Uma canção sombria e inquieta sobre o desgaste de uma relação, a dúvida e o difícil caminho até à libertação.
Rachel Bangs é o alter ego de Raquel Custódio, que começou como baterista e vocalista nos Palmers e como baterista nos Bar Lonely, antes de se aventurar no seu projeto a solo.
“Lies” é uma música sombria e inquieta sobre o desgaste de uma relação e a dificuldade de sair de um ciclo que sabemos que já não faz bem. Entre desconfiança, frustração e sentimentos que continuam a surgir mesmo depois de tudo cair, a música explora o conflito entre querer deixar ir e continuar preso emocionalmente.
A repetição de “Lies” funciona quase como um pensamento obsessivo. Sempre volta ao mesmo lugar. Quando a música cresce, essa tensão transforma-se numa decisão: a pessoa para de procurar respostas e aceita que algumas relações simplesmente acabam.
“Lies é uma música sobre estar preso entre saber que algo já não nos faz bem e continuar emocionalmente ligado a isso. A repetição de ‘Lies’ representa esse ciclo obsessivo, em que voltamos sempre ao mesmo lugar. No final, percebemos que deixar ir pode ser mais fácil do que voltar.”
— Rachel Bangs
Mesmo depois da separação, ficam as memórias e a nostalgia. Também permanece a vontade de saber se ainda havia alguma chance de reatar. Mas, no fim, já ocorre uma mudança. O que antes parecia impossível começa a ser mais fácil do que voltar.
“Lies” fará parte do EP de estreia da artista, intitulado “Silent Memories”, que sairá a 18 de setembro.
Sobre Rachel Bangs
Rachel Bangs é o pseudónimo de Raquel Custódio, natural de Caldas da Rainha, Portugal. É uma multi-instrumentista autodidata, cuja paixão pela música surgiu desde tenra idade. A compositora portuguesa tocou com a sua banda Palmers em várias salas, como o Music Box e o Maus Hábitos, abrindo concertos para bandas como Iceage e The Parkinsons. Agora, Rachel Bangs explora o universo do Post-Punk, Shoegaze e Rock Alternativo neste novo projeto a solo.
“Lies” é uma música sombria e inquieta sobre o desgaste de uma relação e a dificuldade de sair de um ciclo que sabemos que já não faz bem. Entre desconfiança, frustração e sentimentos que continuam a surgir mesmo depois de tudo cair, a música explora o conflito entre querer deixar ir e continuar preso emocionalmente.
A repetição de “Lies” funciona quase como um pensamento obsessivo. Sempre volta ao mesmo lugar. Quando a música cresce, essa tensão transforma-se numa decisão: a pessoa para de procurar respostas e aceita que algumas relações simplesmente acabam.
“Lies é uma música sobre estar preso entre saber que algo já não nos faz bem e continuar emocionalmente ligado a isso. A repetição de ‘Lies’ representa esse ciclo obsessivo, em que voltamos sempre ao mesmo lugar. No final, percebemos que deixar ir pode ser mais fácil do que voltar.”
— Rachel Bangs
Mesmo depois da separação, ficam as memórias e a nostalgia. Também permanece a vontade de saber se ainda havia alguma chance de reatar. Mas, no fim, já ocorre uma mudança. O que antes parecia impossível começa a ser mais fácil do que voltar.
“Lies” fará parte do EP de estreia da artista, intitulado “Silent Memories”, que sairá a 18 de setembro.
Sobre Rachel Bangs
Rachel Bangs é o pseudónimo de Raquel Custódio, natural de Caldas da Rainha, Portugal. É uma multi-instrumentista autodidata, cuja paixão pela música surgiu desde tenra idade. A compositora portuguesa tocou com a sua banda Palmers em várias salas, como o Music Box e o Maus Hábitos, abrindo concertos para bandas como Iceage e The Parkinsons. Agora, Rachel Bangs explora o universo do Post-Punk, Shoegaze e Rock Alternativo neste novo projeto a solo.

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