1 - Corvos - Remar remar (com Tim)
entrevista Tiago Flores (Corvos)
2 - Corvos - Pequenina
3 - Indignu - Mar do norte
4 - Mão Morta + Remix Ensemble - Pássaros a esvoaçar (ao vivo)
5 - Mundo Cão - A geração da matilha
6 - Mundo Cão - Paixão malsã
7 - Johan Rodrigues - Nada
8 - The Poppers - Peyote
9 - Afonso Pais & Rita Maria - Olhos azuis
10 - Luisa Sobral - Paspalhão
11 - Bruno Pato - O amor é mesmo assim
Todos os dias às 19h, o mais antigo programa de rádio pela música portuguesa
está na RUC em 107.9FM ou em emissao.ruc.pt
material para audição/divulgação, donativos, reclamações e outros para:
Fausto Barros da Silva - Apartado 4053 - 3031-901 COIMBRA
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
O NÚMERO 7 DOS BIRDS ARE INDIE
SEVEN YEARS OF LUCK
Sorte. Para resumir os 7 anos deste trio conimbricense em uma palavra, esta talvez seja a ideal. Para começar, não queriam ter uma banda, mas alguns amigos obrigaram-nos. Depois, não imaginavam algum dia tocar ao vivo, mas receberam o primeiro convite, o que levou a concertos por todo o país e por Espanha. E gravar vários EPs e 3 álbuns de longa duração, um deles em vinyl? Deu trabalho, mas a sorte ajudou… Nada estava nos planos, mas foi acontecendo. À falta de melhor explicação, digamos então que a sorte esteve do seu lado. E para quem a teve em tão boa dose, o melhor mesmo é festejar (com amigos)!
Este concerto irrepetível estará recheado de outros músicos com os quaisos Birds Are Indie tiveram a felicidade de se cruzar no seu percurso, recordando 7 anos de música e de histórias, desde que a banda nasceu, com uma melodia e um assobio, em 18 de Fevereiro de 2010.
No palco do TCSB, os convidados especiais serão Carlos Mendes (The Twist Connection, Bunnyranch, Tédio Boys), João Rui (a Jigsaw), Jorge Ferreira (Senhor Doutor, Pinto Ferreira, The Guys From The Caravan), Jorri (a Jigsaw), José Rebola (Anaquim, Speeding Bullets), Paula Nozzari (a Jigsaw, The Parkinsons, Canja Rave), Pedro Chau (Ghost Hunt, The Parkinsons), Toni Fortuna (d3ö, Mancines, Tédio Boys, é’Mas Foice), Tracy Vandal (Tiguana Bibles, a Jigsaw) e Victor Torpedo (The Parkinsons, Tiguana Bibles, Tédio Boys).
São todos bem-vindos na festa!
MÚSICA
seven years of luck
Birds Are Indie
18 de Fevereiro de 2017
Sábado, 21h30
M/6 > 90′
Preços: 8,00 € (normal); 6,00 € (estudantes, jovens, M/65 anos)
INFORMAÇÕES / RESERVAS:
239 718 238 / 966 302 488 / geral@aescoladanoite.pt
Os bilhetes reservados têm de ser levantados até às 20h30 do dia do concerto.
COMPRA:
No Teatro da Cerca de São Bernardo, no seguinte horário:
- segunda a sábado > 10h00-13h00 // 14h30-18h00
No dia do concerto, a bilheteira terá horário alargado:
- 18 Fevereiro 2017 > 10h00-13h00 // 14h30-21h30
Localização (Google Maps):
https://goo.gl/maps/M6ucdJGJPA22
Sorte. Para resumir os 7 anos deste trio conimbricense em uma palavra, esta talvez seja a ideal. Para começar, não queriam ter uma banda, mas alguns amigos obrigaram-nos. Depois, não imaginavam algum dia tocar ao vivo, mas receberam o primeiro convite, o que levou a concertos por todo o país e por Espanha. E gravar vários EPs e 3 álbuns de longa duração, um deles em vinyl? Deu trabalho, mas a sorte ajudou… Nada estava nos planos, mas foi acontecendo. À falta de melhor explicação, digamos então que a sorte esteve do seu lado. E para quem a teve em tão boa dose, o melhor mesmo é festejar (com amigos)!
Este concerto irrepetível estará recheado de outros músicos com os quaisos Birds Are Indie tiveram a felicidade de se cruzar no seu percurso, recordando 7 anos de música e de histórias, desde que a banda nasceu, com uma melodia e um assobio, em 18 de Fevereiro de 2010.
No palco do TCSB, os convidados especiais serão Carlos Mendes (The Twist Connection, Bunnyranch, Tédio Boys), João Rui (a Jigsaw), Jorge Ferreira (Senhor Doutor, Pinto Ferreira, The Guys From The Caravan), Jorri (a Jigsaw), José Rebola (Anaquim, Speeding Bullets), Paula Nozzari (a Jigsaw, The Parkinsons, Canja Rave), Pedro Chau (Ghost Hunt, The Parkinsons), Toni Fortuna (d3ö, Mancines, Tédio Boys, é’Mas Foice), Tracy Vandal (Tiguana Bibles, a Jigsaw) e Victor Torpedo (The Parkinsons, Tiguana Bibles, Tédio Boys).
São todos bem-vindos na festa!
MÚSICA
seven years of luck
Birds Are Indie
18 de Fevereiro de 2017
Sábado, 21h30
M/6 > 90′
Preços: 8,00 € (normal); 6,00 € (estudantes, jovens, M/65 anos)
INFORMAÇÕES / RESERVAS:
239 718 238 / 966 302 488 / geral@aescoladanoite.pt
Os bilhetes reservados têm de ser levantados até às 20h30 do dia do concerto.
COMPRA:
No Teatro da Cerca de São Bernardo, no seguinte horário:
- segunda a sábado > 10h00-13h00 // 14h30-18h00
No dia do concerto, a bilheteira terá horário alargado:
- 18 Fevereiro 2017 > 10h00-13h00 // 14h30-21h30
Localização (Google Maps):
https://goo.gl/maps/M6ucdJGJPA22
Ditch Days - Salão Brazil (Coimbra) - 02/02/17
Pop de sonho.
Raízes nos anos 80. As guitarras memorizam Felt e The Go-Betweens.
Espalha-se perfume no ar.
Canções simples, mas cheias de sentido.
Um quarteto que flutua nas nuvens.
Transparece o sentido da canção.
Os musicos entregam-se. O público olha atento, absorve e satisfaz-se com o som doce das canções.
Fugimos do frio e aquecemos a alma.
Texto & Fotos Nuno Ávila
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
PROGRAMA DE 02/02/17
1 - This Penguin Can Fly - Ailisi
2 - Ditch Days - Back in the city
3 - Bloom - Tremble like a flower
4 - Né Ladeiras - Feiticeira da saudade
5 - Ararur - Abril
6 - Mundo Cão - Dá-me amor ou ódio
7 - Mão Morta + Remix Ensemble - Pássaros a esvoaçar (ao vivo)
8 - Ricardo Ribeiro - Nos dias de hoje
entrevista Ricardo Ribeiro
9 - Ricardo Ribeiro - Eu sei que sou demais
10 - Gisela João - Naufrágio
11 - Agir e Ana Moura - Manto de água
2 - Ditch Days - Back in the city
3 - Bloom - Tremble like a flower
4 - Né Ladeiras - Feiticeira da saudade
5 - Ararur - Abril
6 - Mundo Cão - Dá-me amor ou ódio
7 - Mão Morta + Remix Ensemble - Pássaros a esvoaçar (ao vivo)
8 - Ricardo Ribeiro - Nos dias de hoje
entrevista Ricardo Ribeiro
9 - Ricardo Ribeiro - Eu sei que sou demais
10 - Gisela João - Naufrágio
11 - Agir e Ana Moura - Manto de água
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
PROGRAMA DE 01/02/17
1 – Nial - Amber
2 – Mira, un Lobo – Serotonin
3 – Ghost Hunt – Games
4 – White Haus – This is heaven
5 – Basorexia Army – Wake up cal
6 - Cavaliers Of Fun – Wildfire
7 – Mundo Cão – Ordena que te ame
8 - Mão Morta + Remix Ensemble - Pássaros a esvoaçar (ao vivo)
9 – Sweet Nico – Panda heart
10 – Surma – Maasai
11 – Lince - Earth space
12 – Ditch Days – Melbourne
2 – Mira, un Lobo – Serotonin
3 – Ghost Hunt – Games
4 – White Haus – This is heaven
5 – Basorexia Army – Wake up cal
6 - Cavaliers Of Fun – Wildfire
7 – Mundo Cão – Ordena que te ame
8 - Mão Morta + Remix Ensemble - Pássaros a esvoaçar (ao vivo)
9 – Sweet Nico – Panda heart
10 – Surma – Maasai
11 – Lince - Earth space
12 – Ditch Days – Melbourne
NO GNRATION EM BRAGA
Do deserto da Califórnia a Braga. The Legendary Tigerman apresenta How to Become Nothing este sábado.
How To Become Nothing junta o músico The Legendary Tigerman, a fotógrafa Rita Lino e o realizador Pedro Maia numa roadtrip pelo deserto da Califórnia. Resultado da viagem origina filme musicado ao vivo, exposição otográfica e um disco a lançar em setembro.
Um falso diário em super8 e fotografia, com textos de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), fruto de três visões sobre a viagem de um homem que, mais do que desaparecer, procura chegar a nada, procura ser nada. How To Become Nothing junta o músico The Legendary Tigerman, a fotógrafa Rita Lino e o realizador Pedro Maia numa roadtrip pelo deserto da Califórnia.
O roadmovie em formato filme-concerto, com banda sonora ao vivo de The Legendary Tigerman e manipulação de imagens em tempo real de Pedro Maia, chega este sábado a Braga para uma das primeiras apresentações nacionais. O filme foi gravado durante a sua estadia recente nos Estados Unidos, na companhia da fotógrafa Rita Lino e do realizador Pedro Maia, durante a qual gravou o seu novo álbum, com data de lançamento marcada para setembro.
Para além do filme-concerto, a ter palco pelas 22:30 de sábado, o gnration receberá ainda a exposição fotográfica resultante da viagem. Um conjunto de fotografias da fotógrafa portuguesa Rita Lino estará exposto até 18 de fevereiro, na galeria gnration, com entrada gratuita. The Legendary Tigerman é o alter-ego de Paulo Furtado, multifacetado artista de Coimbra. Inspirado no velho formato de “one-man-band”, nascido nas margens do Delta do Mississipi, o músico transporta este conceito para o Século XXI, com uma estética muito particular.
Pedro Maia trabalha principalmente em torno do conceito de “Analogue Cinema”, explorando a potencialidade do próprio meio, expandindo a estética e “herança” técnica do trabalho em película de 16mm e 8mm. Rita Lino tem vindo a desenvolver série de fotografias que exploram uma “obsessão natural” com o “eu”, um contínuo “trabalho em progresso”, que usa o autorretrato e o corpo como matéria primária para ser recriado e exorcizado. Ainda este trimestre, o gnration receberá os norte-americanos Xiu Xiu (8 fev), a musicar o filme de terror Under the Blossoming Cherry Trees, o português Duquesa (25 fev), que apresentará o novo disco Norte Litoral, Pedro Tudela e Miguel Carvalhais sob @c (3 mar), a estrear Lâminas, e The Field, Photonz e Consórcio na gnration club night (25 mar), numa noite dedicada à música das pistas de dança.
HOW TO BECOME NOTHING
por The Legendary Tigerman, Rita Lino e Pedro Maia
4 fevereiro, sábado
Blackbox e galeria gnration
Filme-concerto: 22:30 - 7 euros
Exposição – inauguração: 21:30 - gratuito
Os bilhetes podem ser adquiridos em https://gnration.bol.pt, balcão gnration e locais habituais.
Um falso diário em super8 e fotografia, com textos de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), fruto de três visões sobre a viagem de um homem que, mais do que desaparecer, procura chegar a nada, procura ser nada. How To Become Nothing junta o músico The Legendary Tigerman, a fotógrafa Rita Lino e o realizador Pedro Maia numa roadtrip pelo deserto da Califórnia.
O roadmovie em formato filme-concerto, com banda sonora ao vivo de The Legendary Tigerman e manipulação de imagens em tempo real de Pedro Maia, chega este sábado a Braga para uma das primeiras apresentações nacionais. O filme foi gravado durante a sua estadia recente nos Estados Unidos, na companhia da fotógrafa Rita Lino e do realizador Pedro Maia, durante a qual gravou o seu novo álbum, com data de lançamento marcada para setembro.
Para além do filme-concerto, a ter palco pelas 22:30 de sábado, o gnration receberá ainda a exposição fotográfica resultante da viagem. Um conjunto de fotografias da fotógrafa portuguesa Rita Lino estará exposto até 18 de fevereiro, na galeria gnration, com entrada gratuita. The Legendary Tigerman é o alter-ego de Paulo Furtado, multifacetado artista de Coimbra. Inspirado no velho formato de “one-man-band”, nascido nas margens do Delta do Mississipi, o músico transporta este conceito para o Século XXI, com uma estética muito particular.
Pedro Maia trabalha principalmente em torno do conceito de “Analogue Cinema”, explorando a potencialidade do próprio meio, expandindo a estética e “herança” técnica do trabalho em película de 16mm e 8mm. Rita Lino tem vindo a desenvolver série de fotografias que exploram uma “obsessão natural” com o “eu”, um contínuo “trabalho em progresso”, que usa o autorretrato e o corpo como matéria primária para ser recriado e exorcizado. Ainda este trimestre, o gnration receberá os norte-americanos Xiu Xiu (8 fev), a musicar o filme de terror Under the Blossoming Cherry Trees, o português Duquesa (25 fev), que apresentará o novo disco Norte Litoral, Pedro Tudela e Miguel Carvalhais sob @c (3 mar), a estrear Lâminas, e The Field, Photonz e Consórcio na gnration club night (25 mar), numa noite dedicada à música das pistas de dança.
HOW TO BECOME NOTHING
por The Legendary Tigerman, Rita Lino e Pedro Maia
4 fevereiro, sábado
Blackbox e galeria gnration
Filme-concerto: 22:30 - 7 euros
Exposição – inauguração: 21:30 - gratuito
Os bilhetes podem ser adquiridos em https://gnration.bol.pt, balcão gnration e locais habituais.
OS AURORA COM NOVO SINGLE
Os Aurora lançaram um novo single, a Tempo Perfeito, canção que fará parte do alinhamento do disco de estreia da banda, o Grita. Este álbum tem data de lançamento já anunciada. 10 de Março estará nas lojas.
DITCH DAYS EM TOUR
Os Ditch Days dão hoje ínicio à sua digressão de Inverno em Sta. Maria da Feira e que prossegue por Coimbra, São Pedro do Sul, Leiria, Lisboa, Portalegre e Évora.
Fevereiro:
Dia 01 - Cineteatro António Lamoso - Sta. Maria da Feira
Dia 02 - Salão Brazil - Coimbra
Dia 03 - Roquivárius - São Pedro do Sul
Março
Dia 03 - Teatro Miguel Franco - Leiria
Dia 10 - Talkfest, Musicbox - Lisboa
Dia 17 - Centro de Artes e Espectáculos - Portalegre
Dia 18 - Sociedade Harmonia Eborense - Évora
Zowee" é o terceiro single retirado do álbum de estreia dos Ditch Days. "Liquid Springs" foi lançado em Setembro de 2016 e dele foram já retirados "Melbourne", o single de estreia, e "Blue Chords".
"Zowee" é o tema que mais espelha a rebeldia da juventude inerente dos Ditch Days. O vídeo reflecte sobre liberdade do caos e da prisão da vida quotidiana. Todos temos dois caminhos que podemos trilhar. Qual vamos escolher?
Zowee" é o terceiro single retirado do álbum de estreia dos Ditch Days. "Liquid Springs" foi lançado em Setembro de 2016 e dele foram já retirados "Melbourne", o single de estreia, e "Blue Chords". Zowee" é o terceiro single retirado do álbum de estreia dos Ditch Days. "Liquid Springs" foi lançado em Setembro de 2016 e dele foram já retirados "Melbourne", o single de estreia, e "Blue Chords".
"Zowee" é o tema que mais espelha a rebeldia da juventude inerente dos Ditch Days. O vídeo reflecte sobre liberdade do caos e da prisão da vida quotidiana. Todos temos dois caminhos que podemos trilhar. Qual vamos escolher?
ROYAL FADO DE YOLANDA SOARES AJUDA REFUGIADOS SÍRIOS
A Universidade de Coimbra, na celebração dos 727 anos, juntamente com a By The Music Produções, promovem concerto solidario Royal Fado de Yolanda Soares para apoiar os refugiados sírios que frequentam a Universidade.
Este espectáculo terá lugar no dia 3 de Março de 2017 no Teatro Gil Vicente em Coímbra às 21h30 e conta com convidados especiais.
São Fados Amalianos acompanhados por um instrumento inesperado e surpreendente no fado, a harpa, num diálogo com a guitarra portuguesa a acompanhar a voz única e bela de Yolanda Soares num requinte e qualidade inigualáveis em alguns dos temas mais românticos da vida de Amália como "Com que voz", " Amêndoa Amarga" " , " Soledad" , " Lianor" etc. É uma homenagem a Amália e ao romantismo da sua época mais inovadora e virtuosa, onde os fados quase faziam lembrar óperas aos ouvidos dos guitarristas dessa época que acompanhavam Amália e que diziam ironicamente "Lá vai ela para as óperas".Fados que foram apelidados mais tarde como sendo as "óperas" de Amália .
A doçura e brilhantismo da voz de Yolanda assegura toda a sonoridade que nos transporta para uma espécie de banda sonora "Vintage” e para o romantismo das óperas de Puccini.
Tal como nos tem habituado nos seus projectos , Yolanda Soares une mais uma vez a música mais erudita, o canto lírico e a ópera, ao Fado .
Um "Fado" inovador, misterioso, emotivo e elegante que contagia e envolve pela diferente abordagem musical que inclui também as percussões místicas orientais, o cajon ,o violino e convidados especiais.
3 de Março - Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra) às 21h30
Bilhetes à Venda: bilheteira@tagv.uc.pt
Contacto : 239 855 636 (Segunda a Sábado das 17h00 às 22h00)
Este espectáculo terá lugar no dia 3 de Março de 2017 no Teatro Gil Vicente em Coímbra às 21h30 e conta com convidados especiais.
São Fados Amalianos acompanhados por um instrumento inesperado e surpreendente no fado, a harpa, num diálogo com a guitarra portuguesa a acompanhar a voz única e bela de Yolanda Soares num requinte e qualidade inigualáveis em alguns dos temas mais românticos da vida de Amália como "Com que voz", " Amêndoa Amarga" " , " Soledad" , " Lianor" etc. É uma homenagem a Amália e ao romantismo da sua época mais inovadora e virtuosa, onde os fados quase faziam lembrar óperas aos ouvidos dos guitarristas dessa época que acompanhavam Amália e que diziam ironicamente "Lá vai ela para as óperas".Fados que foram apelidados mais tarde como sendo as "óperas" de Amália .
A doçura e brilhantismo da voz de Yolanda assegura toda a sonoridade que nos transporta para uma espécie de banda sonora "Vintage” e para o romantismo das óperas de Puccini.
Tal como nos tem habituado nos seus projectos , Yolanda Soares une mais uma vez a música mais erudita, o canto lírico e a ópera, ao Fado .
Um "Fado" inovador, misterioso, emotivo e elegante que contagia e envolve pela diferente abordagem musical que inclui também as percussões místicas orientais, o cajon ,o violino e convidados especiais.
3 de Março - Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra) às 21h30
Bilhetes à Venda: bilheteira@tagv.uc.pt
Contacto : 239 855 636 (Segunda a Sábado das 17h00 às 22h00)
XERIFE COM NOVO VÍDEO
Depois de promoverem o single “Histórias” do EP com o mesmo nome, os Xerife regressam agora com um novo videoclip. “Ter e Não Ter” foi o tema escolhido e será lançado no próximo dia 11 de fevereiro, em Salvaterra de Magos, pelas 17h.
No dia 17 do mesmo mês será a vez da discoteca Main, em Lisboa, receber esta banda promissora de rock em português. O showcase de lançamento do novo videoclip está agendado para as 23h30.
“Ter e Não Ter” fala-nos da forma como muitas vezes encaramos a vida, deixando-a passar sem nada fazermos contra esta inércia. Uma dança de antagonias e ironias, que nos prende numa teia difícil de romper
Quem são os Xerife?
Os Xerife apresentam-nos toda a sua multiplicidade musical num espetáculo ao bom estilo do rock’n’roll: simples e sem grandes artifícios. O funk, os blues, a soul, e até o fado pincelam as músicas de quando em vez, alimentadas por letras exclusivamente em português. Os Xerife falam-nos de pessoas, de sentimentos, daquilo que somos enquanto seres sociais. Um espetáculo que pretende despertar pensamentos e mudar atitudes. Até pode ser um objectivo demasiado pretensioso, mas, de que vale querer sem tentar?
Os Xerife não pretendem ser a voz da razão, mas pretendem ser uma entidade sensata, que (re)une pessoas ao invés de voltá-las para elas próprias.
Biografia
Os Xerife nasceram em abril de 2014 e editaram o primeiro EP (homónimo) a 29 de setembro do mesmo ano. Esta banda do ribatejo tem vindo a afirmar-se no panorama musical português, tendo já passado por alguns espaços conceituados como o Cine-Incrível ou a discoteca Tokyo. Integraram também a primeira edição do Trampolim Gerador, encabeçaram o cartaz de Marvila dos Sabores de 2015 e, a 18 de agosto do mesmo ano, pisaram o palco das Festas de Coruche, ao lado de nomes como José Cid e Tiago Bettencourt.
Podem ouvir os Xerife no Spotify e em várias outras plataformas digitais (iTunes; Amazon; Deezer; Google Play; Shazam; Xbox Music, Kkbox e Tradiio).
Os Xerife apresentam-nos toda a sua multiplicidade musical num espetáculo ao bom estilo do rock’n’roll: simples e sem grandes artifícios. O funk, os blues, a soul, e até o fado pincelam as músicas de quando em vez, alimentadas por letras exclusivamente em português. Os Xerife falam-nos de pessoas, de sentimentos, daquilo que somos enquanto seres sociais. Um espetáculo que pretende despertar pensamentos e mudar atitudes. Até pode ser um objectivo demasiado pretensioso, mas, de que vale querer sem tentar?
Os Xerife não pretendem ser a voz da razão, mas pretendem ser uma entidade sensata, que (re)une pessoas ao invés de voltá-las para elas próprias.
Biografia
Os Xerife nasceram em abril de 2014 e editaram o primeiro EP (homónimo) a 29 de setembro do mesmo ano. Esta banda do ribatejo tem vindo a afirmar-se no panorama musical português, tendo já passado por alguns espaços conceituados como o Cine-Incrível ou a discoteca Tokyo. Integraram também a primeira edição do Trampolim Gerador, encabeçaram o cartaz de Marvila dos Sabores de 2015 e, a 18 de agosto do mesmo ano, pisaram o palco das Festas de Coruche, ao lado de nomes como José Cid e Tiago Bettencourt.
Podem ouvir os Xerife no Spotify e em várias outras plataformas digitais (iTunes; Amazon; Deezer; Google Play; Shazam; Xbox Music, Kkbox e Tradiio).
MARIANO MAROVATTO APRESENTA VÍDEO “LÁ CIMA AO CASTELO” PARA ASSINALAR NOVO DISCO
"Lá Cima ao Castelo" é originariamente uma moda cantada durante a Festa do Castelo que ocorre anualmente na primeira semana de maio em Monsanto, aldeia de Castelo Branco, na Beira. A festa celebra a vitória do povoado sobre o cerco de sete anos do exército Romano, durante o século II. Além da referência ao castelo e à gastronomia da festa, a letra gira em torno do flerte de um rapaz com uma moça. Mas isto é apenas a ponta do iceberg, ou melhor, do monte santo beirão.
Dentro do contexto da pesquisa etnomusicológica de Selvagem, Monsanto serve ao cantor como uma espécie de big-bang da lusofonia exaltada no álbum. O castelo, as casas, as calçadas, enfim, todas as construções de Monsanto são feitas de granito, a mesma pedra que presente em todos os morros e montanhas do Rio de Janeiro natal de Marovatto. Ao contrário do granito indomável carioca, foram muitos os povos que domesticaram o granito de Monsanto: visigodos, romanos, mouros, espanhóis de outrora, portugueses de todos os séculos. A profusão de mitos, o imenso cancioneiro e o linguajar peculiar desse monte único do território português é de fato espantoso e, logo, inevitável dentro do universo proposto por Selvagem. Outra curiosidade descoberta por Mariano é que lá vivem os últimos descendentes do navegador Pedro Alvares Cabral, o primeiro português a "descobrir" o Brasil em 1500. A escolha deste tema como o tema de lançamento do álbum em Portugal parecia portanto algo mesmo predestinado.
O videoclipe foi feito pela cineasta russa Anastasia Lukovnikova - responsável pelo clipe de "Lampião", compacto anterior de Selvagem - em outubro de 2016 durante a primeira visita de Marovatto ao povoado no qual surgiu a canção: uma espécie de "redescoberta" desta terra primeira - retorno ao início de toda a história luso-brasileira que percorre Selvagem.
As imagens captadas por Anastasia tentam emoldurar a infinitude mitológica musical de Monsanto e servem como acompanhamento ideal para o arranjo tenso, repetitivo e, ao mesmo tempo, misterioso da gravação de Marovatto.
O luso-brasileiro Mariano Marovatto nasceu no dia primeiro de abril de 1982, no Rio de Janeiro e desde 2016 vive em Lisboa. Escritor, cantor e compositor, Marovatto vem despontando como uma das figuras chaves de sua geração no Brasil, tanto na literatura quanto na música.
“Selvagem” é o terceiro álbum de canções de Mariano Marovatto, porém nenhuma das canções é sua e sequer possuem uma autoria definida. O repertório em questão foi montado exclusivamente por temas folclóricos brasileiros e portugueses que foram deixados de lado pela linha evolutiva e pela memória musical do grande público nos dois países.
“Selvagem” não se trata apenas de um resgate histórico, mas sim de uma atualização “rebelde”, como quer o cantor, levando em consideração a sonoridade e os outros dois participantes do álbum: Pedro Sá, parceiro de Marovatto, um dos guitarristas mais aclamados do Brasil, colaborador assíduo desde os anos 90 de Caetano Veloso, principal responsável pela trilogia Cê, Zii e Zie e Abraçaço – e, diretamente de Tóquio, a artista vocal Ami Yamasaki, uma das principais expoentes da vanguarda sonora do Japão na atualidade.
Agora, residente em Lisboa, exercendo sua cidadania portuguesa, Mariano Marovatto lançará o “Selvagem” no dia 03 de Fevereiro em Portugal
Dentro do contexto da pesquisa etnomusicológica de Selvagem, Monsanto serve ao cantor como uma espécie de big-bang da lusofonia exaltada no álbum. O castelo, as casas, as calçadas, enfim, todas as construções de Monsanto são feitas de granito, a mesma pedra que presente em todos os morros e montanhas do Rio de Janeiro natal de Marovatto. Ao contrário do granito indomável carioca, foram muitos os povos que domesticaram o granito de Monsanto: visigodos, romanos, mouros, espanhóis de outrora, portugueses de todos os séculos. A profusão de mitos, o imenso cancioneiro e o linguajar peculiar desse monte único do território português é de fato espantoso e, logo, inevitável dentro do universo proposto por Selvagem. Outra curiosidade descoberta por Mariano é que lá vivem os últimos descendentes do navegador Pedro Alvares Cabral, o primeiro português a "descobrir" o Brasil em 1500. A escolha deste tema como o tema de lançamento do álbum em Portugal parecia portanto algo mesmo predestinado.
O videoclipe foi feito pela cineasta russa Anastasia Lukovnikova - responsável pelo clipe de "Lampião", compacto anterior de Selvagem - em outubro de 2016 durante a primeira visita de Marovatto ao povoado no qual surgiu a canção: uma espécie de "redescoberta" desta terra primeira - retorno ao início de toda a história luso-brasileira que percorre Selvagem.
As imagens captadas por Anastasia tentam emoldurar a infinitude mitológica musical de Monsanto e servem como acompanhamento ideal para o arranjo tenso, repetitivo e, ao mesmo tempo, misterioso da gravação de Marovatto.
O luso-brasileiro Mariano Marovatto nasceu no dia primeiro de abril de 1982, no Rio de Janeiro e desde 2016 vive em Lisboa. Escritor, cantor e compositor, Marovatto vem despontando como uma das figuras chaves de sua geração no Brasil, tanto na literatura quanto na música.
“Selvagem” é o terceiro álbum de canções de Mariano Marovatto, porém nenhuma das canções é sua e sequer possuem uma autoria definida. O repertório em questão foi montado exclusivamente por temas folclóricos brasileiros e portugueses que foram deixados de lado pela linha evolutiva e pela memória musical do grande público nos dois países.
“Selvagem” não se trata apenas de um resgate histórico, mas sim de uma atualização “rebelde”, como quer o cantor, levando em consideração a sonoridade e os outros dois participantes do álbum: Pedro Sá, parceiro de Marovatto, um dos guitarristas mais aclamados do Brasil, colaborador assíduo desde os anos 90 de Caetano Veloso, principal responsável pela trilogia Cê, Zii e Zie e Abraçaço – e, diretamente de Tóquio, a artista vocal Ami Yamasaki, uma das principais expoentes da vanguarda sonora do Japão na atualidade.
Agora, residente em Lisboa, exercendo sua cidadania portuguesa, Mariano Marovatto lançará o “Selvagem” no dia 03 de Fevereiro em Portugal
SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS ESGOTAM CCB E ANUNCIAM MAZGANI COMO CONVIDADO
A quatro dias do espectáculo de Sean Riley & The Slowriders, este Sábado, no Centro Cultural de Belém, esgotaram os bilhetes e hoje a banda anuncia Mazgani como o convidado especial.
“O Mazgani fez um percurso semelhante ao nosso, os nossos caminhos foram mais ou menos paralelos mas por uma razão ou por outra nunca se cruzaram.
É um musico e compositor que admiramos imenso, dono de um talento e sensibilidade invejáveis. Vai ser um enorme prazer e uma honra podemos finalmente contar com um amigo e convidado tão especial num concerto de Sean Riley & The Slowriders.”
“O Mazgani fez um percurso semelhante ao nosso, os nossos caminhos foram mais ou menos paralelos mas por uma razão ou por outra nunca se cruzaram.
É um musico e compositor que admiramos imenso, dono de um talento e sensibilidade invejáveis. Vai ser um enorme prazer e uma honra podemos finalmente contar com um amigo e convidado tão especial num concerto de Sean Riley & The Slowriders.”
-Afonso Rodrigues
Este ano a banda está a preparar uma nova campanha, desta vez de concertos em sala. Espaços com uma maior dose de intimismo que proporcionam ao quarteto as condições perfeitas para os seus temas intensos e carregados de emoção.
Este ano a banda está a preparar uma nova campanha, desta vez de concertos em sala. Espaços com uma maior dose de intimismo que proporcionam ao quarteto as condições perfeitas para os seus temas intensos e carregados de emoção.
BLIND ZERO ESTREIAM MÚSICAS NOVAS AO VIVO
Raras são as vezes em que os Blind Zero partem para a edição de um novo álbum sem antes apresentarem as canções ao vivo, fazendo-as passar pela leitura de quem as ouve. Muitas vezes são essas as músicas que mais crescem na soma da intensidade.
No momento em que se preparam para lançar o seu oitavo disco de originais, sucessor da dupla edição de “Kill Drama”, a banda vai estrear no Teatro Municipal de Vila do Conde, dia 4 de Fevereiro, uma boa e surpreendente amostra do que poderá ser ouvido brevemente em disco. Será, também por isso, um concerto único e absolutamente especial.
Com 23 anos de carreira, o grupo de Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo revela, ao vivo, capacidade de se reinventar sem perder a identidade que os distingue e tem projectado ao longo destas duas décadas. Um percurso ímpar celebrado em palco onde demonstram a sua verdadeira força como grupo de rock.
Próximos concertos:
4 Fevereiro - Teatro Municipal de Vila do Conde
18 Fevereiro - Teatro Vila Real
4 Março - Casa das Artes de Felgueiras
No momento em que se preparam para lançar o seu oitavo disco de originais, sucessor da dupla edição de “Kill Drama”, a banda vai estrear no Teatro Municipal de Vila do Conde, dia 4 de Fevereiro, uma boa e surpreendente amostra do que poderá ser ouvido brevemente em disco. Será, também por isso, um concerto único e absolutamente especial.
Com 23 anos de carreira, o grupo de Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo revela, ao vivo, capacidade de se reinventar sem perder a identidade que os distingue e tem projectado ao longo destas duas décadas. Um percurso ímpar celebrado em palco onde demonstram a sua verdadeira força como grupo de rock.
Próximos concertos:
4 Fevereiro - Teatro Municipal de Vila do Conde
18 Fevereiro - Teatro Vila Real
4 Março - Casa das Artes de Felgueiras
OUT.RA APRESENTA NO BARREIRO
Regressa a programação regular OUT.RA Música para 2017, com dois concertos imperdíveis no Velvet Be Jazz Club em Fevereiro.
No dia 10, e após o termos ouvido na edição de 2014 do OUT.FEST, o mago das seis cordas Norberto Lobo regressa para apresentar “Muxama”, o seu mais recente e maravilhoso disco, com selo da editora Three:Four Records. Na primeira parte, um dos cantautores mais promissores das novas gerações, e figura de proa da dinâmica editora Xita Records – Primeira Dama.
A 24, acolhemos o catalão Iván González, trompetista, compositor e condutor, que apresentará, em dose dupla, a sua Signs of Freedom Orchestra – primeiro, com a participação de alunos da Escola de Jazz do Barreiro, que participarão num workshop na mesma tarde, e depois em quarteto com os cúmplices habituais Albert Cirera, Alvaro Rosso e Vasco Furtado.
Reservas de bilhetes podem ser feitas, como habitualmente, para o mail info@outra.pt.
1ª parte:
PRIMEIRA DAMA
Velvet Be Jazz Club
10 Fevereiro 2017 - 22h30
Entrada: 5€
THE TEMPLE COM NOVO CLIP
THE TEMPLE divulgou um Rehearsal Video para a música "Violent World, retirada do álbum SERPENTIGER, gravado na Dinamarca por Tue Madsen, responsável pela gravação de bandas como os "Meshuggah" "Sick of it all", "The Haunted" e “Moonspell”.
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