terça-feira, 15 de setembro de 2026

O REGRESSO DE COELHO RADIOACTIVO





















Quatro anos depois do último lançamento, Coelho Radioactivo, projeto de João Sarnadas, regressa com o primeiro avanço para o seu quarto longa-duração. A canção chega ainda em setembro, antecipando um disco que será revelado posteriormente e marcando o retorno de um projeto iniciado em 2007.

O single inaugura também um novo capítulo num percurso iniciado por João Sarnadas em 2007, quando criou Coelho Radioactivo enquanto projeto de cantautor. Desde então, editou trabalhos como “Estendal” e “Canções Mortas”, além de vários singles e EP, e realizou mais de 150 concertos em Portugal.

Paralelamente, João Sarnadas tem desenvolvido atividade em diferentes territórios da criação musical. Faz parte de Flamingos, Well, Montanha e fundou José Pinhal Post-Mortem Experience. Integrou a Gentle Records e a Favela Discos na qual tem vindo a desenvolver grande parte do seu trabalho relacionado com a música experimental e improvisada. Como membro da Favela Discos fundou Milteto, Vive Les Cônes e Xula Velhos, participando na gestão da editora, programação e residências do colectivo, nomeadamente a residência no Café Au Lait entre 2015 e 2016. Tem vindo a desenvolver uma série de estratégias de improvisação e de abordagem à electrónica, focando-se na utilização do loop, do drone, da mesa de mistura como instrumento e do dub-master como papel em improvisos coletivos. Ainda com a Favela Discos tem vindo a desenvolver peças das quais se destacam "Desilusão Óptica", apresentada em Serralves em Festa e "2013: O Regresso" uma peça de ficção científica operática apresentada no understage do Rivoli em 2019. Tem participado ainda como compositor e sonoplasta em peças de teatro e dança como o “Espírito do Lugar” 4.0 & 5.0, “Feedback”, “Cratera” e “OU”, da companhia CRL - Central Elétrica, e “Sonâmbulo” de Ramon Lima. Em 2020 e 2021 lançou dois álbuns em nome próprio, The Hum e The Humm. Com Inês Castanheira criou ainda a identidade sonora do “Batalha - Centro de Cinema”.

Com “Fogo Artifício”, João Sarnadas recupera agora Coelho Radioactivo quatro anos depois para abrir caminho ao quarto longa-duração do projeto, começando pela faixa mais luminosa de um disco que deverá chegar já na penumbra.

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