
Muralhas de guitarras. Pós-rock com pitadas de sónico. Por vezes a roçar o noise. Um nome a fixar. The All Star Project. Com a lição muito bem estudada.
Sem perderem o fio à meada, com a melodia como meta de chegada. Por vezes calmo. Outras em mares mais agitados. Parte-se daqui, mete-se por ali e volta-se, para de novo partir.
Uma banda com pedal. Com muitos pedais. Com um naipe de músicos competentes.
O futuro da música portuguesa passa por Leiria. Constrói-se com guitarras em riste e serve-se quente. Saboreia-se e pede-se para repetir.
Sem perderem o fio à meada, com a melodia como meta de chegada. Por vezes calmo. Outras em mares mais agitados. Parte-se daqui, mete-se por ali e volta-se, para de novo partir.
Uma banda com pedal. Com muitos pedais. Com um naipe de músicos competentes.
O futuro da música portuguesa passa por Leiria. Constrói-se com guitarras em riste e serve-se quente. Saboreia-se e pede-se para repetir.

Arte bruta. Por vezes bruta demais. Quase industrial. Noise. Muito frenético. Guitarras em desalinho. Voz a berrar palavras. Baixio a marcar presença discreta, mas eficaz.
Para que tudo tivesse acabado em bem, bom seria que esta música tivesse um rumo mais certo. Muitas vezes os músicos partem em aventura, e levam tempo a encontrar a luz ao fundo do túnel.
Com mais palco a coisa afina. Ficaram no ar muito boas ideias. Agora o melhor mesmo é arrumar a casa e alinhar os pensamentos.
Para que tudo tivesse acabado em bem, bom seria que esta música tivesse um rumo mais certo. Muitas vezes os músicos partem em aventura, e levam tempo a encontrar a luz ao fundo do túnel.
Com mais palco a coisa afina. Ficaram no ar muito boas ideias. Agora o melhor mesmo é arrumar a casa e alinhar os pensamentos.
Texto & Fotos Nuno Ávila
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