quinta-feira, 1 de outubro de 2026

MELA REGRESSA COM O NOVO SINGLE 'VEIAS'





















Fotografia: Daniel Novo

O tema coescrito com Joana Alegre, arranjo de cordas de João Borsch e produção de Vitor Carraca Teixeira dá início à nova fase artística da cantora e compositora madeirense.

MELA está de volta ao lançamento de originais com o single 'VEIAS'. A canção, coescrita com Joana Alegre, é o primeiro capítulo do novo disco da cantora e compositora natural da Madeira. Depois da participação no Festival da Canção 2024, do álbum de estreia "Aguarelas" e do sucesso do single 'Não é amor', com rotação diária na Rádio Comercial, MELA prepara agora o segundo álbum de estúdio, com início em 'VEIAS'.

"Este single aborda a superação e transcendência após a adversidade e como a derrota pode ser redirecionada. A mensagem fulcral resume-se à existência de algo dentro de nós que não nos deixa desistir, em qualquer etapa da vida; corre-nos nas veias essa vontade profunda de continuar e é isso que faz de nós humanos: a constante superação da adversidade, por muito desesperante que possa parecer", revela MELA.

Com arranjo de cordas por João Borsch e produção de Vitor Carraca Teixeira, a artista madeirense revela, ainda, que "apesar de dentro da esfera Pop, o instrumental cinemático é elevado quase até ao seu limite. Com instrumentos de corda orgânicos e composição fortemente inspirados na música clássica barroca, o tema apresenta um arranjo que reforça a sonoridade monumental da sensação de renascimento".

O primeiro avanço do novo disco começa a desvendar um novo universo sonoro e visual de MELA. A artista envereda por uma "exploração visceral do nosso ser mais íntimo, em que cada faixa irá revelar uma nova dimensão da minha identidade".

Sobre o conceito do álbum, a cantora e compositora explica que "cada canção do disco vai representar uma parte do corpo que compõe um todo e constrói um indivíduo, simbolizando que somos todos o resultado coletivo das nossas vivências individuais e de cada experiência que nos moldou para sermos quem somos".

O disco foi construído em colaboração com o produtor Vítor Carraca Teixeira. MELA conta que "apostámos numa sonoridade cinematográfica, completamente inédita de tudo o que compus anteriormente, contrastando elementos eletrónicos com elementos orgânicos. Esteticamente, também explorámos esta dualidade, com particular interesse entre o industrial e o natural, inspirados pelo período Barroco e Rococó, especialmente pelo impacto visual e musical da época, que traduzia emoções intensas e antagónicas através da arte".

Com edição marcada para 2027, o longa duração será antecipado por mais canções, a lançar nos próximos meses. MELA acrescenta que "podem esperar visuais intensos, aliados a temas inéditos e arrojados, em que a música, a imagem e o conceito se cruzam para construir uma experiência coesa e imersiva. É um álbum que pretende desafiar, surpreender e, acima de tudo, deixar uma marca".

Após a participação no Festival da Canção 2024, com o tema 'Água', e a edição do disco de estreia "Aguarelas", MELA prepara então o lançamento do segundo álbum de originais para o próximo ano. O primeiro single, 'VEIAS', está disponível nas plataformas digitais.

Sobre o conceito do álbum, a cantora e compositora explica que "cada canção do disco vai representar uma parte do corpo que compõe um todo e constrói um indivíduo, simbolizando que somos todos o resultado coletivo das nossas vivências individuais e de cada experiência que nos moldou para sermos quem somos".

O disco foi construído em colaboração com o produtor Vítor Carraca Teixeira. MELA conta que "apostámos numa sonoridade cinematográfica, completamente inédita de tudo o que compus anteriormente, contrastando elementos eletrónicos com elementos orgânicos. Esteticamente, também explorámos esta dualidade, com particular interesse entre o industrial e o natural, inspirados pelo período Barroco e Rococó, especialmente pelo impacto visual e musical da época, que traduzia emoções intensas e antagónicas através da arte".

Com edição marcada para 2027, o longa duração será antecipado por mais canções, a lançar nos próximos meses. MELA acrescenta que "podem esperar visuais intensos, aliados a temas inéditos e arrojados, em que a música, a imagem e o conceito se cruzam para construir uma experiência coesa e imersiva. É um álbum que pretende desafiar, surpreender e, acima de tudo, deixar uma marca".

Após a participação no Festival da Canção 2024, com o tema 'Água', e a edição do disco de estreia "Aguarelas", MELA prepara então o lançamento do segundo álbum de originais para o próximo ano. O primeiro single, 'VEIAS', está disponível nas plataformas digitais.

PMDS LANÇAM NOVO ÁLBUM 'REDENÇÃO'





















‘Redenção’ é o novo e quarto longa duração dos PMDS, duo açoriano formado por Pedro Sousa e Filipe Caetano.

Nascidos e formados em São Miguel durante as décadas de 1980 e 1990, os PMDS transportam para o presente a memória de crescer numa ilha, entre a imensidão do Atlântico e a restrição de um território com regras próprias. ‘Redenção’ revisita essa experiência e transforma-a em matéria sonora.

Entre a leveza do seu esplendor e a consciência dos limites que moldam quem ali cresce, as faixas avançam, através de uma electrónica contemplativa e atmosférica, como pequenas crónicas de formação, liberdade e fronteira.

A condição insular surge aqui não apenas como cenário, mas como força moldadora de uma identidade em permanente diálogo entre a abertura e o isolamento. O resultado é um retrato sensorial da vida numa ilha, expansivo e libertador quando se abre ao mundo, introspectivo e melancólico quando se volta para dentro.

A música aponta para uma ideia de redenção, não no sentido religioso, mas espiritual, representando a elevação e transformação que acompanha o percurso de cada indivíduo e, em certa medida, o das próprias sociedades ao longo da sua história.

‘Redenção’ chega também aos palcos a partir de Outubro, com a primeira apresentação em Lisboa, no BOTA, no dia 15, seguindo-se os Maus Hábitos, no Porto, no dia 16 e o Piso em Braga, no dia 17. A 24 de janeiro de 2027, o álbum regressa às origens, com uma apresentação nos Açores, no Arquipélago – Centro de Artes. Os bilhetes estão já disponíveis nos locais habituais.

15 Outubro - BOTA - Lisboa
16 Outubro - Maus Hábitos - Porto
17 Outubro - Piso - Braga
24 Janeiro - Arquipélago Centro de Artes - S. Miguel, Açores

 

NOITE PESADA EM BARCELOS





















Foto: Renato Cruz Santos

04 de outubro, sede da Junta de Freguesia de Barcelinhos

O triciclo abre o novo trimestre de programação com uma noite de peso, com Cobrafuma e Caos Ritual, no próximo domingo, às 22:00, na sede da Junta de Freguesia de Barcelinhos.

Os Cobrafuma apresentam o seu segundo disco "Droga Total", editado em agosto com o selo da Lovers&Lollypops, em que lançam um olhar ainda mais direto e urgente sobre o estado do mundo. Com espírito punk, thrash e rock'n'roll, a banda é composta por José Roberto Gomes (guitarra), Rui Pedro Martelo (baixo e vozes), Luís 'Chaka' Santos (bateria) e Miguel Azevedo (guitarra).

A abrir a noite, o triciclo propõe a banda da 'casa' Caos Ritual. Em 2025, editaram o seu primeiro longa-duração, “Souls Corrupted, Vile Misdeeds”, um álbum coeso, direto, sem atalhos e sem adornos que consolida a identidade crua e visceral da banda que se enterra nos terrenos pantanosos do doom/stoner metal. Ao vivo, o perigo paira sempre no ar, como uma desgraça iminente sem data marcada.

A programação do triciclo segue em 15 de outubro com o trompetista João Pedro Dias, na Casa da Azenha, em Barcelos. Mais informações em www.triciclobcl.pt

Bilhetes disponíveis na bilheteira do Theatro Gil Vicente, BOL e locais habituais.

ROGÉRIO CHARRAZ COM NOVIDADES





















No dia 9 de outubro, chega às plataformas digitais uma nova versão e um novo vídeo do tema “Quando Nós Formos Velhinhos”, agora interpretado por Rogério Charraz em dueto com a cantora espanhola María Berasarte. Este lançamento assinala o primeiro avanço do álbum “O Coreto 2”, cuja edição está prevista para o início de 2027.

Originalmente incluída no disco “O Coreto” (2021), “Quando Nós Formos Velhinhos” tornou‑se a canção mais emblemática do projeto, alcançando o primeiro lugar no top da Rádio Comercial. O vídeo original, gravado em plena pandemia e protagonizado por Eunice Muñoz e Ruy de Carvalho, emocionou o país e soma atualmente mais de meio milhão de visualizações no YouTube.

Nesta nova versão, além da presença luminosa de María Berasarte, destaca‑se o requintado arranjo de cordas assinado por Paulo Loureiro, que acrescenta profundidade e elegância à composição. O tema é acompanhado por um novo vídeo, filmado no coreto do Pinhal Novo, palco do primeiro concerto do projeto, em agosto de 2020 e realizado novamente por Daniel Mota, que recupera algumas das cenas mais marcantes do vídeo original, cruzando‑as com a doce cumplicidade entre Rogério Charraz e María Berasarte.

“Quando Nós Formos Velhinhos” regressa assim com nova vida, mantendo intacta a sua ternura e ampliando o seu universo emocional.

Cantautor português cuja obra cruza música, literatura e narrativa. Ao longo de mais de três décadas de percurso, construiu uma linguagem própria dentro da canção de autor portuguesa, criando discos e espetáculos habitados por personagens, histórias e retratos da sociedade contemporânea. Nos últimos anos consolidou uma parceira criativa com o letrista José Fialho Gouveia, que deu origem aos discos e espetáculos conceptuais “O Coreto”, “Reunião de Condomínio” e “Anónimos de Abril”. Já gravou com Rui Veloso, Fausto, José Mário Branco, Júlio Resende ou Rui Pregal da Cunha e viu músicas suas gravadas por Luís Trigacheiro, Richard Bona, Marta Pereira da Costa ou Rodrigo Costa Félix.

OUTUBRO NO CARMO81

 



















𝗦𝗵𝗼𝘄 𝗖𝗮𝘀𝗲 | 𝗘𝗖𝗢𝗦 𝗗𝗢 𝗗Ã𝗢 | 𝟰 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 (𝗱𝗼𝗺) | 𝟭𝟴𝗵𝟬𝟬

Um projeto CVME - Coletivo Viseense de Músicos Emergentes

Depois de mais uma residência artística, chega a altura de apresentarmos os projetos que fizeram parte desta edição. 

Esta edição conta com Rui Costa, NAYO e Lucas dos Santos, que vão apresentar o trabalho desenvolvido ao longo da 1ª Residência Artística, da 2ª edição do Ecos do Dão. 

Para completar, contamos ainda com a presença dos Shangai Bikini, banda de Post Hardcore de Viseu, como artistas convidados.

𝗕𝗶𝗹𝗵𝗲𝘁𝗲𝘀: 3€ (𝘷𝘦𝘯𝘥𝘢 𝘯𝘰 𝘥𝘪𝘢 à 𝘱𝘰𝘳𝘵𝘢)

𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼𝘀 | 𝗗𝗔𝗗𝗔 𝗚𝗔𝗥𝗕𝗘𝗖𝗞 + 𝗙𝗜𝗕𝗥𝗝𝗔 | 𝟭𝟬 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 (𝘀á𝗯) | 𝟮𝟮𝗵𝟯𝟬

Dada Garbeck apresenta o seu quarto álbum Turno da Noite. Um disco sobre o Vale do Ave mas que, ao mesmo tempo, é sobre todos os territórios que habitam em nós. Empossado de uma inevitável melancolia, própria do artista, este disco promete uma lágrima aqui e acolá. Mas não nos enganemos, energia também não vai faltar. Dada Garbeck continua no seu caminho, um projeto num mundo próprio, mas aberto para que todos possam entrar.

+ 

Fibrja é o projeto musical de Filipa Branco Jaques, artista interdisciplinar e música de Évora, com formação em piano clássico, artes multimédia e direção de arte. Escreve, compõe, produz e mistura os seus próprios trabalhos. Filipa desenvolve projectos entre o som, as artes visuais, a performance e a participação, explorando as relações entre som, corpo e espaço. A sua prática inclui instalações sonoras, workshops performativos e outras formas de experimentação artística. Um dos seus trabalhos é em espera, instalação sonora itinerante apresentada no Centro Cultural Gil Vicente, no Sardoal, e na Culturgest, em Lisboa, entre 2022 e 2023, e na Bienal Jov’arte de Loures, em 2024.
Enquanto fibrja, lançou o LP Witch List (2023) e os EPs âmago, OWL e serere (2020). A sua música, influenciada por ambient, trip hop, folk e música clássica, habita o espaço entre a natureza e a civilização, a vida e a morte.

BILHETES

𝗖𝗶𝗻𝗲-𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 | 𝗙𝗜𝗟𝗠𝗘𝗦 𝗗𝗘 𝗠𝗔𝗬𝗔 𝗗𝗘𝗥𝗘𝗡 𝘔Ú𝘚𝘐𝘊𝘈 𝘋𝘌 𝘑𝘖Ã𝘖 𝘔𝘖𝘙𝘛Á𝘎𝘜𝘈 𝘌 𝘎𝘖𝘕Ç𝘈𝘓𝘖 𝘗𝘈𝘙𝘙𝘌𝘐𝘙Ã𝘖| 𝟭𝟲 𝗢𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼 (𝘀á𝗯) | 𝟮𝟯𝗵𝟯𝟬

𝘐𝘯𝘵𝘦𝘨𝘳𝘢𝘥𝘰 𝘯𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘨𝘳𝘢𝘮𝘢çã𝘰 𝘥𝘰 V𝘪𝘴𝘵𝘢𝘤𝘶𝘳𝘵𝘢: 𝘍𝘦𝘴𝘵𝘪𝘷𝘢𝘭 𝘥𝘦 𝘊𝘶𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘝𝘪𝘴𝘦𝘶

Um cine-concerto que pretende levar-nos numa viagem pelo trabalho de uma pioneira do cinema experimental norte-americano: Maya Deren. Herdeira do surrealismo e das vanguardas europeias dos anos 1920 e 30, cruzou diferentes artes e disciplinas, com especial foco na dança, poesia e antropologia. Os cinco filmes da realizadora — e bailarina, fotógrafa, poeta, e promotora cultural — serão acompanhados pelos músicos João Mortágua (saxofone) e Gonçalo Parreirão (guitarra). Uma imersão única ao universo da obra inovadora e multifacetada de Maya Deren.

BILHETES 

PEDRO JÓIA VIAJA ATÉ GUINÉ EQUATORIAL

 



















23 OUT
MALABO
Centro Cultural de Espanha

No dia 23, Pedro Jóia apresenta-se no Centro Cultural de Espanha, em Malabo, Guiné Equatorial, a convite da Embaixada portuguesa. Do fado às sonoridades mediterrânicas e ibéricas, o guitarrista continua a afirmar-se como uma referência da guitarra portuguesa contemporânea cá e lá fora.

LUCA ARGEL ESTREIA NOVO PROJETO "NOVELAÇO"





















O MIL Lisboa recebe a 9 de outubro a estreia absoluta de "Novelaço". O novo projeto de Luca Argel e Jhon Douglas apresenta-se como um concerto-portal que atravessa 50 anos através das canções mais inesquecíveis dessa herança musical que são as telenovelas brasileiras. No dia 11, Luca Argel ruma a Évora para o Festival do Guadiana. "Mapas de Um Homem Triste" é o nome deste espetáculo inspirado no novo disco e em outros marcos da sua discografia.

CRISTINA BRANCO NO CONVENTO SÃO FRANCISCO EM COIMBRA





















No dia 4, Cristina Branco atua no Convento São Francisco, em Coimbra, num concerto do festival Correntes de um Só Rio, com participação especial do coro infanto-juvenil Coimbra Cantat. A cantora apresenta o álbum "Mulheres de Abril", Prémio José Afonso. Mais tarde, a 23, é convidada da OJM num espetáculo no âmbito do Azeméis Jazz & Blues, no TeMA. Duas noites que cruzam a identidade única da artista com diferentes universos musicais.

AFONÇO DUBRAZ TOMA "CAFÉ" COM A BRASILEIRA MARI.ANA





















No Dia Mundial da Música e no Dia Internacional do Café, chega uma canção que vem do outro lado do Atlântico.

Afonso Dubraz lança hoje “Café”, o seu novo single em colaboração com a cantora brasileira Mar.iana. É a primeira colaboração internacional do artista e chega a 1 de Outubro, dia em que se celebram o Dia Mundial da Música e o Dia Internacional do Café.

“Café” é uma canção de amor construída a partir de um gesto de todos os dias: o café da manhã. O refrão, cantado a duas vozes, resume a ideia: “Como a manhã precisa do café / Eu preciso de você”. Uma imagem do quotidiano que, dita no sítio certo, diz tudo, como tem vindo a ser habitual nas canções de Afonso Dubraz.

A letra cruza o português de Portugal e o do Brasil ao mesmo tempo. O “tu” e o “você” coexistem nos mesmos versos, e o refrão diz a mesma coisa nas duas margens: “preciso de te ver” de cá, “preciso de você” de lá. A ponte assume de onde vem a inspiração, com uma referência directa a Chico Buarque e Tom Jobim. Este encontro com Mar.iana leva a canção de autor de Afonso Dubraz para lá do mercado português, sem sair da sua língua. 

O videoclip foi gravado no Rio de Janeiro com os dois artistas e fica disponível hoje, às 18:00, no canal de YouTube de Afonso Dubraz. As imagens levam-nos para a praia ao fim da tarde, numa luz dourada captada em película. “Café” é solar como “Voodoo” e “Verão”, mas tem outra temperatura: a do outro lado do Atlântico.

Com música e letra de Afonso Dubraz, “Café” tem produção de Zoo, Maninho e Paul Ralphes. Maninho assina as guitarras e o baixo, Marcus Costa as teclas e Filipe Moura os sopros. A mistura e a masterização são de Sassá Nascimento.

“Café” sucede a “Verão”, o single que juntou Afonso Dubraz a Luís Trigacheiro numa canção sobre os reencontros e as noites quentes, com um arraial português no centro do videoclip. Depois da edição de “Verão”, o artista atingiu o pico de 88.000 ouvintes mensais no Spotify e a canção chegou ao #5 do top de Airplay nacional. O ano fez-se também na estrada, com a primeira digressão nacional. Com “Café”, os duetos afirmam-se como parte do percurso de Afonso Dubraz.

Desde “Marido e Mulher”, em 2023, Afonso Dubraz tem vindo a afirmar-se como um dos cantautores mais consistentes da nova pop portuguesa, com canções que contam histórias em que o público se revê. O álbum de estreia “Barulho de Fundo” e o EP “Plano B – Parte 1” consolidaram esse caminho, que teve um dos seus pontos altos no concerto esgotado no Capitólio, em Lisboa.

Com “Café”, a música de Afonso Dubraz atravessa o Atlântico pela primeira vez. “Café” já está disponível em todas as plataformas digitais.