Artistas convidados, bandas filarmónicas e projetos locais encontram-se em três ilhas dos Açores para uma nova edição do Terra Incógnita, que acontece a 10 de outubro em São Miguel, a 24 de outubro nas Flores e a 15 de novembro na Graciosa.
Em 2026, o Terra Incógnita propõe novos encontros entre território, música e comunidade, expandindo o seu programa para três ilhas do arquipélago dos Açores. Ao longo de três momentos, artistas convidados desenvolvem residências artísticas em colaboração com bandas filarmónicas locais, num processo de criação que culmina numa apresentação pública integrada no próprio território.
A edição deste ano assinala também uma expansão do formato do Terra Incógnita. Ao habitual trilho sonorizado e à Conversa Incógnita juntam-se, agora, um momento gastronómico protagonizado por projetos locais e uma proposta de artistas ou projetos de cada ilha. Assinalando os 50 anos da Autonomia dos Açores, o projeto cruza artistas contemporâneos e filarmónicas nos trilhos naturais, transformando a paisagem em palco e espaço de diálogo entre tradição e novas linguagens O Terra Incógnita celebra a identidade, a diversidade e o património açoriano, convidando diferentes gerações a caminhar pelos caminhos da Autonomia.
Em São Miguel, o artista Artur Carvalho estará em residência com a Filarmónica Minerva de Ginetes. O encontro culminará no dia 10 de outubro, num programa que convida o público a percorrer o território através de um trilho sonorizado, assistir à apresentação da residência e participar numa Conversa Incógnita com os artistas envolvidos. A experiência prolonga-se com um piquenique proporcionado pelo projeto Terra Fogo, e inclui uma performance e oficina que junta Rubén Monfort e um dos elementos das Despensas de Rabo de Peixe.
Nas Flores, a residência junta a artista galega Carme López à Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios, num encontro que terá lugar a 24 de outubro. O programa inclui o trilho sonorizado, a apresentação da residência e uma Conversa Incógnita com os artistas, com comida a cargo de Piqueniques ao Entardecer. A dimensão artística local será assegurada pelo coro feminino Cantarilhas, convidado a criar um concerto especialmente pensado para este momento.
A 15 de novembro, o Terra Incógnita chega à Graciosa, onde a pianista Joana Gama desenvolverá uma residência com a Filarmónica Recreio dos Artistas. À semelhança das restantes ilhas, o público será convidado a atravessar o território através do trilho sonorizado e a conhecer o resultado da residência, antes de uma Conversa Incógnita com os artistas. O encontro termina à mesa, com o projeto 3 Marias, e com um momento musical pelo grupo graciosense ComCordas.
Mais informações e bilhetes em terraincognitapdl.com.
O Terra Incógnita é um projeto apoiado pelo Fundo de Fomento Cultural, República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto e Direção Geral das Artes.
Em 2026, o Terra Incógnita propõe novos encontros entre território, música e comunidade, expandindo o seu programa para três ilhas do arquipélago dos Açores. Ao longo de três momentos, artistas convidados desenvolvem residências artísticas em colaboração com bandas filarmónicas locais, num processo de criação que culmina numa apresentação pública integrada no próprio território.
A edição deste ano assinala também uma expansão do formato do Terra Incógnita. Ao habitual trilho sonorizado e à Conversa Incógnita juntam-se, agora, um momento gastronómico protagonizado por projetos locais e uma proposta de artistas ou projetos de cada ilha. Assinalando os 50 anos da Autonomia dos Açores, o projeto cruza artistas contemporâneos e filarmónicas nos trilhos naturais, transformando a paisagem em palco e espaço de diálogo entre tradição e novas linguagens O Terra Incógnita celebra a identidade, a diversidade e o património açoriano, convidando diferentes gerações a caminhar pelos caminhos da Autonomia.
Em São Miguel, o artista Artur Carvalho estará em residência com a Filarmónica Minerva de Ginetes. O encontro culminará no dia 10 de outubro, num programa que convida o público a percorrer o território através de um trilho sonorizado, assistir à apresentação da residência e participar numa Conversa Incógnita com os artistas envolvidos. A experiência prolonga-se com um piquenique proporcionado pelo projeto Terra Fogo, e inclui uma performance e oficina que junta Rubén Monfort e um dos elementos das Despensas de Rabo de Peixe.
Nas Flores, a residência junta a artista galega Carme López à Filarmónica União Operária e Cultural Nossa Senhora dos Remédios, num encontro que terá lugar a 24 de outubro. O programa inclui o trilho sonorizado, a apresentação da residência e uma Conversa Incógnita com os artistas, com comida a cargo de Piqueniques ao Entardecer. A dimensão artística local será assegurada pelo coro feminino Cantarilhas, convidado a criar um concerto especialmente pensado para este momento.
A 15 de novembro, o Terra Incógnita chega à Graciosa, onde a pianista Joana Gama desenvolverá uma residência com a Filarmónica Recreio dos Artistas. À semelhança das restantes ilhas, o público será convidado a atravessar o território através do trilho sonorizado e a conhecer o resultado da residência, antes de uma Conversa Incógnita com os artistas. O encontro termina à mesa, com o projeto 3 Marias, e com um momento musical pelo grupo graciosense ComCordas.
Mais informações e bilhetes em terraincognitapdl.com.
O Terra Incógnita é um projeto apoiado pelo Fundo de Fomento Cultural, República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto e Direção Geral das Artes.

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