sexta-feira, 15 de maio de 2026

"HORMONAL" É O TERCEIRO DISCO DE BÁRBARA TINOCO





















"Hey malta,

“HORMONAL”, é o meu terceiro disco.
É um lançamento surpresa, (SURPRESA!!!).

É um álbum conceptual. Conta à minha filha Masha, a história de amor dos seus pais.

Que filha não mataria, para ler o diário da sua mãe?

É um “filme”, não é um “documentário”. Inspirado em factos muito reais, mas incrivelmente cinematográfico.

É um álbum para horas mais nostálgicas. É um álbum para mães.

É um álbum para todos os que se apaixonaram pelos menos uma vez.

É um álbum feminino.

Já não é meu. Espero que gostes dele,

Com amor,

Bárbara Tinoco"

Este é um álbum conceptual. O álbum conta à Masha, a minha filha, como é que me apaixonei pelo seu pai. Que mulherzinha não mataria para poder ler o diário da sua mãe?

A nossa história de amor não é convencional, devo confessar — mas sobre o que é que eu escreveria, se fosse?

O disco é sobre a menina antes da mulher, a mulher antes da mãe, a mãe antes do pai. Sobre o nosso romance ao estilo de Anna Karénina, sem o final trágico, devo acrescentar. É sobre a nossa separação e como nunca conseguimos ficar muito tempo longe um do outro. É sobre a Masha — ela, que é verdadeiramente o final feliz da nossa história de amor. É sobre ser mãe e ser artista. É sobre as várias dores de ser mulher. É sobre a Masha outra vez.

Uma das coisas que mais amo no disco são as conexões líricas entre as canções, a sonoridade e a forma como as palavras “Mãe” e “Pai” aparecem nas canções menos expectáveis (“MILF” e “DADDY ISSUES”). A última canção do disco é cantada pela madrinha da Masha, Carolina Deslandes, e é o final perfeito para o disco.

As duas vozes femininas que aparecem no disco comigo, Mari Froes e Carolina Deslandes, são as vozes que me fizeram companhia no pós-parto da Masha. Para mim, é absolutamente mágico tê-las comigo neste disco.

Acho que não é o álbum que as pessoas esperam que a Bárbara, grávida e mãe, escreva. E, ao mesmo tempo, é — e, ao mesmo tempo, não.

Estou muito orgulhosa do álbum. Assustada de o pôr cá fora. Feliz de o pôr cá fora. Assustada outra vez. Todos os sentimentos certos.

Dizem que estamos hormonais
Quando estamos zangadas
Ou tristes
Devastadas
Ou de paixão em riste
Desenfreadas
Incendiadas
Mas nunca se estamos felizes
Dizem que somos seres emocionais
Como se fosse uma desvantagem
Um insulto
Um erro na engrenagem
Mas as mulheres não começam a guerra
Começam a vida
E nenhuma que tenha deixado um filho na terra
Dispara bala Perdida 

Bárbara Tinoco

“Hormonal”, o novo disco de Bárbara Tinoco, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, conta com 17 faixas e tem já hoje disponível para todas as rádios o single “10MIN △”.

Um disco conceptual que atravessa amor, maternidade, separação, desejo, identidade e as múltiplas contradições emocionais de ser mulher, contado quase como um diário aberto à sua filha, Masha.

Ao longo do disco, Bárbara Tinoco constrói uma narrativa contínua, feita de ligações líricas entre canções, referências cruzadas e símbolos emocionais que se repetem, num trabalho pensado para ser ouvido do princípio ao fim.

A sonoridade do álbum afasta-se frequentemente do imaginário mais previsível associado à artista, sem nunca perder a sua identidade enquanto autora. Entre ironia, vulnerabilidade e consciência emocional, “Hormonal” assume-se como um dos trabalhos mais pessoais da carreira de Bárbara Tinoco.

O álbum conta ainda com participações de Mari Froes, no tema “Tem Lá Uma Tristeza”, lançado há alguns meses como single isolado, mas que se revela agora uma das peças mais simbólicas e centrais de todo o disco, e Carolina Deslandes, duas artistas que, como a própria Bárbara descreve, “lhe fizeram companhia no pós-parto”, acrescentando ao álbum uma dimensão ainda mais íntima e afetiva.

Bárbara Tinoco irá apresentar o novo disco em digressão, de norte a sul do país, ao longo deste verão e, em janeiro de 2027, arranca a tour “Tem Lá Uma Tristeza – Cordas em Concerto”, na qual se apresentará num formato inédito para a artista, com dois violinos, duas violas, um violoncelo e um contrabaixo.

Inicialmente tentou, com ajuda dos especialistas que consultou, atribuir uma hormona a cada canção, tarefa que percebeu ser mais complexa do que aquilo que esperava. Esta associação encontra-se no booklet das versões em vinil e CD, que em breve estarão disponíveis no site oficial da artista.

O lançamento de “Hormonal” surge numa fase particularmente marcante da carreira da artista, que se tornou na primeira cantora portuguesa a estrear um concerto na Disney+. Bárbara Tinoco é ainda, pela segunda vez, a artista nacional mais ouvida no Spotify em território português.

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