Alga anuncia o lançamento da edição física do meu primeiro mini-álbum em vinil+dvd, limitada a 104 cópias. A partir de hoje, 1 de setembro de 2026, dois anos após o lançamento digital. E cinco anos após.
Disponível em https://winterserpent.bandcamp.com/
« Deslocamo-nos com a música de alga, em MATERDOLOROSA, uma homenagem às mulheres da sua família. Gestos documentais de gravações de campo e explorações sonoras compõem relações de proximidade e também de distância, entre aquilo que nos é íntimo e aquilo que se mantém opaco nas sombras. A luz recorta o negativo das formas e as sombras tornam-se lugares férteis, onde melhor se cresce e onde as melodias florescem.
MATERDOLOROSA, disco de alga lançado em Setembro de 2024, surgiu anunciado como um "mini álbum", apesar dos 55 minutos de duração. Detenho-me nesta prefixação, diante de um disco que nunca parece condensado ou reduzido. Talvez que este "mini" seja o atravessamento dos mistérios que permanecem indizíveis e que não reclamam decifração. Não uma medida ou redução, mas sim uma abertura para um espaço que transborda e que nos excede.
Voltamos à bolsa uterina e escutamos o mundo lá de dentro, encasulados pelos véus maternos. O corpo no som e o som dos corpos, as brisas que se esfregam nas caras e mãos, as marés, a névoa, matérias instáveis que tornam incerta a experiência do real. E o sonho!
Voltamos à bolsa uterina e escutamos o mundo lá de dentro, encasulados pelos véus maternos. O corpo no som e o som dos corpos, as brisas que se esfregam nas caras e mãos, as marés, a névoa, matérias instáveis que tornam incerta a experiência do real. E o sonho! »
— Joana Guerra
MATERDOLOROSA, disco de alga lançado em Setembro de 2024, surgiu anunciado como um "mini álbum", apesar dos 55 minutos de duração. Detenho-me nesta prefixação, diante de um disco que nunca parece condensado ou reduzido. Talvez que este "mini" seja o atravessamento dos mistérios que permanecem indizíveis e que não reclamam decifração. Não uma medida ou redução, mas sim uma abertura para um espaço que transborda e que nos excede.
Voltamos à bolsa uterina e escutamos o mundo lá de dentro, encasulados pelos véus maternos. O corpo no som e o som dos corpos, as brisas que se esfregam nas caras e mãos, as marés, a névoa, matérias instáveis que tornam incerta a experiência do real. E o sonho!
Voltamos à bolsa uterina e escutamos o mundo lá de dentro, encasulados pelos véus maternos. O corpo no som e o som dos corpos, as brisas que se esfregam nas caras e mãos, as marés, a névoa, matérias instáveis que tornam incerta a experiência do real. E o sonho! »
— Joana Guerra

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