Fotografia: Carolina Galvão
Reconhecida pelos êxitos que escreveu para artistas como David Carreira ou Tatiana Duarte, a cantautora edita o primeiro disco de originais, que inclui o single 'NÃO SÃO COMO TU'.
Maria Castro edita o álbum de estreia "8 horas, 7 dias, para sempre". Composto por 12 temas Pop originais, este é o primeiro longa duração da artista e conta com a colaboração de produtores e compositores como Barreto, Carolina Martins e INÊS APENAS, entre outros.
"Este projeto é uma reflexão dos tempos atuais perante a dependência social do telemóvel", revela Maria Castro. Para a cantora e compositora "a facilidade com que podemos comunicar uns com os outros tem vantagens e desvantagens, nomeadamente, fazer-nos sentir que temos de estar disponíveis a qualquer momento e a facilidade de podermos desligar-nos ao não responder ou não atender uma chamada". Foi precisamente nesta ideia que a artista se inspirou para o conceito para o álbum: "O título “8 horas, 7 dias, para sempre” surge das opções do WhatsApp quando queremos silenciar alguém. Essa escolha foi muitas vezes decisiva na minha vida e acabei por interpretá-la metaforicamente para o disco", explica Maria Castro.
Este "álbum-viagem" passa por sonoridades acústicas, bem como por lugares mais eletrónicos. Nas palavras da cantora e compositora, "é um álbum sobre silenciar sentimentos e emoções despoletadas desde o fim de uma relação amorosa ao luto e perda. Culmina numa canção final, mais livre e eletrónica, a 'TEMPORÁRIO', que resume que nada na vida é para sempre, que as fases que vamos vivendo fazem parte e que nos ensinam sempre algo".
"8 horas, 7 dias, para sempre" foi criado sobretudo com amigos. Escritas inicialmente, na sua maioria, no quarto de Maria Castro, as canções ganharam vida no MUSE - estúdio da própria artista, aberto ao público desde 2025 - com os produtores Barreto, DO Ó e COZY, e os compositores Carolina Martins, INÊS APENAS e David Lopes. O lançamento foi antecipado por vários singles, com destaque para o mais recente 'NÃO SÃO COMO TU'.
Maria Castro revela que aquele "foi o último tema composto para o álbum e conta com a produção de DO Ó e a contribuição da INÊS APENAS, uma artista que admiro e que se tornou uma amiga. É uma canção inspirada num casal que, apesar de ter terminado a relação, continua à procura do outro noutras pessoas, sem sucesso. É uma canção pop sobre a constante recaída amorosa".
Maria Castro prepara agora o regresso aos palcos, com a apresentação ao vivo do disco de estreia, no dia 9 de outubro, pelas 22h00, no Tokyo, em Lisboa, com os bilhetes já à venda na app da sala.
"Este concerto marca o meu regresso aos palcos, com banda, desde 2024. O público poderá viver comigo estas novas canções ao vivo, conhecer algumas destas histórias e experienciar também momentos acústicos. Terei também convidados especiais e surpresas. Pisar este palco em nome próprio é também muito importante para mim, depois de o ter pisado com alguns amigos nos últimos anos", diz a cantora.
"8 horas, 7 dias, para sempre", o álbum de estreia de Maria Castro, está disponível em todas as plataformas digitais.
Maria Castro, cantora e compositora de 26 anos, aprendeu a tocar guitarra de forma autodidata aos 12 anos. Mais tarde, seguiu-se o piano e a bateria. Começou a escrever canções em inglês aos 16 anos mas, pouco tempo depois, encontrou-se na escrita em lingua portuguesa, tendo como referências Diogo Piçarra ou Luísa Sobral.
Apesar de ter conquistado o público com versões de canções dos seus artistas favoritos, foi em 2022 que lançou o primeiro single, 'Sóbria'. Em 2023, surge o EP de estreia, "Parágrafo", no qual cada faixa representa diferentes fases emocionais do término de uma relação. Em 2024 estreia-se como compositora e autora de temas para outros artistas, nomeadamente David Carreira, Carolina Martins e Tatiana Duarte, para quem escreveu 'Apneia', faixa que integrou a banda sonora da novela "A Fazenda", emitida pela TVI.
No ano seguinte começa o caminho rumo ao álbum de estreia com o single '24 HORAS' e, em 2026, edita 'MORENA DE 1.70' e 'TENTEI LIGAR-TE', este último em colaboração com Barreto. Os temas integram o primeiro álbum de Maria Castro, "8 horas, 7 dias, para sempre", lançado em setembro de 2026.
"Este projeto é uma reflexão dos tempos atuais perante a dependência social do telemóvel", revela Maria Castro. Para a cantora e compositora "a facilidade com que podemos comunicar uns com os outros tem vantagens e desvantagens, nomeadamente, fazer-nos sentir que temos de estar disponíveis a qualquer momento e a facilidade de podermos desligar-nos ao não responder ou não atender uma chamada". Foi precisamente nesta ideia que a artista se inspirou para o conceito para o álbum: "O título “8 horas, 7 dias, para sempre” surge das opções do WhatsApp quando queremos silenciar alguém. Essa escolha foi muitas vezes decisiva na minha vida e acabei por interpretá-la metaforicamente para o disco", explica Maria Castro.
Este "álbum-viagem" passa por sonoridades acústicas, bem como por lugares mais eletrónicos. Nas palavras da cantora e compositora, "é um álbum sobre silenciar sentimentos e emoções despoletadas desde o fim de uma relação amorosa ao luto e perda. Culmina numa canção final, mais livre e eletrónica, a 'TEMPORÁRIO', que resume que nada na vida é para sempre, que as fases que vamos vivendo fazem parte e que nos ensinam sempre algo".
"8 horas, 7 dias, para sempre" foi criado sobretudo com amigos. Escritas inicialmente, na sua maioria, no quarto de Maria Castro, as canções ganharam vida no MUSE - estúdio da própria artista, aberto ao público desde 2025 - com os produtores Barreto, DO Ó e COZY, e os compositores Carolina Martins, INÊS APENAS e David Lopes. O lançamento foi antecipado por vários singles, com destaque para o mais recente 'NÃO SÃO COMO TU'.
Maria Castro revela que aquele "foi o último tema composto para o álbum e conta com a produção de DO Ó e a contribuição da INÊS APENAS, uma artista que admiro e que se tornou uma amiga. É uma canção inspirada num casal que, apesar de ter terminado a relação, continua à procura do outro noutras pessoas, sem sucesso. É uma canção pop sobre a constante recaída amorosa".
Maria Castro prepara agora o regresso aos palcos, com a apresentação ao vivo do disco de estreia, no dia 9 de outubro, pelas 22h00, no Tokyo, em Lisboa, com os bilhetes já à venda na app da sala.
"Este concerto marca o meu regresso aos palcos, com banda, desde 2024. O público poderá viver comigo estas novas canções ao vivo, conhecer algumas destas histórias e experienciar também momentos acústicos. Terei também convidados especiais e surpresas. Pisar este palco em nome próprio é também muito importante para mim, depois de o ter pisado com alguns amigos nos últimos anos", diz a cantora.
"8 horas, 7 dias, para sempre", o álbum de estreia de Maria Castro, está disponível em todas as plataformas digitais.
Maria Castro, cantora e compositora de 26 anos, aprendeu a tocar guitarra de forma autodidata aos 12 anos. Mais tarde, seguiu-se o piano e a bateria. Começou a escrever canções em inglês aos 16 anos mas, pouco tempo depois, encontrou-se na escrita em lingua portuguesa, tendo como referências Diogo Piçarra ou Luísa Sobral.
Apesar de ter conquistado o público com versões de canções dos seus artistas favoritos, foi em 2022 que lançou o primeiro single, 'Sóbria'. Em 2023, surge o EP de estreia, "Parágrafo", no qual cada faixa representa diferentes fases emocionais do término de uma relação. Em 2024 estreia-se como compositora e autora de temas para outros artistas, nomeadamente David Carreira, Carolina Martins e Tatiana Duarte, para quem escreveu 'Apneia', faixa que integrou a banda sonora da novela "A Fazenda", emitida pela TVI.
No ano seguinte começa o caminho rumo ao álbum de estreia com o single '24 HORAS' e, em 2026, edita 'MORENA DE 1.70' e 'TENTEI LIGAR-TE', este último em colaboração com Barreto. Os temas integram o primeiro álbum de Maria Castro, "8 horas, 7 dias, para sempre", lançado em setembro de 2026.

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