quarta-feira, 16 de setembro de 2026

TIAGO SOUSA COM NOVIDADES





















Há um álbum que está em fase de pré-produção e cujos temas serão estreados no Barreiro, há um novo espectáculo em colaboração com a Orquestra Sem Fronteiras, Joana Patrão e Joana Bértholo e há a estreia de um novo duo com a Aida Rosa que resulta de uma actuação que fizemos em Abril passado.

25 de Setembro
Sala 6, Barreiro

Sala 6, Rua Salvador Correia Sá 6, Barreiro
25 de Setembro
22h
Bilhetes à porta

Sinopse:
Tiago Sousa, pianista, organista e compositor autodidata, a construir um percurso musical marcadamente minimalista e contemporâneo em discos como A Thousand Strings (Discrepant), Ripples on the Surface (Holuzam), Insónia (Humming Conch) ou Organic Music Tapes (Sucata Tapes). Este concerto na Sala 6 irá revelar novas composições que farão parte do próximo álbum, a ser editado em Janeiro pela Sucata Tapes com o título Sustained Tones vol 2.

O Tempo dos Rios

Música, cinema e literatura vão encontrar-se para abordar os rios não apenas enquanto elementos da paisagem, mas também como património ecológico, cultural e poético.

O espetáculo “O Tempo dos Rios” está marcado irá acontecer em diferentes palcos do país e terá direção artística do maestro Martim Sousa Tavares e interpretação da Orquestra Sem Fronteiras (OSF).

A proposta passa por criar uma experiência em que diferentes formas de expressão artística se complementam para refletir sobre a ligação entre as pessoas, o território e a natureza.

A componente musical parte da obra de Tiago Sousa, compositor e multi-instrumentista cuja criação tem referências recorrentes à água e aos movimentos naturais. As composições serão reinterpretadas e desenvolvidas pela Orquestra Sem Fronteiras, num processo de cocriação que envolve o próprio compositor e os músicos presentes em palco.

Ao concerto junta-se um filme mudo original da realizadora Joana Patrão, criado especificamente para “O Tempo dos Rios”. As imagens acompanharão a música ao longo da apresentação, estabelecendo uma narrativa visual em diálogo com aquilo que acontece em palco.

A literatura completa o encontro entre disciplinas através da participação da escritora Joana Bértholo, autora de obras como Ecologia. A autora fará a leitura de textos e excertos inéditos relacionados com os rios, a paisagem e a forma como as comunidades se relacionam com o território.

À frente do projeto estará Martim Sousa Tavares, maestro, programador artístico e divulgador cultural. Formado em Ciências Musicais e Direção de Orquestra, estudou em Portugal, Itália e Estados Unidos, onde foi bolseiro Fulbright. É fundador da Orquestra Sem Fronteiras e diretor artístico da Orquestra do Algarve e do Festival de Sintra.

Fundada em 2019 e sediada em Idanha-a-Nova, a Orquestra Sem Fronteiras desenvolve grande parte da sua atividade no interior do país, procurando criar oportunidades para jovens músicos e aproximar populações de territórios de baixa densidade da música e da criação artística.

Com “O Tempo dos Rios”, a NOVA FCT recebe assim um espetáculo que utiliza a criação artística como ponto de partida para colocar a natureza e a consciência ecológica no centro da reflexão.

2 de Outubro às 18h
Grande Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia, 2829-516 Caparica

3 de Outubro
Antiga Cerâmica Arganliense, Rua Cidade do Rio de Janeiro, Bairro Sobreiral, 3300-145 Arganil

10 de Outubro
Alandroal, Local a confirmar

5 de Novembro
Muzeu, Praça Mun. 62, 4700-435 Braga

A Trova é a arte de acomodar o infinito nos limites de um grão de areia. Fernando Pessoa escreveu que "a trova é o vaso de flores que o povo põe à janela de sua alma." Aida Rosa e Tiago Sousa, revisitam e reinventam temas de Fernando Lopes-Graça, Grupo de Acção Cultural, Zeca Afonso, entre outros, de maneira idiossincrática, exploratória e improvisativa. O mote lançado num recente concerto de celebração do 25 de Abril interpreta canções como Acordai, Cantiga Sem Maneiras ou Os Fantoches de Kissinger. Perpassadas por uma intenção fluida e livre, canção em campo aberto, para lá de identidades fixas e formas rígidas. oportunidades para a espraiar a imaginação e criatividade sem peias.

Um concerto entre memória, liberdade e experimentação sonora, este encontro propõe uma reflexão artística sobre o património da cantiga popular portuguesa, cruzando criação contemporânea com repertório de intervenção.

22 de Outubro às 21h
B.O.T.A.
Largo Santa Bárbara 3 D, 1150-287 Lisboa

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