quinta-feira, 31 de julho de 2025

FESTIVAL VAPOR PRONTO PARA RECEBER TODOS










O Festival Vapor – que acontece de 12 a 14 de setembro, no Museu Nacional Ferroviário no Entroncamento – pretende ser acessível e inclusivo, proporcionando conforto, segurança e autonomia a todos os públicos, sem exceção, incluindo pessoas com necessidades específicas a nível motor, sensorial, cognitivo ou ainda aquelas que, em virtude do seu percurso de vida se apresentam transitoriamente condicionadas, tal como grávidas, crianças ou seniores.

Ao longo do tempo, a organização – Município do Entroncamento e Museu Nacional Ferroviário – tem vindo a melhorar e pretende melhorar continuamente os espaços e as atividades de modo a que todas as pessoas possam usufruir o melhor possível deste festival, tendo para isso, alguns recursos de acessibilidade.

Neste mês de julho, internacionalmente reconhecido como o Mês do Orgulho da Pessoa com Deficiência, também conhecido como Disability Pride Month (um período para celebrar as conquistas, experiências e a diversidade das pessoas com deficiência, ao mesmo tempo em que se reconhecem as barreiras que enfrentam e se promove a aceitação), o Festival Vapor anuncia o plano de acessibilidades deste ano, numa edição em que estes recursos são reforçados.

Promovendo a inclusão social, o Leirena Teatro, em parceria com o grupo de teatro Carruagem 23 e utentes do CERE - Centro de Ensino e Recuperação do Entroncamento, cocria vários momentos artísticos, cinco cenas deambulantes que se cruzam com o público. Mais do que atores, são cicerones poéticos do festival: conduzem o público com os seus corpos, vozes e ações, convidando-os ao próximo momento artístico do Festival Vapor.

Com concertos em Língua Gestual Portuguesa, desde 2022, nesta edição, os concertos de Bateu Matou, Bia Maria + Coro dos Comuns, Expresso Transatlântico, Mão Morta, Memória de Peixe, Sarah McCoy e Selma Uamusse dispõem deste recurso, bem como o espetáculo Mais uma volta… Mais uma viagem.

No caso de pessoas neurodivergentes, o festival disponibiliza abafadores de som e atividades com acompanhamento de terapeutas ocupacionais.

O público conta também com um desconto de 30% nos comboios Intercidades, Interregional e Regional mediante a apresentação do bilhete do Vapor. De realçar que o Museu Nacional Ferroviário é contiguo à estação de comboios do Entroncamento, possibilitando um acesso fácil e rápido para todos os públicos.

A entrada é gratuita para pessoas com deficiência e acompanhante e, à entrada, há um parque de estacionamento com lugares prioritários, para pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. Existe ainda um percurso acessível, com rampas e elevador.

No recinto do festival, existem também plataformas elevatórias, espaços prioritários à frente dos palcos onde pessoas com mobilidade condicionada podem fazer-se acompanhar pelo seu grupo. Para quem necessitar, estão também disponíveis cadeiras de rodas, mediante solicitação junto da equipa do festival.

O espaço dispõe de stands adaptados e instalações sanitárias acessíveis em todos os edifícios, que também dispõem de fraldários para bebés.

No caso de pessoas com deficiência visual, existem faixas de aproximação e pregos táteis no pavimento e os cães-guia são bem-vindos ao festival, dispondo de pontos para abastecimento de água devidamente sinalizados.

Fantasiando o futuro, o Festival Vapor quebra barreiras e dá as boas-vindas a todas as pessoas.

Este ano, pela primeira vez, o Festival Vapor conta com o apoio da Fundação “la Caixa”, em colaboração com o BPI, possibilitando o reforço do plano de acessibilidades.

Todas as informações sobre acessibilidade do Festival Vapor em festivalvapor.entroncamento.pt/acessibilidade.

Até 31 de agosto, os bilhetes custam 15€ (passe de 3 dias) e 6€ (bilhete diário) e estão à venda na BOL, Ticketline e site do Museu Nacional Ferroviário. Mais informações no website https://festivalvapor.entroncamento.pt, no Instagram (instagram.com/festivalvapor) e no Facebook (facebook.com/festivalvapor).

'PANAMÁ' É O NOVO SINGLE DE TOMÁS ROCHA





















O videoclipe da faixa pop rock que celebra a leveza do verão já ultrapassou as 345 mil visualizações no YouTube.

'Panamá' é o novo single de Tomás Rocha, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do cantor e compositor, a canção celebra o espírito de improviso e a vontade de viver plenamente cada momento, reafirmando a identidade pop rock do artista.

Nas palavras de Tomás Rocha, 'Panamá' é "um convite à vontade de viver. Um lembrete de que só se vive uma vez e, por isso, uma vez não são vezes. A música aborda decisões por impulso que, para mim, são importantes para manter a leveza no meio de tanta confusão e ruído. Fala sobre esses momentos em que nos deixamos levar, sem grandes planos, e que acabam por ser os que mais nos marcam". O artista acrescenta que esta "é uma música de verão. Uma canção pop rock com esse sabor, em que a sonoridade acompanha a mensagem. É leve, mas com a minha identidade muito específica, com o objetivo de nos levar exatamente para o sentimento que estou a tentar passar".
Fotografia: David Oliveira

'Panamá' conta com arranjo e produção de Marco Reis e Vasco Teodoro, que resultam na sonoridade pop rock energética e fresca, que se enquadra no ambiente de verão que inspirou a faixa.

"O primeiro verso surgiu no final de uma noite com amigos e não me saiu mais da cabeça. Quando cheguei a casa, peguei na guitarra e comecei a compor. Ainda levou uns toques e retoques, claro, mas já sabia que era a 'Panamá'. Depois, o Marco Reis e o Vasco Teodoro, os meus produtores, fizeram a sua magia no estúdio e transformaram-na nesta canção com a minha identidade", afirma Tomás Rocha.

O videoclipe do tema foi realizado por Sebas Ferreira com o objetivo de captar a leveza da canção e já ultrapassou as 345 mil visualizações no YouTube. O cantor descreve o vídeo como "um escape visual, quase um sonho cómico, em que tudo serve para mostrar que, por vezes, é preciso soltarmo-nos e rir".

'Panamá' sucede ao primeiro lançamento de Tomás Rocha, 'Feitos de Carne e Osso', um dueto com Carolina de Deus também da autoria do cantor e compositor, que soma cerca de 60 000 streams. Já disponível em todas as plataformas digitais, 'Panamá' reforça o percurso de Tomás Rocha como uma das vozes mais promissoras do pop rock nacional.

Tomás Rocha nasceu em Lisboa. Cantor, compositor e músico, teve aulas de guitarra dos 6 aos 16 anos na New Music School, em Lisboa, com Marco Reis - conhecido como guitarrista da sua banda, os Klepht, que também trabalha com artistas como Agir, Milhanas, entre outros -, atualmente manager e produtor do artista em parceria com Vasco Teodoro. Frequentou, ainda, aulas de canto na mesma escola, o que contribuiu significativamente para o seu desenvolvimento e interesse na área musical.

Durante a infância ouvia artistas lendários como os Beatles, Pink Floyd, Eagles, Led Zeppelin e John Mayer, enquanto aprendia guitarra. Essas referências marcaram o primeiro contacto com a música e moldaram a sua relação com o instrumento. Posteriormente, conectou-se mais com a música portuguesa e identifica-se especialmente com a forma de escrever de Miguel Araújo, que influenciou a abordagem de Tomás Rocha à composição.

Além de estar a trabalhar no seu próprio repertório, Tomás Rocha participa frequentemente em sessões de songwriting para outros artistas. Compor é algo natural para o artista e algo que serve diariamente de escape para transformar pensamentos e imagens em criações musicais concretas. A música que escreve e compõe é, assim, é um reflexo genuíno daquilo que pensa e apresenta a sua visão única do mundo.

É no início de 2025 que Tomás Rocha dá início ao seu percurso discográfico, com o lançamento do primeiro single, 'Feitos de Carne e Osso', um dueto com Carolina de Deus que espelha a intimidade e a vulnerabilidade humana e que rapidamente conquistou as principais playlists editoriais das plataformas de streaming, com números impressionantes para um tema de estreia. 'Panamá', uma faixa pop rock que celebra a leveza do verão, é o single mais recente do cantor e compositor.

FESTIVAL F RUMA À 10.ª EDIÇÃO COM VENDA GERAL A PARTIR DE AMANHÃ




















O Festival F celebra este ano a sua 10.ª edição de uma forma muito especial: uma programação alargada a quatro dias de música e experiências culturais, de 04 a 07 de setembro, no coração histórico de Faro. Devido à grande procura, a fase de pré-venda, inicialmente limitada a 1000 passes gerais e 1000 bilhetes diários por dia de festival, foi alargada para 1500 unidades em cada categoria. Esta primeira fase de venda termina já hoje, 31 de julho. A partir de amanhã, os bilhetes estarão disponíveis, já com preços de venda geral, nos locais habituais.

Com cerca de 100 atuações distribuídas por nove palcos, o Último Grande Festival de Verão volta a afirmar-se como uma plataforma incontornável da música portuguesa e uma das grandes experiências culturais do País.

Diogo Piçarra, Bárbara Bandeira, Ana Moura, Pedro Abrunhosa, Dino D’Santiago com a Orquestra do Algarve, Os Quatro e Meia, Bispo, Revenge of the 90’s, Sara Correia, Julinho KSD, Nenny, Buba Espinho, Mundo Segundo & Sam The Kid, Ana Bacalhau, Mizzy Miles, Nena, IOLANDA, Rita Rocha, entre muitos outros, compõem uma edição histórica que celebra a música nacional em todas as suas formas — da pop ao fado, do hip hop à eletrónica, da tradição à vanguarda, da estreia à consagração, e da experiência intimista ao grande espetáculo.

Em 2025, a festa prolonga-se até domingo, 07 de setembro, num dia muito especial que coincide com o Dia da Cidade de Faro. Um presente duplo, tanto para a cidade como para todos os que fazem parte desta história. Nesse dia, a programação será de luxo, com um preço reduzido e ainda mais acessível às famílias.

O Festival F reforça o seu espírito inclusivo com propostas para todas as idades, desde atividades para famílias e crianças (com destaque para Nina Toc Toc) a momentos pensados para os fãs mais fiéis e para todos os que visitam Faro em busca de novas descobertas.

Durante quatro dias, o público é convidado a viver Faro de forma única, através de múltiplos palcos espalhados pela zona histórica da cidade:

Palco Sagres (Ria)
Palco Lusíadas (Sé)
Palco Matrizauto (Magistério)
Palco Bandida (Quintalão)
Palco Castelo
Palco Museu
Palco Músicos
Palco Arco
Silent Party by Bandida do Pomar

A 10.ª edição conta com o apoio dos principais patrocinadores: Sagres, Bandida do Pomar, Galp, Lusíadas, Matrizauto, Villa Alvor, Idealista e Forum Algarve, e dos media partners oficiais RTP e Rádio Comercial, cujo contributo é essencial para consolidar o Festival F como uma plataforma de promoção da música e da cultura portuguesas.

Organizado pela Câmara Municipal de Faro, Ambifaro, Teatro das Figuras e Sons em Trânsito, o Festival F continua a crescer e a reforçar a sua missão: valorizar a música portuguesa, apoiar novos talentos e contribuir para o desenvolvimento cultural e social da cidade de Faro.

Quatro dias de muita música e experiências culturais vividas entre muralhas, praças e jardins.

A venda geral arranca amanhã, 01 de agosto.

Bilhetes disponíveis em www.festivalf.pt e locais habituais.

PREÇOS E CATEGORIAS DE BILHETES 

FESTIVAL F 2025

Pré-venda || até 31 julho
(limitada a 1500 bilhetes diários para cada dia e 1500 passes gerais)
Bilhete diário (04, 05 e 06 de setembro) — 20 €
Bilhete diário (07 de setembro) — 8€
Valor passe geral — 50€

EXPOSIÇÃO INÉDITA PARA CELEBRAR 45 ANOS DE CARREIRA DE RUI VELOSO


 “Rui Veloso: Uma Vida Em 45 Voltas”

Com inauguração marcada para 9 de setembro, a mostra exclusiva percorre os momentos mais marcantes da carreira do cantor e compositor – um nome emblemático da música portuguesa – e antecipa um concerto memorável.

Com 45 anos de carreira, Rui Veloso é uma referência incontornável da música portuguesa. Para assinalar esta data especial, Vila Nova de Gaia vai acolher uma exposição única que retrata a sua história e legado. A mostra “Rui Veloso: Uma Vida Em 45 Voltas” estará patente no ArrábidaShopping a partir de9 de setembro, convidando todos os apaixonados pela música portuguesa a conhecer de perto a vida pessoal e profissional do músico, revelando a trajetória que o levou ao reconhecimento nacional.

A exposição é gratuita e poderá ser visitada até 21 de outubro na Praça Central, Piso 0.

Além de fotografias inéditas, a exposição, que tem a curadoria da SOTA – State of the Art –, contará com objetos pessoais, itens exclusivos, como discos de platina e dupla platina, guitarras do artista – o instrumento mais acarinhado pelo próprio –, indumentária icónica, capas de álbuns, entre outros elementos nunca vistos. A mostra inclui ainda um conjunto de itens de fãs e um espaço especial dedicado aos amigos de longa data do artista.

Cantor e compositor nascido em Lisboa em 1957, Rui Veloso é uma figura fundamental do rock português. Crescido no Porto, iniciou-se na música muito cedo, lançando em 1980 o álbum “Ar de Rock”, que se tornou um marco do género musical com sucessos como “Chico Fininho”, partilhadoscom Carlos Tê, o seu letrista. Reconhecido pela inovação na música portuguesa, o Rui Veloso conquistou prémios como o “Sete de Ouro” e colaborou com artistas nacionais e internacionais. Ao longo da sua carreira, lançou vários álbuns de sucesso e ajudou a consolidar a música rock cantada em português.

A comemoração não fica por aqui. “Não há estrelas no Céu” e “Porto Covo” são algumas das baladas icónicas que vão poder ser ouvidas por todos no concerto que acontece a 3 de outubro no ArrábidaShopping e que promete transportar o público numa viagem nostálgica pelos êxitos que marcaram várias gerações. Num ambiente vibrante, o evento será memorável para os fãs do artista e para as novas gerações que terão a oportunidade de descobrir a intemporalidade das suas canções.
O acesso ao concerto é gratuito, estando sujeito ao levantamento prévio de pulseiras.

No âmbito do concurso Arrábida Music, iniciativa que visa encontrar o artista ou banda responsável por abrir o concerto principal, foram registadas 36 participações, das quais resultaram seis finalistas: Anabela, Márcia Carvalho, Times of Trouble, Davi Days, Break Even e Canções de Sofá.

O vencedor será anunciado no dia 18 de setembro de 2025, data em que os finalistas irão apresentar as suas músicas ao vivo perante um júri composto por representantes de várias entidades, nomeadamente o ArrábidaShopping e a SOTA – State of the Art.

“Assinalar os 45 anos de carreira de Rui Veloso no ArrábidaShopping é, para nós, uma forma de celebrar a história da música portuguesa, ao homenagearmosum artista que marca várias geraçõese que mantém uma forte ligação à cidade do Porto. Esta exposição convida os visitantes a mergulhar no percurso do cantor através de peças inéditas. O concerto será, sem dúvida, um dos momentos altos desta celebração, permitindo que o público reviva alguns dos temas mais emblemáticos da sua carreira. É também um reflexo do nosso compromisso em proporcionar experiências relevantes e acessíveis a toda a comunidade”, afirma Tomás Furtado, diretor do ArrábidaShopping.

Data e Local:
Exposição: 9 de setembro a 21 de outubro, na Praça Central – no Piso 0
Concerto: 3 de outubro, no parque de estacionamento exterior do Piso 0
Entrada: Livre (O concerto requer reserva de pulseira no site do ArrábidaShoppinge o levantamento é feito no Quiosque de Informações.)

MAZGANI + MICHARVEY & AMANDA ACEVEDO ESTREIAM PARCERIA AO VIVO EM LISBOA





















Em Outubro, o Coliseu Club de Lisboa e o Cine-Teatro de Amarante recebem um encontro especial, dia 1 e 2, respectivamente: pela primeira vez em Portugal, Mazgani vai partilhar o palco com Mick Harvey e Amanda Acevedo, numa colaboração inédita que reúne três vozes distintas, mas profundamente conectadas pela sensibilidade artística e pela paixão pela canção.

Recorde-se que Mick Harvey colaborou com Mazgani na gravação do álbum “Common Ground” (2013), mas esta será a primeira vez dos três artistas em palco, lado-a-lado. Será também a estreia no nosso país da parceria entre Mick Harvey e Amanda Acevedo, que vão apresentar temas do disco de duetos “Phantasmagoria in Blue”, de “Golden Mirrors “ (tributo ao legado do enigmático Jackson C. Frank), e ainda do último álbum a solo de Mick Harvey, “Five Ways to Say Goodbye”.

Com uma carreira de mais de quatro décadas, Mick Harvey é uma figura incontornável da música contemporânea — membro fundador dos míticos The Birthday Party e dos Bad Seeds, colaborador próximo de Nick Cave e PJ Harvey, compositor de bandas sonoras premiadas e produtor de referência. Ao seu lado, Amanda Acevedo, artista mexicana radicada em Melbourne, traz uma voz delicada e envolvente que tem conquistado a crítica internacional pelas suas interpretações profundas e cinematográficas.

Mazgani, por seu lado, regressa aos palcos num momento particularmente marcante: no final de 2024 editou “Cidade de Cinema”, o seu mais recente trabalho e o primeiro integralmente escrito e cantado em português. Com uma discografia sólida e uma carreira pautada por colaborações exigentes, digressões internacionais e incursões pelo teatro e pelo cinema, Mazgani continua a afirmar-se como um dos mais consistentes e criativos autores da música portuguesa contemporânea.

A acompanhar Mazgani, Mick Harvey e Amanda Acevedo estarão: Pedro Branco (guitarras), Isaac Achega (bateria), Vitor Rodrigues (baixo), Georgio Valentino (guitarra e teclas) e uma pequena secção de cordas.

Os bilhetes para os concertos no Coliseu Club, em Lisboa, dia 1 de Outubro; e no Cine-Teatro de Amarante, dia 2, estão à venda nos locais habituais e on-line.

PROGRAMA DE 30/07/25

1 - The Pages - Mod lovers
entrevista The Pages
2 - The Pagers - Ordinary love
3 - Cristiana Águas - Bem-vindo
4 - Júlio Resende - Medo dueto com Amália Rodrigues

5 - Actvs Tragicvs - Le Pechêur et som âme
6 - 7TV - Dressed in all black
7 - Mekong - Danse danse
8 - Archétypo 120 - Dance
9 - IAMTHESHADOW - This vertigo
10 - Phantom Vision -Yesterday was tomorrow

quarta-feira, 30 de julho de 2025

'QUERO IR' É O NOVO SINGLE DO CANTOR E ATOR CARLOS FÉLIX





















Fotografia: Mafalda Lopes

O artista uniu-se novamente a Rita Onofre para dar continuidade ao percurso iniciado com ‘Um Amor Assim’, agora com uma sonoridade que une a pop e a eletrónica​.

'Quero ir’ é o mais recente single de Carlos Félix. Com letra e música da autoria do cantor e compositor e de Rita Onofre, a canção teve como inspiração a célebre frase do século XVII do poeta inglês John Donne “nenhum homem é uma ilha”, para transmitir uma mensagem séria e profunda sobre amor próprio. Com produção de NED FLANGER - que já trabalhou com artistas como iolanda, JÜRA, INÊS APENAS e João Maia Ferreira -, a faixa combina beats pop eletrónicos com a energia orgânica do piano e do violino.

"Assim como uma ilha está isolada no oceano, também uma pessoa que tenta viver sem qualquer ligação aos outros se sente necessariamente como uma ilha, isolada e desconectada. Eu sou um homem e acho que, por vezes, 'sou uma ilha'. Esta canção pretende explorar os dogmas da solidão", partilha Carlos Félix. O cantor e ator acrescenta: "tal como no meu primeiro single, 'Um Amor Assim', neste tema falo novamente sobre amor mas, desta vez, sobre amor próprio e a aceitação da solidão como parte do percurso".

‘Quero ir’ é a segunda de três colaborações de Carlos Félix com Rita Onofre dedicadas à temática do amor, uma delas ainda por editar. A sonoridade upbeat, que une a pop e a eletrónica ao piano e aos violinos e os arranjos vocais mais clássicos mantêm a identidade retro apresentada no single de estreia, 'Um Amor Assim'. 

Realizado por André Miranda, o videoclipe de 'Quero ir' foi produzido pela Corner Studio, que já assinou visuais para Bárbara Bandeira ou David Carreira e cuja identidade são os elementos 3D e os efeitos especiais. Para 'Quero ir' foi criada uma narrativa em torno de uma ilha mística, que flutua num mar calmo e é invadida por uma figura etérea.

"O conceito do vídeo parte do retrato de uma paisagem idílica, onde a 'ilha' isolada no meio da água é invadida por uma figura mística de fumo que personifica todos os medos e frustrações de alguém que se sente isolado. A interação com esta figura artificial pretende retratar a mensagem que a canção quer transmitir: um diálogo interno entre os receios e a necessidade de integração", partilha o artista.

Já disponível nas plataformas digitais, 'Quero ir’ sucede a ‘Um Amor Assim’, que Carlos Félix editou no início deste ano. As cançǒes marcam o arranque do percurso discográfico do cantor, compositor e ator.

Cantor, compositor e ator, Carlos Félix já fez teatro e televisão e protagonizou recentemente a série biográfica da Amazon Prime/TVI sobre Tony Carreira. Foi no seio familiar que o artista teve o primeiro contacto com a música, por influencia da avó materna, que canta frequentemente nos serões em família e é a sua inspiração maior no modo como vê, ouve e cria música. Foi também a avó que despertou nele a vontade de estudar e desenvolver as suas capacidades enquanto cantor e músico. Ingressou, assim, no Conservatório de Música de Coimbra em 2007, onde se formou em Canto e Guitarra Clássica. Em 2009 chegou à semifinal do programa de talentos "Uma Canção para Ti". Cantou depois em bandas de covers e atuou diversas vezes ao vivo em Coimbra, a sua cidade Natal, e por toda a zona centro.

Radicado em Lisboa, Carlos Félix tem vindo a investir também na formação como ator, junto de renomeados atores e encenadores nacionais e internacionais como Ricardo Neves-Neves, São José Correia, Marco Medeiros, Ricardo Conti ou Lorena de Las Bayonas. Estreou-se na companhia de teatro conimbricense “Teatrão”, participou em várias novelas entre 2019 e 2022 e em 2023/2024 protagonizou o musical “Quando for Grande Quero Ser”, encenado por Ricardo Conti. A estreia como protagonista num projeto de ficção aconteceu no ano de 2024 em "Tony”, uma série biográfica sobre Tony Carreira coproduzida pela Amazon Prime e TVI/SeeMyDreams.

Na música, é influenciado por cantores e compositores icónicos como Johnny Cash, Frank Sinatra e Elvis Presley mas, também, pelos contemporâneos John Legend, Josef Salvat e Stephen Sanchez e os portugueses Rui Veloso e Pedro Abrunhosa. Carlos Félix tem como objetivo conectar diferentes gerações, desde as mais jovens, que se deixam conquistar por uma sonoridade épica e diferente, como as mais velhas, que vão certamente sentir-se nostálgicas ao ouvir as suas composições. Veio sobretudo para cantar o amor nos seus mais diversos estados - seja amor próprio, amor nas relações ou amor pela família -, um amor escrito de forma a que qualquer pessoa se identifique.

É no início de 2025 que Carlos Félix dá início ao seu percurso discográfico, com o lançamento do primeiro single 'Um Amor Assim', um tema sobre relações que têm tudo para dar certo mas que, por alguma razão, terminam, canção com uma sonoridade pop e uma estética retro, inspirada pelos clássicos dos anos 60 e 70. A letra foi coescrita pelo próprio com Rita Onofre, que é também a autora da música, tendo a produção ficado a cargo de Ricardo Ferreira, que colaborou com Aurea no inicio de carreira. A mesma dupla uniu-se novamente no segundo single do artista, 'Quero Ir', uma música com uma mensagem séria e profunda sobre amor próprio. A faixa combina pop e eletrónica com a energia orgânica do piano e do violino e foi produzida por NED FLANGER, que já trabalhou com iolanda, JÜRA, INÊS APENAS, João Maia Ferreira ou o coletivo AVALANCHE.

NA ZDB EM SETEMBRO

 



















SEXTA 19 SETEMBRO / 21H + SÁBADO 20 SETEMBRO / 20H
Festival Ano Q na ZDB

Nos dias 19 e 20 de setembro de 2025, a Rádio Quântica apresenta a 5ª edição do seu festival comunitário sem fins lucrativos, Ano Q.
O ANO Q 2025 reúne uma seleção diversificada de projetos artísticos que desafiam as fronteiras do mainstream através da sua prática. A programação cultural deste festival representa a resistência directa aos eventos baseados em lucro, procurando oferecer uma alternativa ao mainstream de uma Lisboa cada vez mais gentrificada, onde uma polida padronização cultural imposta de cima ou de fora se tornou a norma.

Ao longo dos dois dias do festival poderemos assistir às actuações de Marlene Ribeiro, Margô, Andrei Bessa, Muleca XIII, Saya, Tiago Sousa, I’A’V, Sambacção, Jenny Larrue, Roda de Sample, Maribel b2b Marcolan e DJ Narciso, bem como visitar a exposição de The Blacker The Berry.

TERÇA 23 SETEMBRO / 21H
Getdown Services ← O Simples Mente

O duo de Josh Law e Ben Sadler faz música que não parece séria, mas bate logo como pertinente. Os Getdown Services parecem a resposta para uma geração pós-pandemia, durante guerras que lixam a vida de todos os que podem ser lixados, o dinamismo que está ausente das nossas vidas e que chega e sobra saído das músicas deles. Na falta de formalidade, continuam a festa que ficou por fazer dos Sexual Harassment, com a urgência possível de uns Sleaford Mods e humor saído da televisão britânica. Tão absurdos quanto reais, vivemos hoje bons tempos para música como a dos Getdown Services.

A música de O Simples Mente é uma tradução da forma como vê o mundo – “Se eu não escrevo o que penso, depois esqueço-me”. ATROPELEI-ME, o seu último EP, é marcado pela mistura de hip-hop consciente com lo-fi e pop num registo espontâneo e emocional, sem seguir fórmulas fixas, refletindo uma libertação criativa do artista.

TERÇA 23 SETEMBRO / 21H
Getdown Services ← O Simples Mente

O duo de Josh Law e Ben Sadler faz música que não parece séria, mas bate logo como pertinente. Os Getdown Services parecem a resposta para uma geração pós-pandemia, durante guerras que lixam a vida de todos os que podem ser lixados, o dinamismo que está ausente das nossas vidas e que chega e sobra saído das músicas deles. Na falta de formalidade, continuam a festa que ficou por fazer dos Sexual Harassment, com a urgência possível de uns Sleaford Mods e humor saído da televisão britânica. Tão absurdos quanto reais, vivemos hoje bons tempos para música como a dos Getdown Services.


A música de O Simples Mente é uma tradução da forma como vê o mundo – “Se eu não escrevo o que penso, depois esqueço-me”. ATROPELEI-ME, o seu último EP, é marcado pela mistura de hip-hop consciente com lo-fi e pop num registo espontâneo e emocional, sem seguir fórmulas fixas, refletindo uma libertação criativa do artista.

NOVA MÚSICA DE BACO

























Uma visão renovada do Soul em português que já está disponível em exclusivo em todas as plataformas de streaming.

Depois de se estrear como artista a solo em abril com o aclamado EP “Túnel Kármico”, com mais de 25000 views no youtube, o cantor, compositor, produtor e multi‑instrumentista Baco lança “Não Estás Lá”.

Misturando o R&B/Soul com um subtil toque de pop contemporâneo, “Não Estás Lá” reafirma a assinatura artística de Baco: produção apurada, groove quente e letras recheadas de sentimento que exploram as nuances da intimidade e da ausência. Tal como já é habitual em toda a sua discografia, o artista assumiu sozinho todas as frentes criativas — composição, escrita, instrumentos, voz, produção, mistura e masterização — consolidando‑o como um dos criadores mais completos e promissores da nova música portuguesa.

“Este single é a continuação natural da viagem iniciada em Túnel Kármico — um olhar para dentro, mas também um convite a dançar”, refere Baco.

Estreia ao vivo no Tokyo, Lisboa

“Não Estás Lá” ganhou vida pela primeira vez em palco a 11 de julho, no emblemático Tokyo, em Lisboa, num espetáculo de casa cheia que contou com o DJ Set de Mike El Nite.

Abertura do concerto dos Calema

Baco, o deus do vinho e da festa, abeçoou o EA Live como primeira parte do espetáculo dos Calema na Adega Cartuxa.

Sobre Baco

Natural de Lisboa, Baco tem construído nos bastidores uma reputação sólida como produtor, músico e colaborador de nomes como X‑Tense, Slow J, xtinto, Cláudia Pascoal, João Maia Ferreira e Mike El Nite. Em abril de 2025 lançou o seu EP de estreia “Túnel Kármico”, marcando o início de uma carreira a solo que combina pop, R&B, hip‑hop e eletrónica com uma estética sonora vanguardista. O novo single “Não Estás Lá” reforça a sua versatilidade criativa e posiciona‑o como uma das vozes mais refrescantes da cena nacional.

WIPEAUT BEAT LANÇAM VÍDEO













"Endless Road" é o primeiro single de It Happens Because We Are, Not Because We Exist, terceiro disco de Wipeout Beat que saiu no passado dia 11 de Junho.
Vem acompanhado de um vídeo enigmático e escuro mas dono de uma envolvência e batidas certas.

Os Wipeout Beat vão estar no próximo dia 16 de Agosto na Praça do Comércio, em Coimbra no âmbito do Ciclo Verão a Dois Tempos.

O ser, o não ser, o sentir o existir e o viver. Quantos de nós saberemos a diferença entre estas definições que nos moldam o dia a dia? O foco está na consciência e na vontade que temos de viver em comunhão connosco e com os nossos ideais, seguindo os nossos princípios e lutando pelos nossos sonhos. Se assim não for, somos mais um número, uma pessoa que existe no meio de outras tantas.

O novo álbum dos Wipeout Beat é um manifesto! A sonoridade que o compõe só podia ter acontecido assim — não por cálculo, mas por necessidade!
O título It Happens Because We Are, Not Because We Exist vem de uma corrente filosófica: o acidentalismo. O acidentalismo foi impulsionado por Bruno Simões (Tu metes Nojo, Sean Riley) e a referência a esta filosofia fica como homenagem a este grande amigo. Trata-se de uma forma de dizer que o mundo não segue caminhos previsíveis ou confortáveis, mas sim acontecimentos que sucedem por acaso.

O terceiro disco dos Wipeout Beat é cru, direto, sem clichês, adornos ou virtuosismos desnecessários. É o som do momento a acontecer, sem pedir licença.
Alimenta-se da energia punk, vai beber ao espírito electro, à estética synthwave e à pulsação hipnótica do krautrock. Ao mesmo tempo, encontram-se ecos do minimalismo de nomes como Philip Glass ou Steve Reich, onde a repetição é uma forma de meditação sonora. Também se sente a herança dos Suicide, crua e industrial, com o toque lo-fi muito próprio dos Wipeout Beat. Tudo isto filtrado através da sua velha companheira de guerra: uma caixa-de-ritmos Roland CR-8000, que dita o compasso com teimosia mecânica e groove inegável.
As músicas não se preocupam em ser acessíveis ou fáceis. São densas, exigem tempo e pedem entrega. Mas quem aceita o convite, encontra um mundo inteiro por explorar. Um universo onde o som é matéria viva, onde os teclados “meio a brincar” se transformam em armas emocionais e onde a guitarra e as vozes não comandam, flutuam.
Gravado entre jams, improvisações e obsessões sonoras, este terceiro LP arrisca e provoca. Apresenta musicas construídas como paisagens em mutação constante, onde a repetição se transforma em viagem. Não é só música — é textura, é tensão, é libertação! São peças onde cada camada é colocada com intenção, mas sempre com espaço para o erro criativo, para a emoção crua que só existe naquele instante em que carregamos no botão “record” e tudo pode acontecer.

Este disco é, também, o reflexo da liberdade que só uma banda madura, sem pressões externas, pode alcançar. Wipeout Beat não esão a tentar provar nada. Estão apenas a existir, a fazer o que mais gostam: criar música intensa, honesta e inclassificável.

“Isto é assim porque tinha que ser assim. Não seria a mesma coisa se fôssemos por caminhos já percorridos.”

O disco tem o selo da Lux Records e saiu no passado dia 11 de Junho.

RUSSO COM NOVO LANÇAMENTO





















O artista RUSSO lança “Better Than None”, o seu novo álbum com 7 faixas que atravessam diferentes géneros como Hip Hop, Trap Melódico, Reggaeton, UK Garage e Liquid Drum and Bass. Pós-produzido, misturado e masterizado por Fabrice, o projeto traz uma sonoridade versátil, com líricas honestas e uma forte identidade emocional.

“BetterThan None” nasce da perda, da reconstrução e da jornada pessoal do artista entre Portugal e Holanda.

“O título do álbum é a realização. Fui desconstruir-me, entender o porquê das minhas atitudes, corrigi-las e aprender a aceitar quem sou.

Conhecer pessoas de todo o mundo ouvir as suas história reforçou isso: estamos todos numa fase, todos na mesma luta. E isso torna-me o melhor que posso ser com o que sei no momento.”

Com os singles já lançados “Underground” e “Feed”, o projeto culmina no lançamento do terceiro single e videoclipe “Better Than None”, no mesmo dia da estreia do álbum.

Mais do que música, este álbum é um convite. Um espelho para todos os que estão na sua jornada e que não tem medo de continuar,“I’m Better than none, so tenho um sonho e luto por ele”.

GISELA JOÃO NO COLISEU DO PORTO EM 2026





















Gisela João regressa ao Coliseu do Porto no dia 23 de janeiro de 2026 para um concerto único. Com mais de uma década de carreira marcada por uma entrega visceral à música e a uma visão artística sem concessões, a cantora de Barcelos encontra-se com o público num palco que tem marcado grandes momentos da sua vida artística.

Desde que se revelou com o disco homónimo em 2013, Gisela João impôs-se como uma voz singular, rompendo com o conservadorismo do fado sem nunca o trair. Fê-lo com uma autenticidade desarmante, reconhecida pela crítica e pelo público, e com a coragem de quem canta sempre como se fosse a primeira — e a última — vez. Em estúdio ou ao vivo, Gisela tem explorado territórios artísticos diversos, mantendo sempre uma identidade inconfundível.

Em 2025 apresentou um novo álbum, INQUIETA, onde dá voz a canções de liberdade com uma leitura pessoal, atual e profundamente emotiva. Mas o que a move é mais do que um repertório: é uma inquietação permanente, uma urgência de comunicar, de procurar novas formas de dizer o que sente. É isso que a torna imprevisível, intensa e inimitável.

No Coliseu do Porto, Gisela João promete partilhar o que tem feito — e o que ainda não mostrou. Será uma noite de revelações, de celebração e de comunhão. Um momento raro, pleno de emoção e liberdade, que envolverá cada pessoa na sala. Porque quando Gisela canta, não há distância entre o palco e a plateia. Há verdade.

Este espectáculo é uma organizado pelo Primavera Sound, numa produção Primavera Tours Portugal em parceria com a Match Attack.

Os bilhetes estarão disponíveis na Ticketline a partir de sexta-feira, dia 1 de Agosto. Existirá uma pré-venda dia 31 através newsletter da artista durante 24h, que pode ser subscrita aqui.

BILHETES

Cadeiras Orquestra | 35,00 €
1ª Plateia | 30,00 €
2ª Plateia | 26,00 €
Tribunas (sector 1 e 2) | 29,00 €
Tribunas (sector 3 e 4) | 26,00 €
Camarotes 1ª | 174,00 € (grupos de 6)
Camarotes 1ª Vis. Red. | 132,00 € (grupos de 6)
Frisas | 180,00 € (grupos de 6)
Frisas Vis. Red. | 108,00 € (grupos de 6)
Balcão Popular | 24,00 €
Galeria | 19,00 €
Camarotes 2ª | 96,00 € (grupos de 6)
Geral | 16,00 €

Pré-venda via mailing list | quinta-feira, 31 de Julho às 09h00

Bilhetes disponíveis para venda geral | sexta-feira, 1 de Agosto, às 10h00

CACHUPA PSICADÉLICA LANÇA NOVO SINGLE "DÔNET CASADA CÔCADA QUÊJADA"





















1 - Capa de Dônet Casada Côcada Quêjada; 2 - Fotografia de Vera Palminha

Depois de editar o single "Qrê voltá", que dá nome a um novo disco que sairá até ao fim de 2025, Cachupa Psicadélica desvenda "Dônet Casada Côcada Quêjada", uma canção sobre alienação em tempos tempestuosos.

Na minha vida hoje em dia só quero coisas boas. Debaixo de intempéries, locos locos sem morada. Dônet Casada Côcada Quêjada na nha vida hoje em dia um qrê sô cosa sab.

Tu não perdes a tua novela, tu queres esquecer e eu não quero nem saber.

Luís Gomes aka Cachupa Psicadélica


Este tema conta com música e letra de Luís Gomes e vem acompanhado de um vídeo do realizador luso-suiço Basil da Cunha.

Dez anos após o lançamento do disco de estreia "Último Caboverdiano Triste" — e com o álbum "Pomba Pardal" (2019) e inúmeras colaborações pelo caminho — Cachupa Psicadélica (Luís Gomes) prepara-se para lançar seu novo disco, "Qrê voltá", que será editado com o apoio da Fundação GDA.

Sobre Cachupa Psicadélica: 

Nascido e criado na ilha de São Vicente (Cabo Verde), Lula's foi criança nos anos 80 e apaixonou-se pelo rock de Seattle na adolescência, num Mindelo de roqueiros latinos. De repente, deu por si a estudar nas Caldas da Rainha e, alguns projetos musicais depois, encontrou-se na encruzilhada da sua Cachupa Psicadélica, saída das entranhas de Cabo Verde, nação cultural, levando-o a ser nomeado na categoria Artista Musical do Ano nos prémios “Somos Cabo Verde – Melhores do Ano”. Até à data, conta com dois discos editados: “Último Caboverdiano Triste” (2015) e “Pomba Pardal” (2019). Cachupa Psicadélica tem colaborado com uma série de artistas, entre os quais Branko (Buraka Som Sistema), Flak, Mayra Andrade e Prétu-Xullaji. 

Ficha Técnica "Dônet Casada Côcada Quêjada":
Voz, guitarra acústica, guitarra eléctrica, baixo - Luís Gomes
Piano e teclados - Henrique Silva
Programação de bateria - Renato Chantre Almeida
Gravações por Gunso (em recordie) | Misturas por Gunso e Luís Gomes | Masterização por Ars Lindberg

RICARDO AZEVELO CELEBRA 24 ANOS DE MÚSICA

 



















Ricardo Azevedo sobe ao palco no Porto Carvoeiro, dia 30 de Agosto, precisamente daqui a um mês, para celebrar vinte e cinco anos de canções.

A noite contará com a participação especial da Banda Marcial do Vale, numa fusão única entre o pop/rock de Ricardo Azevedo e os arranjos orquestrais da banda filarmónica, que trará novas cores a alguns dos temas mais icónicos do artista.

Entrada Livre!

terça-feira, 29 de julho de 2025

PROGRAMA DE 29/07/25

1 - Mão Morta - Viva la muerte
2 - Linda Martini - Meu Deus
3 - Avesso - Filme intenso em rosto manso
4  Sinistro - Pontas soltas
5 - e-mm - Dois vampiros
6 - Murro - Bastonada
7 - Júlio Resende - Estranha forma de vida
8 - Cristiana Águas - Bem-vindo

9 - Wipeout Beat - Endless road
10 - Caustic, babe!   I'll be back
11 - So Dead - Push
12 - Floating Ashes - Deceivers
13 - Electric Man - New wave

NOVO SINGLE DE TSUNAMIZ




















“I just hang here and slide / Just slide”

Depois do impacto de “Free and Young”, que chegou à playlist da Antena 3, Tsunamiz regressa com “Slide”, o terceiro single do muito aguardado oitavo álbum de estúdio, “Love Is Never Enough”, com lançamento marcado para o dia 5 de dezembro.

Produzida, escrita e misturada integralmente por Tsunamiz, a faixa mergulha num universo sonoro onde o indie pop, a new wave e o synth pop se cruzam com uma abordagem crua e emocional, a meio caminho entre New Order, Tame Impala, Beck e Gorillaz.

Com sintetizadores cintilantes, guitarras envolventes e um refrão hipnótico que se repete como um mantra “I just hang here and slide / Just slide”, esta é uma canção sobre queda, libertação
emocional e o impulso de abandonar o que nos destrói.

“Escrevi esta música num momento em que percebi que certas pessoas me estavam a desgastar emocionalmente.

Em vez de confrontar ou dramatizar, simplesmente deixei- me deslizar para longe — um movimento silencioso mas necessário”, explica Tsunamiz.

A letra fala de solidão, desilusão e corte com relações tóxicas, mculminando em versos carregados de raiva e rejeição de sistemas falhados “I’ll burn down every church / Where you’re praised / Where you’re heard”, uma chamada simbólica à desconstrução de ídolos e à libertação pessoal.

Mais uma vez, Tsunamiz entrega uma produção independente, visceral e inclassificável: feita com alma, técnica e coragem.

O single “Slide” já está disponível em todas as plataformas digitais. 

Concerto ao vivo — 2 de agosto, 22h, no Tokyo Lisboa.
Entrada: 6€

O novo álbum será lançado no dia 5 de dezembro.

EU.CLIDES COM DOIS CONCERTOS A SOLO

 


















Lisboa - 3 de Outubro - Casa Capitão
Porto - 17 de Outubro - Mouco

Depois da Tour do seu mais recente álbum "Declive" e de voltas pelos principais palcos do país. como o comprova o grande concerto do passado mês de junho, no Primavera Sound. Agora, EU.CLIDES vem apresentar-nos dois concertos muito especiais, a primeira, dia 3 de outubro, em Lisboa, na regressada Casa Capitão e no dia 17 de outubro, no Mouco, no Porto.

Estes dois concertos serão, no entanto diferentes e especiais. Como virtuoso músico que é, EU.CLIDES despe-se dos seus músicos e irá presentear-nos com um concerto a solo, onde passará em revista os seus temas mais conhecidos mas desta vez com uma roupagem mais orgânica.

Os bilhetes para estes dois espectáculos já estão à venda, no caso do concerto de Lisboa, em dice.fm, pelo preço único de 23€ e para o Porto em ticketline.pt, pelo preço único de 22€.

MACACOS DO CHINÊS AO VIVO





















Passados 15 anos os Macacos do Chinês (MDC) estão de volta. Após a recente passagem pelo palco WTF do Festival NOS Alive, os MDC anunciam agora o regresso aos palcos com um concerto em nome próprio no Lux Frágil, em Lisboa, no dia 6 de novembro.

“O NOS Alive foi incrível, estamos mais que vivos e um retorno merece este concerto: 6 de novembro no mítico Lux Frágil em Lisboa. Esperem por nós e venham para soltarmos a fera.” afirma a banda

O concerto no NOS Alive, considerado pelo EXPRESSO/ BLITZ como o melhor concerto nacional desta edição, foi assim um aquecimento para tudo o que este colectivo de hip hop ainda tem para apresentar. Novos temas irão ser tocados, juntamente com surpresas que estão a ser trabalhadas para este concerto no Lux que será certamente um regresso ao futuro, de uma das mais progressistas bandas nacionais.

Os Bilhetes para o Lux Frágil custam 15€ e estão disponíveis AQUI.

Entretanto e enquanto não chega música nova, os Macacos do Chinês recuperaram nas MDC Live Sessions alguns temas icónicos em "versões 2.0", de onde se  destaca  "A VOLTA COMPLETA DO TRAÇO" cujo download pode ser feito AQUI.

CRISTINA BRANCO APRESENTA "FADO EM MOVIMENTO" EM FRANÇA





















Cred: Modestas Endriuška

"Fado em Movimento" resulta do encontro da voz de Cristina Branco e da guitarra portuguesa de Bernardo Couto com o ensemble Des Équilibres, num trio liderado pela violinista Agnès Pyka. Os textos são de Gonçalo M. Tavares. A 8 agosto, o Festival de Música de Ecrins, em L'Argentière-la-Bessée, acolhe a apresentação ao vivo do disco de estreia homónimo, disponível nas plataformas digitais.

«Acredito na música, no seu poder, na força com que muda, educa, comove e eleva o espírito. Fui por aí neste convite e aceitei este desafio (e que enorme desafio!), porque só assim cresço, só assim me compreendo um pouco mais. A dureza dos textos do Gonçalo M. Tavares ilustram os dias que vivemos e a música da Fátima Fonte e da Anne Victorino, duas incríveis compositoras (enorme orgulho para mim, cantá-las), é o gume inquieto que rasga ferozmente.» 

Cristina Branco

Promover a simbiose entre a estética contemporânea da formação de violinos e violoncelo e o reportório tradicional fadista foi o grande desafio neste "Fado em Movimento", cujo fio condutor é a escrita de Gonçalo M. Tavares. Foi depois desafiado a três compositoras – Fátima Fonte, Florentine Mulsant e Anne Victorino d’Almeida – que imaginassem, isoladamente, a imagem sonora destes textos, imprimindo nessas composições inéditas os seus estilos pessoais tão distintos. O recurso a diferentes abordagens ao discurso musical e a múltiplas técnicas resultou em temas híbridos: linguagem complexa e literária vs. expressão improvisada.

Entre 2022 e 2024, o espetáculo "Fado em Movimento" contou com duas apresentações esgotadas na Casa da Música no Porto e outras tantas em França. Este projeto – resultante de residências artísticas na Casa da Música, na ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto) e no Centro Cultural La Ferme du Buisson (França) – regressa agora aos palcos no âmbito do Festival Musiques en Ecrins.

8 AGO
FESTIVAL MUSIQUE EN ECRINS (FR)
L'Argentière-la-Bessée
Église Saint-Apollinaire
18h00

CLARÃO 2025 ANUNCIA CARTAZ

 










Pelo segundo ano o Clarão, promovido pela Claraboia - Associação Cultural, regressa à Quinta da Ribafria (Sintra), nos dias 12, 13 e 14 de setembro, com entrada gratuita.

Na sequência do trabalho que tem sido desenvolvido pela Claraboia, a segunda edição do festival irá manter a preponderância dos artistas emergentes. A proposta procura conciliar projetos do panorama musical independente com nomes já reconhecidos do público. A ênfase está, mais uma vez, na procura e envolvimento de projetos da linha de Sintra. Nascidos de um processo de miscigenação e fusão de diferentes heranças e abordagens, esta cena musical vem adquirindo destaque nacional nos últimos anos. O Clarão pretende tornar a Quinta da Ribafria um espaço para celebrar a vitalidade, a diversidade e a complementaridade destes movimentos.

Na música, o festival conta com atuações distribuídas por dois palcos, com destaque para os nomes cabeça de cartaz: Criatura, Chyna, Emmy Curl, Harley KSD. A programação completa-se com as atuações de Them Flying Monkeys, Libra, Rossana, Fvbricia, Menino Manequim, Stealing Canvas, Coco Voador.

É na Feira de Artistas e Coletivos que os vários eixos programáticos do festival se cruzam, compondo um bosque entre o palco secundário e o palco principal do festival. Nesta feira, mais de cinquenta artistas, membros de associações e coletivos, vendem e/ou divulgam o seu trabalho. A Feira de Artistas e Coletivos realiza-se ao ar-livre, no espaço Bosque, durante o sábado e domingo, desde a abertura das portas até às 21:00.

Nesta segunda edição do Clarão, o festival volta a acolher sessões do ciclo de cinema organizado pela Claraboia, Rebentos - Mostra de Cinema Emergente. No quinto ano do ciclo, o Clarão apresenta duas sessões ao ar-livre dedicadas ao cinema emergente, seguidas de conversas com os realizadores e convidados especiais. As sessões acontecem dias 13 e 14 de setembro, entre as 20h15 e as 21h30 e incluem 6 curtas-metragens portuguesas e 2 curtas-metragens internacionais. Após as sessões os filmes voltam a ser projetados em loop até à 1h00.

A valorização e envolvimento de artistas visuais em início de carreira e a sua inserção fora de circuitos convencionais tem sido uma das missões da programação anual da Claraboia. O Clarão dá continuidade a este trabalho, reinventando os espaços da Quinta da Ribafria para dar lugar a exposições e intervenções artísticas.

A exposição coletiva conta com obras de Cláudia Simões, Sofia Cabañas, Mariana Laginha e Brecht de Vleeschauwer. Nas Instalações, Luísa Ramires, Margarida Lopes Pereira, Sepher Awk e Lukanu Mpasi apresentam os seus trabalhos de cruzamento disciplinar em diálogo direto com a arquitetura dos jardins da Quinta da Ribafria.

Atividades paralelas

Ao longo dos três dias de festival, em simultâneo com a restante programação, têm lugar uma série de atividades que apelam ao envolvimento do público, contribuindo para a partilha de conhecimento e reflexão.

Dia 12, entre as 17h e as 21h, o Clarão volta a inaugurar com um Encontro de Artistas, em parceria com a Fundação Aga Khan. Um momento para o debate e construção, através de uma conversa de participação livre sobre temáticas relacionadas com a linha de Sintra, de uma sessão de pintura e escrita coletiva e de uma jam session.

Na sequência desta atividade, durante os seguintes dias de festival o Clarão convida o público e um painel de artistas, jornalistas, ativistas e membros de associações, produtores de festivais, para uma série de debates e conversas dinamizados por diferentes entidades, que acontecem junto à Feira de Artistas e Coletivos, numa atividade intitulada “Conversas com Artistas”. A companhia de teatro do Cacém, teatromosca, irá dinamizar uma conversa intitulada "Os Públicos e os Artistas", o festival MIL apresenta os casos dos festivais de todo o país para refletir sobre si mesmos, numa conversa intitulada “O Pensamento Crítico na Programação dos Festivais”. A associação Dínamo dinamiza as restantes conversas, segundo a temática “Conexões Artísticas: A Periferia como Espaço de Transformação”. 

Dias 14 e 15, a associação Apertum Ars organiza mais uma vez a sua Escola do Povo, um projeto de oficinas gratuitas para o ensino de práticas artísticas contemporâneas, em que o artista se torna o professor, aproximando o público participante da prática artística.

Residência MUSCARIUM X CLARÃO

Em 2025, o teatromosca e a Claraboia - Associação Cultural unem esforços para a promoção das artes do/no concelho de Sintra. Mia Meneses, vai estar em residência na Casa de Cultura Lívio de Morais, em Mira Sintra, entre 8 e 13 de Setembro, aprofundando um trabalho de reflexão sobre a sexualidade em pessoas com deficiência, intitulado Ferida. A artista vai marcar presença no Clarão com a participação na conversa inaugural do festival, no sábado, e com uma reportagem fotográfica do seu projeto e residência numa banca na zona da feira.

Para a segunda edição do Clarão espera-se um momento único de celebração conjunta, sustentável e inclusiva dando palco ao melhor da Linha de Sintra, mas também a artistas de todo o país.

A programação completa pode, desde já, ser consultada em: claraboiasintra.pt/clarao/

PROGRAMA DE 28/07/25

1 - Prohanonino - Maldições
2 - Jardim do Enforcado - Estanho sentimento (666) 
3 - Falecido Alves dos Reis - Banco de Portugal
4 - General Inverno - Sal are e os
5 - Fado Negro - Elegância transcendental
6 - Ecos Tardios - Estranha forma de vid
7 - Cristiana Águas - Bem-vindo
8 - Júlio Resende - Foi Deus

9 - Crianças do Labirinto - Os braços da vida
10 - La Chanson Noire - Familia chantilly
11 - mARCIANO - Bissetriz
12 - Turning Point - Exergo
13 - Ocaso Épico - Asa branca
14 - The Dreams Never End - Porquê todo este medo
15 - Lisboa Negra - Saciar

segunda-feira, 28 de julho de 2025

P*ROGRAMAÇÃO JAZZ AO CENTRO CLUBE/SALÃO BRAZIL





















A exposição “Três Campos”, de Miguel Carvalhais e Pedro Tudela, continua patente no Convento São Francisco, no âmbito do projecto Dar a Ouvir. Pode ser visitada de quarta a segunda-feira, entre as 15h00 e as 20h00 (última entrada às 19h30).

Voltamos ao Salão Brazil para o Warm Up do festival Rocketmen. Recebemos os Drastiks + The Pages no dia 30 de julho a partir das 21h30. Com entrada livre. 

Os Drastiks de Coimbra personificam o real underground da cidade e do seu cruel subúrbio. Com elementos que integraram bandas como Blind Alley Dogs, V8 Bombs, Ex Lovers Sex, Rebel Snipers, Crise Total, X-Acto, encorpam o Punk R'n'R de confronto e sua força motriz, seu principal elemento impulsionador, com alma UK82. "O autêntico espírito do R'n'R nunca desvaneceu, mantém-se intacto no verdadeiro underground"; afirmam. Eles são os Negative Punk Rock Outlaws...
Eles são os Drastiks.

Os The Pages são uma banda Mod & Power Pop de Lisboa criada em 2023 pelo baixista Peter Page, tendo completado a formação com Stephon Page na guitarra, Philip Page na voz e Casper Page na bateria. O nome da banda é um tributo ao vocalista dos Secret Affair, Ian Page, tendo todos os músicos adotado o apelido Page nos seus pseudónimos. O primeiro EP da banda foi lançado em 2024 pela Lux Records, ainda numa fase de estabilização da formação da banda, e é composto por 6 temas, num formato de split LP com uma banda sevilhana, The Neuras. Desse primeiro EP saíram dois singles, God Save The President e Circle of Life.

Em 2025 os The Pages lançaram o seu álbum We Are The Pages!, composto por 12 temas, em que na capa também se faz um tributo ao movimento Mod e replicaram a icónica capa do álbum de 1966 da Decca, Art Gallery, dos The Artwoods, que foi a primeira banda a usar o target (símbolo do movimento) na capa de um álbum.

GUI ALY LANÇA "ARE YOU BETTER" COM UMA MENSAGEM DE ESPERANÇA





















Gui Aly acaba de revelar “Are You Better”, o terceiro single que antecipa o álbum previsto para ainda este ano. Depois de “Ruin You” e “Greyness”, esta nova faixa confirma a crescente maturidade artística do cantor e compositor português, cuja música tem conquistado o seu espaço nas principais rádios nacionais.

“‘Are You Better’ é uma canção de esperança disfarçada de pergunta simples”, descreve Gui Aly. “Entre melodias uplifting e versos sinceros, fala sobre dor, amizade e a importância de estarmos lá uns para os outros. A letra começa com um desabafo – um pedido de ajuda – e evolui para uma resposta empática, um abraço sonoro que nos relembra que não estamos sozinhos.”

O refrão, com a pergunta “Hi-ya, are you better?”, capta a essência do tema: uma expressão comum, mas carregada de significado. “O segundo verso transforma-se num conselho amigo: levanta-te, há vida para viver e alegria por descobrir”, acrescenta o artista. “Mais do que uma música, é uma conversa honesta – leve na forma, profunda na intenção.”

Gui Aly, vencedor da 7.ª edição do EDP Live Bands em 2020 que lhe garantiu a gravação do primeiro álbum e atuações no NOS Alive e Mad Cool Festival, tem vindo a afirmar-se como um nome a seguir no panorama musical nacional. Autodidata, destaca-se pela sua escrita introspetiva, voz suave e habilidade na guitarra, que lhe dão uma maturidade e sensibilidade musical únicas.

Com “Are You Better”, o artista consolida a identidade do seu próximo álbum, prometendo uma sonoridade diferenciadora e emocionalmente ressonante. O single já está disponível em todas as plataformas digitais. 2025 marca um novo capítulo na sua carreira, com um álbum que promete surpreender e consolidar o seu lugar na cena musical portuguesa.

domingo, 27 de julho de 2025

PROGRAMA DE 26/07/25

1 - Boémia - A bem da nação
2 - Vasco rRTibeiro & Os Clandestinos - Vida de cão
3 - Luís Trigacheiro - Há algo em ti
4 - Ladrão do Sado - Viver de lobo
5 - Homem em Catarse - Hipoteca
6 - Aníbal Zola -  Liberdade mentirosa
7 - Smivitae - Clímax
 8 - Erro! - Despedida

9 - The Pages - Ordinary love
10 - Dark Miles - Nothing left to feel
11 - Victor Torpedo & The Pop Kids - Friends
12 - Democrash - Important people
13 - Dapunksportif - Rock'n'roll salvation
14 - The Twist Connection - Concentrate
15 - Pink Pussycats From Hell - Hellton John




sábado, 26 de julho de 2025

PROGRAMA DE 25/07/25

1 - Miguel Calhaz - Lembra-me um sonho lindo
2 - JP Simões - Mariazinha
3 - Camané - Inquietação
4 - Jh Lab - E depois do adeus
5 - Fábia Rebordão - Elixir da eterna juventude
6 - Gisela João - Acordai
7 - Erro! - Vai
8 - Smivitae - Climax

9 - Rodrigo Leão - Cadeira preta
10 - Sofia Leão - Valsa
11 - Vitória Vermelho Não me o dês
12 - Márcia - Manhã bela
13 - Samuel Úria - Um adeus português
14 - Adfectus - Raízes
15 - Fernando Ferreira - Eh pá!...

sexta-feira, 25 de julho de 2025

BANDA LUSO-CUBANA GROOVE ADDICTION LANÇA SINGLE





















Groove Addiction & Luka Oramas lançam “Te Quiero” – Uma explosão sensual de reggaeton e soul caribenho

A banda luso-cubana Groove Addiction, considerada a principal referência da música de ritmos latinos urbanos em Portugal, junta-se a Luka Oramas — membro da banda e artista com colaborações com nomes como Anselmo Ralph e Cyro — para lançar o seu novo single: “Te Quiero”.

Com lançamento marcado para 25 de julho de 2025, pela prestigiada Vidisco, a maior editora independente portuguesa, “Te Quiero” é uma mistura irresistível de reggaeton pulsante e soul caribenho. A música destaca-se por vocais suaves, ritmos hipnóticos e instrumentação tropical ao vivo, resultando
num som romântico, envolvente e inegavelmente sexy.

É uma celebração do amor, do desejo e da conexão, feita à medida para noites íntimas, passeios ao pôr do sol e pistas de dança suadas de verão.

Se és fã de Maluma, Rauw Alejandro ou Enrique Iglesias, “Te Quiero” é obrigatório na tua playlist.
O tema será lançado em simultâneo com um videoclipe envolvente, pronto a aquecer os ecrãs e os corações neste verão.

NOVO EP DE DIOGO FONSECA





















Crescido em Lisboa e agora com 23 anos, Diogo Fonseca, desde os 6 anos que toca guitarra e começou aos 12 anos de idade a compor músicas, lançando a primeira aos 18. Até à data o Diogo já conta com 11 singles e 2 EPs: GETAWAY, em colaboração com Luís Braz Teixeira, e BEFORE THE "SEE YOU LATER", lançado em março deste ano. A música de Diogo Fonseca integra uma grande variedade de estilos, incluindo Pop, R&B, Hip-hop e Rock. Diogo já atuou em restaurantes, bares, festas e em 2023 apresentou o seu EP no Tokyo Lisboa. O Diogo participou em 2024 na décima segunda edição do The Voice Portugal. Conta já com mais de 300 mil streams nas plataformas digitais.

VACACIONES DEL FINDE, o novo EP de Diogo Fonseca, é um projeto conceitual que captura a energia de uma viagem de fim de semana. Após morar seis meses em Barcelona e se apaixonar pelo reggaeton, Diogo criou este EP com três músicas, cada uma representando um dia diferente do fim de semana.

Um detalhe secreto é que cada faixa menciona, nas letras, o dia da semana a que pertence, permitindo que os fãs se conectem ainda mais com a história do projeto. "DIRECCIÓN", o lead single, é a música da sexta-feira, abrindo o EP com uma produção animada de reggaeton e um refrão viciante que te faz querer dançar enquanto te preparas para sair. Esta música mostra um novo e empolgante lado de Diogo Fonseca, misturando ritmos latinos com uma energia pop fresca.

VIRGUL EM PALCO

 



















Espectáculo único, a 27 de Julho, nas comemorações do Dia do Município em Ovar

Entrada é livre

Virgul actua este Domingo, 27 de Julho, pelas 22h, em Ovar, nas comemorações do Dia do Município, num espectáculo único e inédito que irá juntar em palco o talentoso artista, uma orquestra com 34 músicos da Banda Sinfónica de Ovar e da Sociedade Musical Boa União e ainda um coro municipal, num total de 15 vozes do Orfeão de Ovar. A direcção artística e os arranjos estão a cargo de João Martins.

Grandes êxitos e a magia da música sinfónica num concerto com Entrada Livre.

De lembrar que Virgul está de regresso às edições com um novo EP,“Mais Do Que Entreter”, que inclui 5 novas canções e algumas participações muito especiais.

O 1º single do novo trabalho de estúdio é a canção “Já Não Sais Daqui”, com a colaboração de Nelson Freitas. O tema tem música de Virgul e Stego, letra de Virgul, Azart e Nelson Freitas e saiu acompanhado de um novo vídeo realizado por Gonçalo Carvoeiras que está disponível na plataforma de vídeos YouTube.

O restante EP, é constituído ainda por “Mama Love”, “Sou Tua”, com a participação da cantora Tainá, “Life” e “Lua Cheia”, com os Sul Africanos, Mi Casa.

Virgul, o famoso cantor dos Da Weasel e Nu Soul Family,lançou a sua carreira a solo em Abril de 2016 com a edição do single “I Need This Girl” (2xPlatina) e desde então nunca mais parou de nos surpreender sempre com grandes canções, como são exemplo também “Só Eu Sei”(2xPlatina), “Rainha” (3xPlatina), “All We Need Is Love”(Ouro) e “Dividir Amor” (Platina). O seu anterior single, “Outro Planeta” (Ouro) saiu em Julho do passado ano, tendo já ultrapassado o milhão e meio de escutas no Spotify e 1 milhão e 500 mil visualizações do video no YouTube.

NOVO SINGLE DE VALLE





















Depois de “bandeira vermelha”, a ciclicidade do amorem “ondas” e a força de um amor cúmplice em “deixa falar de nós”, Valle regressa com “à toa”, um tema que revela uma faceta mais leve e descontraída do seu universo artístico.

“à toa” é uma música que traduz a leveza de um amor vivido sem pressa, sem planos, apenas com a vontade de estar. É um contraste com os temas mais intensos que marcam o percurso de Valle, mas mantém a mesma verdade emocional. Nesta faixa, o artista explora um lado mais espontâneo e sensível, sem perder a identidade que o caracteriza. É sobre deixar acontecer, sobre dois corpos que se encontram sem precisar de se justificar. Dentro dos eu caminho artístico, “à toa” mostra que também há espaço para a liberdade e a ternura no meio da escuridão.

Com letra de Agir e música composta por Agir, Rodrigo Correia, Jon e Valle, o single traz uma sonoridade marcada por influências Afro e R&B, equilibrando ritmo e melodia para criar uma experiência viciante. A produção esteve a cargo de Agir e Jon, com guitarras de Rodrigo Correia.

Depois de nos ter mostrado o peso do alerta emocional em “bandeira vermelha” e a fluidez dos sentimentos em “ondas”, Valle continua a explorar o universo das relações com profundidade e maturidade. “deixa falar de nós” surge como um passo mais calmo, mas não menos intenso — um retrato de um amor que se mantém firme, mesmo quando tudo à volta tenta desviar o caminho. É sobre ficar, confiar, e viver uma ligação que só faz sentido a dois.

A música surge acompanhada por videoclipe com um conceito visual criado pelo próprio em parceria com Tiago Pestana, diretor criativo do projeto que Valle tem vindo a desenvolver. O vídeo complementa a narrativa da canção com uma abordagem visual que reforça a identidade estética e visual do artista.^

O single vem acompanhado de videoclipe, disponível no canal do Youtube do artista, que foi realizado por David Oliveira e com direção criativa de Tiago Pestana.

Valle continua a consolidar-se como um dos nomes mais interessantes da nova geração da música urbana portuguesa, explorando emoções com autenticidade e elegância sonora.

QUARTO EPIsÒDIO DE "FORA DO CENTRO"













No quarto episódio da web-série Fora do Centro, apresentamos a compositora RAZY, líder de um projecto onde a soul, o jazz e o blues se cruzam com as suas raízes africanas.

Razy (Lisboa, 2002), filha de mãe cabo-verdiana e pai angolano, é aluna do Hot Clube e foi participante da Jazzopa em 2024. Este ano, formou o seu quinteto em nome próprio, em que une o groove com a poesia, cantando a identidade, a consciência social e o amor num balanço contemporâneo de influências ao bom jeito da música afro-americana da década de 70, acompanhada por Pedro Slick (guitarra), Fillipe Padrão (bateria), João Pedro Melão (piano e teclados) e Francisco Bettencourt (saxofone e flauta transversal).

Depois de Fidju Kitxora, Cynthia Perez e Sibel & Gülami nos primeiros episódios, esta é a quarta actuação da FORA DO CENTRO, a nova web-série da ASL que pretende celebrar a diversidade musical de Lisboa. Em cada episódio, um projecto é desafiado a interpretar três temas originais, gravados em vídeo e áudio, na Casa do Comum do Bairro Alto, reforçando a nossa missão em promover a diversidade musical e a riqueza cultural da cidade.

As actuações são também distribuídas nas plataformas digitais de música, garantindo uma promoção acrescida a cada artista e novas oportunidades de contacto com os seus públicos.

ANDY SCOTCH COM NOVO SINGLE





















Andy Scotch, artista e produtor da Bairrada, está de volta com “Abracito”, um single onde o romantismo e a cultura popular se encontram num abraço apertado — literal e musical.

A nova canção funde ritmos atuais inspirados pela música africana com elementos da tradição portuguesa, numa produção dançável e cheia de identidade.

O ponto de partida para “Abracito” surgiu de uma quadra tradicional que Andy ouviu numa das modas recolhidas pelo GEDEPA – Grupo Etnográfico da Pampilhosa.

A letra ficou-lhe no ouvido: 
"Um abracito bem apertado 
Pra quem ama não é pecado 
Um só é pouco 
Dois é conta certa 
Toma lá mais outro 
Ora aperta, aperta" 

Andy decidiu pegar nessas palavras, trazer-lhes uma nova melodia e dar-lhes um novo corpo — mais moderno, mas fiel ao espírito de onde nasceram.

"Senti que havia ali algo incrível. Quis pegar nessa raiz e fazer dela uma canção, que unisse gerações. É uma declaração de carinho, com cheiro a festa, sabor a verão e som de quem carrega cultura no coração.” - Andy Scotch. 

Oiça “Abracito” aqui

VELEZ EDITA "ASSIM SER FELIZ"

 


















Trinta anos nos separam do primeiro álbum de originais de Teresa Velez “Aventuras” (1995) entre o Pop, o Soul e o Funk, com produção de Markus Britto que assina também a maior parte das autorias.

Foi em 2000 que decidiu abraçar a Bossa-Nova e o Jazz como linguagens definitivas gravando mais cinco álbuns. Sempre com produção de Markus Britto, Teresa Velez editou através de labels internacionais tais como a FineMusic e a LaikaRecords (Alemanha) assim como pela WardRecords - JVC (Japão).

Este novo “Assim Ser Feliz” mantém a estética e a estilística musicais dos álbuns anteriores, assinalando 30 anos de “aventuras” que se transformaram em felicidade, maturidade e plenitude artísticas. A produção esteve a cargo de Ernesto Leite.

Por isso, para Teresa Velez é tão importante cantar…e, assim, ser feliz.

Oiça “Assim Ser Feliz” aqui.