© JRCardoso
Pedro Sáfara apresenta Florilégio, o seu álbum de estreia, editado pela Jugular Edições, afirmando-se como uma das vozes mais consistentes da nova geração lusófona. Depois de uma edição física apresentada a 25 de maio de 2025, num gesto consciente de valorização do disco enquanto objeto íntimo, o trabalho encontra-se agora disponível nas plataformas digitais.
“Decidi lançar Florilégio primeiro em formato físico por respeito e homenagem a esse objeto fantástico, orgânico e de proximidade que está desaparecendo. O disco físico representa uma conexão mais íntima e tangível com a música, algo que valorizo profundamente”, partilha o artista.
Composto por 12 canções originais, o álbum revela uma maturidade poética rara. Assente numa estrutura depurada, voz e violão de Pedro Sáfara, com o piano de Sérgio Costa, constrói-se num registo intimista onde a palavra ocupa o centro da criação. As canções atravessam temas como identidade, encontro, vulnerabilidade e memória, convidando a uma escuta atenta e emocionalmente próxima.
O primeiro single, “Quem sabe”, surge como reflexão sobre o nosso lugar em relação ao outro, quase uma oração dedicada aos mais vulneráveis. Já “Tanto tu”, em parceria com Vitorino, celebra a riqueza da lusofonia ao explorar as variantes da língua portuguesa, unindo Portugal e Brasil numa verdadeira gramática da emoção.
Paralelamente, integra o projeto comemorativo 50 Anos a Semear Salsa ao Reguinho, também de Vitorino, onde assume um papel central enquanto produtor, e canta o tema “Cantiga de uma greve de verão”. O trabalho cruza tradição e contemporaneidade, com novos arranjos interpretados por nomes como Cuca Roseta, Buba Espinho e Ana Bacalhau, entre outros, projetando canções emblemáticas para a atualidade e sonoridades mais contemporâneas.
Nascido no Brasil há 31 anos e radicado em Portugal desde a infância, Pedro Sáfara construiu um percurso transversal entre música e literatura. Em 2024 publicou o livro de poesia Traumatologia dos Encontros, aprofundando uma dimensão literária que se reflete de forma evidente na construção das suas canções.
Com Florilégio, Pedro Sáfara confirma-se como uma voz singular da canção em língua portuguesa, um criador que une literatura, reflexão e música numa proposta coerente, sensível e profundamente atual. Um álbum que nasceu do silêncio e da matéria, mas que agora floresce sem fronteiras. Disponível em todas as plataformas digitais.
“Decidi lançar Florilégio primeiro em formato físico por respeito e homenagem a esse objeto fantástico, orgânico e de proximidade que está desaparecendo. O disco físico representa uma conexão mais íntima e tangível com a música, algo que valorizo profundamente”, partilha o artista.
Composto por 12 canções originais, o álbum revela uma maturidade poética rara. Assente numa estrutura depurada, voz e violão de Pedro Sáfara, com o piano de Sérgio Costa, constrói-se num registo intimista onde a palavra ocupa o centro da criação. As canções atravessam temas como identidade, encontro, vulnerabilidade e memória, convidando a uma escuta atenta e emocionalmente próxima.
O primeiro single, “Quem sabe”, surge como reflexão sobre o nosso lugar em relação ao outro, quase uma oração dedicada aos mais vulneráveis. Já “Tanto tu”, em parceria com Vitorino, celebra a riqueza da lusofonia ao explorar as variantes da língua portuguesa, unindo Portugal e Brasil numa verdadeira gramática da emoção.
Paralelamente, integra o projeto comemorativo 50 Anos a Semear Salsa ao Reguinho, também de Vitorino, onde assume um papel central enquanto produtor, e canta o tema “Cantiga de uma greve de verão”. O trabalho cruza tradição e contemporaneidade, com novos arranjos interpretados por nomes como Cuca Roseta, Buba Espinho e Ana Bacalhau, entre outros, projetando canções emblemáticas para a atualidade e sonoridades mais contemporâneas.
Nascido no Brasil há 31 anos e radicado em Portugal desde a infância, Pedro Sáfara construiu um percurso transversal entre música e literatura. Em 2024 publicou o livro de poesia Traumatologia dos Encontros, aprofundando uma dimensão literária que se reflete de forma evidente na construção das suas canções.
Com Florilégio, Pedro Sáfara confirma-se como uma voz singular da canção em língua portuguesa, um criador que une literatura, reflexão e música numa proposta coerente, sensível e profundamente atual. Um álbum que nasceu do silêncio e da matéria, mas que agora floresce sem fronteiras. Disponível em todas as plataformas digitais.

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