terça-feira, 3 de março de 2026

NO CARMO'81 EM VISEU




















𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 | 𝗕𝗘𝗟𝗔 𝗡𝗢𝗜𝗔 | 𝟮𝟳 𝗠𝗮𝗿ç𝗼 (𝘀𝗲𝘅) | 𝟮𝟮𝗵𝟯𝟬

Bela Noia apresenta "A Bela Paranoia" o novo disco da banda.

A Bela Noia surge quase que por vontade própria, como uma necessidade de espelhar o lado não explicativo e menos racional do processo criativo de Pedro Vieira.

As canções dos artistas são assim trazidas ao mundo sob este nome que representa o coletivo que se formou. ABela Noia só o é porque assim teve de ser! Tentando reinventar-se, acaba por criar uma série de canções que amotinam os alicerces da música pop e inquietam quem as ouve, pelo constante salto ao rock e folk, sem largar a mão do noise e do prog rock.

A banda fica completa com Gonçalo Alegre (baixo), Miguel Rodrigues (bateria) e Leonardo Outeiro (guitarra).

BILHETES

ALCABALA COM NOVIDADES

 



















Alcabala
, projeto a solo de João Leal, edita no próximo dia 2 de abril o novo álbum “Dinossauro Azul”, que será apresentado ao vivo na mesma data no Café-Teatro Comuna, em Lisboa, às 21h00. O disco voltará a ser apresentado ao público no dia 4 de junho, na Casa Capitão, também em Lisboa.

“Dinossauro Azul” invoca uma personagem central deslocada no tempo e no espaço, em busca de respostas por diferentes paisagens naturais no mundo contemporâneo. Através de uma fusão entre fragilidade e experimentação, o álbum reúne canções de sonoridade singular e estruturas pouco convencionais, cruzando instrumentos orgânicos com texturas eletrónicas para criar um ambiente de tensão e inquietação que se revela progressivamente ao longo da escuta.

O universo conceptual do disco começou a revelar-se com “Encarar o Vendaval”, single lançado em 2025 e incluído na coletânea Novos Talentos FNAC 2025, onde surge pela primeira vez a figura do “Dinossauro Azul”, conduzindo o ouvinte por uma narrativa de alienação, resistência e procura de identidade. Já em janeiro deste ano, “Ao Pé do Mar” aprofundou esse território temático, reforçando a reflexão sobre conformismo, degradação do planeta e a necessidade de encontrar lugar num mundo em transformação.

Alcabala é o projeto artístico do músico lisboeta João Leal, cuja linguagem autoral cruza fragilidade e experimentação, melodia e ruído, canção e abstração. Depois da estreia com “A Viagem Atrás do Sol”, o artista aprofunda agora um percurso marcado pela introspeção e pela exploração sonora.

Com “Dinossauro Azul”, Alcabala propõe uma experiência conceptual que reflete o desconforto do presente e a urgência de encontrar sentido num mundo em constante mutação, convidando o público a um encontro imersivo entre narrativa, atmosfera e emoção.

“Dinossauro Azul” será lançado no dia 2 de abril em todas as plataformas digitais.

 

segunda-feira, 2 de março de 2026

PROGRAMA DE 02/03/26

1 - Birds Are Indie - Not today
2 - JP Coimbra - Ashes of rhythm
3 - Humberto - Creme
4 - Segundo Rosmaninho - Já não gostas de mim
5 - A Sul - Quer quer quer
6 - Brisa - Trovoada
7 - João Mesquita - Filho da mãe
8 - Rui Luís - Atordoado
9 - Rogério Charraz - Abaladiça
10 - Scúru Fitchádu - Du ta morrê
11 - Black Pig Meat - Savana
12 - J.Mystery - Change
13 - Jonny Abbey - I love you Yoda
14 - Mariana Aleixo - Meu amor

NO SALÃO BRAZIL

 



















Embryo #1 Andy Sheppard e Luis Figueiredo
Concerto inserido na XXVIII Semana Cultural da UC
3 Março • 21:30

Em Março, terá início Embryo, projeto do pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo que, ao longo de cinco sessões, sempre nas primeiras terças-feiras do mês, vai criar um espaço de encontro com cinco excepcionais músicos da área do Jazz, que vão actuar em duo com o pianista em cada uma destas sessões. No mês de Março, recebemos Andy Sheppard (saxofone). 

Artista da ECM, líder de banda e compositor, Andy Sheppard é um dos principais saxofonistas da Europa e um dos poucos músicos britânicos a ter causado um impacto significativo na cena jazzística internacional, tocando e compondo para formações que vão do solo à big band e à orquestra de câmara. Sheppard compôs mais de 350 obras que incorporam um forte e característico sentido de lirismo, juntamente com um uso muito pessoal de ritmos da Ásia, África e América do Sul.

Abertura de portas: 21:00
Bilhetes: 7 eur ● 5 euros
BILHETEIRA ONLINE
 
Black Pig Meat apresenta Symbiotic Dream
7 Março • 22:00 

O quarteto Black Pig Meat lançou no dia 15 de dezembro o seu álbum de estreia, “Symbiotic Dream” (edição da RagingPlanet), uma simbiose intensa entre rock psicadélico e alternativo, energia de jazz fusion e explosão improvisada. O disco abre caminho para a digressão que o grupo prepara para 2026.

Formados em 2022, os Black Pig Meat nasceram como um sonic power trio, composto por Marcelo dos Reis (guitarra elétrica), Tiago Vaz (bateria) e Pedro Lameira (baixo), três músicos que, após anos de encontros informais e sessões de experimentação, decidiram transformar esse repositório criativo num primeiro álbum.
A entrada de André Duarte (teclas) expandiu o projeto para quarteto, acrescentando novas camadas harmónicas e uma profundidade atmosférica que redefiniu o ADN sonoro da banda.

“Symbiotic Dream” apresenta um som pujante, mas longe do noise: as camadas instrumentais são povoadas por melodias poéticas que atravessam um espaço sideral de ritmo frenético. O disco revela a força da improvisação como motor expressivo e a maturidade musical de um grupo que se move entre universos com naturalidade.

Abertura de portas: 21:30
Bilhetes: 9 eur ● 7 euros
BILHETEIRA ONLINE

AURORA KATANA TEM NOVO DISCO A ROMPER

 



















AURORA KATANA edita hoje o seu terceiro LP KATANA, manifesto biónico de 11 faixas com selo Maternidade, disponível nas plataformas de streaming.

Culminar da identidade AURORA, KATANA ergue uma distopia apocalíptica ao construir paisagens sónicas electropop futuristas, povoadas por uma voz surreal que declara em mantra letras tão ousadas como íntimas.

No dia 6 de março, data da sua edição, KATANA será apresentado ao vivo nas Damas, em Lisboa, com o apoio de actuações de Proxy Fae e Diana XL.

AURORA KATANA tem traçado um ambicioso percurso artístico transdisciplinar, movendo-se com fluidez entre áreas. Após Uterus (2019) e Flesh Against Flesh (2021), inicia com KATANA mais um ciclo de reinvenção e afirmação que reúne novas influências - da imortal SOPHIE à icónica Britney, de Janet Jackson a FKA Twigs.

Neste processo de construção de um universo único, AURORA demonstra também a sua versatilidade com créditos na produção, mistura e masterização do disco.

KATANA conta ainda com Filipe Sambado na gravação de vozes e mistura de “VIDEOGAME” e “LOOK AT ME”, assim como as vozes narradas da avó Amélia Ferreira, mãe Lídia Pinho e irmã Kyara.

"O álbum fala sobre amor íntimo, luto, dor, empoderamento, jogo de prazer, liberation e reivindicação — é stripped na pista, é Britney bitch blackout!

Pós-rave de glitches, high-pitched, depois duma overdose de breakbeats. KATANA é raw, visceral, texturas distorcidas, katanas dissonantes, cyberpunk-trashy."

- AURORA KATANA

MARIANA ALEIXO LANÇA "MEU AMOR"













Mariana Aleixo apresenta “Meu Amor”, novo single e avanço do seu álbum de estreia, Génese.

Natural de Coimbra, a cantora e compositora assume neste tema uma escrita intensa e simbólica, onde o amor surge como decisão e transformação.

Com letra, composição e produção próprias, e guitarra flamenca por Javi de Carmen, “Meu Amor” cruza sonoridade orgânica com uma interpretação vocal íntima e confessional. A canção, em estilo bolero, fala de entrega absoluta, da vontade de reorganizar a própria vida em função de um sentimento que redefine identidade e destino.

“Meu Amor” integra o universo conceptual de Génese, álbum composto por 11 canções que percorrem um trajeto de transformação emocional - do recolhimento à afirmação, a ser lançado ao longo deste ano.
Disponível em todas as plataformas digitais.

JOÃO MESQUITA APRESENTA “OLHEIRAS” AO VIVO EM LISBOA E NO PORTO

 



















Depois da edição do seu álbum de estreia, Olheiras, João Mesquita prepara-se para o momento mais simbólico deste percurso: levá-lo ao palco, frente a frente com o público. Os concertos de apresentação estão marcados para os dias 13 de março, na B.O.T.A., em Lisboa, e 14 de março, no RCA Club, no Porto.

Olheiras é mais do que um conjunto de canções: é um retrato emocional direto, sem filtros. Um disco onde a música nasce da urgência de sentir e onde as letras não procuram organizar o caos das emoções, mas capturar a sua intensidade crua — mesmo quando contraditória, autocentrada ou desconfortável. É nessa vulnerabilidade que o álbum encontra a sua força.

Este foi o primeiro projeto integralmente produzido por João Mesquita, uma jornada de autodescoberta artística que o levou a aprofundar conhecimentos de produção, gravação e orquestração. O disco conta com a participação de mais de 20 músicos, coprodução de João Borsch e apoio da Sociedade Portuguesa de Autores.

Apresentar este álbum em Lisboa e no Porto é, para o artista, mais do que uma decisão estratégica, é uma inevitabilidade. Lisboa é a sua cidade natal, o lugar onde cresceu e construiu o seu percurso musical. Subir ao palco perante o público que o acompanhou desde o início é celebrar esta etapa com quem fez parte dela.

O Porto ocupa, por sua vez, um lugar especial na sua vida pessoal e afetiva, uma cidade que se tornou casa também, onde regressa sempre com a sensação de pertença. A dimensão cultural de ambas as cidades e o facto de concentrarem grande parte dos seus ouvintes reforçam o simbolismo destas datas.

Em palco, João Mesquita fará acompanhar-se por uma banda que traduz ao vivo a densidade e a energia de Olheiras. Em Lisboa e no Porto, a formação será composta por João Mesquita (guitarra e voz), João Borsch (bateria e voz), Samuel Pacheco (teclados e voz), Eduardo Santiago (baixo) e Simão Bárcia (guitarra). Na data de Lisboa, o espetáculo ganha ainda uma dimensão expandida com Rodrigo Pereira (trompete), Álvaro Pinto (saxofone alto) e Guilherme Fradinho (saxofone tenor), acrescentando novas cores e camadas ao universo sonoro do disco.

Dois concertos em dias consecutivos, em Lisboa e no Porto, marcam assim o arranque ao vivo de Olheiras, uma afirmação clara da ambição e do alcance que João Mesquita quer dar ao seu primeiro álbum. Dias 13 de março, na B.O.T.A., em Lisboa, e 14 de março, no RCA Club, no Porto. Bilhetes disponíveis em BOTAANJOS.PT e BOL.PT.

PEDRO JÓIA EM FESTIVAIS DE GUITARRA EM LISBOA E COIMBRA





















A 7 de março, no âmbito da 2.ª edição do Festival Internacional de Guitarra Portuguesa, Pedro Jóia sobe ao palco do Cineteatro Capitólio (Lisboa) para duas sessões, às 16h00 e às 18h00, inspiradas no álbum “Mosaico”, mas também em composições de Armandinho, o homenageado do certame. Já no dia 29, é convidado do Festival Instrumensal, iniciativa da Associação Cultural Museu da Música de Coimbra a decorrer no Convento São Francisco.

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CRISTINA BRANCO REVELA A PLURALIDADE DA SUA VOZ





















"Mulheres de Abril — Cristina Branco José Afonso" regressa aos palcos no dia 6, no Teatro Cinema de Fafe. No dia 8, a artista atua no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, no âmbito da Capital Europeia da Cultura 2026. A 19 e 23, Cristina Branco explora a sua voz mais jazzística na Dinamarca, com a DR Big Band e Mário Laginha. E a 25 de março inicia uma digressão de oito datas nos Países Baixos, na qual partilha a sua visão do Fado.

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SARA CRUZ "LIVE & ACOUSTIC" NA BOTA ANJOS

 


















06 FEV | LISBOA
BOTA Anjos | 21h00

Depois do álbum de estreia “Fourteen Forty-Five” — com temas como “Go-Getter”, “The Plot” e “The Show” —, Sara Cruz apresenta o EP “Live & Acoustic”, versão crua e intimista de algumas dessas canções. No concerto de 6 de março, na BOTA Anjos (Lisboa), a talentosa singer-songwriter será acompanhada pelo guitarrista Miguel Garcia e promete muitas surpresas.

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CARA DE ESPELHO ESGOTAM CULTURGEST

 
 


















Depois da estreia no Cineteatro Louletano, Cara de Espelho dão continuidade à digressão de apresentação álbum "B". A 5 de março, uma Culturgest esgotada acolhe as novas canções, de "AI" a "Gigantone" ou "Cara Podre", numa experiência musical que mistura inteligência, humor e crítica social. A digressão segue até ao norte do país, a 28 de março, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, palco da grande performance do coletivo naquela região.

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LUCA ARGEL ESGOTA TEATRO MARIA MATOS (LISBOA)





















Luca Argel propõe uma série de concertos imperdíveis. A 2 de março, apresenta-se em Lisboa, no Teatro Maria Matos, tendo como convidado especial Moreno Veloso, produtor do novo disco "O Homem Triste" — um concerto já esgotado. Segue-se Palmela, no dia 7, no Cine-Teatro São João, e Coimbra, no dia 11, no Convento São Francisco, aqui com o espetáculo "Samba de Guerrilha". A 27, viaja até Barcelona, para uma atuação no New Fizz.

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BUBA ESPINHO E CONVIDADOS NO FESTIVAL DO CRATO

 



















O Festival do Crato está de regresso a esta vila alentejana de 26 a 29 de agosto! Buba Espinho é o primeiro artista confirmado para o cartaz de 2026.

Para o cantor natural de Beja (que participou no concerto especial de Luis Trigacheiro na edição de 2025) participar em nome próprio no Festival do Crato “é um sentimento muito especial. Em primeiro lugar porque sou alentejano e porque o Festival do Crato é sem dúvida um dos maiores e com mais impacto do Alentejo”, diz-nos.

Perguntamos a Buba Espinho se está a pensar em fazer um concerto diferente do habitual nas suas tours. A resposta chegou-nos rapidamente “sim, claro. Posso adiantar que vamos ter dois convidados muito especiais: a Inês Gonçalves, uma artista muito talentosa da nova geração alentejana e os Camponeses de Pias, um dos grupos corais de maior referência para mim”.

Curiosamente, Buba Espinho estreou-se no Festival do Crato o ano passado como convidado de Luis Trigacheiro. Isto porque como nos conta “o período de verão é sempre ocupado com uma série de concertos um pouco por todo o país mas adorei ter estado em palco e ter assistido a outros concertos”.

Nas próximas semanas novos nomes vão ser apresentados pelo Festival do Crato.

Sobre o Festival do Crato

O Festival do Crato, situado no Alto Alentejo, é um dos festivais de verão mais conceituados em Portugal, combinando grandes nomes da música nacional/internacional com uma popular Feira de Artesanato e Gastronomia. Realizado anualmente em agosto, o evento oferece campismo gratuito com passe de 4 dias, atraindo cerca de 100 mil pessoas. A edição deste ano realiza-se de 26 a 29 de Agosto
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"TROVOADA" DE BRISA EM VERSÃO ACÚSTICA



Depois de ser lançado em 2025, “Trovoada”, de Brisa, ganha agora uma versão acústica para celebrar a sua escolha como banda sonora da nova novela da SIC, Páginas da Vida. A artista revela uma nova leitura do tema que reforça a sua intensidade emocional e antecipa também o lançamento de um novo single, “Deserto”, marcado para 20 de março.

“Trovoada”, lançado a 9 de maio de 2025, marcou um novo capítulo na jornada artística de Brisa. Numa poderosa colaboração com o produtor Guerra, que assina com a artista a música e a letra, o tema afirmou-se como uma tempestade sonora e lírica, uma catarse depois do silêncio, a destruição necessária para dar lugar à renovação.

Numa versão acústica inédita apresentada agora, “Trovoada” despe-se de camadas e revela-se na sua essência mais crua. Esta nova interpretação surge para assinalar a escolha da canção como tema da novela Páginas da Vida.

Conhecida por criar canções profundamente emotivas e melódicas, Brisa tem vindo a conquistar o público português com uma escrita honesta e envolvente. A artista constrói um universo conceptual que se liga às emoções humanas, abordagem que ganhou forma no seu EP de estreia, CASULO, uma viagem do caos interior à transformação.

O percurso de CASULO iniciou-se em 2021 com “Nuvem”, onde Brisa explorava a ansiedade e a dificuldade de viver no presente. Seguiu-se “Férias de Mim”, escrita com Francesco Meoli e Miguel Coimbra (D.A.M.A), um mergulho nas profundezas do subconsciente e na voz interior que exige ser ouvida. Em 2022, “Outro Mar”, novamente com produção de Meoli, simbolizou a procura de um novo horizonte. Por fim, “Metamorfose”, colaboração com Gonzalo Tau e ARIEL, encerrou o ciclo com uma celebração da mudança, usando a natureza como espelho da alma.

Com “Trovoada”, agora reinventada em acústico, ecoa a mesma urgência de expressão emocional e ligação humana. A canção afirma-se como um grito que limpa o céu para que algo novo possa florescer, uma oportunidade de reconhecimento e reinvenção.

Além da sua carreira a solo, Brisa tem também vindo a afirmar-se como compositora, tendo sido coautora da canção que alcançou o segundo lugar no Festival da Canção 2023, consolidando o seu lugar entre as vozes mais promissoras da nova música portuguesa.

E o futuro próximo traz mais novidades: no dia 20 de março, Brisa apresenta “Deserto”, o seu novo single.

NOVO SINGLE DE SEGUNDO ROSMANINHO



Diretamente de Aljezur, no Algarve, as sonoridades entre o folk rock e o country com influência latina e com inspirações internacionais como os Calexico, The Last Shadow Puppets com a mistura das raízes da musica popular portuguesa.

Ex Chef de cozinha, Dj e organizador de festivais, Bruno Rosmaninho, começou a sua aventura na música em 2012.

Com 3 discos editados em inglês com o nome Rosemary Baby, "The First Time" em 2013, "Timeless" em 2017 e "Lost on The Trace of Time" em 2023, começou em 2025 as canções em português.

THE TWIST CONNECTION NA CASA CAPITÃO





















Concerto de lançamento do vinil : 6/3 - 21h30
Casa Capitão - Lisboa 

Concentrate , Give It Up, It´s Too Late 

A sonoridade que caracteriza a banda mantém-se sob o espectro do rock´n´roll . A percepção de que o Tempo não espera por ninguém também está presente. De Ronnie Self a Dan Sartain, de 1950 a 2024, a estrada continua aberta . A temática subjacente neste álbum, assim como em todos os outros, é a vida: o desespero,o amor, o constante sentimento de roubo e a perda.

Os Twist Connection surgiram em 2016 e contam já quatro álbuns de longa-duração e dois 45”. São uma banda de rock'n'roll que mergulha nas raízes da segunda metade do século XX, alimentando-se do rockabilly nascente dos anos 50, das várias correntes estéticas dos anos 60 e da urgência punk do final dos anos 70 para chegarem aos anos 20 do séc XXI com os olhos postos no futuro. Procuram sempre uma identidade própria. Acreditam no poder transformador do rock’n’roll e vivem-no, construindo assim o seu caminho.Têm, ao longo destes anos, pisado inúmeros palcos, desde clubes de rock de matriz underground até aos festivais de maior dimensão, alimentando-se da dinâmica e da interação com o público. Para além de terem percorrido todo o território nacional, marcaram já presença em França, Inglaterra e, principalmente, em Espanha onde, em 2019, foram galardoados com o Prémio Pop Eye para “melhor banda portuguesa”.

The Twist Connection

LOGG APRESENTA NOVO SINGLE 'LIKE THIS'





















Fotografia: Pluma

A canção une as sonoridades urbanas de Hip-Hop e R&B e antecipa outros lançamentos do artista durante 2026, ano em que se assinala o quinto aniversário do álbum de estreia “LOGGin”, que levou LOGG a ser destacado pela MTV como artista MTV Push.

‘LIKE THIS’ é o novo single de LOGG, já disponível em todas as plataformas digitais. Enquadrado no universo urbano de Hip-Hop e R&B, o tema é um manifesto sobre a dificuldade de vingar profissionalmente e celebra quem constrói o seu próprio caminho e se recusa a cair em dinâmicas de influência. 'LIKE THIS' foi escrito e composto por LOGG com GUERRA, Carolina Martins, Magnus Wise e Riic Wolf, com produção de GUERRA.

"A missiva era simples: escrever sobre o meu processo, a minha luta diária, o que me trouxe até aqui e o sítio onde estou agora. 'LIKE THIS' é sobre o quão difícil é vingar no mundo da música, o que serve de metáfora para muitas outras áreas profissionais. Vai sempre existir alguém a tentar influenciar o que queremos ser e fazer, a tentar ganhar com o que fazemos e a querer ter créditos pelo nosso trabalho. O que quero mostrar com esta canção é que sempre fiz o meu caminho, acreditando no meu valor e esse mesmo caminho levou-me a um sítio bom", conta o cantor e compositor.

LOGG acrescenta: "não segui as regras do jogo, joguei o meu próprio jogo com as regras que defini. Não paguei entradas nem quis ser VIP. Acreditei em mim sem depender de outros para isso acontecer. Esta música é um statement sobre acreditar no nosso valor e não baixar os braços, porque o que é nosso está à nossa espera. Agora tenho o estilo de vida que queria, sou independente e vivo ‘LIKE THIS’, porque cheguei onde queria acreditando no processo, resistindo a influências negativas, inveja, interesse alheio… Canto sobre o facto de que não é preciso mostrar o que temos, porque as coisas boas não vêm com a etiqueta do preço".

‘LIKE THIS’ é acompanhado por um videoclipe realizado por Pedro Dias, colaborador habitual do cantor e compositor. O vídeo é uma poderosa metáfora que materializa a mensagem da canção, ao destacar pessoas e experiências que condicionaram ou tentaram condicionar o artista, momentos simples do dia a dia e um final numa sala vazia, com LOGG sozinho mas rodeado por cadeiras vazias, que simbolizam todas essas experiências que o moldaram.

“A ideia era mostrar ao longo de um corredor todas as pessoas e situações em que me tentaram influenciar. Chego ao final desse caminho sem interagir com nada nem ninguém, um símbolo de que fui imune a tudo isso. Ao longo do vídeo vão aparecendo flashes de coisas simples do dia a dia, que são o que realmente importa: estar com a família e amigos, trabalhar no estúdio, ir ao barbeiro... O vídeo termina comigo sozinho numa sala cheia de cadeiras, o que deixa passar a imagem de que já estive sentado em todas e que esse processo deu origem à pessoa em que me tornei", revela LOGG.

‘LIKE THIS’ está disponível em todas as plataformas digitais. O tema antecipa outros lançamentos de LOGG previstos para 2026, ano em que se assinala o quinto aniversário do lançamento do álbum de estreia do artista, “LOGGin”, que revelou singles como ‘Estrelas’, ‘Don Juan’ e ‘Dói’ e que levou LOGG a ser destacado pela MTV como artista MTV Push.

LOGG é o alter-ego do cantor e compositor Gonçalo Gonçalves. Embora natural de Guimarães e com família em Cabeceiras de Basto, no distrito de Braga, o artista viveu sempre entre Sintra e Cascais. Ligado à música desde cedo, estudou guitarra e teve aulas de canto.

Muito por influência do pai, cresceu a ouvir os mais variados estilos musicais, sobretudo o Punk Rock de bandas como os Green Day, mas também Fado, Reggae e Pop. O seu enorme interesse musical levou a que quisesse frequentar aulas de guitarra. Quase de forma imediata começou a trautear as músicas que queria aprender a tocar e passou a gostar de cantar e de se ouvir. Por também gostar de escrever, acabou por juntar os dois mundos, num processo que descreve como natural e orgânico, de busca pela sua identidade e espaço artístico. O Punk Rock continua a ser um género muito presente na playlist de LOGG, mas os principais estilos musicais que ouve atualmente são o Hip Hop e o Pop nacionais. O rapper Plutónio é uma das suas principais referências musicais, artísticas e de carreira.

Em 2019 estreou-se com 'Idnt', uma colaboração com Goshi. Em 2020 lançou os singles 'Don Juan' e 'Estrelas' e no ano seguinte 'Dói', temas que abriram caminho para o primeiro EP, "LOGGin", de 2021. O curta duração foi escrito por LOGG com o amigo Carlos Ferreira e conta, ainda, com as colaborações de Edu Monteiro e Francesco Meoli. No mesmo ano editou 'TB' e '20 e Tal' e tornou-se artista MTV PUSH, a convite da MTV Portugal.

Após um hiato, regressa aos lançamentos em 2024 com 'Nada Para Sentir', canção escrita com os D.A.M.A - Kasha, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho - e produzida por Francesco Meoli, ao qual se seguiu, em 2025, 'Luz Verde', um tema sobre sobrevivência e resiliência emocional escrito com vários compositores, entre os quais Riic Wolf, e produzido por GUERRA, que compôs a melodia com Francesco Meoli. No início de 2026 LOGG edita ‘LIKE THIS’, um manifesto sobre a dificuldade de vingar profissionalmente, que celebra quem constrói o seu próprio caminho e se recusa a cair em dinâmicas de influência. O novo tema foi escrito e composto pelo cantor com o produtor GUERRA, Carolina Martins, Magnus Wise e Riic Wolf.

Através da sua arte, LOGG veio para tentar influenciar de uma forma positiva quem o rodeia e todos os que acompanham o seu percurso e evolução musical. Não se deixa influenciar pela ditadura dos números e do algoritmo e, embora sinta orgulho do que fez, está ansioso por mostrar o que aí vem. Agradece o que vier, confia no processo e acredita que com trabalho e empatia tudo se consegue. Tem como objetivo maior que a sua música o leve a sítios cada vez melhores.

domingo, 1 de março de 2026

KHIARO COM NOPVO SINGLE


Khiaro apresenta o seu novo single “Se Fores ao Alentejo” já disponivel em todas as plataformas digitais, uma fusão autêntica entre as suas raízes do Alentejo, pop e folk. Com produção em parceria do aclamado Gabriel Faria e composição do próprio, Jorge Benvinda e Noninho Navarro, a faixa celebra as saudades de "casa" e o amor pelas raízes. O videoclipe reforça essa verdade: rodeado de amigos e das pessoas mais importantes da sua vida, Khiaro entrega um registo genuíno, simples e emotivo. São momentos reais, partilhados com quem faz parte da sua história, um retrato autêntico de quem ele é e de onde vem. Este lançamento marca uma nova era para o artista de Beja, antecipando singles e um EP em novembro.

Quem é o Khiaro?

Khiaro, natural de Beja, com um longo percurso musical, afirma-se como uma das forças da música portuguesa, cruzando de forma autêntica as suas raízes alentejanas, com uma adolescência pelo Brasil e um toque de pop urbano. Desde 2019, tem vindo a conquistar o público com temas marcantes como “Aquelas Madrugadas” e “Palavras”, integrados nas telenovelas "Festa é Festa" e "Cacau" da TVI.

Com o lançamento do seu mais recente álbum, 10:56 (Branco), Khiaro apresenta uma obra profundamente identitária, que reflete tanto o artista como a pessoa por detrás da música. O álbum conta com colaborações de renome, nomeadamente João Pedro Pais, Badoxa e Margarida Rotilo.

Em palco, Khiaro destaca-se por uma energia intensa e contagiante, proporcionando atuações envolventes e memoráveis. O seu single, “Oh Clementina”, é um fenómeno digital, conta com mais de 2,5 M visualizações / streams nas plataformas digitais. Mais recentemente lançou "Contigo Para Sempre" em colaboração com Miguel Moura. Para Khiaro, a música não é apenas uma carreira é uma forma de estar na vida. Criando o seu próprio estilo, Pop-ular.

SECRET CHORD EM VIGO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

🎟️ Entrada: 8€
Abertura de portas - 21:30h
Início do concerto - 22h

PROGRAMA DE 28/02/26

1 - Luta Livre - Fado Imperfeito
2 - Lituo - Assim assim
3 - Cara de Espelho - D de denúncia
4 - Duques do Precariado - Falho
5 - JH Lab - E depois do adeus
6 - Miguel Calhaz - Cantar de emigração
7 - Megafone Tudo dance
8 - Bandua - A lua (Magupi remix) 

9 - Turning Point - Imensidão
10 - mARCIANO - Bissetriz
11 - Ocaso Épico - Asa Branca
12 - António Cova & Oko Yono - Linha do oeste