O novo projecto do compositor Pedro Melo Alves revela a 18 de Setembro o seu núcleo musical, um mês antes da estreia integral no Museu de Serralves.
18 SETEMBRO . FESTIVAL IMINENTE
Antes da estreia do sistema, o som
A 18 de Setembro, o compositor e baterista Pedro Melo Alves apresenta no Festival Iminente, uma primeira manifestação de ΞllllllΞ [lido “eem”], o novo projecto transdisciplinar que tem estreia integral prevista para o dia 18 de Outubro, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves.
The Concert Cut revela o núcleo musical do projecto antes de este assumir a sua forma completa.
Em palco, Pedro Melo Alves, na bateria e eletrónica, junta-se a Mariana Dionísio, voz e eletrónica, João Grilo e José Diogo Martins, ambos no piano e electrónica. Quatro músicos para uma música que se move entre a composição e a improvisação e faz colidir linguagens habitualmente mantidas em territórios diferentes: música contemporânea e jazz de vanguarda, electrónica abstracta, clubbing experimental, pop, hyperpop e beats urbanos.
É o princípio de uma linguagem que procura os pontos de contacto entre universos aparentemente distantes. Nele cabem cultura erudita e cultura pop, o ancestral e o digital, entre o corpo e a máquina.
ΞllllllΞ começa com um velho impulso humano: ultrapassar os nossos próprios limites.
Partindo dessa procura primordial pela transcendência, o projecto interroga uma sociedade permanentemente ligada, acelerada e progressivamente incerta sobre aquilo que é real, aquilo que ainda é humano e aquilo que poderá vir depois.
Quão bem nos conhecemos?
Para onde estamos a ir?
Seremos a última geração de humanos?
No Festival Iminente ouvimos a música antes de entrarmos completamente nesse universo.
Porque ΞllllllΞ, na sua versão integral, é muito mais do que um concerto.
Na estreia de 18 de Outubro, em Serralves, música, techno-performance e artes digitais passam a integrar um único sistema performativo. Som, vídeo, luz, movimento e tecnologia reagem entre si em tempo real, num ambiente a 360º onde músicos, performer, máquinas e público fazem parte do mesmo organismo.
Desenvolvido com uma equipa internacional de 18 artistas e programadores especializados em novas práticas artísticas, ΞllllllΞ integra o universo mais amplo de ΞllllllΞ:MATER, plataforma de criação pós-humanista também idealizada por Pedro Melo Alves na intersecção entre arte, tecnologia e pensamento.
Mas essa parte descobre-se em Outubro.
No Iminente, começamos pelo som.
SOBRE PEDRO MELO ALVES
Pedro Melo Alves é compositor e baterista, com um percurso que atravessa a composição, a improvisação e a música electrónica e experimental. A sua prática estende-se da escrita para pequenos e grandes ensembles à criação para cinema, teatro e dança, explorando continuamente novas possibilidades entre instrumentos acústicos, electrónica e percussão.
Tem desenvolvido trabalho em projectos como Omniae Large Ensemble, The Rite of Trio, Memória de Peixe, Luís Vicente Trio e Surma, afirmando uma linguagem marcada pelo cruzamento de territórios e pela procura de novas formas de composição e performance.
Descrito pela revista francesa Citizen Jazz como “eclético, esteta e inventivo”, Pedro Melo Alves leva agora essa investigação para uma nova escala com ΞllllllΞ, reunindo música, artes digitais, tecnologia e performance num mesmo sistema de criação.
ΞllllllΞ | THE CONCERT CUT
Festival Iminente
Marvila, Lisboa
18 de Setembro de 2026
Pedro Melo Alves — bateria e electrónica
Mariana Dionísio — voz e electrónica
João Grilo — piano e electrónica
José Diogo Martins — piano e electrónic
ΞllllllΞ | ESTREIA
18 de Outubro de 2026
Museu de Arte Contemporânea de Serralves
llllll-mater.live | @llllll.mater
18 SETEMBRO . FESTIVAL IMINENTE
Antes da estreia do sistema, o som
A 18 de Setembro, o compositor e baterista Pedro Melo Alves apresenta no Festival Iminente, uma primeira manifestação de ΞllllllΞ [lido “eem”], o novo projecto transdisciplinar que tem estreia integral prevista para o dia 18 de Outubro, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves.
The Concert Cut revela o núcleo musical do projecto antes de este assumir a sua forma completa.
Em palco, Pedro Melo Alves, na bateria e eletrónica, junta-se a Mariana Dionísio, voz e eletrónica, João Grilo e José Diogo Martins, ambos no piano e electrónica. Quatro músicos para uma música que se move entre a composição e a improvisação e faz colidir linguagens habitualmente mantidas em territórios diferentes: música contemporânea e jazz de vanguarda, electrónica abstracta, clubbing experimental, pop, hyperpop e beats urbanos.
É o princípio de uma linguagem que procura os pontos de contacto entre universos aparentemente distantes. Nele cabem cultura erudita e cultura pop, o ancestral e o digital, entre o corpo e a máquina.
ΞllllllΞ começa com um velho impulso humano: ultrapassar os nossos próprios limites.
Partindo dessa procura primordial pela transcendência, o projecto interroga uma sociedade permanentemente ligada, acelerada e progressivamente incerta sobre aquilo que é real, aquilo que ainda é humano e aquilo que poderá vir depois.
Quão bem nos conhecemos?
Para onde estamos a ir?
Seremos a última geração de humanos?
No Festival Iminente ouvimos a música antes de entrarmos completamente nesse universo.
Porque ΞllllllΞ, na sua versão integral, é muito mais do que um concerto.
Na estreia de 18 de Outubro, em Serralves, música, techno-performance e artes digitais passam a integrar um único sistema performativo. Som, vídeo, luz, movimento e tecnologia reagem entre si em tempo real, num ambiente a 360º onde músicos, performer, máquinas e público fazem parte do mesmo organismo.
Desenvolvido com uma equipa internacional de 18 artistas e programadores especializados em novas práticas artísticas, ΞllllllΞ integra o universo mais amplo de ΞllllllΞ:MATER, plataforma de criação pós-humanista também idealizada por Pedro Melo Alves na intersecção entre arte, tecnologia e pensamento.
Mas essa parte descobre-se em Outubro.
No Iminente, começamos pelo som.
SOBRE PEDRO MELO ALVES
Pedro Melo Alves é compositor e baterista, com um percurso que atravessa a composição, a improvisação e a música electrónica e experimental. A sua prática estende-se da escrita para pequenos e grandes ensembles à criação para cinema, teatro e dança, explorando continuamente novas possibilidades entre instrumentos acústicos, electrónica e percussão.
Tem desenvolvido trabalho em projectos como Omniae Large Ensemble, The Rite of Trio, Memória de Peixe, Luís Vicente Trio e Surma, afirmando uma linguagem marcada pelo cruzamento de territórios e pela procura de novas formas de composição e performance.
Descrito pela revista francesa Citizen Jazz como “eclético, esteta e inventivo”, Pedro Melo Alves leva agora essa investigação para uma nova escala com ΞllllllΞ, reunindo música, artes digitais, tecnologia e performance num mesmo sistema de criação.
ΞllllllΞ | THE CONCERT CUT
Festival Iminente
Marvila, Lisboa
18 de Setembro de 2026
Pedro Melo Alves — bateria e electrónica
Mariana Dionísio — voz e electrónica
João Grilo — piano e electrónica
José Diogo Martins — piano e electrónic
ΞllllllΞ | ESTREIA
18 de Outubro de 2026
Museu de Arte Contemporânea de Serralves
llllll-mater.live | @llllll.mater
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