Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
domingo, 30 de novembro de 2025
PROGRAMA DE 29/11/25
2 - MaZela - Naveguei (onde outros vão)
3 - Três Tristes Tigres - Água
4 - Rodrigo Leão - Andava eu... (c/ Francisco Palma)
5 - Samuel Úria - Um adeus português
6 - Afonso Rodrigues - Já nem sei
7 - Anamar - Mar à luz
8 - Sara Correia - Avisem que cheguei
9 - Turning Point - Exergo
10 - mARCIANJO - Bissetriz
11 - Corsage - O canto e o gelo
12 - Ocaso Épico - Asa branca
13 - The Dreams Never End - Alma partida
14 - Espelho Mau - Silhuetas na escuridão
15 - Lisboa Negra - Saciar
16 - Spreader - RCP - reanimação cardiopolmunar
sábado, 29 de novembro de 2025
ROSA SPARKS NO PAÍS BASCO
Tour no País Basco
05.12-2025 | Nave 9 | Bilbau | Euskal
06-12-2025 | Sanagustin - Azpeitia | Euskal
07-12-2026| Gure Jaia - Erandio | Euskal
Os Portugueses Rosa Sparks irão apresentar o seu ultimo disco "Mass Corruption" em trés concertos pelo País Basto, Espanha.
As cidades por onde irão passar para espalhar a sua musica são Bilbão, Azpeitia e Erandio.
SOM DESORGANIZADO 2025
Diana Ferreira | Diogo Alvim | Eiliyas | Henrique Fernandes | Jonas Cambien | José Lencastre | Joana Lourencinho Carneiro | Lea Bertucci | Shakeeb Abu Hamdan | Simon Whetham | Óscar Rodrigues | Vicente Mateus
Rua Silva Porto 217 | 5 & 6 Dezembro | 16H00 (sexta) / 17H30 (sábado)
Som Desorganizado é um encontro anual sobre som, em dezembro e que tem lugar na Sonoscopia, no Porto. Em cada edição há várias conversas, concertos, instalações sonoras e um artista a fazer ilustrações em tempo real. Cada edição é também celebrada com um lançamento físico especial, que procura evocar muitas das questões debatidas nos encontros.
5 de Dezembro
16H - 18H Workshop Partituras gráficas, por Lea Bertucci
(necessária inscrição prévia para o email - sonoscopia@gmail.com)
18H30 - 20H Palestras | Lea Bertucci, Óscar Rodrigues (Digitópia) e Diana Ferreira (Arte no Tempo)
20H Jantar
21H Concerto Shakeeb Abu Hamdan
21H45 Concerto Jonas Cambien e José Lencastre
6 de Dezembro
17H30 Performance Diogo Alvim e Henrique Fernandes
18H30 - 20H Palestras Eiliyas, Simon Weatham e Diogo Alvim
20H Jantar
21H Concerto Simon Whetham e Vicente Mateus
21H45 Concerto: Lea Bertucci
Ilustração em ambos os dias Joana Lourencinho Carneiro
6 sonos --- 1 dia
10 sonos ----- 2 dias
Oferta de jantar.
Desconto de 50% para estudantes.
Bilhetes por reserva para o email - sonoscopia@gmail.com
sexta-feira, 28 de novembro de 2025
PROGRAMA DE 28/11/25
2 - Thispage - Dopamine
CONAN OSIRIS REGRESSA AOS PALCOS
CONAN OSIRIS regressa aos palcos, na Casa da Música, no Porto, no programa Raízes e Ressonâncias, a 11 DE JANEIRO DE 2026.
O regresso do artista CONAN OSIRIS aos palcos acontece 11 DE JANEIRO DE 2026, na Sala Suggia da Casa da Música.
A programação de 2026 da Casa da Música foi anunciada ontem, e entre os destaques está a apresentação de CONAN OSIRIS no programa Raízes e Ressonâncias.
Bilhetes em breve à venda no site da Casa da Música.
CONAN OSIRIS deixa-nos estas palavras antes de voltar aos palcos:
"TENHO SAUDADES VOSSAS.
NINGUÉM SABE O QUE VAI ACONTECER EM 2026
MUITO MENOS EU.
MAS QUERO VOS BEM.
VENHAM. VAMOS GRITAR.
EVENTUALMENTE ESTAREMOS VIVOS.
RAÍZES SEM ÁGUA SECAM
RAÍZES AFOGADAS APODRECEM
TENHO SAUDADES VOSSAS."
O GAJO AO VIVO
É já este domingo dia 30 de Novembro que O GAJO acompanha ao vivo o filme "The General" de Buster Keaton.
O evento é inserido no Salão Piolho da Fundação INATEL, acontece no Auditório CCCI do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro e começa às 18h.
ENTRADA LIVRE!
MONSTRO LANÇAM "UNBORN"
A banda MONSTRO revela no dia 28 de novembro o seu álbum de estreia Unborn Love, uma coleção de dez faixas que mergulha numa estética melancólica, intimista e envolvente. Inspirado na pureza emocional e na riqueza sonora do pop rock dos anos 60, o disco firma de forma inconfundível a identidade deste projeto emergente. Unborn Love respira nostalgia analógica, escrita visceral e uma sensibilidade contemporânea que se entranha à primeira audição.
O duo Gonçalo Ferreira e Isaac Oliveira constrói aqui um universo que vive entre o sonho e a vulnerabilidade, entre a ternura e a tempestade. As harmonias evocam a tradição clássica do género enquanto subtilmente se abrem para ambientes psicadélicos e melodias que oscilam entre a doçura etérea e a desilusão luminosa.
Cada canção funciona como um fragmento emocional ligado a um percurso maior que acompanha o ouvinte do primeiro ao último segundo.
Ao vivo, MONSTRO transforma-se num coletivo de cinco músicos com guitarra e voz, synths, teclados, baixo e bateria que expandem a atmosfera do disco e lhe acrescentam energia, profundidade e um carácter cinematográfico que não deixa ninguém indiferente.
Faixas do álbum:
Despertar
See Blue
Lídia
Live for Tomorrow
Sweet Sunday Morning
Sleepy Sun
My Own Man
Dream My Life Away
Entre o Fumo
Unborn Love
Unborn Love é um álbum coeso, imersivo e profundamente humano. Fala de desilusões que abrem caminho para novos começos, de amores que ainda não nasceram e de uma introspeção que se transforma em catarse. Com esta estreia, MONSTRO afirmam-se como uma das vozes mais estimulantes da nova vaga da música independente portuguesa, celebrando simultaneamente o legado das décadas passadas e a urgência emocional da atualidade.
A banda apresenta Unborn Love na Centésima Página em Braga no dia 1. Os bilhetes estão prestes a esgotar, antecipando um concerto que promete ser tão íntimo quanto arrebatador. Unborn Love estará disponível em todas as plataformas digitais a 28 de novembro.
Agenda:
1.12.2025 - Braga, Centésima Página
06.12.2025 - Fafe, FEN Festival
08.01.2026 - Porto, Maus Hábitos
10.01.2026 - Braga, Noite de Reis da Bazuuca
EMA EDITA "PINCIPEZINHO"
Já todos nos perdemos em nós mesmos, até encontrarmos algo — ou alguém — que fez com que voltássemos a sentir e nos reconstruíssemos”. Em “Principezinho”, EMA dá voz a essa viagem interior.
Uma canção de amor suave e contemplativa, que embala o coração de quem já viveu a dor de se perder e a paz de se reencontrar. Com uma sonoridade acústica e íntima, a música convida o ouvinte a mergulhar na sua própria vivência, guiado por uma letra que reflete sobre o destino e o sentido das coisas. Tal como no clássico que lhe dá nome, “O Principezinho” relembra-nos da beleza das ligações genuínas e da importância de cada encontro no nosso caminho.
“Esta canção nasceu da necessidade de aceitar que há razões que não controlamos, que existe sempre um caminho — e que, às vezes, perdermo-nos faz parte de nos encontrarmos”, partilha EMA.
Depois de “Adamastor”, “Principezinho” mostra o segundo pedacinho de um universo que está por revelar — um projeto onde cada música se entrelaça para formar algo maior, feito de emoções, histórias e fusões sonoras que ultrapassam rótulos.
Assim, entre a doçura da voz e a delicadeza da guitarra, “Principezinho” reafirma a versatilidade e a sensibilidade artística de EMA, revelando o seu lado mais vulnerável e emocional.
LEAK WINE DE "COPO CHEIO"
Leak Wine apresenta Copo Cheio um álbum intenso e autêntico que revela a versatilidade do artista através de uma viagem musical que atravessa vários estilos — do jazz e blues ao rap. Cada tema é uma narrativa de vida, marcada por emoções genuínas e reflexões profundas.
O álbum inclui os temas “Coração de Gelo”,“Cicatriz” e “Amor Digital”, que conquistaram o público, evidenciando o talento e a força que definem este projeto.
Com 18 histórias em som, Copo Cheio mergulha em temas como o amor, a perda, o julgamento e as escolhas, mantendo sempre a autenticidade que os fãs de Leak Wine reconhecem e valorizam.
Mais do que um simples álbum, Copo Cheio é uma verdadeira coleção de histórias, contadas pela voz de Leak Wine — pronta para emocionar, inspirar e acompanhar cada copo, cada momento e cada memória.
SOFIA SILVA & CODE COM NOVO SINGLE
“Fases” é o novo single dos açorianos Sofia Silva & Code.
“Retrata aqueles momentos em que tentamos convencer-nos de que está tudo bem… mesmo quando sabemos que não está”. – Sofia Silva.
A canção explora os sinais internos de que insistimos em ignorar e essa tendência de justificar tudo como “apenas uma fase”, só para não encararmos o que realmente sentimos. Revela o lado menos visível das emoções: as dúvidas silenciosas, as cicatrizes que não se veem e os pensamentos que nunca chegam a ser ditos — pequenas desculpas que contamos a nós próprios para simplificar aquilo que, por dentro, nos desgasta quando a vida avança mais depressa do que nós conseguimos acompanhar.
No essencial, é um retrato direto e íntimo da forma como enfrentamos — ou fugimos — dos nossos próprios fantasmas.
MARIIANA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS
Mariiana apresenta “Folha em Branco”, o seu primeiro tema original, que marca o início de uma nova etapa na sua carreira artística.
Com uma trajetória que começou antes da sua participação na série “Morangos com Açúcar”, a cantora e atriz tem vindo a afirmar-se pela sua versatilidade e talento.
Agora, prepara o seu primeiro álbum de originais, um projeto que reflete a sua evolução e consolidação enquanto artista. “Folha em Branco” aborda o tema do crescimento e da redescoberta pessoal.
A canção fala sobre o momento em que é preciso recomeçar, deixar para trás as expectativas dos outros e seguir o próprio caminho.
Com este lançamento, Mariiana reforça a sua identidade como intérprete, abrindo caminho para um álbum que promete revelar novas sonoridades e uma abordagem mais pessoal à sua música.
FRANCISCA TEM NOVO SINGLE
O novo single da cantora portuguesa é produzido por João Só e revela o lado mais íntimo e poético de Francisca. A música foi lançada hoje (28 de Novembro) nas plataformas digitais.
Entre o lume que ainda brilha no olhar e a sopa que arrefece sobre a mesa, Francisca canta o silêncio de quem ficou, a ausência de quem partiu e a doçura de quem ainda acredita. “Recomeço” é um retrato íntimo de esperança e saudade, onde o quotidiano se transforma em poesia e cada nota parece sussurrar: “ainda há lume, mesmo na sombra.”
Com letra e música de Francisca e Cláudio Duarte, o tema conta com produção de João Só, mistura e masterização de João Sampayo, e a colaboração de Pedro Zagalo nos teclados e sampling synths. A canção, com 2 minutos e 32 segundos, combina subtis texturas instrumentais com a voz quente e expressiva de Francisca, criando uma atmosfera envolvente e cinematográfica.
Reconhecida pelo seu estilo que cruza o popular com o pop-jazz, Francisca tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais autênticas da nova música portuguesa. O seu álbum de estreia conquistou o público e a crítica, com apoio da Antena 1 e entrada direta no Top Nacional de Vendas. Entre os seus sucessos, “Dia de Bailarico” ganhou destaque ao integrar a banda sonora da telenovela “Terra Brava” (SIC).
BRANKO EM TOUR
Em Portugal, o artista viajou de norte a sul do país, passando por festivais como o MEO Kalorama e o Vodafone Paredes de Coura, entre outros importantes espectáculos. Somou aos concertos “caseiros”, apresentações em Espanha, França, Japão, Bélgica, Brasil e Dinamarca. Para o início de 2026 estão agendados quatro concertos agendados para os Estados Unidos da América (Nova Iorque) e Canadá (Toronto e Montreal). Acompanhado por Danilo Lopes e Ola Mekelburg, Branko revisita o último álbum “Soma” e músicas como “Nafé” (feat. Èlláh), “Reserva Pra Dois” (feat. Mayra Andrade) e “Tudo Certo” (feat. Dino D’Santiago).
A juntar ao vasto repertório, Branko disponibiliza esta quinta-feira um novo tema, desta feita com o grupo brasileiro, Tuyo. A ligação entre os artistas começou no tema “Leve”, que faz parte de “Soma”, onde exploram a suavidade da batida cruzando com a emoção de “descobrir que amar é tão leve”. O novo tema “Pro Mundo Ouvir” conta o fim da história de amor, num ambiente sonoro mais intenso e pulsante, que enfatiza a intenção da mensagem de “seguir sem você”. As ligações entre Branko e o Brasil são cada vez mais fortes, somando colaborações como Tuyo, Baiana System no tema “Aroeira”, BiaB em “Nuvem”, Juniper e Mulu em “Vem”.
A passar uma temporada no Brasil, Branko prepara novos lançamentos agendados para 2026.
BRANKO | SOMA TOUR
08/01 - New York, US @Drom – bilhetes
09/01 - Toronto, CA @Adelaide Hall - bilhetes
10/01 - Montreal, CA @Ausgang Plaza – bilhetes
RAQUEL TAVARES LANÇA NOVO DISCO “DELES POR MIM (E À ANTIGA)”
5 DE DEZEMBRO ATUA AO VIVO NO COLISEU DOS RECREIOS, EM LISBOA
“Deles Por Mim (e à antiga)” é um disco de fado. Não pretende ser mais que isso. Fados, na sua fórmula mais tradicional, acompanhados à guitarra portuguesa, viola e baixo, por músicos que fazem parte do percurso de Raquel Tavares, no fado, nos álbuns e na estrada.
Gravado em takes directos, entenda-se músicos e voz em simultâneo, sem cortes ou retificações. Tem por isso a crueza e as imperfeições que este método acarreta, mas é o retorno a uma forma de gravação muito própria de como se fazia e editava fado em disco.
O repertório, esse talvez não seja o mais previsível, tendo em conta que se trata de uma mulher a cantar a poesia destinada aos homens. Poesia essa que relata, acima de tudo, o amor dos homens pelas mulheres, com tudo o que isso envolve: a paixão, o ciúme, o encantamento, a posse, o despeito e até a traição.
“A mulher no seu todo, foi sempre uma das maiores fontes de inspiração para quem escreve, com imagens poéticas que só à mulher caberiam e daí nasceram alguns dos maiores clássicos da história do fado com interpretações sublimes que me desafiavam. Mas que aqueles com quem me fiz fadista diziam: - Esse não podes cantar, porque é fado de homem. - mas eu só queria saborear os versos… No momento em que decidi voltar a gravar um álbum, soube de caras que era isto que queria fazer, quase num atrevido «agora já posso»”, refere Raquel Tavares sobre o processo de inspiração e criação deste novo disco.
“Deles por mim é tão somente uma imensa vontade de cantar, de voltar ao berço e à minha primeira identidade. Sem estigmas. Os fados deles, cantados por mim. Só isto”, remata a fadista.
No próximo dia 5 de dezembro, Raquel Tavares sobe a um dos palcos nacionais mais emblemáticos, o Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Neste concerto único, Raquel surge livre, renovada e fiel à sua verdade artística, reencontrando-se com o palco e com o público num momento raro de entrega. Este promete ser um reencontro com a tradição, com a saudade e com a alma portuguesa, que Raquel carrega na voz e no peito. Um espetáculo que será, acima de tudo, um ato de liberdade – e um gesto de amor pela música que sempre a definiu. Os últimos bilhetes ainda estão à venda.
JÁ DISPONÍVEL EM TODAS AS PLATAFORMAS DIGITAIS
ELISA E TIAGO NOGUEIRA DE NOVO JUNTOS
“Como é Fraco o Coração”, o novo single de Elisa em dueto com Tiago Nogueira, chega hoje a todas as plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe oficial no YouTube da artista. Depois de uma primeira colaboração bem-recebida pelo público, a cantora e compositora madeirense volta a juntar-se ao vocalista d'Os Quatro e Meia para dar voz a uma canção que expõe, sem filtros, a eterna disputa entre a razão e o desejo.
Com uma produção envolvente e uma interpretação cheia de alma, “Como é Fraco o Coração” mergulha na vulnerabilidade: fala de amores que desafiam a lógica, de tentativas de resistência que falham, de corações que cedem mesmo quando a cabeça sabe o que devia fazer. No encontro entre duas vozes que se reconhecem, a canção torna-se num espelho, aquele momento suspenso em que se admite, quase em sussurro, que se sente mais do que se queria sentir.
A nova canção chega num momento particularmente especial para Elisa, que tem percorrido o pais em digressão. Depois do concerto no Porto a 20 de novembro, e em Coimbra, acompanhada por Tiago Nogueira, Bárbara Tinoco e Nena perante uma sala completamente esgotada, a cantora atua no Funchal, a 18 de dezembro, e termina a digressão em Lisboa, nos dias 22 e 23 de janeiro, com a participação de Bárbara Tinoco, Carolina de Deus e Nena. Do seu próximo trabalho de estúdio, com edição prevista para março de 2026, fazem já parte os temas “Asas” e “É a Tua Vez”.
Com uma voz terna e um registo que não cede ao óbvio, Elisa tem construído um caminho marcado pela sensibilidade e pela autenticidade. Natural da Madeira, cresceu entre discos dos Beatles, Ray Charles, Queen, ABBA e The Eagles. Estudou Jazz no Conservatório da Madeira antes de se mudar para Lisboa, onde começou a compor e a apresentar o seu trabalho. Venceu o Festival da Canção em 2020 com “Medo de Sentir”, lançou o seu álbum de estreia, “No Meu Canto”, em 2021, e afirma-se hoje como uma das vozes mais promissoras da nova música portuguesa.
MARIA LEÓN LANÇA "PRESSÁGIO" INSPIRADO EM FERNANDO PESSOA
Créditos Rita Carmo
O tema parte do poema homónimo de Fernando Pessoa e explora um amor profundo e intemporal, num registo de folk urbano marcado pela melancolia lisboeta.
Com direção artística da própria, Maria León reforça a sua identidade poética e musical, unindo palavra e melodia numa celebração da língua portuguesa.
A artista faz-se acompanhar por Emanuel Andrade (piano e arranjos), Carlos Tony Ramos (violoncelo) e Sebastian Scheriff (percussões).
“Presságio” consolida a ponte entre tradição e contemporaneidade que caracteriza o trabalho da cantora e compositora, evocando a alma portuguesa através da música e da poesia.
“Barquinho de Papel”
Maria León abre caminho para o seu universo musical
No dia 10 de outubro, Maria León lançou Barquinho de Papel, o primeiro single do álbum Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma. Entre piano, violoncelo e flauta transversal, nasce uma canção delicada e intemporal, que nos transporta ao imaginário da infância e ao amor incondicional da maternidade.
Mas Barquinho de Papel é também metáfora da vida: cada viagem, cada página escrita no percurso de quem somos. É neste registo poético que Maria León revela a sua essência como autora e intérprete.
FIRST BREATH AFTER COMA & SALVADOR SOBRAL JUNTOS EM DISCO
A partir de 5 de dezembro, este encontro ganha novos formatos. O projeto passa a estar disponível em vinil e em todas as plataformas digitais, uma edição especial que reúne as músicas criadas durante a residência, num álbum único.
No mesmo dia, estreia na RTP Palco a gravação completa do espetáculo, oferecendo ao público a possibilidade de revisitar a criação conjunta entre os First Breath After Coma e Salvador Sobral.
“A Residência”, um espetáculo que recria em palco a intimidade de uma sala de ensaios – um espaço simbólico de criação, convívio e partilha. Todos os músicos tornaram-se parte de um mesmo coletivo.
Depois da enorme procura pelas duas datas em Lisboa, agendadas para 12 e 13 de janeiro de 2026 no Teatro Maria Matos, e já muito próximas de esgotar , “A Residência” segue agora para Leiria. A cidade que viu nascer o percurso dos First Breath After Coma recebe o espetáculo no dia 17 de janeiro, às 21h30, no Teatro José Lúcio da Silva, numa nova oportunidade de viver este encontro tão íntimo entre a banda e Salvador Sobral. Os bilhetes já estão disponíveis!
MANINHO TEM NOVO SINGLE “SEM LIMITES”
Depois de “Até Fim”, “Garota feat Mariza Liz” e “Lembra Você” o cantor e compositor Maninho divulga hoje um novo vídeo para um novo single do seu álbum “Sem Limites”.
Trata-se precisamente do tema titulo do álbum, uma emocionante balada mesmo a tempo desta quadra natalícia de 2025.
“Sem Limites” tem letra de Maninho, Afonso DuBraz e Gonçalo Malafaya. A música é de Maninho, Daus, Fumaxa e Daniel Lima.
Quanto ao vídeo , a realização esteve a cargo de Gonçalo Carvoeiras que já havia realizado os 3 vídeos anteriores.
Numa fase em que Maninho trabalha já em novas canções, depois de uma extensa tour com mais de 60 concertos em Portugal, “Sem Limites” é a canção perfeita para aquecer os corações neste período mais frio do ano. A canção mostra também uma faceta mais nostálgica do artista.
Maninho é hoje considerado um dos melhores compositores de Portugal. Em apenas 4 anos desde o lançamento do seu grande clássico, “Pode Tentar” com 4 Platinas atribuídas, o seu percurso e os seus multiplos êxitos falam por si. Ainda este ano “Garota feat Mariza Liz” (Single de Platina) foi eleito “Canção do Ano” nos Prémios Play da Música portuguesa, após votação intensa do publico.
Ainda em 2025 assinou, como autor, com a Warner Chappell, tornando-se o primeiro artista nacional a estabelecer esta ligação especial com uma das maiores companhias de publishing em todo o Mundo.
2026 promete ser mais um grande ano para Maninho mas para já, e enquanto não chegam novas noticias, aproveitemos para incluir nas nossas playlists de Natal esta nova canção que nos fala de um amor “Sem Limites”.
"MULHERES DE ABRIL": CRISTINA BRANCO LANÇA HOJE VERSÃO DIGITAL DO NOVO ÁLBUM
"Mulheres de Abril", o novo álbum de Cristina Branco, fica hoje disponível na íntegra nas plataformas digitais. Neste que é já o seu 19.º álbum de estúdio em 28 anos de carreira, a cantora regressa ao universo de José Afonso com uma obra que ilumina as mulheres que o compositor cantou: as suas narrativas íntimas, silêncios e resistências. Um lote de canções criteriosamente selecionadas e que sublinham a visão progressista do compositor sobre o papel feminino numa sociedade em transformação.
Para descobrir ao vivo já a 29 de novembro no Auditório Municipal Carlos do Carmo (Lagoa) e a 17 de dezembro na Casa da Música (Porto).
Revelando dimensões ainda pouco exploradas do legado de José Afonso, "Mulheres de Abril" reúne oito composições emblemáticas: "Verdade e Mentira", "Canção do Desterro", "Mulher da Erva" e "Verdes São os Campos" são os singles agora disponíveis digitalmente, num alinhamento que abarca também “Teresa Torga”, “Canção da Paciência”, “De Não Saber o Que Me Espera” e “Endechas a Bárbara Escrava”, todos já anteriormente revelados.
“Mulheres de Abril" — um disco que ecoa vozes de liberdade, intimidade e resistência — teve primeiro um lançamento exclusivo em CD e vinil. A edição em LP foi cuidadosamente prensada em vinil colorido de 180 gramas, a 45 rotações por minuto, garantindo uma experiência de alta fidelidade sonora. A rotação mais rápida preserva cada detalhe, textura e nuance da interpretação de Cristina Branco, naquela que é uma peça para escutar, guardar e sentir com a atenção que Abril merece.
As canções que compõem este trabalho ganharão vida em palco no espetáculo “Mulheres de Abril - Cristina Branco canta José Afonso”, cuja digressão nacional terá nesta reta final do ano momentos altos como os concertos de 29 de novembro, no Auditório Municipal Carlos do Carmo (Lagoa), e de 17 de dezembro, na Casa da Música (Porto). A 14 de dezembro, a cantora apresenta-se em showcase na FNAC Chiado, acompanhada apenas ao piano por Ricardo Dias, também responsável pelos arranjos e produção do álbum.
Em disco e ao vivo, Cristina Branco é também acompanhada por Alexandre Frazão (bateria), Bernardo Moreira (contrabaixo), Mário Delgado (guitarras) e Tomás Marques (saxofone).
«Senti necessidade cívica de voltar a cantar Zeca Afonso … é dar voz a um protesto. [... ] Achei relevante pôr a minha voz ao serviço de qualquer coisa que possa abanar as pessoas»
Cristina Branco
29 NOV
LAGOA
AUDITÓRIO MUNICIPAL CARLOS DO CARMO
17 DEZ
PORTO
CASA DA MÚSICA
CAPITAL DA BULGÁRIA REVELA HOJE "SOZINHA"
"sozinha” é o novo single da Capital da Bulgária, disponível a partir de hoje em todas as plataformas de streaming, com videoclipe oficial no YouTube da artista. Profundo, sombrio e directo, o tema abre uma nova fase na linguagem musical da cantora e produtora, onde a vulnerabilidade deixa de ser um sussurro e passa para o centro da canção.
A artista descreve “sozinha” como um retrato puro do que sente na sua vida profissional. “É uma música sobre o quão me sinto sozinha na minha carreira, e o quão acho que mereço não estar”, explica. “É arrogante, é o meu lado mais confiante, ele é pequenino mas existe.”
A imagem que carrega é universal: a sensação de ficar de fora, mesmo quando se sabe que se tem valor. “É como quando éramos miúdos e ninguém nos escolhia para a equipa. Sabemos que temos algo para dar, mas ninguém o quer.” Essa frustração ganha força no segundo verso, onde a artista assume um lado mais feroz, quase insolente. “Parece que todos me devem e ninguém me paga.”
A sonoridade leva a canção ainda mais longe. Produzida por Capital da Bulgária e Seis, com mix e master de Bassú, “sozinha” destaca-se pelo peso, pela textura densa e pela atmosfera escura. Uma direcção estética menos habitual no repertório da artista e que marca um salto expressivo na sua evolução.
No início de dezembro, dia 04, Capital da Bulgária apresenta-se no Maus Hábitos com um espetáculo especial, que marca a sua estreia em nome próprio na Invicta. A artista reconstrói o seu quarto em tamanho real no palco, numa performance imersiva que convida o público a entrar no espaço onde muitas das suas canções nasceram. Uma experiência íntima e sensorial, pensada como capítulo inaugural deste novo caminho artístico.
RETIMBRAR OFERECEM A "MAIOR PRENDA"
@Joana Cruz
“a maior prenda”, é um manifesto musical luminoso que declara, num verso direto, o desejo de pôr fim à fome e à solidão, apelando a valores de reconexão com a natureza - sem perder o fio à dança. O videoclipe, filmado na Vila Natal de Óbidos e realizado por Pedro Santasmarinas, é testemunho de cumplicidades. O vídeo quase documental, capta momentos de encontro e junta gestos, laranjas e abraços, à tessitura rítmica do tema.
O lançamento antecede os últimos concertos do ano. Em Lisboa, a banda atua a 20 e 21 de dezembro na Casa Capitão; no Porto, o encontro está marcado para 28 de dezembro no M.Ou.Co. Para os concertos, prometem uma abordagem alusiva à quadra, calorosa, celebrativa e intimista.
Da parceria estabelecida com a ZERO, o público será ainda convidado a adquirir um postal associado ao single, revertendo parte do valor para o projeto de reflorestar uma área da Mata Nacional de Leiria.
“A maior prenda” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Sobre Retimbrar:
Os Retimbrar fecham agora o ano de 2025, depois de um período de circulação nacional e internacional que culminou em novas criações. Numa pesquisa que nunca cessa, o coletivo continua a afinar palavras, timbres e arranjos para um futuro disco, depois de “Levantar do Chão”. Entre revisitações a repertórios de José Afonso e Carlos Paredes, numa incursão por pérolas escondidas da música portuguesa, o grupo continua a afirmar o TugaBeat como movimento vivo, enraizado nas tradições populares e na poesia oral, mas aberto ao diálogo com outras geografias.
Composto por oito músicos, os Retimbrar procuram criar a partir da matriz rítmica portuguesa, cruzando folclore, pulsação urbana e narrativa contemporânea. Com duas edições discográficas – “Voa Pé” (2016) e “Levantar do Chão” (2022) – afirmam-se como uma das formações mais singulares do panorama da música de raíz, tendo passado por festivais como o Womex, FMM Sines, Maré de Agosto, Ulicnih Street Arts Festival (Sérvia), Expo Dubai, Jazz Sous Les Pommiers (França), MUMI (Espanha) e Folk Alliance International (Canadá), entre outros. Receberam distinções como o prémio aRi[t]mar para Melhor Canção Portuguesa com “Maçãzinha” e viram “Maneio” reeditado pela editora de world music Putumayo.
Em palco, o grupo é formado por António Serginho, Afonso Passos, André Nunes, Andres 'Pancho' Tarabbia, Beatriz Rola, Jorge Loura, Miguel Ramos e Sara Yasmine, num ensemble que privilegia a percussão, a oralidade e a vertigem coletiva.
PAUS ANUNCIAM FIM DA BANDA
"Decidir parar, decidir morrer.
Há uma certa dignidade em escolher o nosso fim.
Os PAUS vão morrer e esta decisão é expressa no primeiro single do nosso último disco, da nossa última tour, do nosso último momento criativo.
“Ficamos por aqui” está em todos os sítios onde podem ouvir música. O vídeo é uma interpretação muito linda do André Ivo. Podem vê-lo em no Youtube.
Um beijo,
Ficamos por aqui." PAUS
Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria são os PAUS, uma banda de procura no espaço entre o rock, a experimentação sónica e os ritmos e claves que definem um Portugal diverso e em evolução. Apenas com um baixo, teclados e uma bateria siamesa vão criando música que insiste em passar nas frinchas dos géneros e contam com 6 álbuns, 4 EP’s e centenas de concertos realizados na Europa, América do Norte e do Sul.
O grupo já pisou inúmeros palcos nacionais, como NOS Alive, Vodafone Paredes de Coura, Super Bock Super Rock, Vodafone Mexefest , NOS Primavera Sound, Festival F, entre outros. Internacionalmente, para além de terem participado em festivais de showcases como Eurosonic (NL), Europavox (FR), MaMA (FR), SIM (BR) e SXSW(EUA), tocaram em grandes palcos como Primavera Sound de Barcelona (ES), pelo circuito de salas do Live Europe, pelo Le Guess Who? (NL), ATP (UK), Vida Festival, Low Festival e Festival De Les Arts (ES), Bananada (BR) ou pelo Micro Fest (BL).
29 de Novembro de 2008 no número 211 da Avenida da Liberdade - este foi o começo dos PAUS. 05 de Dezembro de 2026 - este vai ser o fim dos PAUS. Tudo o que aconteceu e acontecerá entre estas duas datas será a matéria com que Makoto Yagyu, Hélio Morais, Fábio Jevelim e Quim Albergaria vão construir um último disco, uma última tour e um último espetáculo. Os 18 anos do quarteto da bateria siamesa chegam ao fim com um disco, Enterro, que será apresentado numa marcha fúnebre de um ano numa última tour nacional e internacional. Esta será a única e última oportunidade para verem a banda ao vivo. Tragam flores!
Não se sabe se é apenas uma morte anunciada ou o terminar de uma obra sem grandes paralelos. Sabe-se que é assim que os PAUS vão escrever o seu fim…
TRAZ OS MONTROS LANÇAM "PILATES"
Traz os Monstros levam-nos ao ginásio com “Pilates”
Novo single é um retrato cru da periferia, com humor ácido e músculo poético
Assente numa produção densa e minimalista, “Pilates” expõe a crueza e os contrastes da periferia contemporânea, onde a procura de auto-melhoramento convive com a violência estrutural, a alienação e o quotidiano apertado das cidades. A música privilegia a palavra e a proximidade da voz, aproximando-se do rap no fluxo e da spoken poetry na intenção, mantendo sempre a intensidade emocional que tem marcado o percurso do projeto. A banda cita influências que vão de José Mário Branco à urgência lírica da contracultura, numa canção que se assume “arte enquanto denúncia, catarse e resistência”.
Ao mesmo tempo, num gesto característico do projeto, o discurso sério encontra o sarcasmo e a autoironia: “Pilates” apresenta-se como “suplemento sonoro de proteína concentrada”, ideal para “rebentar colunas na pista ou estourar séries no ginásio”, com efeitos secundários que variam entre “poses no espelho” e o impulso incontrolável de explicar a todos o que é um “hip thrust”. Entre crítica e caricatura, o tema desmonta a cultura da performance e da autoimagem, expondo tanto as suas ilusões como as suas tensões sociais.
Nascidos em 2021, no rescaldo pandémico, Traz os Monstros são Xavier de Sousa, Rui Bastos, Rafael Borges e Artur Correia. Descritos na sua génese como “filhos da quarentena” e “resultado de uma esquizofrenia coletiva”, surgem com uma estética crua e visceral, onde o post-rock, rock psicadélico e o rock alternativo se cruzam com referências poéticas e de intervenção. O seu universo bebe tanto da sombra beat e punk de Ginsberg ou Patti Smith como da linguagem direta e popular de José Mário Branco, B Fachada, Nerve ou até Quim Barreiros - um cruzamento improvável que se torna assinatura.
Com “Pilates”, os Traz os Monstros reforçam a aposta numa expressão que recusa a neutralidade e prefere a fricção: entre o riso e a cicatriz, o ginásio e a rua, o músculo e a ferida. Uma nova etapa que antecipa um álbum onde a banda promete continuar a transformar inquietação em canção e desconforto em verdade artística.
O single e o videoclipe encontram-se já disponíveis em todas as plataformas digitais. "Pilates" foi gravada por João Freitas no Estúdio Cedofeita, misturada e masterizada por Rui Garcia Costa (Ruca), Pé Em Triste.
BEN&G LANÇAM DISCO "SEM PRESSÃO"
fotografia por Joana Pereira
O projeto nasceu em 2024 num writing camp da label Pluma, em Viana do Castelo. O que começou como uma colaboração pontual entre cantor e produtor rapidamente se transformou numa parceria criativa onde as fronteiras entre papéis se dissipam. O resultado é uma sonoridade que cruza Pop e Hip-Hop, explorando temas do quotidiano como identidade, amor e excesso, com uma teatralidade e energia kitsch que se tornaram marcas da dupla.
Sem Pressão foi produzido entre 2024 e 2025 no Estúdio Cedofeita, no Porto, e é um lançamento independente. O álbum reúne temas que refletem a dualidade de ben&G — entre a celebração e a introspeção — com singles de antecipação como Antídoto, Sara, Introspectiva Pt. 1 e a mais recente Kryptonite.
“O título Sem Pressão serve-nos de lembrete. Às vezes é preciso olhar para o processo com leveza e recordar porque começámos: dois amigos num estúdio improvisado, só com vontade de criar”, explica Rúben Pérola.
“É o nosso cinto de segurança”, acrescenta Manuel Gonçalves. “Um álbum que fala de nós, mas também de quem tenta equilibrar o dia a dia com aquilo que ama.”
O percurso de cada membro da banda revela o ecletismo que molda o som de ben&G.
Rúben Pérola, com formação em Teatro pela Academia Contemporânea do Espectáculo, iniciou a carreira musical em 2022 com o single Estrela do Mar, tendo participado em diversos writing camps e colaborações com artistas como O Simples Mente, TALVS, Sofia Calvet e FIAL. Atualmente estuda Produção Musical na RockSchool Porto.
Manuel Gonçalves, formado em Produção e Tecnologias da Música pela ESMAE, é produtor e técnico de som, com créditos em trabalhos de artistas como Nena e Rita Rocha. É também teclista da banda Nunca Mates o Mandarim, que atuou no Primavera Sound Porto 2025.
Para celebrar o lançamento de Sem Pressão, ben&G apresentam o álbum ao vivo no RCA – Radioclube Agramonte (Porto), no dia 5 de dezembro, numa data partilhada com o rapper O Simples Mente, artista com quem já colaboraram anteriormente, e que apresentará também o seu mais recente lançamento, o EP ATROPELEI-ME. A bilheteira online encontra-se aberta na bol.
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
PROGRAMA DE 27/11/25
2 - Alex D'Alva - Livre
OLAVO BILAC LANÇA SINGLE
Com mais de 35 anos de carreira e uma marca incontornável na música portuguesa, Olavo Bilac assinala o seu regresso à carreira a solo com um conjunto de novidades, entre elas o novo single “Conta-me Tudo”, com autoria e produção de João Só. A canção recupera o registo pop, território onde Olavo Bilac soma alguns dos maiores êxitos da sua carreira.
“Conta-me Tudo” será também o primeiro avanço do novo álbum, com lançamento previsto para o final de 2026.
Em paralelo, Olavo Bilac prepara-se para regressar aos palcos com uma digressão nacional que promete surpreender. Ao longo de 2026, o artista apresentará o espetáculo “Canções de Uma Noite” e também “Filarmonia”, um projeto que celebra a música portuguesa num diálogo emocionante com bandas filarmónicas por todo o país — um conceito pensado para criar experiências únicas e memoráveis.
Detentor de uma das vozes mais carismáticas e acarinhadas do panorama musical nacional, Olavo Bilac é vocalista de bandas icónicas como Santos & Pecadores — responsável por alguns dos grandes êxitos dos anos 90 — e Resistência, mantendo hoje uma sólida e reconhecida carreira a solo.
SINGLE DE ESTREIA DE FJORDS
Fjords © Diogo Rivers
Composta por Rafael Borges (baixo e voz) e André Figueiredo (bateria, sintetizadores, caixa de ritmos e voz), a banda promete pregar a sua mensagem, influenciada pelo rock progressivo, stoner doom, drone e música industrial, ao meio alternativo português, reafirmando o seu nome no mapa.
Depois dos EPs Fjords e Dunes e do single Dagon, “Purgatorio” mostra-se um tema potente e intenso, com um som novo e cru, inspirado na dimensão imaginada por Dante Alighieri na sua obra “A Divina Comédia”, nunca deixando para trás o experimentalismo presente nos trabalhos anteriores da banda.
Os Fjords mostram-se confiantes em levar o seu peso a novas fronteiras, explorando texturas e ambientes únicos e testando os limites do rock pesado.
OUT.RA ABRE BOLSA DE PRODUÇÃO
Estão abertas as candidaturas para artistas locais interessados em explorar novos caminhos artísticos nas áreas da Música, Som, Artes Sonoras e Multimédia ao longo do ano de 2026, com o apoio da Bolsa de Criação Local da OUT.RA.
Damos prioridade a artistas emergentes, que estejam a dar os primeiros passos, e sejam residentes dos Concelhos do Barreiro, Moita, Seixal, Sesimbra ou Palmela.
A Bolsa de Criação OUT.RA tem o valor de 1000€ e, desde 2015, já impulsionou talentos como André Neves, Tiago Sousa, Van Ayres, Rita Santos ou Vera Marques (Puçanga), entre outros.
Todos os detalhes para a tua candidatura estão disponíveis seguindo este link, e não te esqueças: a data-limite é 18 de janeiro de 2026. Estamos curiosos para conhecer os vossos projetos!
Ver mais »
CASSETE PIRATA COM NOVIDADES PARA 2026
© Pedro João
No final desse ano, a espera termina: a banda regressa aos palcos pelo país fora e irá passar pelo seu habitat natural dos clubes. O culminar desta celebração fica desde já marcado para 28 de Novembro de 2026, para um concerto magistral no Capitólio, em Lisboa. Os bilhetes já estão à venda aqui.
O espetáculo “Cassete Pirata – 10 Anos”, onde o novo e o velho repertório vão conviver em harmonia, vai estar na estrada até ao final de 2027.
Depois do EP, em 2017, de três discos longa-duração, de mãos cheias de singles - como os lendários “Pó no Pé” e “Outro Final Qualquer”, os rockeiros “Ferro e Brasa” e “Ser Diferente” ou os românticos “Tens o Meu Coração” e “Próxima Viagem” - este último que lhes valeu a presença na série televisiva RTP/Netflix “Até que a vida nos separe” - os Cassete Pirata preparam-se para regressar com novas canções e novas histórias, num processo criativo imersivo que marcará os 10 anos de estrada, onde passaram por festivais como Vodafone Paredes de Coura, Bons Sons, Queima das Fitas de Coimbra e Braga, Festival F, entre mais de uma centena de palcos e festas.
Para Pir (vocalista, guitarrista e autor das canções), esta retirada dos palcos “não é por cansaço, mas por necessidade de escuta interior. É para criar um disco, daqueles que se fazem com tempo, de quem ainda tem muito por dizer e o quer fazer com palavras que nascem devagar”.
Este retiro criativo faz jus ao cerne do que a banda é: um grupo de amigos que faz música com a emoção à flor da pele. No Outono, vão regressar sedentos de uma nova presença e comunhão com o público, numa festa para celebrar a verdade de que o rock é feito com alma, coragem e guitarras bem altas.
Entoam os corações - “a cantar quem te encantou”, como os Cassete Pirata nos ensinaram num dos seus versos - a iluminar o caminho que trilham as bandas lendárias.
BUBA ESPINHO E MIGUEL ARAÚJO JUNTOS EM "NÃO É TARDE NEM É CEDO"
© maria miúda
Este lançamento nasce da vontade de continuar a fazer o Cante caminhar, aproximar mundos e deixá-lo respirar em novos palcos, novas mãos e novos timbres, como se o Alentejo conversasse diretamente com o Norte. É um gesto simbólico que marca o início de mais dez anos de celebração, preservação e expansão desta arte que Buba tem levado consigo com a naturalidade de quem carrega o seu território no peito.
No vídeo que acompanha o tema, Buba entrega-se ao seu imaginário Western, um faroeste reinventado, português por dentro e cinematográfico por fora, onde dois sheriffs protagonizam uma narrativa de encontro, fronteira e identidade. É uma fusão improvável e, por isso mesmo, luminosa: o Cante em diálogo com outras estéticas e culturas, sem nunca perder o seu pulsar original, a raiz profunda que o sustenta e o atravessa.
“Não É Tarde Nem É Cedo” chega três dias antes do grande concerto de Buba Espinho na Super Bock Arena, no Porto, no dia 30 de novembro, já praticamente esgotado. Este espetáculo encerra a tour Portugal em Cante, que ao longo de 2025 percorreu o país inteiro para levar as modas, a tradição oral, memórias familiares e essa forma tão nossa de cantar em coro, com chão, corpo e pertença. Agora, o Cante sobe ao Norte, ocupa um dos palcos mais emblemáticos de Portugal e inicia simbolicamente um novo capítulo, onde os próximos dez anos se escrevem com o mesmo respeito pela tradição e com a mesma vontade de a reinventar.
“Este tema comprova uma vez mais, que o Cante se canta de Sul a Norte do País, que não é só de uma região, é do Mundo! E até um artista, como o Miguel, que vem de uma realidade sonora muito diferente da minha, se identificou logo à primeira. Tem a componente especial de ser uma cena de desenho animado que idealizei durante muito tempo e que agora sendo Pai, me faz ainda mais sentido. Os meus filhos já podem dizer que o pai é um desenho animado, e neste caso é o bom do filme. É mais um projeto que me levou a sair da minha zona de conforto mas que ao mesmo tempo me deu muito gozo criar.” declara Buba Espinho.
Neste 27 de novembro de 2025, que é, ao mesmo tempo, memória e começo, Buba Espinho reafirma-se como um dos grandes embaixadores do Alentejo, levando consigo a força das vozes que o formaram, a herança das modas que o viram crescer e a certeza de que o Cante só se mantém vivo quando encontra novas fronteiras para atravessar. “Não É Tarde Nem É Cedo” nasce exatamente desse gesto: um país inteiro dentro de uma canção, onde o Sul e o Norte se encontram para continuar a escrever a história do Cante Alentejano.
NOVO SINGLE DE EXPRESSO TRANSATLÂNTICO
Depois de anunciar o lançamento do seu segundo álbum para o início de 2026 e os concertos especiais de apresentação em Março, o Expresso Transatlântico nrevela agora “Tigre da Serra", o terceiro tema de avanço.
O projeto de Gaspar Varela, Sebastião Varela e Rafael Matos é um dos novos grupos nmais aclamados da cena musical atual e tem conquistado, desde 2021, os principais palcos e festivais nacionais e internacionais, em centenas de concertos.
Depois de “Flor Trovão” e “Avalanche”, “Tigre da Serra" é o terceiro single que continua a abrir caminho para um novo capítulo desta viagem transatlântica, rumo a novas paisagens sonoras. O tema será lançado a 28 de Novembro.
“Tigre da Serra" é, segundo a banda, “uma das primeiras músicas que compusemos para o álbum. As primeiras maquetes surgiram durante o inverno em Manteigas e foi terminada quase um ano depois no Alentejo.
Para nós, é uma das músicas dentro do disco que melhor representa esse processo de compor em cenários diferentes, tornando cada um num lugar de experimentação. É uma música que viaja e esteve connosco desde o início ao fim da produção deste álbum.”
Com produção de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), este próximo longa- duração promete marcar um ponto de viragem na travessia musical do Expresso
Transatlântico, sem perder a alma e a fusão de sonoridades que o caracteriza.
Os concertos de apresentação do novo álbum são:
- Porto - Casa da Música - 13 de Março de 2026 - à venda aqui
- Lisboa - Capitólio - 14 de Março de 2026 - à venda aqui
Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais.
NOVO LANÇAMENTO DA ANTI-DEMOS-CRACIA
PRINCIPIA PARALLAX - “Tremal Naik”
CD+Booklet
ANTI-DEMOS-CRACIA
Novembro, 2025
“Os Principia Parallax estão numa encruzilhada curiosa. Entre a África de São Tomé e um Portugal intemporal, num trajeto que não é só marítimo, vários tempos se conjugam e se cruzam: Ancestrais, modernos, nostálgicos.”
São as palavras que iniciam o texto de António Jorge Quadros e que constam do booklet que acompanha esta edição.
O projeto Principia Parallax de Jaime Salvadinho é universal e reúne músicos de várias partes do mundo. É um encontro de culturas onde a música atua como linguagem comum, quebrando fronteiras e unindo tempos e espaços.
Com uma diversidade geográfica notável, os instrumentistas injetam uma riqueza única no álbum "Tremal Naik". O resultado é uma combinação de experiências e influências que celebra a arte na sua dimensão mais global.
Para além de Portugal, as colaborações para este álbum chegam de:
Alemanha
Angola
Canadá
França
India
Inglaterra
Itália
Nepal
País de Gales Palestina
Roménia
Rússia
Turquia
O álbum, no formato CD, será lançado pela ANTI-DEMOS-CRACIA no dia 30 de Novembro e terá uma edição limitada a 50 exemplares.
Para já podem ouvir, no bandcamp da ADC, o tema de avanço: “After Geography”.
Posto de escuta: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/tremal-naik
NOVO LANÇAMENTO DE MONO CLONES
Os Mono Clones apresentam “Faites vos jeux”, o novo single que antecipa o disco da banda, previsto para 2026. O tema mergulha na estética que tem definido o projeto – um late night rock marcado por tensão narrativa, humor sombrio e um olhar irónico sobre os jogos emocionais que se desenrolam nas horas difusas entre a meia-noite e o amanhecer.
“Faites vos jeux” toma a mesa de roleta como cenário metafórico para o desconforto íntimo de quem se vê empurrado para um jogo que não pediu para jogar. A voz que conduz o tema surge como o narrador relutante de uma situação perdida à partida: alguém a quem é exigido que aposte tudo quando a verdadeira ameaça não está nas fichas, mas na presença magnética de quem observa do outro lado da sala. A referência ao croupier, à roda, às apostas, funciona como pano de fundo para uma tragédia em três minutos marcada pela incapacidade de manter a compostura enquanto se executam “best moves” desesperados, sem que o destino – ou a lucidez alheia – deixe margem para vitória.
Entre guitarras envoltas em reverb, pulsação rock acelerada e um crooning em crescente inquietação, os Mono Clones continuam a desenhar um universo que cruza influências como Arctic Monkeys, The Strokes, The Doors ou The Last Shadow Puppets. “Faites vos jeux” mantém a assinatura nocturna da banda e afirma o caminho para o álbum de estreia, onde a banda volta a habitar o território das emoções sem filtro, das conversas com segundos sentidos e das narrativas que se desdobram quando a cidade abranda e o pensamento se intensifica.
Vindos de experiências marginais, noites longas e decisões que não passam no teste da luz do dia, os Mono Clones assumem-se como cronistas de uma vida urbana vivida no limite. O grupo é formado por Bruno Le Roc (voz, guitarra), Pedro “Zap” Pimenta (bateria), Ruben Rodrigues (baixo) e David Moura (guitarra, teclados). A sua música combina guitarras densas, dinamismo rítmico e um imaginário onde convivem existencialismo, romance tardio e uma energia crua própria das bandas que surgem das esquinas menos iluminadas da noite.
“Faites vos jeux” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
DAVID DEREKH EDITA NOVO EP "AZ4R.O.MEU”
Fotografia: MostWanted Productions
"AZ4R.O.MEU" é o novo EP de David Derekh, já disponível em todas as plataformas digitais. O curta duração é composto por 6 canções com uma sonoridade entre o Rap, o Hip Hop e o Trap, nas quais o artista explora a dor como um sentimento universal e omnipresente na experiência humana.
"É fundamental cultivarmos a autorreflexão e compreendermos a origem das nossas dores, reconhecendo-as como parte essencial do nosso crescimento", afirma David Derekh. "Como o título do EP sugere, o tema central de "AZ4R.O.MEU" é o azar que todos experienciamos ao longo da vida. Apresento várias perspetivas sobre esse mesmo conceito, com a esperança e a resiliência como aliados", completa o artista.
David Derekh é autor de todas as letras do EP e compôs as melodias e produziu algumas faixas com diversos colaboradores, entre as quais Duarte Carvalho, músico e produtor dos No Maka, que já trabalhou com artistas como SYRO, Blaya, Madonna, Anitta e Calema. "AZ4R.O.MEU” foi antecipado pelos temas 'ZOOM OUT' e 'MEMENTO MORI' e é acompanhado pelo novo single '4 CASAS'. Do alinhamento constam, ainda, as faixas 'Acredita', 'Reguila' e 'ÚLTIMA HORA'.
Nas palavras de David Derekh, "em 'ZOOM OUT' e '4 CASAS' abordo a superação através do esforço - sobretudo o psicológico, e nas faixas 'MEMENTO MORI' e 'ÚLTIMA HORA' exploro a relação entre o ser humano e o “azar”, quase como se este fosse uma entidade viva. Por último, no tema 'ÚLTIMA HORA', esse “azar” é fortemente personificado, tanto na letra como na sua representação audiovisual, que estará disponível no inicio de dezembro".
David Derekh chamou a atenção em 2022. com a participação na banda Bacalhau No Azeite, que se tornou um fenómeno nas redes sociais com o tema 'Tugões' e o EP "BNA". No mesmo ano, o single 'Estrela de David' dá-lhe destaque em nome próprio e, por essa altura, lançou vários temas, aos quais se seguiu o álbum de estreia, "A Estrela Que Não Brilha".
O segundo disco, "isto não é um álbum.", que David Derekh editou em 2024, funcionou como porta de entrada para uma nova fase, feita de verdade e sem filtros ou fórmulas. Já este ano, os singles 'ZOOM OUT' e 'MEMENTO MORI' dão seguimento a essa mudança. que culmina com o lançamento do segundo EP, "AZ4R.O.MEU”, já disponível em todas as plataformas digitais.
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
BUBBA BROTHERS NOMEADO PARA PRÉMIO EM ESPANHA
BUBBA BROTHERS é o 1.º nomeado português nos Vicious Music Awards 2025, os prémios espanhóis que reconhecem a excelência na música electrónica
Dj e produtor português conta com mais de 2,6 milhões de streams nas plataformas digitais e segue destacado como nº.1 no ranking House Music da Beatport.
Bubba Brothers faz história esta noite. Eliseu Correia é o primeiro artista português nomeado para os Vicious Music Awards, que decorrem hoje, 26 de Novembro, no Teatro Kapital, em Madrid. A categoria Melhores Vendas Digitais - Artista Português coloca o produtor algarvio sob os holofotes de um dos eventos mais relevantes da cena electrónica ibérica.
Sediado em Faro, Bubba Brothers tem construído uma trajectória singular na música electrónica, cruzando a pulsação do House com nuances melódicas e progressivas, sempre com um selo autoral reconhecível. Com lançamentos por editoras de referência como a Spinnin' Records e à frente do seu próprio selo, Mossdeb Sounds, o artista tem vindo a afirmar-se tanto pela consistência criativa como pela crescente projecção internacional.
A sua presença regular nos Top 10 e Top 20 da Beatport, com posições de liderança nas categorias House e Melodic House, e uma audiência superior a 20.000 ouvintes mensais nas diferentes plataformas de streaming de música, confirmam o alcance do projecto no circuito global.ZZO percurso de Bubba Brothers tem sido também acompanhado de perto pela imprensa internacional. Publicações como a DJ Mag ES, DJ Mag BR, DJ Mag LA, 1001 Tracklists, Mixmag e Vicious Magazine têm assinalado o seu trabalho com frequência. Em Setembro de 2024, foi capa da Vicious Magazine, uma das mais importantes revistas espanholas dedicadas à música electrónica - sinal claro da crescente relevância do artista no contexto ibérico.
Mais do que uma distinção pessoal, esta nomeação representa um avanço importante para a visibilidade da electrónica portuguesa no plano internacional. A presença de Bubba Brothers entre os nomeados dos Vicious Music Awards pode abrir portas para palcos de maior escala e aproximá-lo de festivais de referência como o Tomorrowland, onde a participação nacional continua a ser tímida.
Entre o rigor técnico e a sensibilidade melódica, Bubba Brothers tem construído experiências sonoras que funcionam tanto na intensidade da pista como na escuta atenta. Hoje, essa identidade ganha reconhecimento internacional.
Sobre os Vicious Music Awards
Criados há mais de 15 anos, os Vicious Music Awards celebram os protagonistas da cena electrónica: DJs, produtores, clubes, festivais e equipas criativas. Têm reconhecido nomes e estruturas fundamentais do ecossistema nocturno global, incluindo o Óscar Mulero, John Talabot, Ushuaïa Ibiza, Fabrik e Razzmatazz.
A edição de 2025 reforça a ligação entre Espanha e o circuito internacional, com categorias decididas por júris profissionais e pelo voto do público. A plataforma Beatport associa-se ao evento com dois prémios especiais reforçando a abrangência do evento.
Mais do que uma cerimónia, os Vicious Music Awards são um espelho contemporâneo do sector. Em 2025, contam com um nome português a brilhar na moldura.































