O mar e o sol, a proximidade de Lisboa e a música que mais nos diz a todos, o espírito de celebração da língua que nos dá identidade, a oferta diversificada em termos de estilos, de gerações, de linguagens: cabe muita coisa debaixo d’O Sol da Caparica. E este ano vai caber ainda muito mais num programa que é cada vez mais múltiplo e diverso.
O festival, que conhecerá a sua terceira edição nos próximos dias 11, 12, 13 e 14 de Agosto, tem os pés bem fincados no sólido terreno da música portuguesa e tem mostrado trabalhos dos mais importantes nomes da nossa cena musical, não esquecendo a língua que atravessa o oceano e nos liga ao Brasil e a África.
A perspectiva feminina tem sido importante na história d’O Sol da Caparica e, claro, absolutamente decisiva nos novos caminhos da música portuguesa. A presença no cartaz de nomes como Marta Ren, Deolinda, Aurea ou Ana Moura é um reflexo da variedade e da riqueza do actual panorama musical português: alma e tradição, classe e sofisticação. Não queremos que vos falte nada. Nem sons para dançar, nem canções para quem se quer apaixonar.
Este ano, o Sol da Caparica voltará a apostar na inovação e promete uma série de importantes novidades que serão desvendadas ao longo dos próximos meses: na programação dedicada aos mais novos, nos desportos radicais, na relação com as artes urbanas e, claro, no projeto Debaixo da Língua que nos leva ao debate com uma série de importantes artistas, autores e técnicos sobre o grande terreno comum que o português nos oferece a todos.
Com passe a 35 euros, bilhetes diários a 15 euros e um programa com mais de 3 dezenas de artistas que levarão até à Caparica novos espectáculos, vários deles em estreia absoluta. Ficamos à espera de todos!
Para além do dom de criarem e interpretarem canções que ficam imediatamente no imaginário popular, a sua energia fulminante em palco e a relação que estabelecem com o público que os vê, faz com que os seus concertos sejam uma celebração que arrasta multidões. Os temas que foram espalhando por três álbuns multiplatinados tornaram-se parte do cancioneiro nacional: temas como “Parva Que Sou” que serviram de bandeira a causas, ou “Fado Toninho” ou “Um Contra o Outro” são sempre cantados a uma só voz, prova da empatia que têm com o seu público. Agora há Outras Histórias para cantar e descobrir. Vai ser uma festa, certamente, n´O Sol da Caparica.
Marta Ren: furacão soul
A imprensa internacional não tem dúvidas e já se rendeu incondicionalmente à incrível voz de Marta Ren, carregada de alma a sério, moldada por uma paixão pelos clássicos mas capaz de apaixonar corações do presente. E depois há os arranjos que evidenciam a força dos Groovelvets, que tocam como se Memphis fosse já aqui ao virar da esquina. Marta assegura que não é como as outras: "I'm not your regular woman", canta em Stop, Look and Listen. E não há como não acreditar. O Sol da Caparica vai registar um furacão: chama-se Marta Ren.
Aurea: de Las Vegas à Costa
Aurea acaba de lançar o terceiro registo de uma agitada e recheada carreira. Tem por título Restart, foi gravado em Las Vegas pela grande Cindy Blackman, baterista de exceção que colaborou anos com Lenny Kravitz, por exemplo. Será mais um marco numa carreira que só tem conhecido o sentido ascendente. N`O Sol da Caparica vai ouvir-se, certamente, música nova entregue com a classe e a alma a que Aurea já nos habituou. Mas vão ouvir-se igualmente pérolas como "Busy", "Okay Alright", "Scratch My Back" ou "The Star" para que todos possam voltar a apaixonar-se!
Marta Ren: furacão soul
A imprensa internacional não tem dúvidas e já se rendeu incondicionalmente à incrível voz de Marta Ren, carregada de alma a sério, moldada por uma paixão pelos clássicos mas capaz de apaixonar corações do presente. E depois há os arranjos que evidenciam a força dos Groovelvets, que tocam como se Memphis fosse já aqui ao virar da esquina. Marta assegura que não é como as outras: "I'm not your regular woman", canta em Stop, Look and Listen. E não há como não acreditar. O Sol da Caparica vai registar um furacão: chama-se Marta Ren.
Aurea: de Las Vegas à Costa
Aurea acaba de lançar o terceiro registo de uma agitada e recheada carreira. Tem por título Restart, foi gravado em Las Vegas pela grande Cindy Blackman, baterista de exceção que colaborou anos com Lenny Kravitz, por exemplo. Será mais um marco numa carreira que só tem conhecido o sentido ascendente. N`O Sol da Caparica vai ouvir-se, certamente, música nova entregue com a classe e a alma a que Aurea já nos habituou. Mas vão ouvir-se igualmente pérolas como "Busy", "Okay Alright", "Scratch My Back" ou "The Star" para que todos possam voltar a apaixonar-se!
DEBAIXO DA LÍNGUA: Ana Moura - a espalhar palavras que se dançam pelo mundo
O jornal de referência britânico The Guardian tem dado o máximo de atenção ao trabalho de Ana Moura. No passado mês de Abril, numa crítica a um concerto em Londres, escreveu-se o que pensa a cantora do fado que tem carregado por esse mundo fora: "O fado - explicou Ana Moura - também pode servir para dançar, e o seu público queria músicas mais mexidas, para acompanhar com palmas, tal como a agitada "Dia de Folga"". Ana Moura será uma das interlocutoras de Rui Miguel Abreu na nova edição do projecto Debaixo da Língua, ao lado de outros nomes como Márcia, Carlos Tê ou Rui Reininho.

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