sexta-feira, 17 de abril de 2026

BANDUA ANUNCIA PRÉ-ESCUTA DO NOVO ÁLBUM NA FESTA 'CHEIRA A CRAVO, CHEIRA A ROSA' A 25 DE ABRIL.





















Bandua anuncia festa de pré-escuta do novo álbum Bandua II e celebração do lançamento de BANDUA REMIXES, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

Porque o 25 de Abril cheira a cravo mas também pode cheirar a rosa, Bandua convida-nos para uma noite de celebração, escuta e transformação na Fábrica do Braço de Prata, na Sala Foucault, das 21h às 03h. Num momento íntimo, imersivo e coletivo, será ouvido pela primeira vez BANDUA II, o novo álbum de originais, um mês antes do seu lançamento oficial. Uma pré-escuta especial que desvenda e desfia um novo rosário de cantigas, expandindo o universo da dupla.

Partindo da Beira Baixa e do downtempo que marcou o primeiro disco, Bandua inicia aqui uma nova transumância sonora: atravessa territórios, explora novas paisagens e abraça uma biodiversidade musical mais ampla. Entre heranças ancestrais portuguesas moldadas por múltiplas linhagens culturais e simbólicas e a pulsação contemporânea da música eletrónica global, o novo trabalho percorre ambientes que vão da música ambiente à progressiva, até ao drum n’ bass.

A noite prolonga-se numa celebração contínua entre escuta e movimento. Sobem à cabine Tarabela, C4STRO, Tempura (DJ Dets) e Sickonce - artistas que integram BANDUA REMIXES, projeto que revisita o primeiro álbum através de múltiplas visões e linguagens. Novas flores, novas raízes, novas fragrâncias para a pista de dança.

Do álbum para a pista. Da pista para o corpo. Fiel ao espírito de Abril, a entrada é por donativo livre: aberta, acessível e construída em conjunto.

Bandua é um projeto musical colaborativo entre o músico e produtor luso-brasileiro Bernardo D’Addario e o músico e cantor português Edgar Valente. Focados no enlace da memória e da cultura portuguesa com as tendências musicais globais e atuais, criam uma música electrónica com lugar e raiz, numa onda sónica situada entre o digital e o orgânico, ou a tecnologia e a tradição, quebrando as fronteiras entre o campo e a cidade, o passado e o futuro, o local e o global.



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