sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

DIALECTO APRESENTAM CD














O grupo musical Dialecto apresenta o CD “Aromas” no Auditório Municipal, em Pinhal Novo, no dia 3 de Março, num espectáculo inserido no ciclo Artimanha ConVida. Com organização do ATA – Acção Teatral Artimanha e apoio da Câmara Municipal de Palmela, o espectáculo tem início às 21h30 e contará com a presença de convidados.

Os Dialecto (www.myspace.com/dialecto.mp), agrupamento de Pinhal Novo constituído por Álvaro Amaro, Carlos Varela, Eduardo Matos, Jorge Pimentel, Lindolfo Paiva e Paulo Duarte, definem-se como «um grupo que faz Música Portuguesa» e apostam na qualidade do trabalho vocal e na versatilidade dos arranjos musicais. “Aromas” é o novo trabalho, que se junta, agora, ao repertório diversificado, que inclui originais e temas clássicos de grandes vultos da música portuguesa.

A entrada tem o valor de cinco euros. Reservas através do telefone 212336630.

NO LOUNGE















quinta-feira 08
concerto 22h00
ISTO NÃO É UMA FESTA INDIE
Ricardo Remédio  
quarta-feira 14

concerto 22h30
ÉME
SMILEY FACE

CARMINHO NO EXPRESSO















“Alma”, o novo disco de Carminho, pode ser ouvido em primeira mão no sítio do jornal Expresso (http://www.expresso.pt)/ a partir do próximo sábado (24 de Fevereiro). O disco estará disponível para escuta até 4 de Março, precisamente um dia antes da sua edição. Nesta iniciativa especial serão disponibilizados para escuta os 17 temas que compõem a edição especial de “Alma”.


Relembre-se que  “Alma” terá as suas primeiras apresentações ao vivo nos próximos dias 2 e 3 de Março no C.C. Olga Cadaval, em Sintra.

A OUT.RA APRESENTA



















Sábado, pelas 17h, inaugura um ciclo informal de concertos por várias das tascas e tabernas míticas do Barreiro aos sábados à tarde.

Para começar, vão à carismática taberna do Papagaio, com dois concertos a solo de duas figuras de excelência da música no Barreiro: Ernesto Silva (Nicotine's Orchestra, Funkaína, Chickenálise, etc), numa das suas raras aparições sozinho à guitarra, e Vítor Lopes (Frango, Olive Troops SOS, Brucelose, etc) num esperado solo de órgão.

Em Março, voltam em grande com concertos no Teatro Municipal e no Bar dos Ferroviários, e com a sua campanha de angariação de sócios, desta vez com novos parceiros, novas regras e modos de funcionamento. Muito em breve  mais informações.

GUILHERME DA LUZ
KOSMICME

Membro dos Tantra, instituição lendária do rock progressivo luso, Guilherme da Luz é provavelmente o músico nacional com maior curriculum na exploração das tonalidades cósmicas do som em estado puro.

A sua música aparece num continuum sonhador e meditativo herdeiro das grandes aberturas ao infinito da electrónica alemã nos anos 70 (com especiais afinidades ao som de uns Tangerine Dream ou um Klaus Schulze), num percurso que tem vindo a trilhar há mais de uma década, muito antes, portanto, da recente vaga de experimentalistas relativamente jovens obcecados com as maravilhas do krautrock e dos sintetizadores analógicos.

Kosmicmeditation é uma das muitas encarnações na imensa discografia de Guilherme da Luz, ramificação da sua visão holística do som que se espraia por designações como Kosmichurch ou Kosmicdream (sob a qual deu um fantástico concerto no Convento da Verderena, no OUT.FEST 2010).

Música celestial feita por sintetizadores analógicos, modificados e adaptados pelo próprio Guilherme da Luz, de carácter único e inimitável, para uma viagem a galáxias distantes.

http://www.da-luz.net/

Teatro Municipal do Barreiro (C.C.Pirâmides, Rua Vasco da Gama)
Entrada: 4€
Nota: A lotação do Teatro Municipal é limitada, pelo que aceitamos reservas para info@outra.pt

ESPECIAL CAFETRA RECORDS
PEGA MONSTRO
KIMO AMEBA
ÉME
POW!*
*convidados locais

Já todos sabemos que isto dos hypes tem muito que se lhe diga, e ninguém leva a mal um entusiasmo sazonal uma vez ou outra. Mas nem todos os hypes são iguais, é claro: os putos da CAFETRA, editora com apenas 2 anos, de Lisboa, não enganam, vão estar aqui muito tempo  a pica que têm em fazer música, a lata que tem a música que fazem, não estão ao alcance de qualquer um; sentimos na balbúrdia lo-fi da maioria dos projectos que editam um feeling e um talento descomunais para esta coisa do rock sem merdas, avesso a qualquer outro objectivo que não o Fazer, com F grande.

Quando é assim, quando isto soa tão genuíno e vital como a bendita geração Bee Keeper nos anos 90 (e as semelhanças são muitas, mesmo que nenhum destes putos tivesse sequer 10 anos quando andávamos loucos com Pinhead Society, Radioactive Man ou esse património superior barreirense, os Unladylike Scream), só temos que abrir a porta e celebrar, sem pretensões, e sentir a alegria que há em haver malta que pega nas guitarras e bate nas peles porque TEM que ser, que consegue abstrair e olhar de alto para a hiper-consciência histórica que cada vez mais temos da música sem estar assim tão preocupada em saber se aquilo que faz é novo, se estão ou não a caminho de reinventar a roda  por acaso, até costuma ser precisamente essa malta que acaba por, um dia, chegar de facto a caminhos e a sons ainda por trilhar. Mas o futuro interessa cada vez menos  estes putos são o presente, e o presente é bom.


16 Março
21h30
Bar do G.D. Ferroviários (por baixo do viaduto da Recosta / Pingo Doce / Estação Fluvial)
ENTRADA LIVRE

http://www.outra.pt/

QUANTIC MODE - "THE END"

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A JIGSAW AO VIVO


PROGRAMA DE 23/02/12














1 - Fitacola - Outros dias
entrevista Fitacola
2 – Fitacola – Sobreviver
3 – Amélia Muge e Michaeles Loukovicas – Canto em periplus 
4 – José Afonso – Com as minhas tamanquinhas 
5 – Bizarra Locomotiva – Era de noite de levaram
6 – Mão Morta – O avô cavernoso
7 – Peste & Sida o homem da gaita
8 – Censurados – o que faz falta 
9 - GNR - Coro da promavera

HMB LANÇAM A 5 DE MARÇO


















Os HMB são Héber Marques na voz, Joel Silva na bateria, Daniel Lima nos teclados, Fred Martinho na guitarra e Joel Xavier no baixo.
O disco de estreia – “HMB” – é lançado no dia 5 de Março. Ritmo, emoção e boas canções cantadas em português, é o que pretendem trazer à música e aos ouvintes. É um disco que expressa com a alma os valores do amor e a complexidade dos relacionamentos, que nos desperta para as causas sociais e da (con)vivência em sociedade.

“DIA D” é o single de apresentação dos HMB, reafirmando a qualidade das músicas dos HMB, das letras/mensagens de jovens que não se resignam a construir em consciência, a participar e partilhar de forma enérgica e positiva os desígnios do Soul e do R&B na atualidade.

DAVID FONSECA EM PRÉ VENDA













“Está activa a pré-venda do novo disco de David Fonseca. Os fãs inscritos na comunidade online do artista, o Amazing Cats Club, têm acesso, desde ontem, a uma edição especial e limitada de ‘Seasons – Rising : Falling’.

Uma edição de luxo, criada pelo próprio David Fonseca, na qual reproduz o seu caderno de anotações, com ilustrações, letras e fotos da sua autoria. Os fãs que adquirirem esta edição compram automaticamente os dois álbuns previstos ser editados este ano: ‘Rising’, editado a 21 de Março e ‘Falling’, editado a 21 de Setembro. 

Desta edição só haverá 1500 unidades e os primeiros 500 fãs a adquirir este formato terão acesso a um dos concertos de apresentação do disco: 3 de Abril, no TMN ao Vivo em Lisboa, 4 de Abril no Teatrix em Coimbra e dia 5 de Abril no Hard Club no Porto.

Mais pormenores sobre a Special Edition de "Seasons – Rising : Falling" aqui.

Os fãs podem optar ainda por reservar a Standard Edition do disco e com esta opção têm, tal como os primeiros, acesso a um poster de David Fonseca e a duas canções extra que serão disponibilizadas digitalmente através de um código que será entregue com o disco: ‘Ballroom Theme’ (21/04/12) e ‘Meet You In The Middle’ (20/07/12). A compra da Special Edition dá ainda acesso a mais dois temas extra, temas que também estarão disponíveis para quem comprar a Standard Edition de ‘Seasons : Falling’.

A partir de dia 29, estes dois formatos estarão em pré-venda nas lojas Fnac.

Com um conceito inovador, “Seasons” relatar-nos-á um ano na vida do cantor através das suas canções, associando o calendário às novas composições e levando-nos até Março de 2013. Aqui ficam algumas pistas para o novo trabalho

MONSTER JINX ARESENTA
















O J-K, como qualquer ninja genuíno, sabe que a paciência é uma virtude e por isso esperou algum tempo até revelar os últimos parágrafos da sua última obra. Agora apresenta Dia Escuro, uma música em jeito de posfácio da mixtape (Armadura Brilhante) que saiu no último Verão.

Check it: J-K - Dia Escuro

O Slimcutz pôs os pratos na cozinha para matar a fome...de turntable. Parece que deu em banquete. Vejam o resultado neste vídeo!


Os Podcasts da Monster Jinx estão de volta. Desta vez o Nitron misturou a selecção do Spark. O processo de fermentação culminou neste Sparkling Wine. Pela intensidade de aromas deve servir-se bem alto.


Min&Supa é sinónimo de dupla originalidade. E não somos apenas nós que achamos isso. A Adidas Originals Aliados lançou o desafio e elas responderam. Dois Podcasts a saber a novo.

O Stray decidiu cortar um pouco a neblina que encobre a preparação do Coraçãozinho de Satã. Espreitem aqui um verso do que irá pairar no seu próximo trabalho.

Check it: Stray e um verso do "Coraçãozinho de Satã

RESISTÊNCIA AS VOZES DE UMA GERAÇÃO















RESISTÊNCIA
AS VOZES DE UMA GERAÇÃO
Edição no dia 27 de Fevereiro 2012

“Há canções que acompanham a vida de gerações
Há outras que falam sobre isso”
in Ao Volante do Éter, 1993

Vinte anos passados sobre a concerto de estreia da Resistência no S. Luiz, é altura de celebrar o aparecimento pioneiro super-grupo um caso exemplar e um momento irrepetível da História da música portuguesa.

A Resistência durou apenas dois anos e dois meses mas esse tempo foi mais que suficiente para fazer desta banda um nome incontornável na história de música português, mesmo que, depois deles e muitas vezes por causa deles, tenham sido inúmeros os super-grupos que apareceram a seguir.

“As vozes de uma geração” é uma edição limitada constituída pelos álbuns “Palavras ao Vento” e “Mano a Mano”a que se juntam os temas “Voz-Amália-De-Nós” do álbum “Variações: As Canções de António”), “Chamaram-Me Cigano” do álbum “Filhos da Madrugada”, “Mano A Mano” e “Finisterra”, ambos retirados do álbum “Ao Vivo no Armazém 22” e um livro que inclui um texto biográfico do jornalista António Pires, dezenas de fotos de Augusto Brázio, muitas delas raras ou inéditas e as letras de todas as canções.

Na Resistência, e de forma absolutamente inesperada, juntaram-se músicos e cantores de grupos rock que aparentemente pouco ou nada tinham em comum – Tim (Xutos & Pontapés), Miguel Ângelo e Fernando Cunha (Delfins), Pedro Ayres Magalhães (ex-Heróis do Mar, na altura já à frente dos Madredeus) e Olavo Bilac (dos novíssimos Santos & Pecadores) – e ainda músicos vindos de outras áreas como a música popular – Fernando Júdice e José Salgueiro (ambos recém-saídos dos Trovante) – e o jazz, em que foram recrutados o baterista Alexandre Frazão e os guitarristas Fredo Mergner e Rui Luís Pereira (Dudas), que devido ao seu virtuosismo foram os responsáveis pelos memoráveis solos das canções da Resistência. Depois, porque na Resistência se celebrava o legado musical de alguns dos grupos referidos (e ainda de outros da música portuguesa como os Sitiados, os Rádio Macau e José Afonso) mas com uma roupagem visceralmente acústica, quase folk e com inúmeros ganchos lançados a outras músicas, que contrastava com o lado mais duro e rock dos originais. E, principalmente, porque o foco principal das suas versões eram – ainda mais do que a música e as melodias – as palavras que eram cantadas.

Este programa ideológico da Resistência – dar o protagonismo aos poemas que eram interpretados -- surgia já, aliás, numa versão anterior e embrionária do projecto, quando Pedro Ayres Magalhães convidou as cantoras Filipa Pais, Teresa Salgueiro (Madredeus) e Anabela Duarte (Mler Ife Dada) para um recital na Feira do Livro de Lisboa, em Junho de 1990. Nesse concerto, “Resistência – As Primeiras Páginas (Canções Ilustradas)”, surgiu já o inédito “Liberdade” – de Pedro Ayres, posteriormente gravado no primeiro álbum da Resistência – e as palavras das canções interpretadas foram projectadas numa tela, de modo a dar-lhes maior visibilidade. A semente estava lançada.

Uma semente que daria novos frutos um ano e meio depois, mas já sem vozes femininas no projecto. Convidados para dar um concerto num comício de um partido político no Rossio, em Outubro de 1991, os Delfins recusaram-se a participar porque o cachet não era suficiente. Mas dois deles – Fernando Cunha e Miguel Ângelo – aceitaram e levaram mais dois amigos: Tim e Pedro Ayres Magalhães (que, por coincidência, acumulava então o papel de guitarrista e principal compositor dos Madredeus com o de baixista dos Delfins). O grupo apresentou-se sob a designação All-Stars, interpretou temas em formato acústico dos Xutos & Pontapés, Heróis do Mar e Delfins… e logo ali perceberam que havia algo de muito especial a acontecer. Mais uma coincidência: com um crédito de muitas horas de ocupação do Êxito Estúdio (mercê de um acordo entre a União Lisboa, agência dos Delfins e dos Madredeus, e este estúdio de gravação), os quatro juntam-se para registar as bases daquilo que viria a ser o primeiro álbum da Resistência, “Palavras ao Vento”.

Na gravação do álbum de estreia participaram – para além destes quatro músicos e cantores – Olavo Bilac, os guitarristas Fredo Mergner e Rui Luís Pereira (mais conhecido como Dudas) e, numa fase posterior, uma secção rítmica constituída por dois músicos brasileiros ligados ao jazz, o baterista Alexandre Frazão e o baixista Yuri Daniel, que gravaria as partes de baixo em dois temas do álbum, ficando os outros por conta de Fernando Júdice. “Palavras ao Vento” seria editado em vésperas do Natal de 91, mas antes disso, a 29 e 30 de Novembro, a Resistência pré-apresentou o álbum ao vivo no Teatro Municipal de S. Luiz, no âmbito do festival Outono em Lisboa, perante uma plateia rendida a esta fórmula nova na música portuguesa: a reinterpretação de temas vindos do cancioneiro rock nacional dos anos 80, mas apresentados de uma forma mais crua e simples, prontos a ser cantados por todos tal como todos eles (incluindo dois habituais não cantores como Fernando Cunha e Pedro Ayres) também os podiam cantar. E com as palavras a serem escutadas por cima de uma “parede de som” feita de cinco guitarras, baixo e bateria.

“Palavras ao Vento” rebentou na tabela de vendas da AFP em Janeiro de 1992 e manteve-se no primeiro lugar do Top nacional durante largas semanas, acabando por atingir a marca de dupla-platina. E ao sucesso de vendas sucedeu-se o sucesso de inúmeros concertos que levaram a Resistência a variadíssimas cidades do país durante esse ano. Concertos cada vez mais esgotados – já com a presença do percussionista José Salgueiro (outro ex-Trovante) – e em que, de dia para dia, se notava de claramente que canções que até aí tinham passado mais ou menos despercebidas eram agora cantadas e compreendidas por todos. “Nasce Selvagem”, dos Delfins, e “Não Sou o Único” tornaram-se hinos populares obrigatórios. Outras canções destes dois grupos e ainda temas dos Heróis do Mar – como “Fado” e “Nunca Mais” – ocupavam então o éter e começavam a criar uma “memória colectiva” que ainda hoje se mantém.

Embalados pela onda de euforia gerada pela edição de “Palavras ao Vento” e dos espectáculos que se seguiram, os músicos da Resistência começam a gravar as maquetas do segundo álbum, “Mano a Mano”, logo na Primavera de 1992. E, entre Agosto e Outubro desse ano, entram no estúdio Angel II, para o registo definitivo. Com um espectro estilístico ainda mais alargado depois de variadíssimos ensaios e concertos, o segundo álbum não se afasta no entanto dos traços inicialmente definidos: as harmonias de guitarras e de vozes são agora mais importantes, os jogos tímbricos são mais arrojados, mas à frente de tudo continuam as palavras. E, desta vez, palavras (e músicas) que vêm também de outros lados que não apenas os grupos originais dos quatro fundadores da Resistência: em “Mano a Mano” entram também temas dos Trovante, Rádio Macau, Sitiados e José Afonso.

A apresentação oficial do novo álbum foi marcada para 4 de Dezembro de 1992, no Armazém 22 – um hangar inóspito pertencente ao Porto de Lisboa e que, no espaço de um dia, foi transformado numa sala de espectáculos para milhares de pessoas. Os mesmos milhares que se ouvem a cantar em coro com a banda no álbum “Ao Vivo no Armazém 22”, gravado nesse dia e editado no ano seguinte. Um álbum que, para além de muitos dos temas gravados pela Resistência nos seus dois discos de estúdio, incluía ainda dois inéditos: os instrumentais “Mano a Mano” (Nota: apesar de ter dado nome ao segundo álbum do grupo, este tema não aparecia no seu alinhamento) e “Finisterra”, respectivamente de Pedro Ayres e Dudas.

A carreira da Resistência teve alguns momentos que, para eles e para quem a eles assistiu se tornaram absolutamente inesquecíveis. Os concertos de estreia no S.Luiz, sim, o concerto do Armazém 22, idem. Mas também todos os concertos das suas duas digressões nacionais e alguns especiais, como os que os juntou à Lua Extravagante, na Aula Magna, em Fevereiro de 1992, e o Concerto Contra o Racismo, em Loures, Janeiro de 1993, que contou com a presença do então presidente da República Mário Soares. Ou ainda a sua participação nos álbuns de homenagem a António Variações e José Afonso (ambos editados em 1994). Mas aquele que ficou como o pico maior desta curta história foi o festival Portugal ao Vivo, que decorreu no Estádio de Alvalade, a 26 de Junho de 1993. Nele participaram a Resistência, Madredeus, Sétima Legião, Xutos & Pontapés, Sitiados e Delfins e, nesse dia, estavam lá cerca de 50 mil pessoas a celebrar a música portuguesa e muitas das canções que a Resistência também cantava. Foi nesse dia que o conceito e ideário da Resistência (e o seu próprio nome) ganharam todo um novo sentido.

Alinhamento:

CD 1 – “Palavras ao Vento
1:Nasce Selvagem
2:Não Sou O Único
3:Marcha Dos Desalinhados
4:Nunca Mais
5:Só No Mar
6:Liberdade
7:Aquele Inverno
8:No Meu Quarto
9:Fado
10:Circo De Feras

Temas extra
11:Voz-Amália-De-Nós (retirado do álbum “Variações: As Canções de António”)
12: Chamaram-Me Cigano (retirado do álbum “Filhos da Madrugada”)

CD 2 – “Mano a Mano”

1:Um Lugar Ao Sol
2:Amanhã É Sempre Longe Demais
3:Esta Cidade
4:Que Amor Não Me Engana
5:Fim
6:A Noite
7:Traz Outro Amigo Também
8:Prisão Em Ti
9:Perigo
10:Timor

Temas extra
11:Mano A Mano (retirado do álbum “Ao Vivo no Armazém 22”)
12:Finisterra (retirado do álbum “Ao Vivo no Armazém 22”)

8º CONCURSO DE BANDAS DE GARAGEM DE SETÚBAL

MEIO METRO DE PEDRA NO FUNDÃO

ROCK NO MONTE

NA FNAC DE COIMBRA



















Bruno Correia
Unconditional
AO VIVO
Dia 02
SEX
22H00
 
Assobio
Fado 2.0
AO VIVO
Dia 03
SÁB
22H00
 
Nice Weather For Ducks
Quack!
AO VIVO
Dia 10
SÁB
22H00

MAIS UMA EDIÇÃO DE LUÍS ANTERO



















Edição número 50 da netlabel EdP (Editora do Porto)

Viagens Sonoras, assim se chama o seu mais recente trabalho com recurso a gravações sonoras de campo inalteradas, tem as cidades de Lisboa e Coimbra como mote e inspiração.

Assim:

A faixa "Elétrico Sonoro" é o resultado de uma viagem de eléctrico desde a Graça até à Estrela, em Lisboa, na companhia de João Ricardo (ocp, Ponto, etc.).

A ambiência sonora deste secular meio de transporte lisboeta, desde a partida até à chegada, é o que se pode escutar nesta faixa...;

A  faixa "LX-CBR" é uma composição sonora resultante de recolhas efetuadas nas cidades de Lisboa e Coimbra e originalmente concebida para a radiofutura, emissão especial da rádio Zero no festival Future Places, em 2010.

Mais info e download: http://editoradoporto.blogspot.com/
Discografia: http://luisantero.yolasite.com/discografia.php

Luís Antero

http://www.luisantero.yolasite.com/
http://www.sonsdealvoco.yolasite.com/
http://www.luisantero.bandcamp.com/
www.tokafi.com/15questions/interview-luis-antero/

Netlabel

Green Field Recordings
http://www.greenfieldrecordings.yolasite.com/

Out Level
http://www.outlevel.yolasite.com/

6 EDITAM DISCO



















A edição digital do novo disco está disponível a 6 de Março e chama-se "Dois Mil e Vinte e Um".

Para ouvir duas músicas novas e ver mais novidades dirige-te a:
http://www.facebook.com/6musica
ou
http://www.youtube.com/user/lugardo6

http://www.lugardo6.com/

DEFYING CONTROL - "TIME CHANGES"

RUC CELEBRA 26 ANOS

CORPUS CHRISTI ASSINALAM 14 ANOS