Fotografia: Ricky Creative
"E tudo o vento levou" é o título do novo EP de Catarina Guinot. Já disponível em todas as plataformas digitais, o conjunto de três faixas tem assinatura da cantora e compositora e produção de LEFT. e miguele. O mais recente trabalho da artista é focado no luto, na memória e na permanência, numa experiência sonora que percorre as diferentes fases da perda de alguém que amamos.
"O título do EP, “E tudo o vento levou”, nasce de uma expressão frequentemente dita pela minha avó e, por isso, é um gesto de homenagem. No fundo, o vento leva tudo, menos aquilo que fica em nós: as memórias, as histórias e as canções", conta Catarina Guinot. A cantora e compositora acrescenta que este curta-duração "foi pensado como uma viagem, para ser ouvido do início ao final sem interrupções, como quem atravessa uma memória do princípio ao fim".
Sobre a faixa principal, 'Mais triste sem ti', Catarina Guinot revela que “é um hino de despedida sobre continuar a viver depois de perder alguém. A canção é inspirada pela perda da minha avó paterna, entre a fragilidade e a aceitação, e transforma o luto num espaço de memória, amor e permanência. Com uma honestidade íntima e reconfortante, o tema oferece um lugar de escuta e reconhecimento emocional para quem já perdeu alguém. A produção minimalista e orquestral reflete e eleva o luto à tristeza abraçada pelo conforto e carinho de quem ama, colocando-nos na pele de quem sente e por cá fica. Sobram as memórias e canções para tranquilizar e lembrar".
Ao longo das três faixas, Catarina Guinot apresenta diferentes fases do luto, através das suas composições e de áudios reais da avó, aliados a uma produção que acompanha esta narrativa pessoal e emocional.
A faixa de abertura, 'A vida é bela', "funciona como uma introdução íntima ao universo do EP. A música é construída a partir de áudios reais de conversas com a minha avó, preservando a sua voz como um arquivo emocional", afirma a artista. Segue-se o single 'Mais triste sem ti', "que escrevi dois dias depois de perder a minha avó. Percebi que o luto é tristeza, mas é também uma forma diferente de continuar a amar" e, como último capítulo, surge 'À espera de mim', "a fase mais recente e madura do luto, que funciona como um epílogo do EP e lembra que não se esquece quem vive em nós. Neste tema é possível ouvir excertos de canções de embalar que a minha avó me cantava, preservadas como fragmentos de memória íntima e afeto transmitido de geração em geração. A faixa encerra o percurso do EP num lugar de contemplação e permanência, onde a ausência se transforma em presença interior", acrescenta Catarina Guinot.
"E tudo o vento levou" é editado depois da estreia discográfica da artista, com "Ode ao Des(amor)" - curta duração que inclui os singles 'Metade de Mim', 'Orações', 'Não Corro Atrás' e o tema-título -, com contributos de nomes como LEFT., INÊS APENAS, NED FLANGER e Choro. Após dois EPs, Catarina Guinot prepara agora o primeiro álbum de originais.
Cantora e compositora, Catarina Guinot estudou piano e canto desde cedo. Tem formação artística pela Restart e frequentou um workshop de Teatro Musical na ACT - Escola de Atores. Apaixonada por música desde que se lembra, só na adolescência a artista ganhou coragem para entrar no “Drama Club” da escola. Foi nessa altura que começou a escrever as suas próprias canções.
Em 2016 foi convidada a participar no Eurovision Live Concert, no qual interpretou um tema de Maria Guinot, de quem é parente por parte da avó materna. Já em 2018 completou o curso de Desenvolvimento Artístico na Restart Creative Education, através do qual teve a oportunidade de conhecer os Great Dane Studios, onde regressou em 2022 para um workshop de songwriting com LEFT., Mikkel Solnado e Bárbara Tinoco. Em 2023 fez backing vocals para Herman José e passou a integrar o coro RIMA.
Influenciada sobretudo por Pop e R&B e artistas como Lauryn Hill, Fugges, Slow J, Jüra, Dua Lipa, iolanda, INÊS APENAS, Camila Cabello, Rita Onofre e Melim, entre outros, Catarina Guinot vem para apresentar músicas com as quais as pessoas possam relacionar-se e identificar-se. Tudo o que escreve é autobiográfico e a mensagem que tenta passar com a sua arte é de confiança e valorização pessoal, celebrando o desamor como uma evolução positiva, seja em que forma de relação for: amorosa, amizade ou familiar.
Em 2024 Catarina Guinot deu início ao seu percurso discográfico com o lançamento do single de estreia, ‘Metade de Mim’ , ao qual se seguiu 'Orações' e 'Não Corro Atrás', no início de 2025. Estes temas abriram caminho para o primeiro EP da artista, "Ode ao Des(amor)", no qual explora as diferentes fases do fim de um relacionamento, aprofundando uma jornada de superação e valorização pessoal.
"O título do EP, “E tudo o vento levou”, nasce de uma expressão frequentemente dita pela minha avó e, por isso, é um gesto de homenagem. No fundo, o vento leva tudo, menos aquilo que fica em nós: as memórias, as histórias e as canções", conta Catarina Guinot. A cantora e compositora acrescenta que este curta-duração "foi pensado como uma viagem, para ser ouvido do início ao final sem interrupções, como quem atravessa uma memória do princípio ao fim".
Sobre a faixa principal, 'Mais triste sem ti', Catarina Guinot revela que “é um hino de despedida sobre continuar a viver depois de perder alguém. A canção é inspirada pela perda da minha avó paterna, entre a fragilidade e a aceitação, e transforma o luto num espaço de memória, amor e permanência. Com uma honestidade íntima e reconfortante, o tema oferece um lugar de escuta e reconhecimento emocional para quem já perdeu alguém. A produção minimalista e orquestral reflete e eleva o luto à tristeza abraçada pelo conforto e carinho de quem ama, colocando-nos na pele de quem sente e por cá fica. Sobram as memórias e canções para tranquilizar e lembrar".
Ao longo das três faixas, Catarina Guinot apresenta diferentes fases do luto, através das suas composições e de áudios reais da avó, aliados a uma produção que acompanha esta narrativa pessoal e emocional.
A faixa de abertura, 'A vida é bela', "funciona como uma introdução íntima ao universo do EP. A música é construída a partir de áudios reais de conversas com a minha avó, preservando a sua voz como um arquivo emocional", afirma a artista. Segue-se o single 'Mais triste sem ti', "que escrevi dois dias depois de perder a minha avó. Percebi que o luto é tristeza, mas é também uma forma diferente de continuar a amar" e, como último capítulo, surge 'À espera de mim', "a fase mais recente e madura do luto, que funciona como um epílogo do EP e lembra que não se esquece quem vive em nós. Neste tema é possível ouvir excertos de canções de embalar que a minha avó me cantava, preservadas como fragmentos de memória íntima e afeto transmitido de geração em geração. A faixa encerra o percurso do EP num lugar de contemplação e permanência, onde a ausência se transforma em presença interior", acrescenta Catarina Guinot.
"E tudo o vento levou" é editado depois da estreia discográfica da artista, com "Ode ao Des(amor)" - curta duração que inclui os singles 'Metade de Mim', 'Orações', 'Não Corro Atrás' e o tema-título -, com contributos de nomes como LEFT., INÊS APENAS, NED FLANGER e Choro. Após dois EPs, Catarina Guinot prepara agora o primeiro álbum de originais.
Cantora e compositora, Catarina Guinot estudou piano e canto desde cedo. Tem formação artística pela Restart e frequentou um workshop de Teatro Musical na ACT - Escola de Atores. Apaixonada por música desde que se lembra, só na adolescência a artista ganhou coragem para entrar no “Drama Club” da escola. Foi nessa altura que começou a escrever as suas próprias canções.
Em 2016 foi convidada a participar no Eurovision Live Concert, no qual interpretou um tema de Maria Guinot, de quem é parente por parte da avó materna. Já em 2018 completou o curso de Desenvolvimento Artístico na Restart Creative Education, através do qual teve a oportunidade de conhecer os Great Dane Studios, onde regressou em 2022 para um workshop de songwriting com LEFT., Mikkel Solnado e Bárbara Tinoco. Em 2023 fez backing vocals para Herman José e passou a integrar o coro RIMA.
Influenciada sobretudo por Pop e R&B e artistas como Lauryn Hill, Fugges, Slow J, Jüra, Dua Lipa, iolanda, INÊS APENAS, Camila Cabello, Rita Onofre e Melim, entre outros, Catarina Guinot vem para apresentar músicas com as quais as pessoas possam relacionar-se e identificar-se. Tudo o que escreve é autobiográfico e a mensagem que tenta passar com a sua arte é de confiança e valorização pessoal, celebrando o desamor como uma evolução positiva, seja em que forma de relação for: amorosa, amizade ou familiar.
Em 2024 Catarina Guinot deu início ao seu percurso discográfico com o lançamento do single de estreia, ‘Metade de Mim’ , ao qual se seguiu 'Orações' e 'Não Corro Atrás', no início de 2025. Estes temas abriram caminho para o primeiro EP da artista, "Ode ao Des(amor)", no qual explora as diferentes fases do fim de um relacionamento, aprofundando uma jornada de superação e valorização pessoal.

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