terça-feira, 24 de novembro de 2020

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Desde a sua estreia discográfica em 1999, com “Sete Fados e Alguns Cantos”, Helder Moutinho editou até agora mais quatro álbuns – à média de um disco novo a cada quatro anos, o tempo que leva a pensar, ponderar e amadurecer cada uma das suas obras discográficas, todas elas obedecendo a um conceito, uma vontade, uma ideia ou convicção: “Luz de Lisboa” (2004), que lhe valeu o Prémio Amália Rodrigues, “Que Fado É Este Que Trago” (2008), “1987” (2013) e em 2016, edita o “O Manual do Coração”, com rasgados elogios da crítica:

Helder dá-nos a prova maior do seu talento. A forma como dá cor às palavras, como estila, como remata as frases, tudo nele cresceu assombrosamente…”.

(Nuno Pacheco in Ípsilon)

“A sua voz atinge aqui momentos sublimes. Fados novos que, um dia, serão de certeza grandes fados…tradicionais”.

(António Pires in Time Out)

“Do primeiro ao último arrepiante segundo, é um álbum de absoluta mestria no desenho de uma sonoridade fadista que não se esforça por soar a fado (…) É o álbum de um intérprete admirável”.

(Gonçalo Frota in Público)
O próximo trabalho, do qual já estreou 7 singles na Antena 1, está previsto ser editado em 2021.

Entrada - 7,50€

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