Fotografia de Teresa Costa.
Single que antecipou o álbum Encarnação está nomeado na categoria de Música - Melhor Canção na cerimónia que acontece a 26 de setembro.
Os Duques do Precariado estão nomeados para os Globos de Ouro 2026 com “Falho”, primeiro avanço de Encarnação, o segundo álbum da banda. A cerimónia de entrega dos prémios está marcada para o dia 26 de setembro.
“Falho” é uma canção de um só acorde, tocada em Dó Maior e gravada sem metrónomo e num único take. Entre o ukulele, a voz, as guitarras, o baixo, as flautas, as gaitas e os tambores, o tema reúne Pedro Mendonça, João Neves, João Fragoso, Teresa Costa, Hugo Oliveira e Zé Stark, numa construção musical que recusa a procura da perfeição e encontra precisamente nessa imperfeição a sua força.
A canção pertence a Encarnação, álbum que nasceu da vontade dos Duques do Precariado de fazer um disco à medida da própria banda. O que começou por ser pensado como um trabalho mais sofisticado, assente em loops, camadas e produção complexa, transformou-se num disco visceral, anti-Máquina e pró-Carne, centrado na presença coletiva e no compromisso entre músicos.
“Descobrimos que uma das formas de lidar com a precariedade é abraçá-la. O que dá muito mau activismo. Mas pode criar uma coisa mais perigosa que o activismo, e a música pode ser a liturgia dessa ideia”, explicam os Duques do Precariado.
Com “Falho”, a banda reconta uma história antiga em forma de adivinha e transforma uma estrutura aparentemente simples num retrato do seu próprio percurso. Uma canção sem artifícios, que agora chega aos Globos de Ouro 2026, dando novo destaque ao trabalho de uma banda que, desde 2014, tem construído caminho na música portuguesa.
15 de agosto - Coimbra - Verão a dois Tempos
Os Duques do Precariado estão nomeados para os Globos de Ouro 2026 com “Falho”, primeiro avanço de Encarnação, o segundo álbum da banda. A cerimónia de entrega dos prémios está marcada para o dia 26 de setembro.
“Falho” é uma canção de um só acorde, tocada em Dó Maior e gravada sem metrónomo e num único take. Entre o ukulele, a voz, as guitarras, o baixo, as flautas, as gaitas e os tambores, o tema reúne Pedro Mendonça, João Neves, João Fragoso, Teresa Costa, Hugo Oliveira e Zé Stark, numa construção musical que recusa a procura da perfeição e encontra precisamente nessa imperfeição a sua força.
A canção pertence a Encarnação, álbum que nasceu da vontade dos Duques do Precariado de fazer um disco à medida da própria banda. O que começou por ser pensado como um trabalho mais sofisticado, assente em loops, camadas e produção complexa, transformou-se num disco visceral, anti-Máquina e pró-Carne, centrado na presença coletiva e no compromisso entre músicos.
“Descobrimos que uma das formas de lidar com a precariedade é abraçá-la. O que dá muito mau activismo. Mas pode criar uma coisa mais perigosa que o activismo, e a música pode ser a liturgia dessa ideia”, explicam os Duques do Precariado.
Com “Falho”, a banda reconta uma história antiga em forma de adivinha e transforma uma estrutura aparentemente simples num retrato do seu próprio percurso. Uma canção sem artifícios, que agora chega aos Globos de Ouro 2026, dando novo destaque ao trabalho de uma banda que, desde 2014, tem construído caminho na música portuguesa.
15 de agosto - Coimbra - Verão a dois Tempos

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