segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

PROGRAMA DE 05/01/26

1 - Herr G meets Fuel2Fight - A harmonia do caos e da desordem
2 - Marta Lima - Postal em branco
3 - Mães Solteiras - Sala de espera
4 - Inês Marques Lucas - Saltamos daqui
5 - João Não - Que fossem flores
6 - Spreader - Nova vaga
7 - Lina_ & Marco Mezquida - O fado
8 - Nite Chimp - Morning routine
9 - O Simples Mente - Ventoso
10 - Floating Ashes - Falling
11 - Telmo Pires - Adeus que me vou embora
12 - Beatbombers - Vida nova
13 - Caustic, Babe! - XXX generation

14 - Gee-Aitch - Mess of words
15 - Basorexia Army - Wounds

NO SALÃO BRAZIL





















Wakadelics no Salão Brazil
9 Janeiro • 22:00

Nativos da Wakalândia, forjados na beira baixa (Castelo Branco). 

Não se lhes pode atribuir um rótulo, eles não são Rock, não são Jazz e muito menos Funk. São Wakadelics e basta.

Abertura de portas: 21h30
Bilhetes: 6 eur

BILHETEIRA ONLINE

Festival Instrumensal
Rui Fernandes
11 Janeiro • 22:00


Em Janeiro é  proposto conhecer melhor a viola amarantina com um concerto de Rui Fernandes, acompanhado de contrabaixo 

O projeto de Rui Fernandes a solo, em duo ou em quarteto é único no mundo porque tem como instrumento principal a viola amarantina.

O projeto em quarteto apresentou-se pela primeira vez em outubro de 2021, no Teatro de Vila Real, para divulgar as músicas que resultaram na edição do primeiro trabalho chamado “A Viola Amarantina”.
A surpresa e interesse que esta sonoridade suscitou levou à realização de uma digressão para espalhar o som desta viola portuguesa.

Em 2025 o quarteto apresentou novas músicas e, consequentemente, um novo trabalho chamado “Para Dois Corações” onde se aprofunda a riqueza tímbrica da viola amarantina.

O Festival InstruMensal é uma iniciativa dinamizada pela Associação Cultural Museu da Música de Coimbra.

Abertura de portas: 16h30
Bilhetes: 5 eur • 7 eur
BILHETEIRA ONLINE

NOVA ETAPA DO CAFÉ CURTO EM 2026





















O ciclo de showcases semanais Café Curto regressa ao Café Concerto do Convento São Francisco no dia 13 de janeiro, às 19h30, para um ano que marca uma transformação do ciclo, e que acompanha a celebração dos 10 anos do Convento São Francisco. Com uma programação contínua entre janeiro e junho, retomando em setembro até final do ano e com a introdução de novos eixos, 2026 será um ano de expansão, renovação e afirmação de um projeto que, em apenas cinco anos, se tornou uma referência na promoção da música emergente e no cruzamento entre artistas, públicos e entidades culturais da cidade. Com curadoria da Blue House, coprodução da Divisão do Convento São Francisco e financiamento da Câmara Municipal (CM) de Coimbra que investe neste projeto o valor de 51.168 euros.

Desde a sua criação, inicialmente como um conjunto de showcases regulares em plena pandemia, o Café Curto cresceu de forma sustentada, criando subciclos como o Café Duplo, o MIC – Música Independente de Coimbra e o Café Longo, além de estabelecer parcerias com instituições como o Curso de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, o Jazz ao Centro Clube, o Festival Santos da Casa, as Jornadas de Cultura Popular do GEFAC, o Centro Cultural Penedo da Saudade, a livraria Bruaá, o Festival Apura e a Mostra de Teatro Galego. Em 2026, esse crescimento acentua-se com a criação de novos eixos curatoriais, reforço das parcerias e maior envolvimento da comunidade artística local e nacional.

Uma das grandes novidades do ano é a parceria com o Festival Emergente, um dos eventos reconhecidos no apoio a novos talentos, que trará ao Café Curto cinco datas dedicadas exclusivamente a artistas selecionados através da sua open call nacional. Paralelamente, o ciclo aprofunda o trabalho com o Curso Profissional de Jazz da EACMC, dedicando cinco datas a apresentações que resultam de um Estágio/Residência artística no estúdio da Blue House, um modelo pioneiro que permitirá aos alunos trabalhar temas originais com acompanhamento de um artista convidado.

A Open Call do MIC – Música Independente de Coimbra, que abriu a 18 de dezembro e termina no dia 31 de janeiro, reforça em 2026 o seu compromisso com artistas emergentes, passando a selecionar cinco projetos que beneficiarão de um programa de mentoria intensiva com os músicos e criadores. Estes artistas irão acompanhar cada projeto no estúdio, orientar a sua evolução artística e colaborar com entidades formativas como a Escola Superior de Educação de Coimbra e o TUMO Coimbra, que trabalharão áreas como design, fotografia, vídeo e comunicação.

A articulação do Café Curto com outros eventos culturais da cidade também será reforçada, numa estratégia que visa integrar o ciclo na programação alargada apoiada pelo Município de Coimbra. Em 2026, o Café Curto assume sessões específicas no âmbito do Festival Santos da Casa (21 de abril e 5 de maio), Festival Correntes de Um Só Rio (6 de outubro). O ciclo mantém igualmente o Café Duplo, que apresenta mensalmente o resultado de residências artísticas desenvolvidas no estúdio da Blue House.

Programação Café Curto e Café Duplo

A programação de 2026 arranca a 13 de janeiro com uma Conversa/Concerto de Joana Guerra e Miguel Gouveia, numa sessão especial que, embora enquadrada como Café Curto, assume o espírito de um Café Duplo, juntando duas personalidades cuja ligação ao Convento São Francisco é particularmente significativa. Joana Guerra esteve na abertura do Convento São Francisco em 2016, enquanto Miguel Gouveia é proprietário da livraria Bruaá, a livraria do Convento São Francisco. Esta sessão inaugural pretende, assim, recuperar essa memória comum e sublinhar a vocação do Café Curto como lugar de encontro, partilha e proximidade artística, reunindo pessoas e histórias. Seguem-se, ao longo do mês, Marta Lima, curadoria da Tour Emergente do Festival Emergente, a 20 de janeiro e no dia 27 acontece o primeiro Café Duplo do ano, com nomes ainda a confirmar. Em fevereiro, o palco recebe Puçanga (3 de fevereiro), a artista francesa Sophia Djebel Rose (10 de fevereiro), o brasileiro Jhon Douglas (17 de fevereiro) e mais um Café Duplo, desta vez com Afonso Cabral e CAIO (24 de fevereiro). Março começa com o Combo de Jazz da EACMC (3 de março) e continua com Julien Tassin, da Bélgica (10 de março), Libra (17 de março), Merai, na curadoria da Tour Emergente do Festival Emergente (24 de março) e o Café Duplo com Margarida Campelo e Wolf Manhattan (31 de março).

Em abril, o primeiro integrante do MIC sobe ao palco no dia 7, seguido pelo Combo Jazz da EACMC (14 de abril). No dia 21, o Café Curto associa-se ao Festival Santos da Casa com o concerto de Esteves Sem Metafísica, e termina o mês com o Café Duplo protagonizado por Bernardo Moreira e Gil Dionísio (28 de abril). Maio apresenta Esteves (5 de maio), outro momento dedicado ao MIC (12 de maio), a Curadoria Emergentes com Lika (19 de maio) e o Café Duplo com Maria Roque e Estela Alexandre (26 de maio). Em junho, o ciclo recebe Maia Balduz (2 de junho), Camafeu (9 de junho), o Combo Jazz da EACMC (16 de junho), uma nova sessão do MIC (23 de junho) e encerra o semestre com o Café Duplo (30 de junho).

O Café Curto regressa após a pausa de verão no dia 8 de setembro com Dela Marmy, seguido de Sara Cruz no dia 15. No dia 22 de setembro, a Curadoria Emergentes apresenta um artista ainda a anunciar, e o mês termina com o Café Duplo com Carlos Raposo e Mariana Camacho (29 de setembro). Em outubro, Bernardo Couto atua no dia 6, numa sessão associada ao Festival Correntes de Um Só Rio, seguindo-se o Combo Jazz da EACMC no dia 13. O MIC regressa a 20 de outubro e o mês encerra com o Café Duplo protagonizado por Inês Condeço e a italiana Giulia Gallina (27 de outubro).

Em novembro, Catarina Branco atua no dia 3 e Bicho Carpinteiro sobe ao palco a 10 de novembro. O ciclo prossegue com o Combo Jazz da EACMC, a 17 de novembro, e o mês encerra com o Café Duplo de Rita Silva e Pedro Melo Alves, no dia 24. Já em dezembro, a programação inicia-se no dia 1 com um concerto do último MIC do ano; segue-se, a 8 de dezembro, um Café Curto com Polar Opposites; a 15 de dezembro, um novo momento do Tour Emergente com artista a anunciar; e o ano encerra-se a 22 de dezembro com o último e muito especial Café Duplo de 2026, que será uma espécie de presente de Natal.

Num ano especialmente simbólico para o Convento São Francisco, com a comemoração dos seus 10 anos, o Café Curto assume-se, em 2026, como um espaço de encontro, experimentação, criação e diálogo, propondo mais de quarenta sessões que reforçam o seu papel enquanto motor da música emergente e da vida cultural de Coimbra.

NA ZDB EM JANEIRO

 



















QUINTA 15 JANEIRO / 21H
Rapid Zen ← Zénite Azul

Rapid Zen é um trio – composto por Barbara Togander, Gonçalo Almeida e Vasco Trilla – que constrói um universo sonoro exploratório e vibrante. A sua música desenvolve-se através da interação entre sampling e scratching em gira-discos. Esta camada eletrónica dialoga com uma ampla gama de técnicas acústicas no contrabaixo e voz. O resultado é uma fusão dinâmica onde ritmo, textura e improvisação convergem, esbatendo as linhas entre composição e criação espontânea.

Zénite Azul é um projecto que procura o ponto da esfera celeste que está diretamente acima dos lugares de vida que Maria do Mar, Tracy Lisk e Helena Espvall ocupam no planeta Terra. A violinista, a baterista e a violoncelista propõem-se investigar as possibilidades de sinestesia que estão nos sons.

SEXTA 16 JANEIRO / 22H
XEXA apresenta Kissom ← SUZANA

XEXA surge no catálogo da Príncipe Discos como uma viragem inesperada para territórios siderais de infinita transformação. Concebendo novas expressões e abordagens inéditas, o seu último álbum, Kissom, evidencia a prevalência do ritmo como elemento indutor — a pulsação cardíaca de um corpo. Parece acentuar as toadas de micromelodias que circulam pelas dez luas deste céu aberto de XEXA: um portal para a memória e a fantasia que a música pode, e deve proporcionar ao comum mortal. 

Formada em música clássica, SUZANA tem vindo a abraçar diferentes estilos e projetos musicais. Dia 16 irá apresentar o seu projeto a solo, trazendo-nos composições originais em violino e voz.

QUINTA 22 JANEIRO / 21H
JP Simões apresenta Bloom: Do Not Disturb

Bloom é a força corrente do poder camaleónico de JP Simões. Na última década editou três álbuns, todos eles diferentes, entre o folk, blues, indie rock e até um pouco de glam. Do Not Disturb, o mais recente, editado em dezembro de 2025, toca com Pedro Pinto (contrabaixo) e há uma tendência natural para se pensar mais em jazz. Está lá, sim, mas é também uma belíssima orientação entre todas as outras canções que existiram antes e uma vontade, no presente, de as encaixar. A voz de JP Simões encontra, claro, o seu lugar. Ele é camaleónico, a voz não: descontraída, elegante, quente quando quer ou, melhor, precisa.

CARA DE ESPELHO LANÇAM ÁLBUM "B"





















"B", o muito aguardado segundo álbum de Cara de Espelho é revelado a 30 de janeiro. Então, conheceremos as canções companheiras do single "Bem-Vindo". Já disponível em pre-save digital e em pre-order em versão autografada no site oficial da banda e no site FNAC, o disco terá também edição em vinil gatefold. Loulé (20 fevereiro), Lisboa (5 março), Famalicão (28 março) e Aveiro (11 abril) são os concertos já anunciados da digressão de apresentação

LUCA ARGEL ESTREIA NOVO ÁLBUM AO VIVO

 



















A 31 de janeiro, Luca Argel apresenta pela primeira vez ao vivo o novo álbum, "o homem triste", um trabalho centrado na reflexão sobre masculinidade, cuidado e vulnerabilidade. Estas canções com produção de Moreno Veloso e lançamento a 23 de janeiro serão reveladas num concerto no Cine-Teatro de Amarante. Antes disso, no dia 17, o músico atua no Teatro Municipal da Covilhã, num espetáculo em trio que revisita alguns dos seus maiores êxitos.

PEDRO JÓIA NO COLISEU DO PORTO COM A RESISTÊNCIA





















10 JANEIRO
COLISEU PORTO AGEAS
21h30

O Coliseu Porto AGEAS acolhe, a 10 de janeiro, o Concerto de Ano Novo da Resistência. Reconhecido pelo percurso singular na guitarra entre a tradição e a contemporaneidade, Pedro Jóia integra esta que é uma das mais emblemáticas formações da música portuguesa, assinando na Invicta uma noite de pura celebração.

CRISTINA BRANCO EM DIGRESSÃO POR FRANÇA E ALEMANHA





















“Fado em Movimento”, projeto no qual Cristina Branco tece cumplicidades com o quarteto de cordas Ensemble Des Équilibres e a guitarra portuguesa de Bernardo Couto está de volta à estrada. A partir de textos de Gonçalo M. Tavares musicados por Florentine Mulsan, Fátima Fonte e Anne Victorino d’Almeida, esta arrojada aventura sonora apresenta-se já entre 6 e 16 de janeiro em cinco cidades francesas.

No dia 24, a cantora ruma à Alemanha para uma digressão inspirada no álbum "Mãe", que passa por seis cidades em oito dias. Acompanhada por Luís Figueiredo (piano), Bernardo Couto (guitarra portuguesa) e Bernardo Moreira (contrabaixo), a artista apresenta ao público germânico uma abordagem contemporânea que respeita a essência do fado, mas amplia as suas possibilidades expressivas.

DECLINE AND FALL AO VIVO
















Os Decline and Fall apresentam o seu álbum de estreia, "Scars and Ashes", no palco do Coliseu Club, dia 27 de fevereiro. Os bilhetes já estão à venda.

Decline and Fall é um projeto que reúne Armando Teixeira (músico e produtor que trabalhou com Da Weasel, Bizarra Locomotiva, Balla e em bandas sonoras, incluindo o projeto Variações), Hugo Santos, dos Process of Guilt, e o escritor Ricardo S. Amorim.

Em 2024, lançaram dois EPs: "Gloom", seguido de "Pulse", com o primeiro álbum completo da banda,"Scars and Ashes", a ver a luz do dia neste ano de 2025.

Com uma produção musical tão prolífica num espaço de tempo tão curto, as atuações ao vivo também se multiplicaram por Portugal e Espanha, com a banda a abrir os concertos dos The Young Gods e dos The Chameleons nas suas datas portuguesas e a partilhar o palco em festivais com bandas como KMFDM, Chelsea Wolfe, Russian Circles, Combichrist, Oranssi Pazuzu, NNHMN, entre muitas outras.

A primeira parte deste concerto dos Decline and Fall será efetuada pelo projeto do músico Pedro Code, I Am the Shadow criado em 2015 e que editou o seu último single "So Long Lost" a 19 de dezembro do ano passado.

Informação do concerto
Data: 27 de fevereiro
Local: Coliseu Club (Lisboa)
Hora: 21:30
Bilhetes: aqui

Discografia
Gloom (CD, Digital) 2024
Pulse (CD, Digital) 2024
Scars and Ashes (LP, CD, Digital) 2025

domingo, 4 de janeiro de 2026

"DIALUGUS" O NOVO DISCO DE M-PEX









«Entre eletrónica e guitarra portuguesa, entre piano e silêncio, o disco DIALUGUS é um percurso em ondas - fragmentos que se tornam fluxo, ritmos que respiram, luz que se despede e regressa. Cada faixa é uma escuta, e cada escuta, um diálogo - entre pedra e céu, entre sombra e brilho, entre o que se diz e o que se sente. Criado no âmbito da residência artística PRALAC, editado pela Enough Records, com grafismo de Marco Madruga, este disco de M‑PeX é dedicado à sua avó, Celeste Pinheiro, nascida em 25.05.1925. Este ano marca o seu centenário. Este disco respira com ela.»

«Between electronica and Portuguese guitar, between piano and silence, the album DIALUGUS unfolds as a journey in waves - fragments becoming flow, rhythms that breathe, light that fades and returns. Each track is an act of listening, and each listening becomes a dialogue - between stone and sky, between shadow and brightness, between what is spoken and what is felt. Created within the PRALAC artistic residency, released by Enough Records, with artwork by Marco Madruga, this album by M‑PeX is dedicated to his grandmother, Celeste Pinheiro, born on 25.05.1925. This year marks her centenary. This album breathes with her.»

sábado, 3 de janeiro de 2026

PROGRAMA DE 03/01/26

1 - Máximo - Autumn
2 - Táxi - Cairo
3 - Vitória Vermelho - Não me o dês
4 - Lesma - Maria
5 - Victor Torpedo & The Pop Kids - Friends
6 - IBSXJAUR - Echo
7 - Caustic, Babe - I'll be back
8 - Stereosauro & DJ Ride - Prosa do meio dia
9 - Valter Lobo - Tãp perto
10 - Mão Morta - Viva la muerte
11 - The Twist Connection - Crime
12 - So Dead - Push
13 - Expresso Transatlântico - Avalanche

extras/destaques
14 - Duques do Precariado - Falho

MELHOR BANDA AO VIVO 2025

 
















1 - EXPRESSO TRANSATLÂNTICO (Festa d'Anaia, Tavira, ...)

2 - SO DEAD (Extramuralhas, Ceira Rock Fest, Quebra Costas, ...)
3 - THE TWIST CONNECTION (Jardim da Sereia, RockVão, Teatrão, ...)
4 - Mão Morta (Rocketmen, Convento S. Francisco, ...)
5 - Valter Lobo (Faneca/Ílhavo, Curia,  Convento S. Francisco, ...)
6 - CAUSTIC, BABE! (Salão Brazil, Praça do Comércio, ...)
7 - STEREOSSAURO e convidados (Praça do Comércio, ...)
8 - IBSXJAUR (Virada Gandaresa, Salão Brazil ...)
9 - VICTOR TORPEDO AND THE POP KIDS (Salão Brazil, Praça do Comércio, ...)
10 - LESMA (Apura, ...)
11 - VITÓRIA VERMELHO (FSDC CC Penedo da Saudade, Café Curto, ...)
12 - TAXI (Rocketmen, ...)
13 - MÁXIMO (Convento S. Francisco, Salão Brazil, ...)

Guarda de honra (por ordem alfabética) (14º-26º)

Baleia Baleia Baleia . Cara de Espelho . Club Makumba . Criatura . Democrash . duassemicolcheiasinvertidas . Helder Bruno . João Pais Filipe + Krake . Ordem Crucial . Pluto . Scúru Fitchádu . Telectu . The Legendary Tigerman     

vencedores anteriores

2024 - CLUB MAKUMBA
2023 - A GAROTA NÃO
2022 - CRIATURA
2021 - FOGO FOGO
2020 - THE LEGENDARY TIGERMAN
2019 - FIRST BREATH AFTER COMA + NOISERV
2018 - FOGO FOGO
2017 - SURMA
2016 - GHOST HUNT
2015 - CRIATURA
2014 - THE LEGENDARY TIGERMAN
2013 - SAMUEL ÚRIA
2012 - A NAIFA
2011 - PAUS
2010 - PAUS
2009 - NOISERV

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

MELHOR TEMA 2025

 


1 - CANÇÃO À AUSENTE - Carminho

2 - MAKING TEENAGE ANA PROUD - Capicua
3 - NA LOUCURA - Carlão
4 - ROADKILL - So Dead
5 - UM AMOR QUALQUER - Afonso Rodrigues e Catarina Salinas
6 - APRENDER A VER - Jasmim
7 - UNSPOKEN - Floating Ashes
8 - ESTE PAÍS NÃO É PARA MÃES - A Garota Não
9 - ELECTROCARDIODRAMA - Femme Falafel
10 - FADO IMPERFEITO - Luta Livre
11 - EXERGO - Turning Point
12 - MANHÃ BELA - Márcia
13 - D DE DENÚNCIA - Cara de Espelho

Guarda de honra (por ordem alfabética) (14º-26º)
(e sem repetição de nomes dos primeiros)
Temas de:

Da Chick . Esteves Sem Metafísica . Inês Sousa . Lés a Lés . Lina_ & Marco Mezquida . Maria João . Orlando Cohen . Penhas Douradas . Resonant . Rita Cortezão . The Twist Connection . Them Flying Monkeys . Victor Torpedo and The Pop Kids


vencedores anteriores

2024 - HIPOTECA - Homem em Catarse
2023 - GOOD GIRL - The Legendary Tigerman feat Asia Argento
2022 - DILÚVIO - A Garota Não
2021 - CANTIGA DA PONTE - Sensible Soccers
2020 - O MURO - Samuel Úria
2019 - SAUDADE - Meta
2018 - TEMPESTADE - Márcia
2017 - BOA COMPANHIA - Luís Severo
2016 - MAASAI - Surma
2015 - TARRAFAL - Benjamim
2014 - POVO QUE CAIS DESCALÇO - Dead Combo
2013 - SOFRENDO POR VOCÊ - Sensible Soccers
2012 - A FLOR E O ESPINHO - The Soaked Lamb
2011 - TIME (BETTER NOT STOP) - We Trust
2010 - VÁ LÁ SENHORA - Os Golpes (com Rui Pregal da Cunha)
2009 - UM BIFE NO CHIADO - Os Quais
2008 - PUTOS A ROUBAR MAÇÃS - Dead Combo
2007 - SHE'S A GO-GO DANCER - Wraygunn
2006 - FÁCIL DE ENTENDER - The Gift

PROGRAMA DE 02/01/26

1 - Cara de Espelho - D de denúncia
2 - Márcia - Manhã bela
3 - Turning Point - Exergo
4 - Luta Livre - Fado imperfeito
5 - Femme Falafel - Electrocardiodrama
6 - A Garota Não - Este país não é para mães
7 - Floating Ashes - Unspoken
8 - Jasmim - Aprender a ver
9 - Afonso Rodrigues e Catarina Salinas - Um amor qualquer
10 - So Dead - Roadkill
11 - Carlão - Na loucura
12 - Capicua - Making teenage Ana proud
13 - Carminho - Canção à ausente

extras/destaques
14 - Duques do Precariado - Falho
15 - Suave - Coração de amante

ANA VINHA EDITA SINGLE





















Ana Vinha
lança hoje nas plataformas digitais “Bem Melhor Sozinha” – o novo single.

A canção traz uma mensagem poderosa: chega um momento em que já não faz sentido insistir em ciclos repetitivos. Nasceu durante um writing camp, num ambiente criativo que permitiu explorar novas histórias e novas perspetivas. Apesar de não refletir diretamente uma situação pessoal, Ana identificou-se imediatamente com a narrativa, a sensação de chega: deixar ciclos repetitivos para trás, recuperar a leveza e perceber que não é preciso mais ninguém para completar aquilo que já existe dentro de nós. 

“A letra aborda aquele momento em que percebemos que a paz que procuramos afinal estava sempre em nós e não numa relação que já não acrescenta nada”. – diz Ana Vinha. 

Com uma sonoridade pop moderna, comercial e cheia de atitude, o tema conta com a produção de Pedro Gonçalves, que constrói um universo sonoro fresco, direto e emocionalmente honesto. Neste cenário, a interpretação de Ana destaca-se pela força e pela vulnerabilidade na medida certa. “Bem Melhor Sozinha” cruza energia, independência e um toque de libertação emocional. 

Ana Vinha continua a afirmar-se no panorama musical português construindo uma comunidade que se identifica cada vez mais com a sua autenticidade e mensagem.

LUCA ARGEL LANÇA SINGLE “PRIMEIRO MAR” E ABRE CAMINHO PARA O NOVO ÁLBUM “O HOMEM TRISTE”





















"o homem triste" tem edição marcada para 23 de janeiro de 2026

Luca Argel lança hoje, dia 2 de janeiro, “Primeiro Mar”, o primeiro single de antecipação de "o homem triste", álbum com edição agendada para 23 de janeiro de 2026 e produzido por Moreno Veloso. A canção inaugura o universo emocional e conceptual deste novo trabalho, centrado na reflexão sobre masculinidade, cuidado e vulnerabilidade.

“Primeiro Mar” nasce de uma ausência na própria língua portuguesa: existem palavras para a experiência de ser mãe, maternidade, e de ser pai, paternidade, mas não para a experiência de ser filho ou filha. É a partir desse vazio que Luca Argel constrói uma canção delicada e profundamente humana, que fala da relação com o cuidado e da necessidade de o repensar enquanto responsabilidade partilhada.

Na base desta composição está também uma reflexão sobre o papel dos homens na tarefa de cuidar, historicamente delegada às mulheres, e a urgência de a assumir de forma consciente e afetiva. Musicalmente, “Primeiro Mar” encontra no balanço das águas a sua pulsação: um ritmo que evoca origem, abrigo e intimidade, remetendo para o primeiro gesto de proteção que todos conhecemos.

Enquanto novo avanço de "o homem triste", este tema introduz alguns dos eixos centrais do álbum: a saúde mental masculina, os silêncios emocionais aprendidos e a necessidade de abrir espaço para outras formas de estar, sentir e cuidar. Sem dramatismo ou confronto, Luca Argel propõe um olhar atento, sensível e transformador sobre aquilo que nos constitui.

Produzido por Moreno Veloso, "o homem triste" afirma-se como um trabalho de maturidade artística e clareza conceptual, onde poesia, reflexão social e emoção convivem de forma orgânica.

No contexto da apresentação ao vivo, Luca Argel já anunciou quatro datas desta nova digressão:

31 JAN
AMARANTE
Cine-Teatro

07 FEV
MATOSINHOS
Teatro Municipal Constantino Nery

28 FEV
BRAGA
Theatro Circo, Braga
(convida Moreno Veloso)

02 MAR
LISBOA
Teatro Maria Matos
(convida Moreno Veloso)

MIGUEL ARAÚJO EDITA NOVO ÁLBUM DE ORIGINAIS “POR FORA NINGUÉM DIRIA”















Miguel Araújo inicia o ano de 2026 com a edição de Por Fora Ninguém Diria, o seu novo álbum de originais, já disponível em todas as plataformas digitais a partir de 01 de janeiro. O disco, que mais tarde terá edição limitada em vinil e CD, marca o regresso do artista ao formato longa‑duração em nome próprio e assinala também duas décadas de um percurso singular na música portuguesa.

Composto por 11 canções inéditas, Por Fora Ninguém Diria foi integralmente escrito, composto, produzido e interpretado por Miguel Araújo, retomando o método de criação que marcou trabalhos como Cinco Dias e Meio e Peixe Azul: canções que nascem de maquetes e se vão revelando quase intactas, preservando a espontaneidade do primeiro gesto. Gravado entre 2023 e 2025 no Estúdio Chiu, no Porto, o álbum reúne músicas que, nas palavras do próprio, “não sabiam ainda que seriam editadas”, mas que acabaram por encontrar forma e lugar num novo conjunto. O trabalho visual do álbum conta com fotografias de Marta Pina, captadas no Parque do Rio, em Ofir, lugar de infância e memória afetiva do artista, e grafismo de Maria João Pimentel Barbosa.

O disco faz-se ainda acompanhar por um visualizer para cada canção, realizados e captados por André Tentugal, já disponíveis no YouTube oficial do artista, que podem ser vistos aqui.

As datas dos concertos de apresentação de Por Fora Ninguém Diria já estão confirmadas: o cantor e compositor sobe ao palco do Teatro Municipal de Vila Real a 14 de fevereiro, segue para o Convento de São Francisco, em Coimbra, a 12 de março, atua em dose dupla no Teatro Municipal da Guarda, a 24 e 25 de abril, e segue para o Theatro Circo, em Braga, a 30 de abril. Novos concertos serão brevemente anunciados.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

NOVA EDIÇÃO DA ANTI-DEMOS-CRACIA





















 Herr G meets Fuel2Fight – “A Essência Sonora da Identidade em Perpétuo Movimento”

ANTI-DEMOS-CRACIA
ADC148JAN2026
Lançamento: 01.01.2026
Formato: Digital 

Posto de escuta/download: https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/album/a-ess-ncia-sonora-da-identidade-em-perp-tuo-movimento

A primeira edição de 2026 da ANTI-DEMOS-CRACIA (Catálogo #148) apresenta o projeto Herr G meets Fuel2Fight. 

Sob o título “A Essência Sonora da Identidade em Perpétuo Movimento”, o lançamento reúne dois temas distintos:

· "Longe": Uma colaboração especial com The Cordovox Project, revisitando o tema original gravado pelos Erros Alternados em 1990.

· “A Essência Sonora da Identidade em Perpétuo Movimento”: O tema homónimo que encerra o alinhamento.

Visitem o Bandcamp da ADC para explorar estas sonoridades inquietantes e mergulhar em texturas de um cinzento leve, denso e agreste. Fiquem a par de todas as novidades e lançamentos que desafiam os sentidos.

ESPERANÇAS / APOSTAS PARA 2026




ASTRA VAGA


https://www.instagram.com/astra_vaga/

Com um conjunto de singles editados em 2025, Astra Vaga, o projeto de Pedro Ledo, músico que conhecíamos de grupos como The Miami Flu e Lululemon, continua a traçar a sua rota. Com um som que mergulha muito na new wave e synth pop dos anos 80, Pedro Ledo assume alguma nostalgia na sua criação. Astra Vaga tem vindo também a cruzar alguns palcos, saindo o primeiro disco a 15 de janeiro, esperando-se assim que o seu som possa cruzar ainda mais universos. Que 2026 nos possa revelar ainda mais Astra Vaga, aumentando-lhe assim o merecido reconhecimento.


DATA H


Data H é o novo filho de Nelson Brites, senhor que conhecemos já de Mikroben Krieg. Novas vontades, ainda em torno da eletrónica, surgiram na mente de Nelson que em maio de 2025 e por via digital fez nascer “Silence Between Errors" dos Data H. Este é um disco que cruza estéticas que vão do power noise, ao IDM, dark ambient, EBM e industrial rítmico. Som que se atira ao corpo para o fazer dançar. Para que tal se torne possível é urgente que Data H saia da penumbra, mas sem perder o seu contorno dark. Em 2026 é por isso necessário abrir outras portas, expandir o disco gravado e invadir pistas de dança e palcos. Um som assim tem de se libertar.


ESQUERDA


https://www.instagram.com/esquerdaaa/

Com raízes no indie rock, mas com uma abordagem crua e direta, a ESQUERDA nasceu em Leiria. A sonoridade da banda mistura riffs incisivos, letras provocadoras e uma secção rítmica implacável. Em palco ou em estúdio, a ESQUERDA entrega intensidade e uma nova voz da cena independente portuguesa, pronta para abalar estruturas e despertar consciências. Dois singles lançados em 2025 e muita esperança e curiosidade no que vem a seguir.


Henrique Tomé


https://www.instagram.com/henriquetome99/

Henrique Tomé, músico, produtor e agente cultural do Porto, desenvolveu o seu percurso como baixista e compositor em projetos como Balter Youth, Silentide e Vitória Vermelho antes de se estrear a solo com um álbum conceptual lançado no último trimestre de 2025. Em palco, apresenta-se acompanhado por banda, num formato que acentua a dimensão catártica e visual do universo do álbum.


Leonor Arnaut



Foi em novembro que Leonor Arnaut apresentou o primeiro single a solo e foi anunciado álbum para 2026. Gravado e produzido entre Lisboa, Copenhaga, Nova Iorque e Los Angeles, “Vida Cega” marca o início de uma nova etapa na trajetória da artista.
Conhecemos Leonor Arnaut de bandas como Fumo Ninja ou Chão Maior e com participação em vários discos.


Lesma


https://www.instagram.com/lesmabanda/

“É Mentira” é o álbum de estreia das Lesma, um trio punk de Sintra e da Margem Sul. Gravado entre 24 e 25 em modo de ensaio, o disco apresenta uma sonoridade crua e direta, fiel ao espírito do punk underground. Com letras provocatórias, humor ácido e crítica social, onde se exploram temas de identidade, feminismo e resistência, num tom irreverente e pós-irónico. Ao vivo são viciantes e mostram uma estética lo-fi, crua e sincera. A energia vale mais do que a perfeição.


MÃES SOLTEIRAS


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Mães Solteiras nasceu da vontade do ilustre baterista Ricardo Martins. Como sozinho era impossível levar a sua ideia avante convidou alguns músicos de peso para se juntarem à equipa. São eles, o guitarrista André Henriques e o baixista Pedro Cobrado, mais conhecido por Gaza. Depois de alguns ensaios sem voz, André Henriques lembrou-se de ir buscar Quim Albergaria para cantar. Como tinham saudades de fazer barulho, juntaram-se para criar uma banda punk a lembrar tempos antigos. Já no ano passado a Omnichord fez sair o single duplo "Não peçam horas extra a uma mãe solteira” e “Sala de espera”. Para começo de 2026 está prometido o primeiro disco, que a ver pela amostra, vai certamente explodir e colocar estas Mães Solteiras no mapa do rock português. Daí até ao palco a viagem vai ser curta, mas muito arrebatadora. Gente assim não brinca em serviço.


MIRANDA


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Conhecemos JP Miranda de o ver fazer som em muitas salas e muitos concertos. Sabíamos já que a sua vontade de criar canções não é de agora. Este percurso como músico tem vindo a ser cozinhado em lume brando. Durante alguns anos Miranda foi construindo o seu espólio musical. No ano de 2025 resolveu dar-lhe forma mais visível, convidando algumas vozes a preencherem as suas canções. “Un_Love”, saiu dia 17 de outubro pela editora Harmrecords, em formato digital. Para este ano Miranda promete uma luxuosa edição física. Este é um disco de canções íntimas, e muito cinematográficas. Sons quentes que nos trazem as paisagens mais rurais que cercam o habitat criativo de Miranda. Prometido, mas em alguns casos para já adiada, a subida ao palco é inevitável. Um espaço e tempo certo para nos envolvermos com a alma de Miranda e seus convidados.


PASSO REAL

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Hugo Formiga é o músico que se esconde por detrás de Passo Real, um grupo com influências assumidas de Placebo, Linda Martini, Deftones, da golden age e do post-hardcore. Depois de vários singles editados, já mais para o final do ano passado, Passo Real fez nascer o registo “Falso Infinito”, em formato digital e numa edição limitada em cd. Este é um registo carregado de riffs cheios de energia metalcore, com direito a uma balada pop, onde refrões orelhudas e carregados de distorção preenchem versos mais crus e intimistas. Som excelente para neste ano ser levado a muitos palcos. O tempo é agora de expandir a mensagem e a fazer chegar a todos os bons amantes de indie-rock.


Rival Clubs


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Provenientes de outras bandas como Gypos ou Cave Story e de vários lugares, como Coimbra, Caldas da Rainha e Utrecht, foi em Lisboa que se agruparam para trabalhar numa sonoridade caracterizada pelo frenesim de guitarras, paranoia electrónica e percussões corrosivas com sonoridades pós punk e new wave. Com um ep em 2024, lançaram em 25 o álbum de estreia e ao vivo estão cada vez melhores. Que o novo ano lhes traga um maior reconhecimento.

PROGRAMA DE 01/01/26

1 - Astra Vaga - Cor-de-rosa
2 - Data H - Abyss protocol
3 - ESQUERDA - Corpos na revolta
4 - Henrique Tomé - Rope
5 - Leonor Arnaut - Vida cega
6 - Lesma - Barreiro
7 - Mães Solteiras - Não peças horas extra a uma mãe solteira
8 - Miranda - A new begining
9 - Passo Real - Cedo
10 - Rival Clubs - BYD

extras/destaques
11 - Duques do Precariado - Falho
12 - Suave - Afrodite