Gambino, Rossana, Mike El Nite, Humana Taranja e Evaya.

A edição deste ano arranca com um warm-up no dia 23 de julho, seguindo-se três dias de concertos no cenário único da Mêda, cidade que acolhe o festival desde a sua criação, em 2010. O Mêda+ mantém-se fiel ao seu compromisso de apoiar novos talentos da música portuguesa, ao mesmo tempo que promove um evento inclusivo e acessível a todos.

Desde a sua primeira edição, o Festival Mêda+ tem vindo a consolidar-se como um evento singular no circuito nacional, promovido por uma associação juvenil sem fins lucrativos. Com um forte espírito de comunidade, diferencia-se não só pela entrada gratuita e pela qualidade do cartaz, mas também pelo ambiente acolhedor e pelas infraestruturas disponíveis, incluindo um parque de campismo gratuito e um complexo de piscinas municipais acessível ao público.

Em breve, a organização revelará o cartaz completo e mais novidades, incluindo, pela primeira vez, programação cultural complementar à oferta musical.

DUARTE AO VIVO

 



















7 de Março - 21H30 - Cine Teatro Vianense - Viana do Alentejo
11 de Março - 21H30 - Coliseu Club – Lisboa

Duarte apresenta neste ano de 2025 um novo concerto, no âmbito do seu mais recente trabalho “Venham Mais Vinte 2004-2024”, acompanhado pelos seus músicos habituais, Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), João Filipe (viola de fado) e Carlos Menezes (contrabaixo).

Vão fazer parte do alinhamento alguns dos temas mais marcantes dos seus discos anteriores: Fados Meus (2004); Aquelas Coisas Da Gente (2009); Sem Dor Nem Piedade (2015); Só A Cantar (2018); No Lugar Dela (2021); e do novo disco Venham Mais Vinte 2004-2024 (2024).

Este será um concerto muito especial, que marca o trajecto musical de Duarte.

Ao longo destes anos, habituámo-nos a admirar a voz de Duarte não só pela sua singularidade tímbrica ou pela enorme expressividade (falada e teatral, nalguns momentos, com uma noção muito exacta daquilo que os versos pedem), mas também pela firmeza consciente e inegociável em cantar poemas que ferem e que alfinetam, que não se acomodam a abstracções amorosas ou a versos que pouco mais fazem do que rimar para enfeitar canções que nada dizem.

Quando canta, Duarte é sensível e doce, cáustico e sarcástico, reflexivo e filosófico, consoante aquilo que a música lhe pede em cada instante.

Gonçalo Frota 

Programa

Estado Limite – Letra e Música Duarte
Não Inventes – Letra José Carlos Barros / Música Armando Machado - Fado Licas
Reviravolta – Letra e Música Duarte
Mais do Mesmo – Letra Duarte / Música Joaquim Campos - Fado Rosita
Dizem – Letra Duarte / Música Carlos da Maia - Fado Perseguição
Covers – Letra Duarte / Música João do Carmo Noronha - Fado Pechincha
Sobretudo Cinzento – Letra Duarte / Música Raúl Pinto - Fado Raúl Pinto
Instrumental
Maria da Rocha – Letra João Monge e Popular / Música Popular
Rapariga da Estação – Letra e Música Duarte
Quadras Dum Dia Sozinho – Letra Duarte / Música Duarte e Carlos Manuel Proença
Terra da Melancolia – Letra e Música Duarte
Mistérios de Lisboa – Letra Teresa Font / Música Duarte
Não Importou Que Ficasse – Letra e Música Duarte
Saudades Trazes Contigo – Letra Duarte / Música Popular - Fado Mouraria

Ficha Técnica

Som – Cândido Esteves
Iluminação – António Martins
Gravação – Fernando Nunes
Vídeo – Carlos Miranda
Produção – Alain Vachier, Duarte Moita
Assistente de Produção – Anaïs Vachier
Assessoria de Imprensa – Paula Cabeçadas, Cristina Pereira
Grafismo – António Faria
Produção Executiva – AVManagement


segunda-feira, 3 de março de 2025

PROGRAMA DE 03/03/25

1 - Crianças do Labirinto - Os braços da vida
2 - La Chanson Noire - Bordel de lucifer
3 - Turning Point - Talvez idílio
4 -  mARCIANO - Bissectriz
5 - Ocaso Épico - Frágil
6 - 3 Pastorinhos - Não digas nada
7 - Gana - Mundo a sós (feat. Andrea Verdugo)
8 - Dealema  - Arte de viver
9 - U.NU - Nasciso ou o critico musical levanos ao paraiso
10 - Mão Morta - É proibido
11 - Murro - Bastonada
12 - Bizarra Locomotiva - Vetor arcano
13 - Linda Martini - Cão-tinhoso
14 - Moloch - Nervos

NO SALÃO BRAZIL

 














SO DEAD + Chauscape (1ª parte)
7 março. 21h30

Depois do sucesso do EP ("Wait to die") e do álbum ("Play me like a doll"), o ano de 2025 marca uma nova abordagem na sonoridade dos So Dead.

Dois singles e um LP, compõem a trilogia que culmina com o lançamento do longa duração agendado para Maio deste ano. "PUSH", o primeiro single, afasta-se dos últimos registos e vai ser apresentado dia 7 de Março, no salão mais famoso de Coimbra.

A primeira parte ficará a cargo de "Chauscape", projeto a solo do músico Pedro Chau.

Abertura de portas: 21h00
Bilhetes: 8€
COMPRAR BILHETES AQUI

JAZZEGO LANÇA "BOURGEOIS REMIXIES"

 












A Jazzego tem o prazer de anunciar o lançamento de "Bourgeois Remixes", uma coleção dinâmica de cinco reinterpretações que expandem os horizontes do single original de Nelembe.

Este EP de remisturas apresenta um elenco notável de produtores nacionais e internacionais, cada um trazendo a sua perspetiva única para a obra.

O EP apresenta cinco remisturas distintas do tema "Bourgeois", complementadas por uma faixa bónus especial - uma nova versão de "Le Plaisir", originalmente presente na compilação "Granito II", agora reimaginada pelo aclamado produtor Azar Azar.

Entre os destaques, encontramos a visão dub meticulosa de Gaztween, que transporta a faixa para territórios sonoros inexplorados, enquanto Rui Martins, mais conhecido como membro da banda Bardino, faz a sua estreia como remisturador com uma abordagem contemporânea focada na energia contagiante das pistas de dança.

Jazzego Club Cuts, projeto que marca a estreia da colaboração entre Hugo Oliveira e André Carvalho, contribui com uma remistura que funde elementos de house music com breakbeats sofisticados.

A presença internacional fica marcada pela participação especial de James Rudie, fundador da respeitada editora Dance Regular e alumni do lendário coletivo CoOp, que fecha o álbum com uma remistura Bruk que demonstra toda a sua mestria no género.

BANDUA LANÇA NOVO SINGLE ‘SENHORA D’AZENHA’















O novo single dos Bandua é a sua interpretação de um antigo canto e oração que lhes foi transmitido pela cantadeira Idalina Gameiro de Penha Garcia.

A Senhora d’Azenha pertence a uma tradição centenária portuguesa de Carpideiras – mulheres profissionais de luto que choravam e cantavam pelos mortos. Outrora uma atividade considerada inadequada para os homens, agora os Bandua abraçam este ritual num mundo que morre e se renova perpetuamente, honrando uma prática que permanece profundamente relevante.
 
O novo single dos Bandua é a sua interpretação de um antigo canto e oração que lhes foi transmitido pela cantadeira Idalina Gameiro de Penha Garcia.

Um dueto etéreo e profundamente comovente de baixo e voz, esta canção é uma interpretação de uma oração tradicional da região da Beira Baixa, que apela à Nossa Senhora da Azenha para proteger o povo e a terra de Portugal. O seu santuário, situado entre as aldeias de Monsanto e Penha Garcia, guarda os ecos de uma antiga lenda - de um pastor, de uma boneca escondida e de um carvalho que não quis revelar o seu segredo. Ainda hoje, dizem que os restos dessa mesma árvore fazem parte das paredes do altar.

Juntamente com a canção, é publicado um videoclipe fascinante, por Vincent Moon, um cineasta profundamente talentoso, explorador de som e viajante cujo trabalho captou vozes e rituais de todos os cantos do mundo. O seu olhar perspicaz transformou este momento em algo verdadeiramente especial.

E para aqueles que estão a pensar - sim, isto marca o primeiro vislumbre do tão esperado segundo álbum dos Bandua, que chegará no final deste ano. Até lá, mais música surgirá, tecendo o caminho para o seu lançamento:
 

FERNANDO MOTA NO CCB





















Após a estreia ao vivo no monumento vivo de Jameos del Água, em Lanzarote no início deste ano, onde apresentou “Concerto para Uma Árvore”, Fernando Mota estreia no dia 18 de Março no CCB um novo espetáculo para todas as infâncias: “Antes da Chuva Sopra o Vento”.

Este novo espectáculo cruza a dança contemporânea com informática musical, utilizando instrumentos experimentais e objectos sonoros criados a partir de árvores, rochas, água e outros materiais naturais.

“Antes da chuva sopra o vento” é sobre como os nossos corpos juntos formam um grande corpo. Sobre como os nossos seres vêm de outros seres, como somos parte de uma consciência colectiva interdependente. Um corpo comum. O espaço cénico reflete isto mesmo: os três intérpretes (Fernando Mota, Carlota Fairfield Oliveira e José Grossinho) compõem uma escultura sonora formada por troncos, rochas e água rodeada por uma plateia circular, uma arena quase completa onde ocorre o movimento, a vibração, o som. O encontro.

Uma paisagem sonora que parte de Lisboa e terá passagem, até ao final do ano, por Braga, Bragança, Coimbra, Ílhavo, Fundão, Leiria e Ourém, numa co-produção: Fábrica das Artes – Fundação Centro Cultural de Belém, 
A Moagem, Teatro Municipal de Bragança,
Teatro José Lúcio da Silva, Circuito/Braga Media Arts,
Casa da Cultura Ílhavo/23 Milhas,
Teatro Municipal de Ourém, Convento São Francisco
Coprodução em Residência: O Espaço do Tempo

“Antes da Chuva Sopra o Vento” é um convite ao público para os instrumentos musicais que exploram o som de matérias e fenómenos naturais, bem como para as vozes e sons do corpo humano.

“Antes da Chuva Sopra o Vento”

Ficha Técnica
Direcção Artística e Criação de Instrumentos Musicais: Fernando Mota
Direcção Cénica: Sofia Cabrita
Coreografia: Carlota Fairfield Oliveira
Desenho de Som e Electrónica: José Grossinho
Interpretação: Carlota Fairfield Oliveira, Fernando Mota e José Grossinho
Desenho de Luz: Nuno Meira
Figurinos: Ainhoa Vidal
Máquina de Vento: Jorge Vara
Coordenação e Produção: Violeta Mandillo
Direcção e Operação Técnica: João Chicó

Comunicação: Mónica Jardim
Fotografia: Jade Mandillo e Ricardo Reis
Vídeo Promocional: Ricardo Reis

Duração: Aprox. 45 minutos
> 6 anos

Coprodução: Fábrica das Artes – Fundação Centro Cultural de Belém, 
A Moagem, Teatro Municipal de Bragança,
Teatro José Lúcio da Silva, Circuito/Braga Media Arts,
Casa da Cultura Ílhavo/23 Milhas,
Teatro Municipal de Ourém, Convento São Francisco
Coprodução em Residência: O Espaço do Tempo

AGENDA
Fernando Mota | 2025

Dia 02 de março a RTP2 transmitiu, pela primeira vez em televisão, “Passagem Secreta”, espetáculo estreado no Teatro São Luiz em 2021, que explora o sistema de comunicação das árvores.

A 23 de abril Fernando Mota apresenta em Osaka no Japão, o espetáculo “A areia da praia já foi margem do rio”. A performance está agendada para a sala multi-usos do Pavilhão Português, integrada na programação com curadoria da Filipa Oliveira, no contexto da programação da CIM do Douro na Expo Osaka 25 no Pavilhão de Portugal.

DATAS / ESPETÁCULOS

18 março ANTES DA CHUVA SOPRA O VENTO CCB, Lisboa ESTREIA
22 abril “A AREIA DA PRAIA JÁ FOI MARGEM DO RIO” Performance, OSAKA Japão
9 e 10 de maio ANTES DA CHUVA SOPRA O VENTO Braga Media Arts
21 set ANTES DA CHUVA SOPRA O VENTO Cais Criativo, Ílhavo
26 set ANTES DA CHUVA SOPRA O VENTO Teatro Municipal de Bragança
17 e 18 out ANTES DA CHUVA SOPRA O VENTO Convento São Francisco, Coimbra
25 out ANTES DA CHUVA SOPRA O VENTO Moagem, Fundão
28 nov ANTES DA CHUVA SOPRA O VENTO Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

Biografia Fernando Mota

Compositor, músico, performer e artista multi-disciplinar. No seu trabalho tem vindo a desenvolver uma linguagem multidisciplinar, juntando a música, o teatro, as artes visuais e a poesia na criação de objectos de naturezas diversas como espectáculos, instalações, filmes e edições várias. O seu universo cruza diversas linguagens, geografias e ferramentas, respirando uma constante exploração sonora através da construção de instrumentos musicais experimentais e objetos sonoros.

Entre ventos, marés ou troncos de árvore Fernando Mota traduz na perfeição o verbo “play” para a língua portuguesa.

Info completa no site https://fernandomota.com/

MARIZA TRIUNFA NA AUSTRÁLIA E SEGUE EM TOUR PELO MUNDO















Depois de conquistar o público australiano há vários anos, Mariza volta a esgotar algumas das salas mais emblemáticas do país, provando, mais uma vez, a força e a intemporalidade da sua voz além-fronteiras.

Os concertos no His Majesty’s Theatre, em Perth, e no Arts Centre Melbourne foram recebidos com lotações esgotadas e aplausos de pé, numa comunhão única entre a artista e o público australiano. Esta noite, Mariza atua na icónica Sydney Opera House, num espetáculo também esgotado, antes de seguir para Adelaide, onde será uma das grandes atrações do WOMADelaide, um dos mais prestigiados festivais de world music do mundo, com concertos marcados para os dias 8 e 10 de março.

Com uma carreira que atravessa continentes, Mariza prosseguirá a sua digressão internacional, levando a sua música a Paris, Macedónia, Canárias, Bruxelas, Países Baixos e Alemanha.

Este momento de celebração acontece pouco depois da artista ter completado uma tour de 28 dias pela América do Norte, onde encantou plateias em salas históricas como o Royal Conservatory of Music (Toronto), Walt Disney Concert Hall (Los Angeles) e Lincoln Center (Nova Iorque), bem como de uma passagem marcante pela Ásia.

Mariza continua a afirmar-se como uma das vozes mais internacionais da música portuguesa, levando o fado e a cultura lusófona aos quatro cantos do mundo, com concertos que são verdadeiras experiências emocionais e inesquecíveis.

NININHO VAZ MAIA LANÇA NOVO SINGLE "TEUS BEIJOS" A POUCOS DIAS DA ESTREIA NA MEO ARENA

 



















A poucos dias de subir ao palco da MEO Arena para duas datas que se prevêem esgotadíssimas, Nininho Vaz Maia revela um novo single, “Teus Beijos”. A canção já está disponível a partir de hoje em todas as plataformas digitais, acompanhada pelo videoclipe oficial no YouTube do artista.

Depois de “Despertar”, a mais recente canção apresentada aos fãs, Nininho Vaz Maia não quis esperar pelos concertos para dar a conhecer mais uma das suas novas criações. “Teus Beijos” foi produzido em Espanha por Chus Santana e Jhaylar, responsáveis por alguns dos maiores êxitos dos géneros flamenco, reggaeton e música urbana. Nesta nova faixa, Nininho Vaz Maia combina a estética das sonoridades mais atuais com influências tradicionais, criando uma fusão brilhante e autêntica de estilos – um registo que tem conquistado o público em temas como “Quiero Bailar” e “Não Vou”.

O videoclipe de “Teus Beijos” é um dos mais especiais e exigentes da carreira do artista. Nininho Vaz Maia reuniu mais de 30 familiares e um grupo de atores para dar vida a um vídeo que reflete a multiculturalidade presente na sua música. Com influências diversas e um estilo sem preconceitos, o artista volta a afirmar a sua identidade única, fiel às suas raízes e ao seu percurso musical.

Nos dias 15 e 16 de março, Nininho Vaz Maia faz a sua grande estreia na maior sala do País, com dois concertos com lotação em pé. A primeira data encontra-se esgotada, e a segunda está prestes a esgotar, restando menos de 100 bilhetes disponíveis.

PROGRAMA DE 01/03/25

1 - Aníbal Zola - Liberdade mentirosa
2 - Homem em Catarse - Hipoteca
3 - Nuno Melo - Polka dota
4 - Samuel Úria - Quem me acende a voz
5 - Luís Trigacheiro - Há algo em ti
6 - O Castelo - Parece setembro
7 - Jorge Palma - Só
8 - Rodrigo Leão - Andava eu (c/ Francisco Palma)

8 - Beautify Junkyards - Black cape
10 - Best Youth - Rumba nera
11 - Vitoria & the Kalashnocoles - New world
12 - Clerks - On hold
13 - Bodhi - Cigarretes & peppermint gums
14 - The Pages - 1, 2, 3 I love you

MOTHERFLUTTERS EM TOUR


 

















MOTHERFLUTTERS estão a preparar o lançamento de um novo álbum para 2025 – “DREAMERS CLUB” - e anunciam uma tour de apresentação nacional com os músicos Hugo Mendes (baixo), Flávio Filipe (bateria) e Miguel Urbano (teclados).

O projeto criado pelos irmãos André Cameira (flauta/voz/teclados) e Filipe Cameira (guitarra/voz/programações) lança-se agora num trabalho mais experimental e alternativo, consciente e crítico do que nos rodeia, mantendo viva a sua sonoridade fresca e festiva.

Em 2022 dão que falar no Festival Bons Sons e, em 2023, editam o primeiro álbum “TOGETHER”, conquistando o 1.º lugar do top da Antena3 com vários singles. No MusicBox Lisboa assinam um dos melhores concertos do ano, para a plataforma Música sem Capa.

“DREAMERS CLUB” reflete o espírito de uma banda independente, sonhadora e otimista, convidando todos a terem asas nos pés. Juntem-se ao clube.

BRANKO COM NOVIDADES





















“Impulso” de Branko, um destaque tardio do seu álbum Soma de 2024, ganha um novo remix com ritmos afro house característicos do Studio Bros. Originalmente criada em colaboração com alguns dos principais músicos de Lisboa, a solarenga faixa – com a sua inconfundível flauta de pã – atinge novos patamares em “Impulso (Studio Bros Remix)”, cortesia da dupla de produtores portugueses na vanguarda da cena afro house do país.

sábado, 1 de março de 2025

MARTA VILAÇA EDITA EP





















Marta Vilaça
apresenta "Devaneios", o seu primeiro EP, um trabalho que surge da necessidade de encontrar respostas para inquietações internas e do mundo que a rodeia. A acompanhar o lançamento do EP, a artista revela também o videoclipe de "Crenças perdidas", um tema que reflete sobre a superação dos desafios da vida e a aceitação do passado.

Com influências que percorrem o indie, folk e pop, "Devaneios" é um registo intimista e profundamente pessoal. A flautista encontrou na escrita de canções um novo caminho de expressão, permitindo-se transformar inquietações em música. "Ciente de que as respostas nunca se tornariam em soluções, procurei musicar dores, tornando-as, assim, um pouco mais leves", explica a artista. Ao longo do EP, Marta Vilaça aborda a tentativa de não nos deixarmos corromper pelo mundo ruidoso onde vivemos e a magia que é encontrar beleza, tantas vezes ofuscada por esse mesmo ruído.

O single "Crenças perdidas", que acompanha este lançamento, traduz essa mesma reflexão. O tema dá vida ao diálogo entre passado e presente, onde a artista adulta guia e conforta a sua versão infantil, mostrando-lhe que os medos que ainda não compreende serão superados. No videoclipe, esta narrativa ganha uma dimensão visual poderosa, com a presença de uma bailarina que representa os momentos de queda e resiliência. A dança simboliza as dificuldades enfrentadas ao longo da vida, mas também a força necessária para continuar. "O passado e as quedas foram aceites como parte do meu percurso", afirma Marta Vilaça, reforçando a mensagem de crescimento e aceitação.

O EP é uma produção de XIBITA, produzido e misturado por Guilherme Marta, com masterização de Pedro Rafael. , e conta com a colaboração de Renato Vieira na guitarra clássica e vozes secundárias, e Sofia Pinto no violoncelo. O videoclipe, realizado por Matias Pires, conta ainda com as interpretações de Beatriz Sá (bailarina) e Maria Silva Mendes (criança).

"Devaneios" já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, assim como o videoclipe de "Crenças perdidas".