sábado, 22 de agosto de 2026

NOVO EP DE ORANGE 3















Os Orange 3 revelam uma nova dimensão da sua identidade criativa com “A Metade”, o segundo EP de estúdio da banda micaelense, já disponível em todas as plataformas de streaming.

A acompanhar este novo trabalho surge “(A)mar”, tema escolhido como cartão de visita desta nova fase e que chega também com videoclipe já disponível no YouTube oficial da banda. 

Com cinco faixas, “A Metade” representa uma nova etapa no percurso dos Orange 3, marcada por uma maior maturidade e por uma exploração mais diversa da sua identidade sonora. O EP mostra ao público uma outra metade da matriz criativa da banda, mantendo a energia e atitude que fazem parte da sua essência, mas abrindo espaço a novas texturas, emoções e formas de expressão.

Quem são os Orange 3

Formada em março de 2024 em Ponta Delgada, ilha de São Miguel nos Açores, Orange 3 é uma banda de música original que combina a energia do Funk com o puro do Rock, cantado em português.

Como o próprio nome sugere, “Orange 3” é um trocadilho que remete à árvore Laranjeira. Essa escolha simboliza as raízes criativas do grupo, já que os primeiros ensaios aconteceram enquanto eram um
trio durante vários meses nas Laranjeiras. Em outubro de 2024 a banda fica completa com a entrada de Fábio Cerqueira.

A banda é formada por Fipos - Filipe Martins do Vale (Voz), Mimi - David Melo (Guitarra), Alex - Alexandre Moniz (Bateria) e Fabini - Fábio Cerqueira (Baixo).

Black Orange Studio é a “nossa casa” onde inspiramo-nos nas expe- riências do dia a dia em que a banda transforma vivências, emoções e pensamentos em canções cheias de energia, carregadas de mensagens poderosas, emocionais e reflexivas. Com uma identidade marcante e vibrante, Orange 3 cultiva um som autêntico que continua a alimentar e a desenvolver na alma e no coração de quem a ouve.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 21/08/26

1 - Miguel Cruz & João Tamura - Pelo teu rio
2 - Aragão - Ser feliz é tão simples
3 - Gama WNTD - Diz-me ft Guga
4 - Blaya ft Manga Limão - Pau santo
5 - Prodígio, Rikinho & Edgar Domingos - Mulher do bandido
6 - Julinho KSD - Dembele
7 - Igor - Lisboa na cabeça
8 - Alice Boavista - Boa nova
9 - Retimbrar - Maçãzinha (com Uxía)
10 - A Trouxa Mouxa - Fai como José Maria
11 - PZ - Chamadas que ignoras (feat Os Azeitonas)
12 - janeiro com Meta - Canção da revolta
13 - Sofia Camara - Best friend
14 - Herr G meets Fuel2Fight - Quando a realidade se torna difusa, a nódoa negra passa a ser digital, escrita em pixéis, eterna no tempo
15 - Meu General - Quero e não quero
16 - Silentide - Certezas

NOVO TEMA DE HERR G meets FUEL2FIGHT

 




















Posto de escuta: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/grafismos


19.08.2026

"Quando a realidade se torna difusa, a nódoa negra passa a ser digital, escrita em pixéis, eterna no tempo"
Paisagem Sonora: Herr G meets Fuel2Fight
Convidado – Pedro Arquivista Alves (Pentium Nacional) – palavras faladas e sons

Chegados a Agosto, o projeto Herr G meets Fuel2Fight apresenta a oitava música da sua arrojada proposta: o lançamento de um tema inédito por mês. 

Este tema intitula-se “Quando a realidade se torna difusa, a nódoa negra passa a ser digital, escrita em pixéis, eterna no tempo” e conta com a colaboração de Pedro Arquivista Alves (Pentium Nacional), nas palavras faladas e sons.

JÁ ESTÁ DISPONÍVEL O LP DOS COBRAFUMA















Foto © Renato Cruz Santos

Já está disponível, em formato vinil e nas plataformas digitais (Bandcamp, Apple Music e Tidal) o novo LP dos Cobrafuma, "Droga Total".

A "Droga Total" de Cobrafuma é um conjunto de belas analogias que não se perdem na verve com que o quarteto de metal total vocifera as suas palavras de ordem. No novo álbum da banda do Porto, o metal é apenas o seu meio e não o fim; este fim é o êxtase que vem da velocidade e do furor das guitarras cada vez mais rápidas, cada vez mais intensas. A droga é o riff, é total por funcionar como um ouroboros: a cobra fuma-se a si mesma numa corrida pirotécnica em sete atos.

O novo conjunto de sete músicas, na forja há dois anos, funde uma urgência catastrofista com o humor negro de quem encara a explosão nuclear de frente, usando a temperatura ascendente do apocalipse para acender o cigarro. Droga Total é mais duro e mais bravo, e também mais sarcástico e mordaz, mais incisivo e perspicaz — se o disco homónimo começou ao balcão da tasca a intoxicar-se com a revolta do contemporâneo, este novo capítulo começa na recolha de garrafas para a reciclagem furibunda do cocktail molotov. A violência com que identificam inimigos é catalisada pelo andamento desgovernado de cada música, mas a sua maior arma de destruição é o ridículo em que os cobrem, de escárnio virolento e venenoso.

Os “Meninos das Tochas” mais não são do que meninos, as tochas são maiores do que eles e a cobra acende o fumo com elas. “Quem é Este Man” é resposta à reação, com a pergunta que destrói os egos dos heróis das teclas. “Trabalho” é o hino sindicalista da siderurgia, a espalhar a mensagem contra a jornada, e “Droga Total” é tanto sobre uma espécie de Soilent Green como sobre as migalhas que sobram a quem não é trilionário, bilionário, ou vive no privilégio dos 1%. O choro de distorção de “Tiro No Escuro” é o clamor da rua e da possibilidade de mudança que esta guarda, uma sequência perfeita para a tensão pré-revolução de “Hoje é o dia” e a preparação certa para o alucinante sprint de guitarras rasgadas e inebriadas pela substância mais dura, o riff, que é a derradeira “Humildade”. Cobrafuma desmonta todos os inimigos com a melhor e mais nortenha raiva lírica, numa estética inaugurada por José Mário Branco em FMI: furioso, belicoso, incendiário e gozão, sarcástico, com o desespero camuflado e inflamado no humor. É idiomático, é do Norte, é a língua da tasca vociferada; o cardápio serve Droga Total em pratos de metal e talheres de aço.

A fúria de Cobrafuma em "Droga Total" não é simplesmente metálica, porque respira a decadência do rock, na ginga e no groove com que recorta cada riff, cada linha de baixo, cada galope da percussão. O d-beat na bateria alimenta bem o thrash na guitarra e o groove stoner do baixo, com todos os elementos a trocar rapidamente, passando o sludge e o punk pelas cordas, com a percussão a carregar o instinto mais belicoso do death, que pisca dengosamente o olho ao groove do roll. A totalidade é geográfica, temporal e visceral. Ao contrário da prototípica banda dos géneros extremos, a Cobrafuma serpenteia por todo o extremo das guitarras livremente, sem se dedicar religiosamente a nenhum subgénero em particular. O seu credo não é a distorção, mas sim a adrenalina. O escárnio em que mergulham cada música, com um cuidado lírico mais próximo das tradições do rock, é o mesmo que usa as texturas abrasivas da música pesada em nome da sensação, do êxtase, da raiva e da toxina. Este álbum não é sobre o que se ouve, mas sobre o que se sente.

Texto por André Forte



NOVO SINGLE DE BLAYA COM MANGA LIMÃO





















Blaya ft. Manga Limao
Pau Santo

"Pau Santo" transforma a purificação num momento de descontração e, ao mesmo tempo, de prazer.

Depois de "Bate o Pé no Chão", onde Blaya convida-nos a sacudir as más energias através da dança, chega "Pau Santo", uma colaboração com Manga Limão que continua esse ritual de limpeza, mas agora através de um groove tropical afro-pop, quente e dançante.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 19/08/26

1 - Máximo - Pangea
2 - Rui Massena - Memórias de um paraíso
3 - Bruno de Almeida - Soliloquy
4 - Hélder Bruno - Alma
5 - Bloom - Do not disturb
6 - Torcido - Despedida
7 - Alice Boavista - Boa nova
8 - Retimbrar - Pastor à paisana

9 - Turning Point - O livro dos mortos
10 - mARCIANO - Sem remédio
11 - Lisboa Negra - Morremos sós
12 - La Chanson Noire - Valsa suina
13 - Espelho Mau - Silhuetas na escuridão
14 - The Dreams Never End - Alma partida
15 - Spreader - Quarto 5.22

ÏGOR CELEBRA PORTUGAL COM LISBOA NA CABEÇA





















Natural do Barreiro e atualmente residente em Londres, ÏGOR continua a conquistar reconhecimento internacional com Lisboa Na Cabeça, um single bilingue inspirado nas suas raízes portuguesas. Misturando R&B; contemporâneo, hip-hop e pop, a canção aborda temas como identidade, migração e saudade.

Gravado de forma totalmente independente num iPhone XS Max, o lançamento recebeu destaque em publicações internacionais na Europa, África e Américas, ultrapassou um milhão de visualizações no TikTok através de conteúdos relacionados e valeu ao artista um convite para integrar o Big Hug Music Group Sync Catalogue após avaliação da equipa de A&R.

Quem é Ïgor?

Nascido em Portugal e atualmente residente em Londres, Ïgor é um artista independente que funde R&B; alternativo, Hip-Hop e Pop com letras em português e inglês.

Natural do Barreiro, construiu um percurso assente na autenticidade, explorando temas como identidade, saudade, pertença e resiliência.

Enquanto artista totalmente independente, gravou os seus mais recentes lançamentos num iPhone XS Max, enquanto vive com uma condição crónica nos joelhos. Apesar das limitações físicas, continuou a escrever, gravar e editar a sua música de forma independente.

O seu trabalho conquistou reconhecimento internacional através de publicações na Europa, África e Américas e conteúdos com a sua música ultrapassaram 1 milhão de visualizações no TikTok.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Orange 3 VÂO LANÇAR NOVO EP








A banda micaelense Orange 3 prepara-se para lançar, no próximo dia 21 de agosto, o seu segundo EP de estúdio, intitulado "A Metade". O novo trabalho marca uma etapa de maturidade e diversa exploração sonora, apresentando ao público a outra metade da matriz criativa da banda.

O lançamento do EP é acompanhado pelo single com videoclipe '(A)mar'.

Este foi o tema escolhido como cartão de visita desta nova fase que a banda pretende mostrar. Através de uma sonoridade envolvente que cruza a energia vibrante com a atitude, "(A)mar" traduz uma parte deste EP com a essência emocional e reflexiva que caracteriza a escrita e a identidade da banda.

Composto por um total de 5 faixas, "A Metade" reúne 4 temas originais e uma reinterpretação do clássico "Paixão", dos incontornáveis Heróis do Mar, um tema emblemático lançado originalmente em 1983 e agora readaptado com a assinatura e a sonoridade própria dos Orange 3.

"Com este EP quisemos mostrar a continuidade do nosso espelho criativo. 'A Metade' reflete o equilíbrio entre a energia crua que nos define no palco e a sensibilidade introspectiva das nossas composições," destaca a banda.

O EP "A Metade" e o single "(A)mar" estarão disponíveis em todas as plataformas de streaming de música a partir de 21 de agosto.

PROGRAMA DE 18/08/26

1 - Sci Fi Industries - Diminuendo
2 - Alex FX - A turn point
3 - Herr G meets Fuel 2 Fight - Ás vezes lá no meu monte
4 - Astronauta Desaparecido - Comme ça - (c/ voz de Antonin Artaud)
5 - Jesuíno - Hollyfood
6 - Aftervoid - Negative space 2
7 - Retimbrar - Vai não vai
8 - Alice Boavista - Boa nova
9 - Lituo - Assim assim 
10 - Romeu Bairos - Jacinta
11 - Luta Livre - Nossa senhora da malveira
12 - emmy Curl - Mirandum
11 - Cara de Espelho - D de denúncia

O GAJO AO VIVO




















É já nesta próxima quinta-feira dia 20 de Agosto que O GAJO chega ao Auditório do Centro de Artes de Sines no formato quinteto para apresentar o novo disco "Trovoada".

O concerto começa às 21h30 e a entrada é gratuita com o levantamento do bilhete.

20 AGOSTO
CAS-Auditório - SINES
21h30, Entrada Livre!

Mais info

PRÓXIMAS DATAS:

20 Agosto - Sines
28 Agosto - Castelo de Vide
5 Setembro - Tavira
19 Setembro - Salvaterra de Magos
20 Setembro - Aveiro
25 Setembro - Castelo Branco
17 Outubro - Mafra
20 Novembro - Cine-Concerto - Castelo de Vide

GUI ALY É NÚMERO DOIS DE AIRPLAY NACIONAL COM O SINGLE NO MATTER WHERE I GO





















O single "No Matter Where I Go" de Gui Aly é a segunda música mais ouvida nas rádios em Portugal e está também no Top 10 do Shazam, com milhares de pesquisas pelo tema e pelo artista. Nesta mesma semana, o jovem artista português presenteia os fãs com a versão ao vivo do single, gravada nesta última edição do NOS Alive'26 e já disponível no seu canal de YouTube.

É um percurso construído longe dos atalhos mais óbvios: pop cantada em inglês, feita de grandes melodias, guitarras e uma escrita emocional que encontra nas relações humanas o seu ponto de partida. Foi assim que, em 2020, com menos de 19 anos, venceu o EDP Live Bands, o que lhe valeu contrato com a Sony Music. A pandemia adiou os palcos mas não travou a escrita, e em 2022 chegou o álbum de estreia White Walls, apresentado precisamente no NOS Alive, um trabalho que rapidamente atravessou fronteiras: Noah Kahan e Alec Benjamin contam-se entre os nomes que já elogiaram publicamente o seu trabalho. Em 2025, foi o próprio Miles Kane a escolhê-lo para abrir os seus concertos em Portugal, no Porto e em Lisboa.

Este ano, a 29 de maio chegou This Is What Love Feels Like, o seu mais recente EP, cinco faixas originais escritas e compostas por si, com produção de Survival. Uma viagem pelas várias fases do amor, um porto seguro no meio do caos, onde cada canção se torna abrigo e bússola. "É um porto seguro, daqueles que ficam. Para quem nele atracar, promete ser o abraço reconfortante que às vezes só a música sabe dar", partilha Gui Aly.

"No Matter Where I Go" foi o primeiro avanço do EP e o tema que trouxe Gui Aly de volta ao festival onde tudo começou. A 9 de julho, subiu ao palco WTF Clubbing do NOS Alive'26 para apresentar o novo trabalho ao vivo, e é esse momento que a versão agora lançada recupera.

As atenções que Gui Aly tem atraído não são um pico isolado, mas a soma de decisões certas, feitas uma de cada vez: um festival vencido, um contrato assinado, um álbum apresentado, um convite de Miles Kane, um EP editado, e agora uma canção que o público continua a descobrir e a procurar.

BLAYA E MANGA LIMÃO LANÇAM “PAU SANTO”





















Um tema que junta Portugal e Brasil através dos ritmos tropicais, boas energias e muita dança.

Blaya junta-se aos Manga Limão para lançar o quarto single do próximo álbum Gingado Misturado. Umtema quente e dançante que cruza o universo provocador da artista com o groove tropical afro-pop dabanda, num ritual de purificação feito de música, movimento e boas energias.

Depois de “No Meu Tempo de Escola”, “Biri Bam Bam” e “Bate o Pé no Chão”, Blaya apresenta “Pau Santo”,o seu novo single e mais um capítulo de Gingado Misturado, o álbum que irá reunir diferentes fases, memórias e experiências da artista numa espécie de autobiografia cantada.

Se os primeiros temas começaram por revisitar a infância, a família e o crescimento, “Bate o Pé no Chão” abriu a porta para uma dimensão mais energética e libertadora. Agora, “Pau Santo” dá cotinuidade a esse ritual de limpeza, mas fá-lo através de um groove tropical afro-pop, quente, envolvente e irresistivelmente dançante.

O nome do tema parte de uma referência real: o pau santo, conhecido como “madeira sagrada”, é uma árvore nativa da América do Sul cuja madeira aromática é tradicionalmente utilizada em rituais de purificação, associado à limpeza energética e à criação de um ambiente de tranquilidade e bem-estar. É precisamente este imaginário de renovação que Blaya transporta para “Pau Santo”.

No fundo é um convite à purificação do prazer, a deixar para trás as más energias, a permitir que o corpo ganhe o seu espaço para se mexer e o “pau santo” torna-se pretexto para esta celebração e libertação.

“GINGADO MISTURADO”: UMA AUTOBIOGRAFIA CANTADA

Para Blaya, “Pau Santo” é mais do que um novo single. É uma peça de um projeto maior.
 
O futuro álbum Gingado Misturado nasce da vontade de transformar diferentes momentos da sua vida em música, permiƟndo que cada canção explore uma fase, uma memória ou uma faceta diferente da artista.

“No Meu Tempo de Escola” e “Biri Bam Bam” mergulham nas memórias da infância, da família e do crescimento. “Bate o Pé no Chão” e “Pau Santo” entram no território das energias, da libertação e de uma Blaya mais atrevida e provocadora.

As próximas canções continuarão a explorar esta dimensão, fazendo de Gingado Misturado um projeto musical tão diverso quanto a própria história da artista. 

Mais do que um álbum de um só género, é um disco de muitas Blayas.

UM ENCONTRO NATURAL ENTRE BLAYA E MANGA LIMÃO

A colaboração com os Manga Limão surge de forma paticularmente natural. A banda portuguesa, formada por Pedro BapƟsta, Yuri Dias, Henrique Hauzer e Tommaso Antico, tem vindo a construir uma identidade assente na fusão entre disco, hip-hop e ritmos tropicais, criando uma sonoridade vibrante, luminosa e feita para o movimento.

É precisamente nesse território de cruzamento que os universos de Blaya e Manga Limão se encontram.

Com uma linguagem musical marcada pelo groove e pela celebração do encontro, os Manga Limão trazem para “Pau Santo” uma dimensão orgânica e tropical que ressoa diretamente com a energia e a identidade arơstica de Blaya.

A banda lançou o seu primeiro álbum, Carungo Groove, em 2024, trabalho que teve destaque na série Morangos com Açúcar e passagem pela Antena 3, seguindo-se atuações em palcos como o Teatro Lethes, Festival F, Expofacic, Indie Music Fest, Açoteias, FesƟval Meda+ e a Passagem de Ano de Faro.

No início deste ano, os Manga Limão apresentaram DizFruta Vol.1, o segundo álbum de originais, onde revelam uma sonoridade mais orgânica, acústica, quente e intimista - um disco atravessado pelo amor enquanto força universal e energia transformadora, que procura criar pontes através da música, cruzando também referências entre Portugal e Brasil.

É neste contexto que “Pau Santo” ganha paticular pertinência: Blaya e Manga Limão encontram-se num território musical onde o corpo, a energia, a celebração e as raízes tropicais assumem o papel principal.

BLAYA — UMA CARREIRA FEITA DE RITMO E REINVENÇÃO

Nascida em Fortaleza, no Brasil, e criada no Alentejo, Blaya cresceu entre a dança e a música. Foi a dança que a levou, em 2008, a integrar os Buraka Som Sistema, projeto fundamental na renovação da música urbana portuguesa e na projeção internacional dos seus ritmos.

Em 2013, Blaya lançou o seu primeiro EP Blaya e, em 2018, lançou o single “Faz Gostoso”, que se tornou um dos grandes êxitos da sua carreira, acumulando mais de 15 milhões de streams e 42 milhões de visualizações. No ano seguinte este tema foi inclusivamente regravado por Madonna e AniƩa.

Desde então, Blaya tem afirmado uma identidade arstica em constante reinvenção, cruzando referências que vão do forró ao semba, do samba à kizomba, do funk à música urbana.

Conhecida pela sua energia arrebatadora e pela sua presença magnética em palco, Blaya transforma os seus espetáculos em verdadeiras celebrações coletivas, onde a dança e a música criam uma ligação direta com o público. A Tour ARRAIÁ.L aprofundou precisamente esta fusão de universos, aproximando os arraiais portugueses das festas juninas brasileiras e refletindo as múltiplas raízes e influências que fazem parte da artista.

Agora, em Gingado Misturado, essa identidade ganha uma dimensão ainda mais pessoal.

“Pau Santo” é o quarto single de uma história que ainda está a ser contada — e que promete continuar a misturar ritmos, memórias, raízes e diferentes versões de Blaya.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 17/08/26

1 - Necro - Cold cut
2 - Uncanny Chamber - Dark eyes
3 - Antipole & Pedro Code - Your dreams explode
4 - Mekong - Danse danse
5 - The Manchesters - Love my way
6 - Tsunamiz - Slide
7 - Alice Boavista - Boa nova
8 - Retimbrar - Maneio (c/ Grupo Folclórico Tradições do Baixo Douro)

9 - Marta Pereira da Costa -Tom Waits (c/ Ivan Melón Lewis)
10 - Teresinha Landeiro - Será que lhes descobres a poesia?
11 - Carminho - Canção à ausente
12 - Sara Correia - Avisem que eu cheguei
13 - Cristina Branco - Canção do deserto
14 - LIna_ & Marco Mezquida- Senhora do Almortão

NOVO SINGLE DE A TROUXA MOUXA AVANÇA EP
















“ Fai Como José Maria “ é a segunda canção que A Trouxa Mouxa avança do seu EP de estreia - “ Título Provisório “ e já está disponível no YouTube.

Esta canção constitui uma homenagem ao gaiteiro de Urrós, José Maria Fernandes, apresentado como exemplo a seguir. José Maria é descrito como alguém que usa a boina com orgulho, toca gaita-de-fole, dança as danças tradicionais, preserva as modas antigas e une pessoas através da música. As suas mãos, usando uma técnica antiga de tocar o instrumento, são comparadas a abanicos e às pás de um moinho, imagens que sugerem movimento, energia e capacidade de pôr toda a gente a dançar.

Esta canção valoriza o papel dos tocadores e dinamizadores culturais na preservação da identidade mirandesa. José Maria Fernandes simboliza a transmissão das tradições entre gerações e a capacidade de a música tradicional criar comunidade
O grupo A Trouxa Mouxa é um projecto artístico originário de Vila Real, fundado em 2006. A sua história começou no teatro, surgindo inicialmente como uma companhia teatral onde a música tradicional desempenhava um papel complementar às encenações. Durante esta primeira fase, o grupo estreou várias peças e desenvolveu actividades de animação e formação teatral.

Com o passar dos anos, a vertente musical ganhou cada vez mais relevância, levando o colectivo a dedicar-se exclusivamente à música tradicional. Ao longo do seu percurso, cerca de três dezenas de pessoas integraram o projecto, desempenhando diversas funções artísticas e técnicas.

A Trouxa Mouxa centra o seu repertório no cancioneiro tradicional e popular de Trás-os-Montes e Alto Douro, incorporando também influências da música galega. O grupo tornou-se presença assídua em festas populares, feiras medievais, festivais e arruadas, tanto em Portugal como no estrangeiro. Uma das suas características distintivas é a capacidade de apresentar espectáculos de rua e de palco com formatos distintos, mantendo sempre o ambiente festivo e popular que caracteriza a sua música.

Em 2022, o grupo iniciou uma nova etapa artística, apostando em concertos de palco dedicados à recriação do património musical transmontano, procurando conciliar a fidelidade à tradição com uma abordagem contemporânea. Entre os músicos que integraram esta fase recente destacam-se Henrique Fernandes, Ricardo Almeida, Tiago Santos e Vítor Hugo Ribeiro.

A Trouxa Mouxa é hoje uma referência da música tradicional transmontana, distinguindo-se pelo trabalho de valorização do património musical do Nordeste português e pela sua forte ligação às manifestações culturais populares. Este disco, composto exclusivamente por originais, pretende perpetuar o imagináriotransmontano e associá-lo a formas novas de expressão musical.

sábado, 15 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 15/08/26

1 - Luca Argel - Homem triste
2 - Afonso Rodrigues - Já nem sei
3 - Ezequiel - Portugalidade
4 - António Zambujo - Perguntas dificeis
5 - Puto Bacoco - Hoje à noite na giesta
6 - Rodrigo Leão - Andava eu (c/ Francisco Palma)
7 - Jasmim - Caracol
8 - Pedro de Trioa - Ballet

9 - Lisa Sereno - Mystery
10 - Minta & The Brook Trout - Cantaloup
11 - Bruno Pernadas - Steady grace
12 - Bloom - Walking on waters
13 - Victor Torpedo e António Olaio - Crying my brains out
14 - John Mercy - Strong sex
15 - Ray - Only light
16 - Miguel Cordeiro - Long way

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

MARTA LIMA AO VIVO EM LAGOS

 



















Depois de anunciar uma tour pela Europa, Marta Lima continua a revelar datas especiais e regressa agora à sua cidade natal para um concerto no Centro Cultural de Lagos, no dia 19 de setembro.

Este será um momento particularmente especial para a artista, que apresenta ao público de Lagos, em primeira mão, alguns dos caminhos do seu álbum de estreia, atualmente em preparação e com lançamento previsto para o início de 2027. Para esta noite especial, Marta Lima convida ainda Joana Alegre, que se junta à cantautora em palco como convidada especial do concerto.

Depois de dar a conhecer “Maré Cheia”, o primeiro single deste novo trabalho, Marta Lima anuncia assim mais um concerto marcante, que assinala o início de uma nova fase na carreira da cantautora e antecipa o universo sonoro do seu primeiro longa-duração.

Até ao final de 2026, Marta Lima promete ainda algumas surpresas, entre elas a revelação de mais um single que fará parte do álbum.

Antes do regresso a casa, a artista prepara-se para atravessar fronteiras: são oito as datas já anunciadas em França e duas em Espanha, numa tour que levará a sua música por diferentes palcos europeus.

Depois da Europa, chega o regresso às origens. Dia 19 de setembro, Marta Lima sobe ao palco do Centro Cultural de Lagos, com uma convidada especial, Joana Alegre, para uma pré-apresentação de um álbum que marca o início de um novo capítulo na sua carreira.

“Foi em Lagos que tudo começou. É em Lagos que quero celebrar o lugar onde esta estrada me trouxe, o lançamento do meu álbum de estreia. Dia 19 de Setembro vai ficar na memória como ficou o 29 de Janeiro de 2023 quando apresentei o meu EP de estreia.” Marta Lima

NOVO TEMA DE PZ NA COMPANHIA DOS AZEITONAS















© Rui Murka

PZ ligou a'Os Azeitonas em "Chamadas Que Ignoras",uma canção para desligar e voltar a atender a vida

Novo single faz parte de "Álbum de Família", 8º disco de PZ, com edição em vinil agendada para Dezembro

12 músicas. 12 convidados. 12 retratos.

“Chamadas que Ignoras” é o oitavo retrato do "Álbum de Família" de PZ, desta vez com a participação d'Os Azeitonas. Depois das colaborações com Samuel Úria, Joana Espadinha, Retimbrar, Emmy Curl, Mão Morta, Margarida Campelo e Toy, chega agora a canção de Agosto, o mês em que o melhor plano é, simplesmente, "partir para além".

Construída sobre um refrão contagiante — “São tantas chamadas que ignoras” — a música transforma uma crítica ao excesso de disponibilidade permanente num convite simples: desligar o telemóvel e recuperar o tempo para a família e para os amigos. Como canta PZ, “Eu sei que tu chamaste, mas eu não vi, porque eu parti para além…”. Mais do que ignorar chamadas, trata-se de escolher estar verdadeiramente presente, longe das notificações e da sensação de que temos de responder a tudo e a todos, a toda a hora.

A colaboração com Os Azeitonas nasce de uma amizade de longa data entre PZ e João Salcedo, Nena Barbosa e Marlon, o núcleo duro da banda, unidos por uma afinidade artística assente no humor e num olhar atento sobre o quotidiano. Não por acaso, os próprios Azeitonas abordaram recentemente a relação contemporânea com a tecnologia em “Na Palma da Mão”, tornando esta colaboração um encontro natural entre dois universos que, apesar de sonicamente distintos, partilham um olhar atento, bem-humorado e crítico sobre o quotidiano contemporâneo. Nesta gravação, João Salcedo assina o arranjo de sopros e interpreta o piano Rhodes, enquanto Nena Barbosa e Marlon emprestam as suas vozes inconfundíveis à canção. A acompanhar o grupo, participam ainda a bateria e a secção de sopros que habitualmente integram os concertos dos Azeitonas. PZ gravou o baixo, guitarra acústica e sintetizadores, para além da produção, letra e voz.

Tal como os restantes retratos do "Álbum de Família" de PZ, o tema foi gravado nos Estúdios Arda, com realização de Vasco Mendes e gravação e mistura de Zé Nando Pimenta.

Ficha Técnica

Música, letra, produção, voz, baixo, guitarra e sintetizadores: PZ 
Banda convidada: Os Azeitonas 
Voz, teclado Rhodes e arranjo de sopros: João Salcedo 
Voz: Marlon 
Voz: Nena Barbosa 
Bateria: Bruno Oliveira 
Trombone: Daniel Dias 
Saxofones: Samuel da Silva, Gabriel Neves 

Gravação e mistura: Zé Nando Pimenta 
Gravado nos Estúdios Arda

Realização Vídeo: Vasco Mendes

Design: Studio Eduardo Aires

Fotografia: Rui Murka

Assistente Produção: Francisca Lacerda

Direção Criativa: PZ, Studio Eduardo Aires, Vasco Mendes

Disponível desde hoje nas principais plataformas digitais, "Chamadas Que Ignoras" integra o calendário mensal do "Álbum de Família" de PZ, projeto que, ao longo de 2026, vai revelar 12 músicas, 12 convidados, e culmina numa edição especial em vinil no final do ano.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 12/08/26

1 - Galgo - Vapor
2 - Baleia Baleia Baleia - NPC
3 - Mordo Mia - Noz_s
4 - Chat GRP - Engenheiros
5 - Polivalente - Senhorio
6 - Cortada - Fossa séptica
7 - Jasmim - Caracol
8 - Pedro de Troia - Namorada

9 - emmy Curl - Botar água na vinha
10 - Cara de Espelho - D de denúncia
11 - Lavoisier - Portugal não me respeita
12 - Luta Livre - Fado imperfeito
13 - Lituo - Assim assim
14 - Carlos Peninha - Chão ardente
15 - A. P. Braga - Lira
16 - Mateus Verde - Saudade

MXGPU COM CONCERTO NO SUB SOLO DE LISBOA





















Créditos: Ana Viotti

A 10 de outubro de 2026, a dupla portuguesa transforma um espaço escondido do Metro das Olaias numa pista de dança, para mais de oito horas de música. Com os bilhetes a vender rapidamente, a organização prevê atingir a lotação esgotada até ao final de agosto.

Depois de três datas esgotadas, de um vídeo-concerto suspenso sobre o rio Tejo (Live Over Lisbon) e de uma atuação a 30 metros de altura sobre o público do Primavera Sound Porto, MXGPU voltam a reinventar o espetáculo ao vivo com o seu projeto mais ambicioso até hoje.

No dia 10 de outubro de 2026, a dupla assume o Hidden Metro Olaias, um espaço subterrâneo escondido da cidade, para criar Live Under Lisbon: mais de oito horas de música e uma experiência de música eletrónica concebida para acontecer uma única vez.

Embora as estações do Metro de Lisboa já tenham acolhido diferentes iniciativas musicais, nunca uma dessas iniciativas implicou a transformação de um espaço subterrâneo oculto numa pista de dança com mais de oito horas de programação. É essa ocupação inédita, aliada a um concerto criado especificamente para o local, que faz de Live Under Lisbon uma experiência sem precedentes em Portugal.

A resposta do público tem acompanhado a ambição do projeto. Os bilhetes estão a vender a um ritmo acelerado e, perante a procura já registada, a organização prevê que o evento possa esgotar até ao final de agosto, mais de um mês antes da sua realização.

Mais do que um concerto, Live Under Lisbon representa um novo passo na forma como MXGPU pensam a música ao vivo. Cada projeto nasce como uma experiência irrepetível, ligada ao lugar onde acontece e impossível de reproduzir noutro contexto. Depois de levarem a sua música aos céus de Lisboa e do Porto, a dupla desce agora às profundezas da capital.

O evento contará com mais de oito horas de programação e um conjunto de artistas cuidadosamente selecionado pelos próprios MXGPU. O alinhamento completo será anunciado em breve, mas o centro criativo da noite está definido: MXGPU apresentarão um concerto especial, desenvolvido especificamente para Live Under Lisbon.

A escolha do espaço acompanha também a evolução recente da dupla. Os novos temas revelam uma linguagem mais rápida, mais incisiva, futurista e assumidamente orientada para a pista de dança. No Hidden Metro Olaias, esta nova identidade encontrará a sua expressão mais completa, através de um espetáculo que cruza música, arquitetura, luz e ambiente numa única narrativa.

Com uma digressão internacional em curso e presença confirmada em palcos como Tomorrowland, Gardens of Babylon, Mayan Warrior Brasil e Amsterdam Dance Event, MXGPU afirmam-se como uma das propostas portuguesas de música eletrónica com maior projeção internacional da atualidade.

Esta projeção não nasce apenas da música. Resulta também da capacidade da dupla para criar imagens e espetáculos que permanecem na memória: uma plataforma suspensa sobre o Tejo, uma atuação a 30 metros de altura sobre milhares de pessoas no Porto e, agora, uma pista de dança escondida sob Lisboa.

Em vez de repetirem fórmulas, MXGPU continuam a superar-se, aumentando a escala das suas ideias e explorando novas possibilidades para o espetáculo ao vivo. Live Under Lisbon é a expressão mais ambiciosa dessa visão até ao momento uma experiência inédita, criada em Portugal com dimensão internacional.

Uma noite. Mais de oito horas de música. Um espaço escondido transformado numa pista de dança.

No Metro, um som como nunca foi ouvido.

aBAND'onados VÂO GRAVAR CLIP EM CONCENTRAÇÃO MOTARD

 


















aBAND'onados vão gravar videoclipe de «Ser Motard» na 4.ª Concentração Motard dos Motores da Plaina

Os aBAND'onados vão aproveitar a sua atuação na 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina, no próximo dia 22 de agosto, para gravar o videoclipe de "Ser Motard", um dos temas mais emblemáticos da banda e uma homenagem à cultura, à estrada e ao espírito motard.

As gravações decorrerão ao longo do dia tendo como foco o concerto da banda, permitindo que a energia e a participação do público presente na concentração façam parte do videoclipe. A opção pretende conferir ao vídeo uma dimensão genuína e próxima da realidade das concentrações motards.

"Ser Motard" é um tema que traduz em música aquilo que une quem vive a estrada: a liberdade, a camaradagem, os quilómetros percorridos e o prazer de partilhar a estrada e os momentos com outros apaixonados pelas duas rodas.

Para os aBAND'onados, esta gravação representa também uma oportunidade para aproximar ainda mais a banda da comunidade motard, com a qual tem vindo a estabelecer uma relação crescente através dos seus concertos.

O videoclipe, produzido com imagens captadas durante a concentração e a atuação da banda, tem lançamento previsto para 3 de outubro de 2026.

A 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina realiza-se nos dias 21 e 22 de agosto, proporcionando o cenário onde será registado um dos momentos mais importantes da produção deste trabalho dos aBAND'onados.

A banda convida todos os motards a estarem presentes e a fazerem parte deste momento contribuindo para a transformação da noite de 22 de agosto numa celebração da música, das motos e da estrada.

Gravação do videoclip: 22 de agosto de 2026
Local: 4.ª Concentração Motard do Motoclube Motores da Plaina (Martim, Barcelos)
Lançamento do videoclip: 3 de outubro de 2026

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JANEIRO TEM NOVO SINGLE COM META

 


















Fica hoje disponível a “Canção da Revolta”, o segundo tema do novo álbum de Janeiro, “Reticências”, com edição ainda este ano. Esta canção é um dueto com a artista Meta_, lançada em dia de eclipse do sol e foi escrita também num dia de eclipse, há três anos.

“Canção da Revolta” representando uma reflexão sobre o ciclo inevitável entre fim e o recomeço. A revolta surge aqui, não apenas como um gesto de oposição, mas como uma força transformadora: um impulso vital que rompe a inércia e devolve movimento ao que parecia condenado à espera.

A colaboração orgânica com Meta_ acrescenta uma dimensão nova e contemporânea, que reforça o caráter atmosférico da composição, fazendo da revolta não um grito de destruição, mas um espaço de reconstrução.

A imagem do eclipse atravessa toda a canção como metáfora de um momento de suspensão, em que a luz desaparece temporariamente para dar lugar a uma nova perspetiva. A órbita solar representa esse movimento contínuo da vida, onde tudo regressa, tudo gira e tudo se transforma. A frase “A vida é onde a morte reverbera” sintetiza esta ideia de que a vida carrega sempre a memória dos seus próprios fins, e que cada renascimento nasce inevitavelmente de uma perda.

Musicalmente, “Canção da Revolta” procura traduzir esse estado hipnótico e circular através da repetição, criando uma sensação de gravidade e expansão, quase ritualística.

Integrada novo álbum de Janeiro, “Reticências”, esta canção, segundo single, representa um dos seus momentos mais contemplativos, explorando a tensão entre permanecer e partir, aceitar e transformar, deixando em aberto – como o próprio título do disco sugere – aquilo que nunca termina verdadeiramente e fica em suspenso no espaço-tempo.

A canção tem letra e música de Janeiro, Meta_, Daniela Gandra, Madalena Martins e Natalia Valle. Conta com Daniel Lima ao piano, guitarra acústica nylon de janeiro e vozes de janeiro e Meta_. Foi produzida por janeiro e gravada por Nuno Simões nos estúdios de Vale de Lobos/Slow Studios.

“Canção da Revolta” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

Janeiro apresenta a canção ao vivo já hoje, dia 12 de Agosto, no Jazz na Relva em Paredes de Coura, com entrada gratuita. Um concerto cheio de surpresas e a não perder.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 11/08/26

1 - Digital Device - Space vision
2 - Summer Of Hate - Blood and honey
3 - Them Flying Monkeys - Great song
4 - Victor Torpedo And The Pop Kids - Emotional
5 - The Twist Connection - Crime
6 - The Pages - Teenage rebels
7 - Pedro de Troia - Gosto tanto de ti
8 - Jasmim - Caracol

9 - O Mau Olhado - Dança d'o mau olhado
10 - Tó Trips & Fake Latinos - Rua escura
11 - Expresso Transatlântico - Não pares povo
12 - Orlando Cohen - Lullaby
13 - Miramar - Fado marafado
14 - Estaca Zero - Corridinho manouche
15 - Raia - Alvorada
16 - Carlos Raposo  - Rua do castelo

MOONSPELL ESGOTAM SINTRA DIA 12 SETEMBRO E ANUNCIAM NOVA DATA NO PORTO DIA 1 NOVEMBRO

"Depois de gravarmos o "Far From God" no Porto, o magnetismo desta bela e única cidade continua a puxar por nós e é com entusiasmo que anunciamos a abertura de uma segunda data, dia 1 de Novembro, no Hard Club! Mas, enquanto que no "Invicta Halloween" apresentaremos o "Far From God" na íntegra (e o seu novo design de palco e luzes), aproveitando para revisitar os 30 anos de "Irreligious", no dia 1 de Novembro iremos viajar por outros momentos, músicas e memórias da discografia dos MOONSPELL, assinalando, em grande, o nosso regresso aos palcos do Porto. Tal como na véspera, a primeira parte vai estar a cargo do rock gótico de inspiração eletrónica dos portuenses NU:N. O Porto, de facto, é o maior dos feitiços."

Fernando Ribeiro

O anúncio da segunda data no Porto acontece em plena tour europeia dos MOONSPELL, tendo a banda já actuado na Bélgica, Finlândia, Polónia e Alemanha, a que se seguirão passagens pela Turquia e Inglaterra. No próximo dia 20, estreiam-se no maior festival gótico de Portugal, o Extramuralhas.

No final do Verão, os MOONSPELL atravessam o Atlântico, como banda convidada dos Cradle of Filth, na tournée norte-americana que a banda inglesa vai realizar nos E.U.A e no Canadá, entre 29 de Setembro e 28 de Outubro, num total de 23 datas!

Estas novidades, incluindo esgotar o concerto de apresentação de "Far From God" em Sintra, não são alheias à forma positiva como público e crítica têm recebido o 14º álbum de estúdio da banda, uma afirmação ousadamente bela e trágica do Metal Gótico na sua forma mais pura: obscuro, romântico, dramático e assumidamente pesado. "Far From God" está disponível em formato digital, CD, Vinil e Mediabook na Rastilho.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 10/08/26

1 - O James - Miss Japan
2 - Victor Torpedo e António Olaio - In my garden
3 - John Mercy - Strong sex (com Bonnie Blossom)
4 - Duques do Precariado - Pré-boss
5 - Zeca Afonso - Galinhas do mato
6 - João Afonso - Não digas a ninguém
7 - emmy Curl - Lembra-me um sonho lindo
8 - Jasmim - Caracol
9 - Pedro de Tróia - Carrossel (com Rui Reininho)
10 - Du Nothin - Sexo rock'n roll & ecstasy
11 - puto bacoco - Deus passou
12 - Ordem Crucial - Névoa
13 - Do.Prata - Maresia
14 - Chico da Tina - Pega ou larga

VEM AÍ O BANHO DA COBRA #3





















No próximo 22 de agosto, o Banho da Cobra regressa ao Recinto Desportivo do Bairro da Lomba, no Porto, para a sua terceira edição. Com entrada livre e início marcado para as 17h00, o encontro promovido pela Lovers & Lollypops e pelos Cobrafuma volta a transformar o bairro numa paragem obrigatória do verão. O cartaz cruza diferentes gerações e linguagens da música independente portuguesa. A tarde arranca com Unsafe Space Garden (17h00), seguem-se Capela Mortuária (18h00) e Cobrafuma (19h00). A fechar, Ana Pacheco e DJ Lynce encontram-se nos decks para um set B2B (20h00).

Ao longo da tarde será também possível adquirir "Droga Total", o novo álbum dos Cobrafuma, editado pela Lovers & Lollypops e com lançamento marcado para este mês de agosto.

E porque a tarde é longa, não vão faltar comes e bebes no recinto. Convém trazer dinheiro vivo, já que não haverá pagamentos por cartão.

Banho da Cobra #3
22 de agosto
Recinto Desportivo do Bairro da Lomba, Porto Entrada livre

Horários
17h00 – Unsafe Space Garden
18h00 – Capela Mortuária
19h00 – Cobrafuma
20h00 – Ana Pacheco B2B DJ Lynce

SÈRGIO GODINHO AO VIVO

 


















A sul com o piano de Júlio Resende, a norte com os amigos festivaleiros

"Diálogos Musicais" em Faro e o Vodafone Paredes de Coura confirmam a versatilidade do escritor de canções

Mesmo no final do mês, a 31 de Agosto, Sérgio Godinho celebrará o seu 81º aniversário, com mais de cinco décadas de actividade criativa. Mas desenganem-se, as celebrações acontecerão um pouco antes, a meio do mês, altura em que se juntará aos seus Assessores e a alguns amigos para um espectáculo exclusivo no Vodafone Paredes de Coura, naquela que será sua estreia no evento nortenho.

Os milhares que comporão a audiência do anfiteatro natural junto ao rio terão a oportunidade de assistir a algo que, adivinhamos, juntará emoção e história à experiência já de si única, de escutar e ver Sérgio Godinho. Adjectivar as suas canções seria um esforço inglório já que a sua grande maioria habita o nosso subconsciente colectivo, já escutá-las quando em palco se reunem alguns dos talentos mais destacados da música produzida em Portugal, será algo que antecipamos de memorável.

Com Sérgio & Os Assessores, as presenças anunciadas de Ana Lua Caiano, A Garota Não, Manuela Azevedo, Milhanas e de Samuel Úria antecipam grande intensidade interpretativa de algumas das canções que fazem da carreira de Sérgio Godinho algo de absolutamente sui generis e de referência para as gerações que a sua música teima em atravessar.

E dois dias antes, a 12 de Agosto, mais uma debutância: a colaboração com o pianista e arranjador Júlio Resende que terá em Sérgio Godinho o seu convidado para o evento anual "Diálogos Musicais".

Num tête à tête, os dois músicos prometem uma viagem pelo repertório godineano sob o cenário único do Largo da Sé de Faro, em que a par dos seus maiores êxitos, subirão a palco canções menos habituais nas apresentações ao vivo de Sérgio Godinho mas que esta inédita colaboração com o pianista algarvio irá recuperar.

Os bilhetes para este espectáculo estão disponíveis em BOL.PT e nos locais habituais.

(foto de Paulo Martins)

GUIMARÃES RECEBE O VAI-M'À BANDA





















Vai-m'à Banda está de volta a 29 de agosto. Como sempre, é gratuito e itinerante, e os palcos não são bem palcos — são as tascas mais emblemáticas de Guimarães; sítios de bancos corridos e vinho de malga onde se guarda boa parte da memória da cidade. Foi daí que o festival nasceu: da vontade de juntar a cultura gastronómica local à música que se faz agora.

Este ano, a romaria arranca no no centro da cidade com Plaka, no Largo Condessa do Juncal, antes de subir à Penha. Lá em cima, na Adega do Ermitão teremos o folk luminoso de Lau Ro; nos Amigos da Penha vamos ouvir Filipe Sambado a tocar o "Vida Salgada" que recentemente celebrou 10 anos com uma reedição Revolve/Maternidade. O dia fecha no Tas'co Pio, com José Pinhal Post-Mortem Experience a encerrar a edição com o que será uma grande festa.

Entre um concerto e outro há petiscos, há malgas, conversa, e amigos. O Vai-m'à Banda é organizado pela Revolve, com o apoio do Município de Guimarães, e continua a ser aquilo que sempre foi: celebração da cultura gastronómica local, onde o comes e bebes se mistura com o ouves e curtes.

O evento tem início pelas 14:30 no Largo do Juncal onde se distribuirão gratuitamente as pulseiras que dão acesso à viagem de teleférico pelo preço especial de 1,50€. Com esta viagem chega-se à Penha, para ver concertos na Adega do Ermitão, Amigos da Penha, e Tas'co Pio.

Mais info no instagram.
 
Horários

14:30 Largo do Juncal — Plaka
16:30 Adega do Ermitão — Lau Ro
17:30 Amigos da Penha — Filipe Sambado toca "Vida Salgada"
18:30 Tas'co Pio — José Pinhal Post-Mortem Experience

O Vai-m’à Banda é um evento Revolve apoiado pelo Município de Guimarães.

O GAJO AO VIVO



















Mais uma semana com dose dupla do GAJO!

Desta vez, O GAJO estará a solo no dia 14 de Agosto no Festival Calçadas em São Brás de Alportel, e no dia 20 de Agosto, estará em quinteto no CAS-Auditório de SINES.

Ambos os concerto são de entrada livre!

PRÓXIMAS DATAS:
14 Agosto - São Brás de Alportel (solo)
20 Agosto - Sines
5 Setembro - Tavira
19 Setembro - Salvaterra de Magos (solo)
23 Setembro - Castelo Branco (Duo)
17 Outubro - Mafra
20 Novembro - Castelo de Vide (Cine-concerto)

SINGLE NOVO DE DU NOTHING





















Du Nothin
apresenta “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY”, novo single que antecipa o lançamento de “MUNDO DO POP”, o álbum de estreia do artista, com edição prevista para outubro. O tema surge como uma reflexão sobre a intensidade, a impulsividade e a urgência de viver que marcam os primeiros anos da vida adulta.

Assinado por Duarte Appleton, sob o alter ego Du Nothin, “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY” parte da sensação de que o tempo corre mais depressa do que a capacidade de o acompanhar. A canção observa uma fase da vida marcada pela vontade de experimentar tudo, pela dificuldade em aceitar limites e pela convicção quase inabalável de que o mundo continua aberto a todas as possibilidades. É precisamente essa energia que serve de ponto de partida para uma composição que transforma a ideia de urgência numa celebração da experiência e da descoberta.

Segundo o artista, o tema nasce da observação dessa fase em que “queremos fazer um pouco de tudo e nos é impossível conceber que não é possível fazer tudo”. Entre a força dessa crença e os inevitáveis erros que a acompanham, Du Nothin encontra um território simultaneamente vulnerável e libertador, onde convivem entusiasmo, ambição, medo e desejo de afirmação.

A canção aborda também os receios e preconceitos frequentemente associados à entrada na vida adulta e, em particular, ao universo da música. Ao longo do tema, surge uma reflexão sobre a imagem da indústria musical como um espaço de constante vigilância e competição, alimentada por ideias transmitidas de geração em geração. Contudo, mais do que uma crítica direta, “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY” procura questionar esses medos e enquadrá-los numa realidade mais ampla. Para o artista, essa tensão não é exclusiva do meio musical, mas antes uma característica transversal a muitos contextos da vida contemporânea, onde cada pessoa procura encontrar equilíbrio dentro das circunstâncias que escolhe habitar.

No centro da canção está também a apropriação de um dos mais conhecidos clichés da cultura popular - a ideia de que “amanhã podemos morrer”. Em vez de a abordar numa perspetiva fatalista, Du Nothin transforma-a num impulso de liberdade. O resultado é uma canção que assume a intensidade como valor, celebrando a vontade de viver sem pedir licença, de experimentar sem garantias e de avançar sem a necessidade constante de validação exterior.

Produzido por Chico Chique, com mistura de Daniel Constantino e masterização de Guilherme Franco, “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY” constitui mais um capítulo na construção de “MUNDO DO POP”, álbum de estreia que chegará em outubro. O disco é descrito pelo artista como uma brincadeira entre nostalgia e que promete aprofundar o universo criativo de um dos artistas mais imprevisíveis da sua geração.

necessidade de atualização, explorando o encontro entre referências clássicas e texturas contemporâneas, irreverentes e inesperadas. Um trabalho que procura refletir a identidade artística de Du Nothin: inquieta, emocional e permanentemente disponível para explorar novas formas de habitar o universo da pop.

Du Nothin afirmou-se nos últimos anos como uma das propostas mais singulares da nova música portuguesa. Depois da edição do EP “Du Somethin” em 2023, destacou-se junto da crítica especializada, integrando diversas listas de melhores lançamentos nacionais do ano, artistas revelação e concertos de destaque. Em palco, tem vindo a consolidar uma reputação marcada pela espontaneidade e proximidade com o público, com atuações em eventos e salas como Vodafone Paredes de Coura, Casa da Música, Festas do Mar, Festival da Canção e Freequency, em Milão.

Paralelamente ao percurso musical, desenvolveu também uma linguagem visual própria que o levou a colaborar com marcas internacionais como Dior, Levi’s e Scalper, expandindo a sua presença para territórios que cruzam música, moda e identidade visual.

Com “SEXO ROCK'N ROLL & ECSTASY”, Du Nothin continua a revelar as várias camadas de “MUNDO DO POP”, um disco

XICO DA TINA COM NOVO SINGLE

 



















Chico da Tina
PEGA OU LARGA

Depois de conquistar o público com o teaser de “PEGA OU LARGA”, que já soma mais de meio milhão de visualizações no TikTok, Chico da Tina apresenta agora o quinto single de SOU GRANDE NO AMOR.

"PEGA OU LARGA" funde sonoridades lusófonas com o universo “brega tuga”, reforça o momento de afirmação do artista, que este ano acumulou sucessos como “SOU GRANDE NO AMOR” e “VÍCIOS”, chegou ao topo do Spotify Portugal e viu a sua música ganhar dimensão dentro e fora do país.

JASMIM EDITA NOVO SINGLE





















Nas palavras de Jasmim:

“Era uma vez um caracol que vivia na Serra da Arrábida. Um dia encontrou uma casa e apaixonou-se pela paz que aquele lugar lhe trazia. Desde então, sonha mudar-se para lá. A inspiração desta história surgiu de um azulejo à entrada da casa da minha avó, onde se lê um verso do poeta Pedro Tamen: "Baba-se o caracol de gozo e vida." Nos últimos anos, comecei a refugiar-me nessa casa para escrever e compor. É um lugar rodeado de silêncio e natureza. Convidei a Madalena Tamen, neta do Pedro, para cantar comigo os coros desta canção” ^

Conta com a produção e mistura de Diogo “Horse” Rodrigues e masterização de Diego Reis. Na bateria toca Francisco Santos, no baixo Pedro Castilho, nos coros Madalena Tamen e os restantes instrumentos são tocados pelo próprio. 

Jasmim continua em digressão apresentando esta e outras canções, num ano que culminará em dois concertos especiais de despedida do Dias em Branco, em Lisboa (Casa Capitão) e no Porto (RCA).

 

BAPCAT JUNTA-SE A CAROLINA DESLANDES EM “OURO”





















Depois de receber Carolina Deslandes na Bapcave, bapcat transforma o encontro criativo entre os dois artistas num novo lançamento. “OURO” já está disponível nas plataformas digitais, com letra de Carolina Deslandes e produção, mistura e masterização de bapcat.

Mais do que uma colaboração, “OURO” representa o cruzamento de duas identidades artísticas muito vincadas. De um lado, a escrita direta e emocional de Carolina Deslandes. Do outro, a assinatura de bapcat, que encontra na produção uma forma de construir narrativas, criar universos e aproximar artistas que dificilmente se encontrariam noutro contexto.

A canção fala sobre a coragem de intervir, defender aquilo em que se acredita e assumir uma posição perante o futuro. Uma mensagem que Carolina Deslandes relaciona diretamente com um dos princípios que orientam a sua vida, a vontade de construir um futuro para os filhos.

“Quando recebi este convite fiquei tão feliz que tive vontade de contar a toda a gente. O bapcat e a equipa dele construíram um dos meus projetos preferidos dos últimos tempos, e fazer parte foi uma honra. Esta canção fala sobre intervir, não ter medo de dizer aquilo que pensamos e sobre o mantra da minha vida, construir um futuro para os meus filhos”, afirma Carolina Deslandes.

“OURO” reforça o percurso de bapcat para lá dos bastidores e consolida-o como artista, produtor e curador de encontros criativos. Na Bapcave, o estúdio deixa de ser apenas o lugar onde as canções se gravam e torna-se parte da própria narrativa, um espaço onde diferentes linguagens se cruzam e dão origem a música nova.

Com Carolina Deslandes, bapcat acrescenta um novo capítulo a esse universo e apresenta uma canção que parte de uma inquietação pessoal para falar de algo coletivo, a responsabilidade de não permanecer em silêncio e de participar na construção do futuro.

INDIE MUSIC FEST REGRESSA COM MAIS DE 40 NOMES EM CARTAZ E APOSTA, PELA PRIMEIRA VEZ, EM NOMES INTERNACIONAIS











Pela primeira vez na sua história, o festival inclui artistas internacionais na programação. Entre os destaques estão os londrinos Sports Team, nomeados para um Mercury Prize, são uma das bandas mais irreverentes da nova geração do indie rock britânico, e vêm apresentar o seu mais recente álbum “Boys These Days”. Constam também no cartaz os belgas Lander & Adriaan, duo que cruza jazz com música de dança underground dos anos 90 e que se tem afirmado como um dos projetos mais entusiasmantes da nova cena eletrónica europeia. Nomes que se juntam aos belgas Lézard, que atuam pela primeira vez em Portugal, e os sintetizadores etéreos dos luso-britânicos Soma Please.

A programação reforça igualmente a presença da música nacional, com o regresso dos PAUS, numa das datas da digressão de despedida da banda, e ainda, nomes como Expresso Transatlântico, X-Tinto, Them Flying Monkeys, Vaiapraia, Femme Falafel e Capital da Bulgária, que celebram a missão primordial do Indie Music Fest de dar voz à música independente portuguesa.

A edição de 2026 arranca a 3 de setembro com um dia de entrada gratuita dedicado ao projeto Indie Talents. Depois de encerradas as candidaturas, sete artistas emergentes foram selecionados para atuar e disputar um prémio de 500 euros, bem como a gravação de um tema nos Stone Sound Studios.

Além da programação musical, o Indie Music Fest volta a apostar numa experiência alargada, com zonas de lazer como a Piscina e o Fúria; aulas gratuitas de skate e BMX, no novo Skate Park de Paredes; um novo palco dedicado a projetos emergentes; e ainda, o regresso do Mercado Indie e do espaço Mini-Indie, ambos com uma oferta reforçada.

Após o regresso em 2025, na sequência do interregno provocado pela pandemia e da mudança de recinto, o festival recebeu cerca de 8 mil visitantes. Para a edição de 2026, a organização pretende aumentar a capacidade para 9.500 pessoas, consolidando o crescimento do evento.

Os passes gerais dão acesso ao camping e encontram-se disponíveis por 35 euros. Conhecida a distribuição do cartaz pelos três dias do festival ficam agora disponíveis os bilhetes diários a 25 euros. O primeiro dia do festival mantém entrada gratuita.

3 setembro

JUG
Luís Contrário
Mariska
Marta Lima
Sem Tarola
Silly Boy Blue
The Carpets
Warout
Youth Yard

4 setembro

Lander & Adriaan (BE)
Lézard (BE)
Xtinto
Bardino
Beatriz Pessoa
Celso
Femme Falafel
IBSXJAUR
Nunca Mates o Mandarim
Soma Please (PT/UK)
Ben & GJepards
Monstro
The Green Bin
Tiago Carvalho

5 setembro

Sports Team (UK)
Paus
Expresso Transatlântico
Them Flying Monkeys
Vaiapraia
Capital da Bulgária
Ela Jaguar
Elias
Puro L
Rapaz Ego
Evols
Gusta-Vo
Dani
Samuel Mor
Santos Carneiro
Tendency
Trouble Trouble

D.A.M.A E ÁTOA JUNTAM-SE PELA PRIMEIRA VEZ EM "112"





















D.A.M.A marcam o Verão com a participação em “112”, da banda ÁTOA. Já disponível em todas as plataformas digitais, o tema assinala a primeira colaboração entre duas bandas que nunca tinham gravado uma música em conjunto.
Com uma sonoridade pop envolvente e uma produção que cruza as identidades musicais de ambos os projetos, "112" ganha uma dimensão ainda mais especial com a participação de músicos de roda de samba (Viva o Samba), acrescentando uma energia descontraída e festiva ao tema. "112" retrata o impacto da ausência de alguém e a forma como uma perda é capaz de transformar a realidade. Através da metáfora de "chover em pleno agosto", a canção descreve o contraste entre a luminosidade do verão e a tempestade emocional provocada pela saudade, uma imagem que atravessa todo o tema e ganha especial destaque no refrão.

Os D.A.M.A continuam a afirmar-se como referência da pop portuguesa contemporânea juntando-se a ÁTOA, ambos somam êxitos e galardões e agora celebram um encontro há muito aguardado entre dois projetos que partilham uma amizade de longa data e um percurso consolidado na música portuguesa, resultando numa canção que celebra a força das ligações humanas e o poder da música em aproximar pessoas.

"112" já está disponível em todas as plataformas digitais.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

NOBLE COPMPREIMEIRA CANÇÃO EM PORTUGÊS

 



















Chegou o dia… Ontem 7 de agosto de 2026, siu em todas as plataformas, o primeiro single em português de Noble! Chama-se “Desesperado” e já está disponível nas plataformas.

Noble diz-nos sobre esta mesma questão que… “É verdade que escrevi em Inglês, não só nestes 8 anos de carreira, mas como em praticamente toda a minha vida desde que comecei a escrever as minhas próprias canções. Talvez o fizesse por causa de alguma ambição irrealista ou talvez por conforto – visto que a minha timidez se anula ao cantar numa língua à qual não tinha uma ligação emocional – mas, o que é certo é que nos últimos dois anos tenho sentido algo que nunca senti: necessidade de me expressar mais. Essa necessidade em si foi o que me levou a escrever as primeiras canções em português, queria dizer mais e nesse aspecto nada se compara com a riqueza linguística do português!”.

Mas não é apenas a língua que é uma novidade neste novo single chamado “Desesperado”. Todo o instrumental é diferente do que estamos habituados a ouvir numa canção escrita por Noble. O artista afirma mesmo: “…Sei que é bem diferente do que fiz em inglês, e das restantes canções que tenho em português, mas, apesar de ser uma canção sobre desamor, é uma festa! As guitarras, a batida, as palmas, a melodia final que me transporta logo para um almoço de Domingo que acaba com uma guitarra e toda a gente a cantar à volta da mesa (como acontece constantemente na minha vida).”

Questionado sobre o single “Desesperado” ser um “caso isolado” na sua discografia, Noble diz apenas “este não é um tema único em português. Já tenho, pelo menos, mais sete canções completas de que gosto e que podem vir a ver a luz do dia, mas isso é um futuro distante e eu prefiro saborear o que estou a fazer agora sem pensar muito no que vou fazer a seguir! Todas as canções que possam sair um dia vivem em espaços muito próprios e diferentes uns dos outros. Não há uma linha condutora, para além da língua portuguesa, a unir este projeto. Tenho ouvido muito do que se tem feito no panorama musical em Portugal e, naturalmente, fui sendo influenciado por vários registos musicais. Gostava de mostrar isso com as novas canções. Fazer uma homenagem às raízes da cultura musical portuguesa, com tudo o que ela tem para oferecer.”

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

MIGUEL ARAÚJO NOMEADO PARA 2 GLOBOS DE OURO





















Miguel Araújo está nomeado para a 30.ª edição dos Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Intérprete, onde é o único homem nomeado, e para Melhor Canção, com "Elogio da Preguiça", tema retirado do seu mais recente álbum de originais, "Por Fora Ninguém Diria".

Com as duas nomeações de 2026, Miguel Araújo soma dez nomeações na história dos Globos de Ouro, tornando-se um dos artistas musicais mais nomeados de sempre no evento, uma marca a que se junta a particularidade de ainda não ter vencido.

A ligação do artista aos Globos de Ouro remonta a 2013, ano em que o álbum de estreia "Cinco Dias e Meio" lhe valeu as primeiras nomeações, para Melhor Intérprete e para Melhor Música, com "Os Maridos das Outras". Seguiram-se, em 2014, duas nomeações como membro dos Azeitonas, para Melhor Banda e para Melhor Música, com "Ray-dee-oh", e, em 2015, nova nomeação para Melhor Música, com "Balada Astral". Vieram depois as nomeações de 2018, para Melhor Intérprete Individual, de 2019, para Melhor Espectáculo ao Vivo, e de 2024, para Melhor Música, com "Saudade".

Depois de esgotar coliseus e arenas, incluindo a MEO Arena, em Lisboa, e a Super Bock Arena, no Porto, Miguel Araújo editou, a 1 de janeiro, "Por Fora Ninguém Diria", o seu mais recente álbum de originais. Composto por 11 canções escritas, compostas, produzidas e interpretadas na íntegra pelo próprio, e gravadas ao longo de três anos no Estúdio Chiu, no Porto, o disco recebeu quatro estrelas no Expresso, pela mão do crítico Rui Miguel Abreu, que destacou a recusa do artista pelo ruído e pela urgência da indústria, e assinala duas décadas de uma carreira singular na música portuguesa. Desde fevereiro, e depois de um arranque de digressão que passou pelo Teatro Municipal de Vila Real, pelo Convento de São Francisco, em Coimbra, e pelo Teatro Municipal da Guarda e Theatro Circo, em Braga, o artista continua em palco a apresentar o novo disco um pouco por todo o país.

A esta apresentação ao vivo junta-se ainda "Passemos aos Salões", nova digressão a solo, com voz e piano, que arranca a 10 de outubro no Centro Cultural de Tábua, segue para a Academia Almadense, em Almada, a 21 de novembro, para o Teatro São Luiz, em Lisboa, a 25 de novembro, para a Casa das Artes, em Miranda do Corvo, a 28 de novembro, para o Teatro Municipal de Bragança, a 5 de dezembro, e termina no Teatro Principal de Santiago de Compostela, a 19 de dezembro. Num formato de serão, íntimo e despojado, Miguel Araújo revisita canções incontornáveis do seu repertório, partilhando histórias e detalhes do processo de escrita que lhes deu origem.

O ano fica ainda marcado pelos dez anos de Ujos, o projecto a dois que junta Miguel Araújo e António Zambujo. Depois dos 28 concertos esgotados nos Coliseus, em 2016, e dos mais de 47 mil bilhetes vendidos nas Arenas de Lisboa e do Porto, em 2023, a dupla regressa aos Coliseus com dez novas datas, das quais quatro esgotaram uma semana após a abertura de vendas.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

PROGRAMA DE 05/08/26

1 - os Salva Terra - Caminho bom
2 - Orange 3 - Sonhos lançados
3 - Fipos - Minha guerra minha paz
4 - aBANd'onados - Baixar os braços (não)
5 - Tédio FC - Recibos verdes
6 - Corsage - Ana Lee
7 - Maripool - Favorite
8 - Pinhead Society - Every other day

9 - Obsidiun - Brotherhood of man
entrevista Obsidiun
10 - Obsidiun - Eternal fate
11 - Morbid Death - Hole worn


 

FALTAM 2 DIAS PARA O ARRANQUE DO FESTIVAL ESTEOESTE 2026





















Falta apenas uma semana para o arranque do Festival ESTEOESTE 2026, que regressa ao Parque da Ponte, em Braga, nos dias 7 e 8 de agosto, para mais uma edição dedicada à música, à criação artística e à cultura independente. A entrada é gratuita. A edição deste ano contará com a presença de Ana Frango Elétrico, um dos nomes mais destacados da música lusófona contemporânea.

Depois da última edição ter registado a maior afluência de sempre, com mais de 10.000 participantes ao longo dos dois dias de programação, o evento consolidou o seu crescimento contínuo enquanto proposta cultural de referência na programação de verão da cidade.

O festival mantém a sua aposta na valorização do tecido artístico local, apresentando uma programação que cruza projetos emergentes e artistas de maior projeção. A edição deste ano contará ainda com a presença de Ana Frango Elétrico, um dos nomes mais relevantes da música lusófona contemporânea.