Após um hiato de quase 15 anos, os Macacos do Chinês (MDC) regressaram em 2025 para reafirmar o seu lugar como uma das propostas mais singulares da música nacional. No dia 14 de maio, a banda edita o novo EP “Bolos Depois da Noite”, assinalando o momento com uma festa de lançamento no dia seguinte, 15 de maio, na Casa Capitão, em Lisboa.
O regresso aos palcos dos MDC, ficou marcado por um concerto no palco WTF do Festival NOS Alive. O Jornal Expresso considerou-o o melhor espetáculo nacional da edição, destacando uma banda “fresca e inventiva”, enquanto o Observador sublinhou a sua atualidade e visão, apontando que “estavam de alguma forma à frente do seu tempo e voltam em altura certa”. De seguida, encheram o Lux Frágil, em Lisboa, num concerto em nome próprio, assinalando um verdadeiro regresso ao futuro de uma das mais progressistas bandas nacionais.
No final do ano passado, os Macacos do Chinês lançaram “´96”, o seu primeiro tema original, após mais de uma década de pausa. Este single foi distinguido como uma das músicas do ano pela Antena 3 e pela Rádio Oxigénio. Já em 2026, saiu “Desta Vez”, um tema que reforça a identidade dos MDC enquanto coletivo progressista, atento ao presente e projetado no futuro, onde palavra, ritmo e fusão sonora continuam a ser território de risco e afirmação.
Formados em 2007, sempre assumiram a fusão como elemento central da sua identidade artística. A língua portuguesa e a guitarra cruzam-se com influências do universo cultural do Reino Unido, como o grime e a bass culture, enquanto o crioulo permanece uma expressão viva na sua música. Quinze anos depois, continuam a afirmar-se como uma banda progressista, atual e pertinente. Sem nostalgia, porque sempre olharam em frente.
O concerto de dia 15 de maio, na Casa Capitão, será a primeira oportunidade para ouvir ao vivo os temas de “Bolos Depois da Noite” e recordar alguns dos maiores sucessos da banda.
BILHETES JÁ DISPONÍVEIS:
15 de maio - Casa Capitão - aqui
SOBRE OS MACACOS DO CHINÊS:
Formados em 2007, os Macacos do Chinês são Alx (Alexandre Talhinhas – guitarra e voz), Apache (André Pinheiro – percussão, programações, baixo, teclas e sopro), Pité (MC e letras) e Drupez (MC e letras) .
A fusão sempre foi o eixo central da sua criação: a língua portuguesa e a guitarra, a influência do universo cultural do Reino Unido (grime, bass culture) e a fluidez do crioulo coexistem numa linguagem própria, que permanece atual e relevante.
Apesar de uma carreira interrompida, os MDC deixaram marca com dois álbuns — “Ruídos Reais” e “Vida Louca” —, uma mixtape (“Mixtape do C#&-#”*) e temas emblemáticos como “Rolling na Reboleira”, “Plutão”, “Lázaro”, “Selva” e “Saudade”.
Em novembro do ano passado, regressaram aos lançamentos de originais com “´96”, nomeado com uma das melhores músicas do ano por vários meios, como as rádios Antena3 e Oxigénio, que foi o mote para o regresso ao lançamento de originais. Em maio de 2026, irão editar o EP "Bolos Depois da Noite".

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