Conhecido pelas interpretações em Smix Smox Smux e Máquina del Amor, Filipe Palas, vocalista e guitarrista, despe-se e dá a conhecer o seu novo projeto, desta feita, a solo. Fruto da necessidade de expressão, o projeto Palas assemelha-se a um diário privado ou a uma sessão de psicoterapia; uma mistura de memórias e delírios que fazem do projeto Palas um espelho de Filipe Palas. O Intenso humor e sarcasmo são acompanhados de ironia e deboche, perfeitamente embebidos de rock n’ roll por todos os lados. Antes, porém, uma introdução conceptual que dá o mote para o restante disco: vai sair da pele, vai ser pessoal e intenso.
As guitarras sónicas dão origem a clarinetes, em devaneios onde as portas da percepção são propositadamente difusas, como se estivéssemos num sonho alcoólico, num orgasmo de sensações e de memórias. Neste disco fala-se de “paus mandados”, de prazeres imundos, de mágoas e saliva, crianças que saltam à corda, numa parafernália de sensações, um mundo deliciosamente disforme, belo e hilário de Filipe Palas.
Irene
Marco Veiga, Jorge Lima e João Quintanilha é o atual trio de um segredo que encaixaram no nome Irene, uma candura quadricular para cortar palavras e machucar de forma muito séria a utopia da melodia perfeita. Com o tema 'Barco De Cartão' sentimos-nos de fôlego apertado, nele algo nos impõe aquela aflição de termos encontrado a canção das nossas vidas. Irene é assim, acordou e abriu a porta para toda a gente entrar. Agora já nada será igual.
Na primeira parte deste espetáculo, o projeto irá apresentar os seus escondidos presentes. Há algum tempo que se aguarda novos desenlaces para as aventuras deste veleiro, elas estão prontas para as descobrirmos. Para já são as informações que temos, podemos perguntar-lhes ao vivo o resto das suas vidas.
As guitarras sónicas dão origem a clarinetes, em devaneios onde as portas da percepção são propositadamente difusas, como se estivéssemos num sonho alcoólico, num orgasmo de sensações e de memórias. Neste disco fala-se de “paus mandados”, de prazeres imundos, de mágoas e saliva, crianças que saltam à corda, numa parafernália de sensações, um mundo deliciosamente disforme, belo e hilário de Filipe Palas.
Irene
Marco Veiga, Jorge Lima e João Quintanilha é o atual trio de um segredo que encaixaram no nome Irene, uma candura quadricular para cortar palavras e machucar de forma muito séria a utopia da melodia perfeita. Com o tema 'Barco De Cartão' sentimos-nos de fôlego apertado, nele algo nos impõe aquela aflição de termos encontrado a canção das nossas vidas. Irene é assim, acordou e abriu a porta para toda a gente entrar. Agora já nada será igual.
Na primeira parte deste espetáculo, o projeto irá apresentar os seus escondidos presentes. Há algum tempo que se aguarda novos desenlaces para as aventuras deste veleiro, elas estão prontas para as descobrirmos. Para já são as informações que temos, podemos perguntar-lhes ao vivo o resto das suas vidas.

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