segunda-feira, 20 de novembro de 2023

NO SALÃO BRAZIL





















JAM no SALÃO
23 de novembro | 21h30JAM no SALÃO
Quinzenalmente um ponto de encontro para o Jazz

O Salão Brazil tem vindo a promover "quintas" de JAM, quinzenalmente, neste último quadrimestre de 2023. Com um trio residente a "aquecer" o início de cada noite, o palco do Salão Brazil pretender ser um ponto de encontro de e para o jazz, aberto a todos aqueles que queiram participar.

Trio residente:
Nuno Rodrigues - trompete
Rui Alvarez - contrabaixo
Paulo Silva - bateria

Apoio:
- Conservatório de Música de Coimbra (CMC)
- Curso Profissional de Jazz do CMC

A entrada é livre e gratuita.
Passa a palavra e vem participar neste encontro de jazz!

Super Bock Super Nova
24 de novembro | 22h00
Maria Reis + Bia Maria no Salão Brazil | Super Bock Super Nova 2023

Nova temporada, novas bandas, mais concertos e mais dispersão regional. Desde Setembro até Novembro, a Super Bock Super Nova regressa à estrada e traz consigo o melhor da música emergente, ao vivo e em versão gravada, num ciclo que contempla 12 eventos a cada Sexta-feira de cerveja na mão.
À imagem de anos anteriores, o Super Bock Super Nova regressa ao Salão Brazil a 24 de novembro, com Maria Reis e Bia Maria.

Maria Reis lançou este Abril “A Flor da Urtiga”. Gravado na recta final de 2020 em Lisboa em colaboração com Noah Lennox (Panda Bear, Animal Collective), na figura de produtor e co-instrumentista, o disco foi publicado na Cafetra Records, selo que a artista fundou com amigos há mais de uma década. Citando a própria sobre os modos e formas da nova colecção de temas: “O que dói e é bom. Que cresce livre e indomável. A urtiga floresce como todas as outras flores. Canções sobre a família, o amor, o abismo emocional e a integridade - e outras coisas pelo meio”.

A sua discografia a solo inclui “Chove na Sala, Água nos Olhos”, de 2019, celebrado em palco numa monumental noite no Grande Auditório da Culturgest em Fevereiro de 2020, e o EP inaugural “Maria”, de 2017. Para sempre fica o legado da banda rock Pega Monstro que formou e conduziu com a sua irmã Júlia Reis, quer pelas canções e concertos memoráveis, quer pelo exemplo de agência cultural e cívica que promoveram.

A Maria tem também vindo a colaborar regularmente com nomes como Sara Graça, Joana da Conceição, Gabriel Ferrandini, Miguel Abras ou Rudi Brito em concertos, apresentações artísticas multimediais, edição de música e de poesia.

Beatriz Pereira, nascida e criada em Ourém, é padroeira do ato de “escreviver”. Num precipício entre Beatriz e Maria, a sua caneta vem desfolhar um diário de cores, texturas e dissabores. Convoca melodias com origem no fado, na pop, na bossa nova e no canto popular, para as condensar numa sonoridade que tanto tem de terra-a-terra como de sonhadora. Depois de Mal Me Queres, Bem Te Quero e Tradição, regressa à sua primeira casa musical, o piano, para o terceiro EP, Do Roberto.

Abertura de portas: 21h30
Bilhete: 5€ (oferta de 2 finos na compra de bilhete)

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LEFTY
25 de novembro |22h00

Os LEFTY são um quarteto poderoso de pop rock, com Leonor Andrade na voz, João Nobre no baixo, Pablo Banazol nas guitarras e Dani na bateria, com origem naquela clássica sala de ensaio de onde não se quer sair e de onde explode aquela energia de estar junto a criar e a tocar ao vivo. A banda tem um disco editado, “Andrómeda” (Out. 2021).

O som dos LEFTY remete-nos para as bandas de garagem do final dos anos 80, início dos anos 90, numa mistura peculiar entre o punk, a new wave e a pop; um som mais cru, mais direto, sustentado pelo nervo das palavras, do baixo, da guitarra e da bateria! Se, no entanto, houver alguma dúvida de que os LEFTY são uma banda dos anos XX do século XXI, a sua atualidade é assegurada pela produção, assente na robustez e texturas sonoras que abrem caminho para um novo pop rock – o deles próprios.
As letras de Leonor Andrade, escritas em português, são diretas e intensas; abordam assuntos da vida quotidiana e de cariz sociológico, tais como a Igualdade de Género, a Discriminação e as demais ramificações da Intolerância, sempre de uma perspetiva feminina. Ao vivo ganham ritmo e novas camadas, expressando ainda um aceso inconformismo.

Tal como acontecia na década de 80/90, os LEFTY pretendem recuperar alguns dos hábitos associados ao consumo de música à época, incluindo a precisão no alinhamento do disco que convida a uma audição completa, contando uma história com princípio, meio e fim.

Para os mais curiosos, LEFTY (canhoto ou canhota = que ou quem tem maior habilidade com o lado esquerdo do corpo, em especial com a mão, do que com o lado direito) é uma homenagem a Maria da Luz, mãe de João Nobre, por em criança ter sido obrigada a contrariar a destreza inata em escrever com a mão esquerda. Tornou-se destra por obrigação, ambidestra por teimosia.

Em palco, a mensagem sonora dos LEFTY é densa, crua e rude; vem das entranhas. A dinâmica do alinhamento é em constante crescendo, havendo espaço para um momento único e intimista protagonizado por Leonor Andrade e Pablo Banazol, só voz e guitarra, para respirar um pouco, mas só mesmo um pouco.

Ao longo de 2022 a banda atuou em diversos palcos, desde o Festival NOS Alive, FNAC Live ou Festa do Avante ao Réveillon do Seixal e várias festas de verão, passando ainda pelos clubes mais emblemáticos de norte a sul do País.

Abertura de portas: 21h30
Bilhetes: 10€

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